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Arquitetos Modernistas

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Philipe Pedrosa

on 6 September 2017

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Transcript of Arquitetos Modernistas

1945
1951
2014

1829

2013

Arquitetos Modernistas
Frank Gehry


Frank Owen Gehry, nascido Ephraim Owen Goldberg (Toronto, 28 de fevereiro de 1929) é um arquiteto canadense, naturalizado norte-americano.
Ganhador do Prêmio Pritzker, tido como o Nobel da arquitetura.
Nascido em Toronto numa família judaica, Gehry mudou-se aos dezessete anos para Los Angeles, Califórnia, para depois se formar na University of Southern California em arquitetura. Depois estudou planejamento urbano em Harvard. Atualmente vive em Los Angeles.
Nos anos 1970, Gehry projetou diversas residências, incluindo sua própria casa em Santa Mônica, na Califórnia. Desenvolveu também projetos de grande inventividade para edifícios públicos, tornando-se um dos fundadores do Desconstrutivismo, tendência na arquitetura que rompe com a tradição e resgata o papel da emoção.

Jean Nouvel

Reconhecido por obras audaciosas e imponentes, Jean Nouvel é um dos principais nomes da arquitetura contemporânea. Nascido na pequena cidade francesa de Fumel, em 12 de agosto de 1945, aos 16 anos já alimentava um grande amor pelas artes: ao estudar na Escola de Belas Artes de Paris, conseguiu um trabalho temporário com um dos modernistas mais famosos da época, Claude Parent. Fiel à convicção de que a arquitetura precisa ser exuberante e ousada, Nouvel sempre procurou formas distantes do Modernismo – estilo que influenciava os jovens arquitetos da na época –, para traçar o seu trabalho. E mais do que isso: tornou-se um ícone vivo da arquitetura francesa.
Em mais de 40 anos de atividade, o francês reúne prêmios e títulos internacionais por suas importantes obras ao redor do mundo. O arquiteto, inclusive, recebeu o Pritzker de 2008.

Santiago Calatrava

Santiago Pevsner Calatrava Valls (Valência, 28 de julho de 1951) é um arquiteto e engenheiro espanhol cujo trabalho tem se tornado bastante popular nas últimas décadas.[2]
Calatrava licenciou-se em arquitetura em 1974. Mudou-se para Zurique para estudar engenharia civil, licenciando-se em 1979 e doutorando-se em 1981.
Frequentemente inspirado por formas orgânicas como esqueletos, seus trabalhos elevaram o desenho de certas obras de engenharia para novos patamares. Calatrava gosta de evidenciar o movimento das forças que animam as construções. Introduz soluções móveis e configurações dinâmicas, frequentemente assimétricas. Talvez por isso seja classificado como um dos mais ativos "estruturistas" contemporâneos. Também gosta de dotar suas realizações de conotações organicistas e surrealistas. Inspira-se primordialmente nos seres da natureza (antropomórficos, harmonias e equilíbrios dos esqueletos ou das formas naturais, articulações-rótulas, tendões-cabos); assume muitos riscos na busca de um estilo próprio que se baseia na natureza. Em sua curta trajetória, já tem obras suficientemente importantes para ser reconhecido. Dotado de um grande talento para o desenho, também se ocupou de pesquisas paralelas à sua arquitetura, tanto no campo do desenho de objetos como no da escultura.

Museu do Amanhã


O Museu do Amanhã foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015.
Foi erguido no Píer Mauá, em meio a uma grande área verde. São cerca de 30 mil metros quadrados, com jardins, espelhos d'água, ciclovia e área de lazer. O prédio tem 15 mil m² e arquitetura sustentável. O projeto arquitetônico, concebido por Calatrava, utiliza recursos naturais do local - como, por exemplo, a água da Baía de Guanabara, utilizada na climatização do interior do museu e reutilizada no espelho d´água. Calatrava disse que se inspirou nas bromélias do Jardim Botânico do Rio de Janeiro ao projetar o edifício.[1]
O projeto do Museu do Amanhã foi totalmente inspirado pela paisagem da zona portuária e da Baía de Guanabara. Como parte integrante do Projeto Porto Maravilha, foi feita a demolição do Elevado da Perimetral no intuito de revitalizar a região portuária do Rio. No telhado da construção, grandes estruturas de aço, que se movimentam como asas, servem de base para placas de captação de energia solar. Com isso, o Museu do Amanhã busca a certificação Leed (Liderança em Energia e Projeto Ambiental).

