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Copy of Trabalho e Sociabilidade

Trabalho e indivíduo social no processo capitalista de produção.
by

Camila Holanda

on 3 September 2012

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Transcript of Copy of Trabalho e Sociabilidade

Trabalho e Indivíduo Social no Processo de
Produção Capitalista - Marilda Iamamoto. 1.1. O debate sobre o processo de trabalho:
o sujeito em cena.

# A discussão do tema sobre a ótica teórico-metodológica e política possui inspiração do pensamento marxiano e da tradição marxista.

# Critica realizada pela autora
na pag. 32 # No campo da sociologia
do trabalho discute-se as seguintes:

1. Produção do consemtimento dos trabalhadores
aos sutis mecanismos de controle adotados pelo taylorismo e pós-fordismos;

2. Estratégias de resistência e negociação abrangendo a família, as relações de gênero, étinico-raciais, tradições culturais;

3. A heterogeneidade das classes trabalhadoras;

4. Diversidades de formas capitalistas de produzir dentro das diferenças locais e regionais, além das diferenças internas do grupo de trabalhadores.

5. Diversidade de experiências no interior das
relações sociais - situações de dominação,
"exclusão" e exploração.
(Pag. 32) Observa-se um forte destaque a EXPERIÊNCIA
DOS TRABALHADORES, portanto, do SUJEITO QUE
TRABALHA, dotado de liberdades de escolhas
e de subjetividades.

Verifica-se uma preocupação em articular
as dimesões econômicas do processo de
trabalho com suas implicações
políticas e ideológicas, relacionadas
com a regulação estatal. BUROWOY (1990) contesta:

# "Tese da subpolitização da produção"
(teorias que ignoram as dimensões políticas da produção.)

# "Tese da sobrepolitização do Estado"
(sua autonomia e superestimada, desconectada de seus fundamentos econômicos.)

Citação pag. 33. Crítica a Braverman (1977), para Iamamoto:

1a. Há novas tecnologias de base microeletrônica que opera um movimento de Qualificação/Desqualificação do trabalho;
2a. O autor despreza os nivéis de consciência e organização das atividades da classe trabalhadora, optando por "classe em si", portanto de um status de passividade;
3a. Despreza outras formas de gestão do trabalho, assumindo
acriticamente o taylorismo;
4a. Iamamoto considera condicionantes do mundo
extrafabril para compreender as relações de trabalho
na sociedade capitalista contemporânea. Crítica a
Teoria do Valor Trabalho
de Marx:

(o valor econômico de uma
mercadoria é determinado
pela quantidade de trabalho
que, em média,
é necessário para
produzir.) Repor o humanismo
marxista no centro da análise é condição necessária para emergir o indivíduo social, como sujeito vivo, presente no pensamento de Marx, assim como, considerar
o horizonte teórico-metodológico
marxiano em suas dimensões de
TOTALIDADE
ONTOLOGIA
HISTORICIDADE 1.2 Trabalho e indivíduo social.
Coutinho (1990) citação pag. 37

"a sociedade é formada simultaneamente por
momentos de estrutura e momentos de ação"

ESTRUTURA E AÇÃO
DO SUJEITO. Para Marx:

# O ser humano é um "ser social e político";

# A sociedade expressa a súmula das relações
e condições nas quais os indivíduos encontram-se reciprocamente situados.

(Pag. 38) Para compreender os temas
TRABALHO e INDIVÍDUO SOCIAL,
considera-se as reflexões de LUKACS
(ontologia do ser social) e de MARKUS (essência humana).

Segundo IAMAMOTO, o homem entendido como "criatura natural", dotado de uma base orgânica, em que se encontram inscritas infinitas possibilidades e capacidades. Para prover suas necessidades interage com objetos da natureza orgânica e inorgânica. Mesmo parte da natureza, suas atividades vitais diferenciam-se pelo trabalho, dos demais seres naturais, que se limitam a consumir diretamente os objetos do meio natural.
O homem é um "agente ativo, capaz de dar respostas prático-conscientes aos seus carecimentos,
através da atividade laborativa. O trabalho é "atividade racional orientada para um fim", à produção de valores de uso, a assimilação de matérias naturais para a satisfação de necessidades humanas. É originalmente metabolizado entre o homem e a natureza, da qual se apropria para satisfação das necessidades humanas. O trabalho concreto, formador de valores de uso, é a condição da
vida humana, independente de todas
as formas de sociedade.
(Pag. 40) O TRABALHO HUMANO:

# Dimensão teleológica;
# Usos e criação dos meios de trabalho;
# Criador de novas necessidades;
# Ato histórico;
# Atividade político-concreta;
# Atividade criativa;
# Produção objetiva e subjetiva;
# Ato de acionar consciente.

