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A UFT nas Redes Sociais da Internet

Breve análise sobre a presença institucional da Universidade Federal do Tocantins no Facebook e no Twitter
by

Bianca Ribeiro

on 23 May 2014

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Transcript of A UFT nas Redes Sociais da Internet

A UFT nas Redes Sociais
Redes sociais na internet:
um fenômeno em
expansão e evolução
1. Criar um grupo de trabalho, com participação das diferentes instâncias administrativas;

2. Elaborar um projeto e um planejamento estratégico que preveja AÇÕES, CRONOGRAMA DE APLICAÇÃO E INDICADORES para mensuração de resultados;

3. Realizar novas pesquisas, aplicadas não somente pela internet, a fim de detalhar melhor o acesso à internet entre alunos e servidores, o alcance e as audiências dos veículos de comunicação adotados pela Universidade;

4. Elaborar um “Manual Institucional de Uso das Mídias Sociais da UFT”, para administradores de perfis oficiais, e um “Guia de Boas Práticas no Uso das Mídias Sociais”, para técnicos-administrativos, professores e alunos;

5. Realizar um trabalho didático de conscientização do público interno;

6.Cadastrar e treinar administradores de perfis oficiais da UFT, e regulamentar a criação de novos perfis;

7. Fortalecer os perfis institucionais (oficiais) da Universidade nas redes sociais na internet, a partir do estabelecimento de normas claras de suas aplicações e usos, e da definição sobre suas atualizações;

8. Avaliação periódica dos resultados.
O que podemos fazer?
- 67 milhões de usuários do Facebook no Brasil (março/2013)

- Outras redes sociais são tendência: Twitter, YouTube, Linkedin...

- Sobrevida do Orkut

- Apesar das "modas passageiras", a ideia central de conectividade tende a se manter.
Oportunidades
- Possibilidade de difusão rápida de informações e serviços;

- Possibilidade de estreitar os laços de comunicação entre organizações e seus públicos e prestar atendimento de forma mais ágil e transparente;

- Possibilidade de criar e manter grupos específicos;

- Possibilidade de lidar com a informação de formas interativas (curtir, compartilhar, comentar, retuitar etc);

- Possibilidade de rastreamento de informações e audiências;

- Descentralização da informação (a imprensa e as assessorias de imprensa não detém mais o poder da informação);

- Possibilidade de apropriação
Não podemos "regular" ou
"censurar" o que as pessoas
dizem nas redes sociais, porém...
... as organizações precisam deixar claro o que elas pensam e dizem.

... a forma como as pessoas interagem nunca mais será a mesma (e a comunicação estratégica não pode ignorar isto).

... as práticas de comunicação institucional devem reforçar os valores da Universidade, e estar alinhadas com a missão e a visão da UFT.

... a comunicação estratégica quase sempre têm sua importância menosprezada, até que seja realmente necessária.

... é preciso desmistificar a ideia de que na internet "vale tudo" e que as pessoas não são podem ser responsabilizadas pelo que dizem na rede.
E a UFT neste
cenário?
- Ao menos 17 páginas (que se curte) e 7 perfis (que se adicionam aos amigos) diretamente relacionados à UFT entre os 70 resultados mais relevantes no Facebook.

- Vários grupos fechados (o grupo UFT tem 3,6 mil membros) e inúmeras pessoas que usam o "crachá" da UFT em seus perfis pessoais.
No Facebook, a página da UFT Oficial ocupa
somente a 7ª posição em relevância, e possui menos de 1/4 de "curtidas" da página mais relevante, que é extraoficial.
O número de pessoas que curtem a página oficial da UFT no Facebook equivale somente a 3,7% do público potencial (mais de 18 mil alunos, professores e servidores técnicos-administrativos.
* Pesquisa realizada em março de 2012 com 407 alunos, professores e servidores técnicos-administrativos da UFT.
** Pesquisa aplicada EXCLUSIVAMENTE PELA INTERNET.
Como você é informado sobre as ações da UFT?
Qual canal de comunicação é mais interessante para a UFT informar a comunidade acadêmica?
* Enquete realizada por meio da INTRANET com 969 pessoas entre fevereiro de 2011 e março de 2013.
Qual rede social você mais acessa?
Norma Complementar nº 15/IN01/DSIC/GSIPR homologada pela portaria 38/2012 do Conselho de Segurança Nacional estabelece as diretrizes para o uso seguro das redes sociais na Administração Pública Federal e determina que os órgãos públicos devem definir critérios e responsabilidades para o uso seguro das novas mídias, além de definir equipes, sempre lideradas por servidores de carreira, para coordenar seu uso.
A comunicação em rede SEMPRE deixa rastros, positivos e negativos.
#fail
Melhorar a comunicação interna e externa,
e a imagem institucional da UFT.

Há cases bem sucedidos de implantação de políticas internas na iniciativa privada e em organizações públicas (Embrapa, Conselho Nacional de Justiça, Senado etc).
Pontos fortes
- Grande chance de erro e ideia equivocada de que informações divulgadas na internet são frívolas;

- Falta de atualização dos perfis oficiais e a falta de respostas a mensagens enviadas por estes meios gera repercussão negativa (pior que não estar presente nas redes sociais) ;

- Acesso não é universal;

- Possibilidade de distorção das informações durante o processo;

- Possibilidade de rastreamento de informações e audiências;

- Comunicação institucional desregrada, falta de unidade no discurso;

- Uso inapropriado das ferramentas.
- O público interno, de modo geral,
têm familiaridade com as ferramentas
e interesse em lidar com elas.
- Resistência a mudanças;
- Alcance deficitário dos mecanismos
de comunicação interna.
Ameaças
Fragilidades
No Twitter, também há
dezenas de perfis "@UFT"
O perfil oficial ocupa somente a 14ª posição em relevância e possui menos seguidores que o oficioso (1.293 X 2.665).
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