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Formação

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by

Tiago Onofre

on 13 May 2017

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Transcript of Formação

Formação
em
Educação Física:
Crise Persistente

Novas Diretrizes Curriculares e Velhos Dilemas
Contexto

Final dos anos 90 e Início dos anos 2000
LDB
PNE
Contrarreforma do Estado
Contrarreforma do Ensino Superior
Flexibilização Curricular
Edital MEC 4/97 - Chamada Nacional aos Cursos
Flexibilidade
Adaptação ao Mercado
Definição de Desenvolvimento de Competências e Habilidades
Argumentos para a reformulação
excessiva carga de disciplinas obrigatórias;
tempo demasiadamente longo para a conclusão do curso;
desconsidera a dinamica do mercado de trabalho (competitivo e mutável;
incongruência com a tendência da graduação ser etapa da formação continuada
Princípios
Liberdade às IES na composição da carga horária;
Icentivar sólida formação geral e diferentes tipos de aprofundamento;
evitar prolongamento dos cursos;
Indicar campos de estudo;
estimular prática de créditos e estudos independentes;
encorajar o reconhecimento de conhecimentos, competências e habilidades para além do âmbito escolar;
fortalecer a unidade teoria-prática;
avaliações periódicas das atividades de extensão.
Princípios
Liberdade às IES na composição da carga horária;
Icentivar sólida formação geral e diferentes tipos de aprofundamento;
evitar prolongamento dos cursos;
Indicar campos de estudo;
estimular prática de créditos e estudos independentes;
encorajar o reconhecimento de conhecimentos, competências e habilidades para além do âmbito escolar;
fortalecer a unidade teoria-prática;
avaliações periódicas das atividades de extensão.
I COESP EF - Eleonor Kunz (UFSC),
Emerson Silami Garcia (UFMG), Helder Guerra Rezende (UGF), Iran Junqueira de Castro (UnB) e Wagner Wey
Moreira (UNIMEP). (KUNZ et al, 1998) SESu/MEC

Poucas IES enviaram contribuição
Dois aspectos a serem corrigidos: inadequada compreensão do Bacharelado e dicotomização da profissão (escolar e não escolar);
maioria dos cursos com formação 2 em 1.
Trabalho encerrado em 1999 pela SESu/MEC.
*ver quadro 3
CES/CNE
Parecer 09/01 e Resoluções 01/01 e 02/02 (atual 01/15)
três categorias de carreiras, o Bacharelado Acadêmico, o Bacharelado Profissionalizante e a Licenciatura.

Dessa forma, a Licenciatura ganhou, como determina a nova
legislação, terminalidade e integralidade própria em relação ao
Bacharelado, constituindo-se em um projeto específico. Isso exige a definição de currículos próprios da Licenciatura que não se confundam com o Bacharelado ou com a antiga formação de
professores que ficou caracterizada como modelo “3+1” (BRASIL,
2001).

Criticas ANFOPE, ANPED, FORUMDIR entre outros-

processo (desconsideração do processo da SESu), concepção (bacharel x licenciatura) e conteúdo (pragmatismo).
2000
2001
2002
2003
II COESP
Antônio Roberto Rocha Santos (UFPE), Cláudia Maria Guedes (USP), Iran Junqueira de Castro (UnB), Maria de Fátima da Silva Duarte (UFSC) e Roberto Rodrigues Paes (UNICAMP). (16/06/2000)
Resolução CNE CES 07/04
Ler Parecer 058/04

Ver Quadro 6

Taffarel e Santos Júnior (2010) imanufatura do consenso, tecendo críticas ao enumerar quatro elementos que demonstram a impossibilidade de consenso construído, sendo a ênfase na competência, no objeto de estudo, na concepção de ciência e na dicotomia bacharelado x licenciatura

