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MI - GROUNDED THEORY

Cláudia, Ivone, Joana e Sofia
by

Cláudia Albuquerque

on 23 November 2012

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Transcript of MI - GROUNDED THEORY

Métodos de Investigação | Doutora Sara Pires

Elaborado Por:
Cláudia Albuquerque
Ivone Santos
Joana Hingá
Sofia Carvalho Grounded Theory MAPE.MAP | 2012.2013 Grounded Theory "Princípios gerais e fundamentais de qualquer ciência ou arte / O conhecimento desses princípios." "Descobrir a teoria a partir dos dados."
Strauss & Glaser, 1967 "Teoria gerada ou descoberta seguindo princípios e procedimentos estabelecidos em Discovering the Grounded Theory de Glaser e Strauss"
Smit & Bryant, 2000 Barney Glaser Anselm Strauss "Conjunto coerente de princípios gerais, sistematicamente interligados, que tem poderes explanatórios para alguns fenómenos de interesse." Corbin & Strauss Material MI Barney G. Glaser, nascido em 1930, sociólogo Americano, doutorado pela Universidade de Columbia em 1961. Anselm Leonard Strauss, nascido em 1916, sociólogo Americano, focado na sociologia médica, especialmente no que respeita a doenças crónicas e morte. Criada como resposta à carência de objectividade dos modelos sociológicos da época - Parsons, Merton e Blau - para dar respostas metodológicas às mortes de doentes terminais em contexto hospitalar. Surge, assim, uma resposta metodológica, criada através da consonância entre a realidade e a teoria. Pressupostos, Premissas, Epistomologia e Ontologia da Grounded Theory Os Autores A Origem Interpretativista
Indutiva
Qualitativa
Lógica de Justificação Hermenêutica "Tudo são dados." Glaser, 2000 A Grounded Theory permite que haja espaço para ingenuidade e criatividade. "O carácter essencial da Grounded Theory baseia-se na geração da teoria a partir da análise constante e comparativa de dados qualitativos." Omona, Weide & Lubega As Teorias Começar com uma ideia geral;
Forçar a teoria com questões estruturadas;
Descrição conceptual das situações;
A sensibilidade teórica deriva dos métodos e ferramentas;
A teoria é interpretada pelo observador;
A credibilidade da teoria deriva do método e do rigor;
Os processos sociais básicos não necessitam de ser identificados;
O investigador é activo;
Os dados são estruturados para que a teoria seja revelada;
A codificação é rigorosa e definida pela técnica, os códigos são derivados de micro-análises;
Três tipos de codificação: aberta, axial e selectiva. Glaseriana Straussiana Começar com a mente vazia;
Deixar emergir a teoria com questões neutras;
Desenvolver uma teoria conceptual;
A sensibilidade teórica deriva da emersão nos dados;
A teoria é fundamentada nos dados;
A verificação e a credibilidade da teoria derivam da sua fundamentação nos dados;
Deve identificar-se um processo social básico;
O investigador é passivo, demonstrando contenção;
Os dados revelam a teoria;
A codificação é menos rigorosa. Atendendo à não conceptualização em demasia, identificando pontos chave;
Dois tipos de codificação: simples e substantiva. Estrutura Grounded Theory
Os Autores, A Origem
Pressupostos, Premissas Ontologia e Epistemologia da Grounded Theory
As Teorias
O Processo de Pesquisa
Vantagens e limitações
Software de auxílio
A Grounded Theory na Administração Pública e na Administração Pública Empresarial
Conclusões
Bibliografia & Webgrafia *Trabalho realizado sem a aplicação do Novo Acordo Ortográfico A Filosofia da Grounded Theory reside no interaccionismo simbólico, em que o significado é socialmente construído, negociado e alterado ao longo do tempo através da interacção reflexiva dos indivíduos. "O grounded teorist, (...), assume a responsabilidade do seu papel interpretativo e inclui as perspectivas das vozes que são estudadas." Graham & Thomas A Grounded Theory na "cebola" da investigação Conclusões Fernandes & Maia Vantagens e Limitações Capacidade de interpretar fenómenos complexos;
Capacidade de aplicação a um vasto leque: pessoas, comportamentos, relações e comunicação;
Dá espaço a fenómenos sociais;
Apropriada para experiências socialmente construídas;
Imperativo de emergência;
Ausência de constrições de conhecimento prévio;
Adequado a diferentes tipos de investigadores. Bibliografia Webgrafia http://www.ufpe.br/gestaoorg/index.php/gestao/article/viewFile/72/62
http://www.google.pt/#hl=en&sclient=psy-ab&q=grounded+theory+-+administração&oq=grounded+theory+admini&gs_l=hp.3.0.0i30j0i5i30l2.889.12424.0.13556.26.19.6.1.2.4.185.1903.11j8.19.0.les%3B..0.0...1c.1.-xceeeNX4WE&pbx=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_cp.r_qf.&fp=88cd20e6d244b9ca&bpcl=37189454&biw=1278&bih=616
http://www.fumec.br/revistas/index.php/facesp/article/view/150/147
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&pid=S0034-76122012000200006&lng=en&nrm=iso&tlng=pt
http://www2.warwick.ac.uk/fac/soc/wbs/conf/olkc/archive/olk4/papers/villardi.pdf O PROCESSO DE PESQUISA - Graham, Brian e Thomas, Ken, “Building Knowledge – Developing a Grounded Theory of Knowledge Management for Construction.” The Electronic Journal of Business Research Methods, Volume 6, Issue 2, 2008, pp. 115 - 122, disponível online em www.ejbrm.com (Fornecido pela Dr.ª Sara Pires).
- Onions, Patrick E.W., "Grounded Theory Applications in Reviewing Knowledge Management Literature", The Knowledge Studio (Fornecido pela Dr.ª Sara Pires).
- Omona, Walter, Weide, Theo Van Der e Lubega, Jude T., "Knowledge Management Research Using Grounded Theory Strategy: Applicability, Limitations and Ways Forward", pp. 163 - 185 (Fornecido pela Dr.ª Sara Pires).
- Jones, Michael & Alony, Irit, "Guiding the use of Grounded Theory in Doctoral studies – an example from the Australian film industry.", International Journal of Doctoral Studies, 6 (N/A), 2011, pp. 95-114, University of Wollongong, Research Online (Fornecido pela Dr.ª Sara Pires).
- Wastell, David G., "Barriers to Effective Knowledge Management: Action Research meets Grounded Theory (Case Study)", Global Co-Operation in the New Millennium, The 9th European Conference on Information Systems, Bled, Slovenia, June 27-29, 2001 (Fornecido pela Dr.ª Sara Pires).
- Ikeda, Ana Akemi; Bianchi, Eliane Maria Pires Giavina, "Considerações sobre usos e aplicações da Grounded Theory em Administração", Universidade de São Paulo, Revista de Administração FACES Journal, vol. 8, núm. 2, abril-junio, 2009, pp. 107-122.
- Fernandes, Eugénia M. e Maia, Ângela, "Grounded Theory", in Fernandes, Eugénia M. e Almeida, Leandro S., ed. lit. "Métodos e técnicas de avaliação: contributos para a prática e investigação psicológicas", Braga, Universidade do Minho, Centro de Estudos em Educação e Psicologia, 2001, ISBN 972-8098-98-7, pp. 49-76.
O investigador começa por definir o problema e as questões que o vão orientar (em termos gerais/amplos);

