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INDUSTRIALIZAÇÃO CHINESA

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on 24 August 2015

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Industrialização Chinesa
A China é um país predominantemente rural, sendo que até hoje pouco mais da metade de sua população ainda vive da agricultura que se estende pelo interior, ao longo de seus rios.

A agricultura é um setor de suma importância para o país, que produz trigo, milho, arroz e cereais para o consumo interno e algodão, tabaco, cana-de-açúcar, chá e amoreira para a indústria.

O extrativismo também, pois o território é rico em recursos minerais e energéticos como o ferro, o manganês, o tungstênio, o estanho, o carvão mineral e o petróleo.




Poluição das Indústrias Chinesas
Embora apresente todos estes dados de crescimento econômico, a China enfrenta algumas dificuldades. Grande parte da população ainda vive em situação de pobreza, principalmente no campo.

A utilização em larga escala de combustíveis fósseis (carvão mineral e petróleo) tem gerado um grande nível de poluição do ar. Os rios também têm sido vítimas deste crescimento econômico, apresentando altos índices de poluição.


Mão de Obra na Indústria Chinesa
A mão de obra barata é um dos fatores que propicia o baixo custo dos produtos fabricados na China. Para produzir tanto com tão pouco, algumas indústrias exploram seus trabalhadores.

Recentemente, um programa de televisão da rede BBC foi dedicado às condições de trabalho flagrantes nas fábricas da Pegatron, nos subúrbios de Xangai, nas quais os trabalhadores chineses montam os famosos iPhones e os iPads da Apple.

Dois repórteres da cadeia de televisão britânica, que se infiltraram nestas unidades fabris, descrevem a forma como os trabalhadores são obrigados a cumprir turnos de 12 horas, que muitas vezes se estendem até às 16 horas, e como são sujeitos a aguentar 18 dias de trabalho consecutivos, sem direito a qualquer folga.

Segundo o Jornal Folha de São Paulo, um dos maiores trunfos para a atratividade econômica da China e motor de seu crescimento exponencial nas últimas décadas – a mão de obra barata- começa aos poucos a mudar.
Um estudo divulgado pela USP (Universidade de São Paulo) mostra que a média salarial do chinês vem aumentando rapidamente e ao lado da criação e do fortalecimento de leis trabalhistas mais rígidos, pode até começar a reduzir as vantagens competitivas da potencia chinesa em relação ao resto do mundo.

Os dados levantados pela pesquisa mostraram que o aumento do salário médio do chinês foi de 19,8% ao ano, no período de 2005 a 2009 – mesmo que a média atual, de US$ 327 por mês, continue violentamente abaixo da média mundial.
O valor é ainda seis vezes mais barato que o salário de um trabalhador brasileiro e, 24 vezes menor que o rendimento médio nos Estados Unidos. Em 1998, um chinês ganhava 40 vezes menos que o norte-americano.

INDUSTRIALIZAÇÃO CHINESA

Gabriel Stumpf
Mathias Eichelberger
Paula Fonseca
Vitor Corso

Zonas Econômicas Especiais da China
As ZEES (Zonas Econômicas Especiais) foram implantadas a partir de 1980. Nelas, é permitido o funcionamento de uma economia capitalista.

Solução para a sua estagnação econômica, que naquele momento atingia todos os países socialistas e os afastava cada vez mais do desenvolvido mundo capitalista, em termos de produção de bens e geração de serviços.

Implantou as ZCA (Zonas de Comercio Aberto) regiões abertas ao comercio exterior e também a entrada de multinacionais, desde que respeitadas as restrições e que se associem ao governo ou aos empresários chineses por meio de parcerias

Em geral, a parceria vai dar 50% do lucro ao governo chinês

Com o comando de Deng Xiaoping saiu do estado de letargia e se modernizou, sofrendo um processo de reforma econômica no campo e na cidade com abertura da economia para o exterior. A China passou a aceitar a propriedade privada, o trabalho assalariado, estimular a iniciativa privada e o capital estrangeiro o que de fato fez com que a economia crescesse nos moldes do capitalismo.
O Estado chinês planificou a economia de acordo com o modelo soviético.

Em 1957 Mao Tse-tung lançou um plano que se estendeu até 1961, conhecido como Grande Salto a Frente. Esse plano visava acelerar a consolidação do socialismo através da implantação de um parque industrial amplo e diversificado.

A China passou a priorizar investimentos na indústria de base e obras de infraestrutura que ajudavam a sustentar o processo de industrialização. Apesar de inúmeros recursos naturais e mão de obra, a industrialização chinesa teve má implementação, o Grande Salto a Frente desarticulou a economia do país.

Os opositores de Mao Tse-tung, do partido Comunista se fortaleceram ao serem liderados por Deng Xiaoping. Com o intuito de reverter esse fortalecimento, Mao lançou em 1966 a Revolução Cultural, organizando trabalhadores e estudantes para enfraquecer os burocratas adversários, combatendo o modelo soviético que reinava sobre a economia da China. Essa revolução se caracterizou pela perseguição dos contrarrevolucionários, pelo isolamento econômico com o exterior, agravando a crise econômica e o próprio partido político.

Com o crescimento das divergências e desconfianças entre os líderes socialistas e a testagem pela China, em 1964 da bomba atômica e, logo após, da bomba de hidrogênio, a União Soviética deixou de ter a hegemonia nuclear no bloco socialista o que a levou a romper relações com a China. Esse rompimento sino-soviético fez com que houvesse a aproximação sino-americana e República Popular da China fosse admitida na ONU, passando a integrar o Conselho de Segurança. Em 1976 morre Mao-Tse-tung e chega ao poder Deng Xiaoping pondo fim à Revolução Cultural.
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