(Pag. 41 a 43) O trabalho só
é possível como atividade coletiva, esse é o seu caráter social.

O homem só pode se realizar através da relação com outros homens. O homem é
compreendido como um ser universal e livre, pois o processo pelo qual o homem transforma a si mesmo é histórico, graça a sua própria atividade, ao seu trabalho.

(Pag. 44) Práxis social:

é uma decisão entre alternativas efetuadas pelo indivíduo singular, que faz suas escolhas acerca de própositos futuros visados. Porém, não faz escolhas independentes das pressões que as necessidades sociais exercem sobre os indivíduos singulares,
interferindo nos rumos e orientações
de suas decisões.

(Pag. 44 a 45) 1.3. A forma histórica de
individualidade social na sociedade burguesa.

INDIVIDUALIDADE SOCIAL: a forma de produtividade humana na sociedade burguesa expressa uma forma histórica particular tanto de DESENVOLVIMENTO HUMANO UNIVERSAL, quanto de ALIENAÇÃO dos indivíduos sociais.

Uma forma específica de PRODUTIVIDADE DA VIDA HUMANA, de SOCIABILIDADE, forjada na temporalidade do capital.

(PAG. 47) NEXO SOCIAL:

#trabalho como VALOR.
(capacidades, atividades, idéias, produtos.)
#VALOR DE TROCA.
#forma MERCANTIL.

Papel do trabalho vivo na criação da riqueza social. Marx analisa
a forma histórica de produtividade humana da sociedade capitalista COMPARANDO os tempos históricos:

independência pessoal fundada na dependência entre as coisas
X
processos de constituição da
livreindividualidade social.
(PAG. 49) Mercadoria:
só se materializam como VALORES
por serem expressão de uma unidade social: o TRABALHO ABSTRATO HUMANO, com isso, sua OBJETIVIDADE como VALORES é puramente SOCIAL.
(PAG. 50)

VALOR DA MERCADORIA:
o DINHEIRO - é um meio de promover o intercâmbio entre os produtos, como forma de manifestação necessária da medida do valor imanente as mercadorias - o tempo do trabalho - tornando-as mercadorias comensuráveis (PAG. 55).
(PAG. 52)
(PAG. 54)




Crítica Romântica:
condenação moral do mundo burguês; não compreende o impulso revolucionário das froças produtivas materiais; o tempo livre inexistente, pois todo o tempo deve ser destinado
ao TRABALHO.
(PAG. 58)
"A elaboração plena do humano aparece como esvaziamento pleno do indivíduo; a laboriosidade universal como avenalidade e corrupção gerais, na sociedade em que tem lugar a mercantilização universal."
(2006: pag. 59) LIBERDADE e IGUALDADE na sociedade capitalista mercantil:

Os indivíduos são submetidos as condições sociais que regidas por poderes que expressam um "desenvolvimento livre sobre a base limitada".
(Pag. 61)

Indivíduo pessoal
X
Indivíduo social

Gera:
#alienação do trabalho;
#contradição entre os interesses individuais e coletivos:
#dependência recíproca.
(PAG. 63)
"Portanto,
tratar o indivíduo social na sociedade capitalista implica analisá-lo na totalidade das relações e condições sociais em que são esculturados os indivíduos concretos, condensando em si um modo histórico de expressão da sua generecidade e particularidade. Afirmam-se como sujeitos na luta social, na qual se expressa a sua rebeldia à alienação do trabalho, na busca de resgate de sua humanidade, como patrimônio comum de cada um e de todos."
(2006:pag. 64)
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