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Iluminismo e despotimo

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by

Gerson Borges Gomes

on 20 May 2014

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Transcript of Iluminismo e despotimo

Os filósofos iluministas criticaram o absolutismo monárquico do Antigo Regime. Seu objetivo era libertar o ser humano de certas "algemas" que os prendiam.
Essas teorias seriam essenciais para a edificação de uma sociedade justa e feliz.
Essas ideias causaram grande impacto sobre os intelectuais e políticos em vários lugares do mundo, inspirando assim revoluções e confrontos como a Revolução Francesa.
A razão iluminista
Entre essas "algemas" estavam:

o tradicionalismo religioso medieval.

as práticas supersticiosas e o poder da magia.

a divisão social dos homens baseada na hierarquia de estados determinada pelo nascimento.

Assim, formularam teorias que defendiam ideias como:

o liberalismo político e econômico com base na não intervenção do Estado, na divisão de poderes dentro do Estado e na formação de governos representativos.

a tolerância religiosa em que o Estado não interviria na escolha religiosa.

a liberdade de expressão e a educação do povo.
Se valorizava cada vez mais a razão e o pensamento lógico para explicar as coisas, resultando em um grande desenvolvimento das ciências.
Em busca de convencer racionalmente as pessoas o iluminismo foi mais concreta tendência racionalista.
como os filósofos da época pretendiam "iluminar" a mente das pessoas com a "luz" da razão, vem-se a designação de
"Século das Luzes"
.
R$1.25
Terça, 20 de maio, 2014
Vol XCIII, No. 311
Iluminismo
Locke: empirismo e liberalismo político
Pensadores iluministas
Jhon Locke (1632-1704), filósofo inglês, considerado o "pai do iluminismo".
Afirmou que o ser humano nasce com uma mente como uma tábula rasa, ou seja, sem conhecimento e esses conhecimentos vão sendo adquiridos através dos sentidos e desenvolvidos pelo esforço da razão.
No plano político, Locke condenou o absolutismo e o poder divino monárquico, defendeu o respeito à liberdade dos cidadãos e a tolerância religiosa.
Iluminismo e despotimo
Diderot e D'Alembert : a Enciclopédia
Absolutismo e bem-estar social
Despotismo esclarecido
Na segunda metade do século XVIII, na Europa, diversos monarcas e ministros de Estados absolutistas tentaram pôr em prática certos princípios da ilustração, sem abrir mão do próprio absolutismo.

Associando absolutismo e ilustração, no despotismo esclarecido foi mantido o poder do Estado, mas alterou-se o poder monárquico do absolutismo clássico.

Os déspotas esclarecidos promoveram uma série de reformas públicas como incentivo à educação pública, por meio de construção de escolas e apoio à academias literárias, e aperfeiçoamento do sistema de arrecadação tributária, tornando menos opressiva a carga de tributos cobrados das classes populares.
Voltaire: liberdade de pensamento e crítica à Igreja Católica
François-Marie Arouet (Voltaire),(1694-1778) filósofo e dramaturgo francês.

Voltaire considerava que a monarquismo devia respeitar as liberdades individuais; achava que o soberano deveria seguir as ideias iluministas e atuar com a ajuda de filósofos e pensadores iluministas.

Defendia, também, a liberdade do ser humano e garantias para a propriedade privada.
Rousseau: o bom selvagem e o contrato social
Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) nasceu na Suíça e mudou-se para a França em 1742.
Afirma que o soberano deveria conduzir o Estado de acordo com a vontade do povo, apoia a democracia no Estado para a igualdade social.

Exaltando a natureza e desfazendo do artificialismo do mundo civilizado, em uma de suas obras, ele cria o mito do bom selvagem.

