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Identidade e diferença:

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by

Marcella Leite

on 27 May 2014

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Transcript of Identidade e diferença:

História


A idéia de nação e nacionalismo começou a ser mobilizada na Europa a partir do século XVIII para designar a identidade de cada povo. Entre 1830 e 1880, momento do liberalismo triunfante, havia, segundo Eric Hobsbawm, "três critérios que permitiam a um povo ser firmemente classificado como nação, sempre que fosse suficientemente grande para passar da entrada":

Multiculturalismo
O multiculturalismo pode ser visto como um sintoma de transformações sociais básicas, ocorridas na segunda metade do século XX, no mundo todo pós-segunda guerra mundial. Pode ser visto também como uma ideologia, a do politicamente correto, ou como aspiração, desejo coletivo de uma sociedade mais justa e igualitária no
respeito às diferenças
. Conseqüência de múltiplas misturas raciais e culturais provocadas pelo incremento das migrações em escala planetária, pelo desenvolvimento dos estudos antropológicos, do próprio direito e da lingüística, além das outras ciências sociais e humanas, o multiculturalismo é, antes de mais nada, um questionamento de fronteiras de todo o tipo, principalmente da monoculturalidade e, com esta, de um conceito de nação nela baseado. Visto como militância, o multiculturalismo implica em reivindicações e conquistas por parte das chamadas minorias. Reivindicações e conquistas muito concretas: legais, políticas, sociais e econômicas
Identidade Nacional, Multiculralismo e híbrida?
Identidade Nacional
1. "O primeiro destes critérios era sua associação histórica com um Estado existente ou com um Estado de passado recente e razoavelmente durável";
2. "o segundo critério era dado pela existência de uma elite cultural longamente estabelecida, que possuísse um vernáculo administrativo e literário escrito";
3. "o terceiro critério, que infelizmente precisa ser dito, era dado por uma prova da capacidade para a conquista" (Hobsbawm, 1998, p. 49).
Para se constituir uma nação era preciso, portanto, já haver um estado de fato, que possuísse uma língua e uma cultura comuns, além de demonstrar força militar. Foi em torno desses três pontos que se formaram as identidades nacionais européias.


Identidade Cultural
Identidade cultural é o sentimento de identidade de um grupo ou cultura, ou de um indivíduo, na medida em que ele é
influenciado
pela sua pertença a um grupo ou cultura.


Fala-se em identidade cultural quando se quer referir a grupos que não se apóiam em um Estado-Nação, mas que reivindicam a pertença a uma
cultura comum.
Nesse caso, não se mobiliza a referência geográfica, e a tendência desses movimentos é ser transnacional, baseando-se em categorias tão diversas como raça, etnia, gênero, religião

O conceito de identidade é a questão do reconhecimento de uma identidade por exclusão de outra. A identidade também é marcada por símbolos sendo estes formas de identificação e de percepção da existência de determinada cultura, de um determinado grupo, de uma identidade.
O que é identidade?

"A identidade é relacional. A identidade sérvia depende, para existir, de algo fora dela a saber, de outra identidade (croácia), de uma identidade que ela não é, que difere da identidade sérvia, mas que, entretanto, fornece as condições para que ela exista. E identidade sérvia se distingue por aquilo que ela não é. Ser sérvio é ser um “não croata”. A identidade é assim mercada pela diferença.”

- Kathryn WOODWARD
Hibridismo
Culturas híbridas
O termo “Culturas Híbridas” pode ser definido como um rompimento entre as barreiras que separa o que é tradicional e o que é moderno, entre o culto, o popular e o massivo. Em outras palavras, culturas híbridas consiste na miscigenação entre diferentes culturas, ou seja, uma heterogeneidade cultural presente no cotidiano do mundo moderno.
A fusão de culturas, o exemplo clássico é latino-americana - uma mistura de espanhol, Africano e indígena.
A Era do Jazz foi um movimento cultural que ocorreu nos Estados Unidos durante a década de 1920 (também conhecido como o "Roaring twentie - Loucos anos 20)
Esse movimento coincidiu com a introdução do rádio convencional e à conclusão da Primeira Guerra Mundial.
As raízes do Jazz
Expandindo
Rap O ritmo surgiu na Jamaica na década de 1960 durante as festas de gueto, quando o povo aproveitava a trilha sonora para fazer discursos políticos sobre violência, sexo e problemas sociais. Esse estilo de música falada chegou aos EUA junto com os jamaicanos, uma década depois, e foi lá que se tornou popular.
O movimento do hip hop
Origens

Jazz nasceu em New Orleans cerca de 100 anos atrás (início do século 20), mas as suas raízes podem ser encontradas nas tradições musicais de África e da Europa. Na verdade, algumas pessoas dizem que o jazz é uma união de música Africana com o Europeu.



