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Copy of ~Til~

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Maurício Soares Filho

on 23 May 2013

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Transcript of Copy of ~Til~

TIL José de Alencar romance regionalista
registro de costumes
maniqueísmo (Bem X Mal)
técnica folhetinesca: mistério, suspense 3a pessoa onisciente
culto, civilizado NARRADOR: TEMÁTICA
AMOROSA casais de namorados exacerbação sentimental figura feminina: idealização, sensualidade AMBIENTE sociedade rural, escravocrata
interior de São Paulo (Santa Bárbara)
festas populares: São João, Congada

riqueza: fazenda
pobreza: casa em ruínas, gruta ASPECTOS FORMAIS digressões
falas de personagens: regionalismos
figuras: comparações, personificações EXERCÍCIOS Nos dois textos a seguir, percebe-se diferentes formas de tratamento de uma mesma personagem.

TEXTO 1
"– Que me fez, Inhá? repetiu Miguel surpreso da pergunta. "[I, 2, “Tronqueira”]

TEXTO 2
"– Til contente? perguntou timidamente o rapaz, com certa brandura de voz, que desvanecia o tom brusco e explosivo. "[I, 24, “A lição”]

a) Quais são as personagens do romance tratadas respectivamente por “Inhá” e “Til”?

b) O que o tratamento de “Inhá” revela?

c) O que significa o tratamento “Til” que a personagem recebe? a) Os dois tratamentos se referem a uma única personagem, a protagonista Berta. b) A expressão “Inhá” é corruptela de Sinhá, forma de tratamento indicativa de respeito e consideração. c) O apelido foi dado pelo menino Brás, que, em sua deficiência mental, associava o sinal gráfico de nasalização a alguns traços do rosto de Berta: as sobrancelhas, os lábios, a concha da orelha. "Tinha a beleza de Linda um doce alumbre de melancolia [...]. Irmã das flores que vivem nos recessos da floresta, onde se coalham em sombra luminosa os raios filtrados pelo crivo das folhas, respira essa beleza o perfume casto da violeta e da baunilha.
Não se admira a mulher que a possui, porque não exerce a fascinação esplêndida das formosuras que cintilam; mas adora-se de joelhos, porque ela tem a santidade do amor. "[I, 10, “Os gêmeos”] Qual é o traço tipicamente romântico do trecho? A descrição da figura feminina (Linda) é feita de acordo com os padrões idealizadores convencionais do Romantismo: “Irmã das flores”, “santidade”. 2 1 TEXTO 1
"Sem embargo, repetiu-se ele ao outro dia, e em todos que se lhe seguiram. Em apresentando-se a carta ao marmanjo, era a mesma indiferença para tudo, e a mesma festa grotesca ao til.Com as mãos doídas das palmatórias e a cabeça empolada dos coques de régua, fugia o pobre do Brás para o mato, onde ia descobri-lo o pajem, que diariamente o acompanhava pela manhã da fazenda à escola e vinha buscá-lo por volta de uma hora da tarde. "[José de Alencar, Til, Primeiro Volume, capítulo 25, “O idiota”]

TEXTO II
"Na segunda-feira voltou o menino armado com a sua competente pasta a tiracolo, a sua lousa de escrever e o seu tinteiro de chifre; o padrinho o acompanhou até a porta. Logo nesse dia portou-se de tal maneira que o mestre não se pode dispensar de lhe dar quatro bolos, o que lhe fez perder toda a folia com que entrara: declarou desde esse instante guerra viva à escola. "[Manuel Antônio de Almeida, Memórias de um sargento de milícias, Tomo I, capítulo 12, “Entrada para a escola”] A descrição da figura feminina (Linda) é feita de acordo com os padrões idealizadores convencionais do Romantismo: “Irmã das flores”, “santidade”. 3 Embora pertençam a obras diferentes, os dois trechos sugerem comportamentos semelhantes dos mestres-escola. Qual é essa semelhança? Como ela pode ser percebida nos textos? Nos dois textos, os professores se comportam de maneira agressiva. Brás, do Texto I, traz “as mãos doídas as palmatórias”, enquanto Texto II nos informa que Leonardo levara naquele dia “quatro bolos”, isto é, quatro golpes com a palmatória. 4 O que há de comum no comportamento escolar das personagens focalizadas? Como esse comportamento é indicado em cada texto? Nos dois casos, temos meninos que se comportam de forma avessa ao aprendizado. Brás demonstra sempre “a mesma indiferença para tudo”, enquanto Leonardo comporta-se “de tal maneira” a merecer os castigos que recebe. Levando em conta o contexto de cada romance, qual é a principal diferença entre essas duas personagens? Leonardo, de "Memórias de um sargento de milícias", é caracterizado como um malandro, que recusa o aprendizado por causa de sua tendência ao ócio. Já o menino Brás, de Til, apresenta retardamento mental. 5 "No vão de uma janela conversava Luís Galvão com alguns de seus convidados, entre os quais havia mais de um antigo camarada, rapaz de seu tempo.[...]
– O Afonso é endiabrado!
– Tem a quem sair.
– Oh! se tem! Cá o Luís foi de truz!
– Um maganão chapado!
– Como se enganaram! retorquiu Luís a rir. Sempre fui da pacata!
– Da sonsa, talvez!
– O que sei é que no nosso tempo ninguém punha pé em ramo verde!
– Mas não pescava senão peixões!
– Que história estão vocês aí a inventar? tornou o fazendeiro com disfarce.
– E a filha do Guedes, lembra-se?
– A que o marido abandonou?
– A Besita, sim!
– Essa não! exclamou involuntariamente Galvão contrariado.
– Ora negue! Antes e depois.
– Do parto?–
Do casamento!
– Que tal o cujo? exclamaram diversos. "

[II, 19, “A lágrima”] Leonardo, de "Memórias de um sargento de milícias", é caracterizado como um malandro, que recusa o aprendizado por causa de sua tendência ao ócio. Já o menino Brás, de Til, apresenta retardamento mental. 6 Qual é o registro linguístico predominante nas falas das personagens nesta passagem? Cite expressões que confirmem sua resposta. "Luís Galvão tinha um segredo em sua vida, talvez uma falta; e o ocultava de todos, mas especialmente da mulher. Ver-se humilhado perante aqueles a quem se ama, e cuja estima se alcançou, não pode haver maior suplício para o homem de brios." [I, 9, “As amostras”] C. 7 O fragmento revela o seguinte aspecto do romance:a) Concepção de personagens moralmente perfeitas e sem máculas.b) Exploração da ironia e do humor.c) Tendência a apontar mistérios só esclarecidos posteriormente.d) Composição de enigmas não solucionados, o que torna a narrativa incompleta.e) Recusa de transmissão de qualquer ensinamento moral. "Eis como ignorava D. Ermelinda os idílios, que estavam compondo seus filhos, naquele sítio pitoresco, onde bebia-se o amor como um doce eflúvio da natureza. Tudo ali penetrava o coração de emoções deliciosas. Pelo aveludado daquela relva cintilante espreguiçava-se a imaginação, a sonhar o dossel de um divã. Os sussurros da brisa nos palmares segredavam os ruge-ruge das sedas; e o borborinho do arroio imitava o trilo de um riso fresco e argentino."[I, 12, “Idílios”] D. 8 O trecho é constituído por uma série de metáforas. Entre elas, não se pode citar:

a) Amor = perfume.
b) Relva = divã.
c) Brisa = seda.
d) Imaginação = música.
e) Arroio = riso.
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