As questões formuladas devem ser questões abertas por forma a induzir a uma análise profunda do comportamento.
O investigador define os elementos e os locais da pesquisa.
A recolha de dados é feita das mais variadas formas; a saber:

Observações de campo;
Entrevistas;
Questionários;
Análise de discursos;
Estudo de casos;
Diários;
Cartas;
(Auto)biografias;
Vídeos;
Jornais;
Literatura;
Entre outros... "Envolvendo uma reconciliação do realismo com o relativismo e uma teoria não fundamentalista de verdade, sendo por isso atractiva para quem prefere mergulhar nos dados antes de se lançar para a teoria." Rennie, acerca da lógica de investigação hermenêutica da Grounded Theory O PROCESSO DE PESQUISA 4. O Procedimento de Codificação Feita a recolha dos dados, estes vão ser separados e analisados. De seguida são codificados e compilados para, no final de uma análise comparativa e sucessiva, produzirem resultados.

A codificação consiste no agrupamento dos dados por categorias, reflectindo as várias questões representadas. É um processo longo o que poderá causar muita ansiedade e instabilidade.

Um trabalho cujo término é desconhecido ou difícil de prever. • Difícil operacionalização do processo:

Na definição inicial dos elementos de estudo;
Na formulação da teoria;
No papel e postura do investigador. Codificação Aberta

Codificação Axial

Codificação Selectiva Codificação aberta Diz respeito à “decomposição, análise, comparação, conceptualização e categorização de dados”. Questionar Rotular O processo de codificação aberta examina os dados sem limitações de alcance, ou seja, todos os dados são aceites. Após serem recolhidos eles serão agrupados em categorias semelhantes. Codificação aberta Questionar o conteúdo selecionado:

Como aconteceu o comportamento?

Qual o resultado daquele comportamento? Agrupar os conceitos em categorias identificando as relações de similaridade para se construirem as categorias abstractas. A codificação aberta centra-se na identificação de categorias e na definição flexível de propriedades e dimensões dos dados. Codificação axial Analisar os conceitos selecionados e extrair uma ideia central. As categorias vão ganhando profundidade o que obriga o investigador a reflectir sobre a informação recolhida e a anotar os aspectos mais salientes. Codificação selectiva Através da selecção das categorias centrais vai sendo desenhado o fio condutor da definição do fenómeno central em estudo. Consiste na categorização hierárquica e no estabelecimento de relações de forma a identificar as categorias centrais. Existe uma preocupação com a qualidade da teoria emergente reflectida no pressuposto de que todas as construções teóricas devem ter suporte nos dados recolhidos. Codificação axial Atingido o ponto de saturação dos dados é pouco provável que surjam novos factos ou aspectos relevantes na pesquisa.