Hoje, o jazz é tocado e ouvido por pessoas de todas as culturas e etnias e inclui elementos e estilos musicais de todo o mundo; jazz passou de música dos Estados Unidos para ser a world music.
Identidade e diferença
O blues começou logo antes do jazz no século XIX e a música se originou, semelhantemente ao jazz, em comunidades negras no sul dos EUA. A ideia por trás do blues estava enraizada nas dificuldades e tribulações dos escravos durante o século XIX. Seus principais temas incluem espiritualidade, trabalho no campo, opressão e injustiça.
Jazz está em todo o mundo.
Jazz é livre, Improvisado, é música do momento.
Grandes nomes do jazz deste período incluem
Miles Davis
(trompete),
Ella Fitzgerald
(cantora) e
Chet Baker
(cantor, trompete).
Sem o Jazz não haveria o Rap, Reggae, R&B, Rock, Pop, o Hip Hop. A influência do Jazz é verdadeiramente notável, seja direta ou indiretamente. Todos os generos como forma de expressão de uma determinada cultura.
Nehuma cultura é hermeticamente fechada e com certeza não está adstrita só aquele local. Todas as culturas vivem num fluxo constante..

"A confusão de gêneros consiste numa posição pluralística em direção às diferenças de gostos."

- Mike Featherstone

West Coast vs East Coast - A era Gangsta

A rivalidade entre a Costa Oeste e a Costa leste foi uma Briga dentro do Hip-Hop norte-americano durante os anos 1990. que teve seu fim nitidamente decretado com a morte dos rappers Tupac Shakur e Notorious B.I.G..
?Questions?
Seria melhor ter um mundo homogeneizado? Ou as conseqüências do hibridismo são positivas?
Quem são os dançarinos de tango? Onde eles dançam? Que estilo de tango eles representam? E para qual tipo de público? Tais questionamentos falam de gênero, raça, classe, etnicidade e imperialismo.
Music is my soul, my language.
A música representa sua forma do capital cultura, um meio de comunicar os valores compartilhados e herança histórica de um povo. Na sua forma cultural, a música é uma forte transmissora do significado social.
A ideia da originilidade do produtor artístico está em declínio, quando se assume que a arte pode ser apenas uma repetição. Logo, podemos afirmar que tudo hoje é uma cópia da cópia?
Depois da industrialização da produção e distribuição cultutal, é interessante ouvir o termo “antenticidade”. Para o ocidental, a arte africana auntêntica, existia apenas no passado, antes do contato do europeu. Para o comerciante a autenticidade arte africana só existe no presente, depois do contato europeu.
Em 1987 foi-se definido o termo “world music” para classificar as diferentes formas de músicas provenientes de países não-ocidentais. Por exemplos: jazz, blues e folk.
O conceito “música tradicional” combinada com outra música, mais contemporânea, para criar uma “fusão” ou “música híbrida” normalmente cresceu firmemente no mercado nos últimos dez anos.
A mais memorável música West vs. East rivalidade
Em meados de 1960 e começo de 1970 na cidade de New York e em Berlim na Alemanha, iniciou-se um movimento cultural chamado Hip-hop, o intuito de protesto e transgressão, tem como objetivo através da arte a manifestação do direito político e social. Mais tarde surgiu outra forma de protesto através da pichação, o lambe-lambe, Stencil e o Sticker.

ARTE
Hoje arte de rua é parte integrante no cotidiano da cidade, endendê-la em suas diversas linguagens e de que forma o homem expressa seus pensamentos e a sociedade em determinada época é parte de uma comunicação marginalizada e muitas vezes ignorada. A manifestação que ocorre nas ruas e praças a alcance de todos, vista e feita por qualquer um, é um caminho para a busca da democratização da arte, tornando a cidade uma galeria.
BANKSY
Banksy acredita que “os maiores crimes do mundo não são cometidos por pessoas quebrando as regras, mas por pessoas seguindo as regras.”. As suas obras contra a autoridade e o poder estão carregadas de
significado social
. O artista procura, através de telas e murais, elaborar, de forma agressiva e sarcástica, um conjunto de críticas sociais, comportamentais e políticas. Banksy pretende criar uma ponte de ligação e uma sensação de identidade com os seus observadores.
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