A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetada para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos.[1]
O museu tem parcerias com importantes universidades brasileiras, instituições científicas globais e coleta de dados em tempo real sobre o clima e a população de agências espaciais e das Nações Unidas. A instituição também tem consultores de várias áreas, como astronautas, cientistas sociais e climatologistas.



One Central Park
Fundado em dezembro de 2013, localiza-se na Australia - Sydney
O parque público no centro do recinto sobe ao lado das torres de vidro de piso ao teto, para formar um frondoso pavilhão do século XXI. Usando 250 espécies de flores e plantas australianas, brotos e flores formam uma composição musical na fachada, oferecendo um enquadramento perfeito para o horizonte de Sydney.
Aqui há um conjunto sedutor de espelhos motorizados que capturam a luz do sol, e dirige os raios para baixo aos jardins do Central Park. Ao cair a noite, a estrutura é uma tela para a instalação de arte de luzes LED criada pelo artista Yann Kersalé, que esculpe um brilhante fogo artificial em movimento no céu. Isto traz uma nova forma de arquitetura iluminada pelas estrelas ao projeto One Central Park.
O francês Jean Nouvel é lembrado pelas obras imponentes e que desafiam as leis da física, e um dos principais nomes da arquitetura contemporânea. Os projetos de Nouvel dialogam com a natureza, criando um estilo arrojado e único.


Fundação Louis Vuitton
2015

A Fundação Louis Vitton foi inaugurada pelo arquiteto Frank Gehry em
27 de outubro de 2014 e se localiza em Paris.
O edifício construído à beira de um jardim d'água, criado especialmente para o projeto, compreende um conjunto de blocos brancos (conhecidos como "os icebergs") vestidos de painéis de concreto reforçado com fibras, cercado por doze imensas "velas" de vidro, apoiadas por vigas de madeira. As velas dão ao projeto a sua transparência e sentido de movimento, permitindo que a construção retrate a água, bosques e jardim, e que mude continuamente com a luz.
O projeto é reconhecido internacionalmente pela inovação em design digital e construção, estabelecendo um novo padrão para o uso de tecnologias digitais e de fabricação avançada. Mais de 400 pessoas contribuíram com modelos de projeto, normas de engenharia e restrições de montagem de um modelo 3D digital hospedado na web, que inteligentemente adaptou-se para os requisitos do projeto. Mais de 3.600 painéis de vidro e 19 mil painéis de concreto que formam a fachada foram simulados utilizando técnicas matemáticas e moldados utilizando robôs industriais avançados, tudo automatizado a partir do modelo 3D compartilhado. Um novo software foi desenvolvido especificamente para compartilhar e trabalhar com o desenho complexo.
A arquitetura desconstrutivista está muito ligada ao canadense Frank Gehry. Em seus trabalhos, o arquiteto contraria as regras da física e os atrela à modernidade. O resultado final é uma obra que contrasta o moderno com o pós-moderno.

- Denise Farias tem 48 anos e trabalha como Psicóloga.
- Roberto Souza tem 50 anos, trabalha como advogado e tem 1,98 de altura.
- Lucas é filho mais velho do casal, tem 17 anos e precisa de cuidados especiais por ser obeso mórbido e pesar 135kg.
- Valentina é a filha mais nova do casal, tem 15 anos e tem Asma

.Desejam uma casa moderna, sustentável e com grande conexão do ambiente com a natureza, com ventilação cruzada para um bom conforto ambiental e acessibilidade para o filho que precisa de cuidados especiais.

.Exigências mínimas:

- 2 Quartos
- 1 Suíte
- 2 Banheiro
- 1 lavabo
- Jardim
-Home Office
- áreas para lazer


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