CONFEF 2005 e STEINHILBER 2006 Confusão entre Graduação e Bacharelado

aqueles alunos que desejarem atuar como Professores de Educação Física Curricular na Educação Básica devem procurar frequentar o curso de LICENCIATURA, e aqueles outros que desejarem atuar em demais nichos do mercado de trabalho específico da Educação Física, devem procurar cursos superiores de GRADUAÇÃO (bacharelado, conforme já esclarecido)
E na Educação Física?
2004
Embate de Projetos
Não apresentou qualquer crítica ao Parecer 09/01;
Trabalhou a partir da diretriz da I COESP;
Segundo Taffarel e Lacks (2001) essa Comissão era ligada ao CONFEF e ao Grupo de Pesquisas em Preparação Profissional e Mercado de Trabalho em Educação Física da UNICAMP;
CONFEF insatisfeito
Prazo final de elaboração das diretrizes: 15 de Agosto de 2001
CNE convocou (com todos os conselhos profissionais) audiências públicas;
CONFEF tomou iniciativa pelos Fóruns Regionais dos CREF´s com os dirigentes dos cursos;
Jun, Jul e Ago - discussão e aprovação do documento das diretrizes.
Carta ao CNE em Agosto de 2001 pleiteando maior dinamicidade nas discussões e audiências tendo em vista o curto período estabelecido entre a aprovação das diretrizes para a formação de professores (abril) e a data limite das áreas (agosto)
Questionamento da vinculação da EF à área da Saúde que desconsidera o caráter multidisciplinar da área.
Demarcou posição nos eventos XII CONBRACE (Outubro); na Reunião da CEB/CNE com o seguimento acadêmico (Novembro); na II Conferência Nacional de Educação, Cultura e Desporto (Novembro), sendo que neste último percebeu-se a inexistêcia de consenso na área;
Fórum de Campinas - Março
IES - EXNEEF e CONFEF
Documento aprimorado da I COESP
Documento de Campinas (TAFFAREL E LACKS 2006)
Parecer CNE/CES 138/02 - Abril - (BRASIL 2002b)
*ver quadro 5
- Julho -

CBCE na 54ª Reunião Anual da SBPC deliberou carta ao CNE soliticando a não aprovação do projeto de resolução e revogação do parecer aprovado (TAFFAREL; LACKS, 2005 apud CRUZ, 2009)

II Fórum Nacional das Istituições de Ensino Superior em Educação Física - organizado pelo CONFEF - o mesmo foi questionado pelos vários dirigentes a respeito da sua legitimidade (NOZAKI, 2004)

Conselheiro do CNE concordou com as manifestações contrárias

Elaboração do documento repudiando a interferência do CONFEF
Nozaki (2009) mudança no governo interrompeu o trâmite do parecer
O efetivo encerramento ocorreu num movimento interno do Ministério do Esporte junto ao CNE solicitando a não aprovação das Diretrizes
Reinicio da elaboração das Diretrizes
GT - ME Texto substitutio do Parecer 138 - Várias reuniões

Julho - III COESP Helder Resende, Iran
Junqueira, João Batista Tojal, Maria de Fátima da Silva Duarte e Zenólia Campos Figueiredo


Novembro - Aprovação do Documento substitutivo dentro do Fórum de São Lourenço onde foi criado o CONDIESEF - Críticas CONFEF e CBCE (GTT Formação)


Audiências DEZ
Éfrem Maranhão (CNE), Lino Castellani (Ministério do Esporte), Helder Guerra (SESu), Pablo Juan Greco
(CONDIESEF), Jorge Steinhilber (CONFEF), Silvana Vilodre Goellner (CBCE) e Executiva Nacional dos
Estudantes de Educação Física (ExNEEF).
Contra
Favor
Consenso Possível
CONDIESEF
Terceira Proposta (TITTON; TRANZILO; ALVES, 2005)

- Licenciatura Ampliada

Juntamente com a LEPEL e GTT Formação de Professores CBCE

Fundamentada em documentos da ANFOPE (CRUZ, 2009; SANTOS JÚNIOR, 2005)

ver quadro 7
Algumas considerações
Onde está definida a atuação do Licenciado?
Questionável fragmentação de conhecimentos (sociopedagógicas x biodinâmicas, crítico x pragmático)
Qual a diferença entre os termos Pleno e Ampliado?
Qual a compreesão de Bacharelado adotada?
Intencional confusão do CONFEF
desconsideração por parte do CNE do histórico formativo da área
Contexto: Estado x Mercado -> Políticas de Formação
Transposição de Diretrizes de outras àreas para a EF (saúde e educação)
Velho dilema - Generalista (Licenciado) x Especialista (Bacharel)
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