Rousseau destaca-se como defensor da pequena burguesia e inspirador dos ideais presentes posteriormente na Revolução Francesa.
Bibliografia:
Texto:
COUTRIM, G. C., Iluminismo e despotismo. In:
História Global - Brasil e Geral
. São Paulo: Editora Saraiva, 2010.
Imagens:
https://www.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=wi&ei=A4t6U6DuM4HA8gGL1oG4Bg&ved=0CAQQqi4oAg
Adam Smith: o liberalismo econômico
Adam Smith (1723-1790) economista escocês representante do liberalismo econômico criticou a política mercantilista, na qual o Estado interferia na vida econômica; para ele, a economia deveria ser dirigida pelo livre jogo da oferta e da procura de mercado.
Segundo Smith o trabalho era a verdadeira fonte de riqueza para as nações e deveria ser conduzido pela livre-iniciativa particular.
Principais déspotas esclarecidos
Frederico II, da Prússia (1712-1786)
- aboliu a tortura aos suspeitos de ações criminosas, construiu diversas escolas de ensino elementar e estimulou o desenvolvimento da indústria e da agricultura.

Catarina II, da Rússia (1729-1796)
- construiu escolas e hospitais, modernizou a administração pública e tomou bens e terras da Igreja Ortodoxa Russa (embora as tenha distribuído aos seus protegidos.)

José II, da Áustria (1741-1790)
- reduziu o poder e confiscou as terras da Igreja Católica, promoveu a libertação de servos e modernizou o exército, introduzindo o serviço militar obrigatório.

José I, de Portugal (1714-1777)
- com seu ministro, reformou o ensino, modernizou o funcionamento das receitas do Estado, estimulou o comércio e favoreceu a formação de uma burguesia comercial e manufatureira.
Quesnay; a fisiocracia
François Quesnay (1694-1774) francês representante da fisiocracia, palavra de origem grega que significa "poder da natureza".

Os fisiocratas pregavam a implantação de um capitalismo agrário, baseado no aumento da produção agrícola. Apoiavam a não intervenção do Estado na vida econômica.

Para Quesnay existia um poder natural agindo nas sociedades, sendo inútil contrariá-lo com leis, regulamentos ou sistemas.
Grupo: Gabriela Alexsandra
Geovanna Antonelle
Gerson Borges
Letícia Marques
Raiane Andrade

Turma: 2° série B

Professora: Damiane Caetano
Marquês de Pombal: as bases do mercantilismo ilustrado
Em 1750 Portugal chegou ao fim do Reinado absolutista, o país estava enfraquecido e o novo rei, D. José I, convidou Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal, para promover reformas no Estado.

Em sua obra reformista, combinou mercantilismo e Iluminismo, atuando às vezes como déspota esclarecido e outras apenas como déspota. Costuma ser lembrado em Portugal como o homem que levou para o país os "ares da ilustração europeia".
Apesar das reformas, os déspotas esclarecidos não abandonaram suas posições conservadoras, mantendo a mesma ordem social e política. As reformas iluministas tiveram o propósito de fortalecer o Estado que governavam, mesmo assim, mexeram de algum modo no velho edifício do Antigo Regime.
Sempre considerei as ações dos homens como as melhores intérpretes dos seus pensamentos.
Vejamos algumas medidas que tomou:
estimulou as exportações portuguesas e a produção manufatureira, diminuindo assim a influência inglesa.
reforçou o monopólio comercial em relação ao Brasil, explorando o máximo das riquezas coloniais.
ampliou os tributos da mineração e combateu o contrabando, além de transferir a capital brasileira para o Rio de Janeiro para controlar a saída de ouro e diamantes.
expulsou os jesuítas de Portugal e do Brasil, para acabar com a influência educacional e sobre os indígenas. Apropriando-se assim as riquezas acumuladas pelos jesuítas.
Movimento intelectual e filosófico que iniciou na Inglaterra no século XVII e desenvolvido na França no século XVIII.

Foi um movimento que inspirou várias transformações políticas.

Teve como principal característica a crítica social, contestando assim, o Antigo Regime.

Os pensadores iluministas costumam ser considerados defensores de um sistema de ideias que interessavam à burguesia.
Denis Diderot (1713-1784) e Jean Le Rond D'Alembert (1717-1783), franceses organizadores de uma enciclopédia elaborada com o objetivo de resumir os principais conhecimentos da época.

Autores como Buffon, Montesquieu, Tugot, Condorcet, Voltaire, Holbach, Quensay, Rousseou e outros colaboraram na criação destes livros.

Essa obra influenciou muito o pensamento político burguês. Em geral, defendia o racionalismo, a independência religiosa do Estado e a confiança do progresso humano pelas realizações científicas.
-John Locke
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