A saturação é o ponto onde as categorias se apresentam densas. Assim, torna-se possível estabelecer relações mais coesas entre as categorias, facilitando a sua validação. É aconselhável que o pesquisador opte por uma das vertentes, devendo focá-la como suporte para o seu estudo.

A escolha por uma ou outra abordagem está relacionada com a formação académica e a (in)experiência do pesquisador, bem como com as características do projeto.

Todavia, hoje admite-se que o pesquisador possa optar pela junção das duas vertentes, isto é, que o seu estudo tenha por base uma metodologia que abrange características do método glaseriano e do método straussiano. O PROCESSO DE PESQUISA SOFTWARE DE AUXÍLIO NA GROUNDED THEORY A complexidade inerente a uma pesquisa elaborada com base na Grounded Theory, pode ser auxiliada com o recurso a software próprio criado para as análises qualitativas.

São exemplos destes programas: NVIVO, NUD*IST e ATLAS.

Este tipo de software permite que o pesquisador, ao longo do estudo, vá arquivando os comentários e as categorias, associando-os aos dados recolhidos.

Não obstante estas ferramentas, é ao pesquisador que compete sempre, em última análise, a concretização do trabalho criativo e sistemático de categorizar os dados. O PROCESSO DE PESQUISA
De acordo com Glaser e Strauss (1967), a teoria final desenvolvida deve obedecer aos seguintes critérios:

Viabilizar a previsão e a explicação de um comportamento;
Guiar e suportar um estilo de pesquisa para algumas áreas do comportamento;
Ser aplicável na prática;
Conter categorias e hipóteses claramente desenvolvidas que poderão ser verificadas em estudos futuros. A GROUNDED THEORY NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA / EMPRESARIAL Apesar da Grounded Theory datar de 1967, só a partir dos anos 90 é que começou a ser utilizada na Administração Pública (AP/APE).

Esta metodologia é mais aplicada nas ciências sociais e humanas, em particular nas áreas da sociologia, psicologia e enfermagem, sendo muito útil para a investigação dado que analisa comportamentos humanos, em particular em contextos organizacionais. Codificação selectiva Depois de analisar e codificar os dados sistematicamente o investigador confronta-se com a tarefa de integrar as categorias na forma de uma teoria. 3. Recolha de Dados / Pesquisa Empírica 1. Definição do Tema da Pesquisa 2. Definição de "O QUE" e "ONDE" Estudar 5. A Formulação da Teoria Uso de pesquisa empírica como ponto de partida;
Processo interactivo de colheita e análise de dados;
Produção de explicações que possam ser reconhecidas pelos intervenientes da investigação;
Direccionada para explicações concisas localizadas em evidências imediatas;
Constante redifinição, relacionada com investigações exploratórias, estudos de pequena escala e pesquisa focada na interacção humana em circunstâncias específicas. Características Fundamentais Ontologica e Epistemologicamente O conhecimento não é estático;
É constantemente emergente;
É transformável; O conhecimento é interpretado pelo investigador e pelo investigado, através de diálogo e acção.
Compreensão, experiência e emoção. Observar e entender o comportamento a partir do ponto de vista dos participantes e apreender o mundo dos participantes, as suas interpretações de si mesmos no contexto de determinadas interacções e as propriedades dinâmicas das mesmas. Locke, 2001 DINÂMICA DE GRUPO Objectivo Conceitos, teorias fundamentadas nas acções e palavras dos indivíduos. 1º A teoria evolui ao longo do processo de pesquisa e deriva do cruzamento de dados e da sua análise constante. As relações criadas entre pesquisador, realidade e teoria, são contínuas e intrínsecas. 2º Pressupostos Strauss & Corbin, (1990) Comparação
Sucessiva Obrigada Pela Vossa Atenção! E... Teoria A Grounded Theory... Deve ser aplicada quando o tema é pouco conhecido.

É crucial conhecer bem as suas características sob pena de formulação de uma teoria pouco desenvolvida.

Pode ser um desafio para um pesquisador iniciante, pelo que aconselhável que seja orientado por alguém mais experiente nesta metodologia.

Escolhendo desde logo uma "versão" e seguindo as suas orientações, com consciência dos desafios, mesmo um pesquisador inexperiente pode desenvolver uma teoria credível.

Qualquer pesquisador deve estar ciente que há muitos processos subtis dos quais depende a qualidade da teoria formulada e
também que a codificação pode ser trabalhosa, demorada e fastidiosa.

É, portanto, uma forma de pesquisa rica e complexa
altamente dependente do investigador.
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