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MERCADO DE CAPITAIS

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by

Lucas Favato

on 4 June 2014

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Transcript of MERCADO DE CAPITAIS

Integrantes
Antonio Guerra
Henrique Audrey
Jakson Bueno
Lucas Favato
Lucas Lanza
Wesley Douglas
Apresentação
O que é?
Mercado de capitais é um conjunto de instituições e sistemas, que através de títulos e valores mobiliários, fazem a troca de recursos entre agentes compradores e vendedores
Existência do Mercado de Capitais
Pinheiro (2012) escreve que para existir investimento, é preciso que haja poupança. A forma como é utilizada a poupança, irá ditar o custo dos investimentos.
Poupança e Investimento
MERCADO DE CAPITAIS
Qualidade
(TIDIR)

Tempo (TIDIR)
Problema de Pesquisa
Qual a importância do mercado de capitais no sistema econômico, em especial no Brasil nos últimos anos?
Objetivo Geral
Demonstrar o funcionamento do mercado de capitais no Brasil com base nos últimos anos.

Objetivos específicos
1- Estudar a história do mercado de capitais;
2- Estudar as principais mudanças na regulamentação e funcionamento do mercado de capitais.
3- Pesquisar sobre os agentes econômicos que fazem parte do mercado de capitais.

Para o que serve?
O mercado de capitais também serve para as empresas poderem capitalizar-se e para dar liquidez aos títulos emitidos por elas.
De que forma?
Mercado Primário
A empresa lança suas ações e incorpora o valor adquirido nas vendas em seu patrimônio.
Mercado Secundário
Há a troca de valores entre os acionistas sem que aumente o patrimônio da empresa.

Qual o benefício?
Permite a atração e captação de novos investimentos que representa uma fonte de recursos para melhorias na estrutura administrativa, aumento da capacidade competitiva dos negócios e concretização de seus projetos.
Vantagens
• não acarretam encargo fixo para a empresa;
• não têm prazo de resgate;
• abastecem uma garantia contra perdas para os credores da empresa. Isso significa que a venda de ações ordinárias aumenta o crédito de valorização da firma;
• proporcionam ao investidor melhor barreira contra a inflação, porque representam a propriedade da empresa, que geralmente tem sua valorização, ao longo do tempo, atrelada à inflação.

Desvantagens
• venda de novas ações ordinárias estende o direito de voto ou controle aos novos compradores de ações;
• dão aos novos proprietários os direitos de participação nos lucros;
• tipicamente, devem ser vendidas sob a expectativa de alto retorno básico;
• os dividendos das ações ordinárias não são dedutíveis como despesa para o cálculo de Imposto de Renda, não possuindo, assim, benefícios tributários, como é o caso das debêntures que são dedutíveis.

Sendo assim, existem três caminhos para associar poupança ao investimento, estes sendo: autofinanciamento, governo, e financiamento através de mercados financeiros.
O mercado primário de ações é uma ótima fonte de captação de recursos para serem usados em investimentos, possuindo risco diluído e sendo uma das maiores fonte de desenvolvimento econômico.
Em uma citação de Pinheiro (2012, p. 182), "...o crescimento e o desenvolvimento de uma economia estão diretamente relacionados com os mecanismos de canalização de suas poupanças para o investimento produtivo. Portanto, pode-se afirmar com segurança que uma economia é desenvolvida quando possui mercado de capitais eficiente e em desenvolvimento quando não o possui. "
Linha do Tempo - Mercado de Capitais
Conforme Yazbek (2007), o Mercado de Capitais no Brasil foi estruturado a partir de 1964 com a promulgação da lei nº 4.595/1964. Todavia, muito antes se podiam observar operações de um mercado de capitais não regulamentados.
Criação do Banco do Brasil em 12 de outubro de 1808 pelo príncipe D. João.
O Banco do Brasil teria como pressupostos promover a indústria nacional e combinar capitais isolados, estimular o desenvolvimento a partir da interiorização do crédito.
Em 1843 as atividades das Bolsas de Valores e das Sociedades Corretoras começaram a ser regulamentadas.
Com a promulgação da República, e já em 1850, com a edição do Código Comercial, a situação começou a mudar. Este Código Comercial possuía dois artigos voltados às questões bancárias e, o que detona o início de uma regulação do mercado financeiro.
Anos mais tarde, por volta de 1888, o Brasil conhece uma crise de excesso de liquidez conhecida como “encilhamento”.
Em 23 de agosto de 1890 foi criada a Bolsa Livre, o que seria o que conhecemos hoje como Bolsa de Valores de São Paulo,
Em 1934 a Bolsa Livre passa a operar no Pátio do Colegiado em São Paulo e passa a ser denominada Bolsa Oficial de Valores de São Paulo.
Em 20 de outubro de 1966, através da resolução nº 39, o Conselho Monetário Nacional - CMN define o regulamento que disciplina o funcionamento das Bolsas de Valores no Brasi
Conforme Pinheiro (2009), a partir da década de 70 um grande movimento especulativo tomou forma e ficou conhecido como “boom de 71”:
Foram introduzidas, em 1976, a Lei das Sociedades Anônimas e a segunda Lei do Mercado de Capitais, que criou a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A partir da década de 90, com o Plano Collor, foi acelerado o movimento de abertura da economia brasileira e, consequentemente, aumentou a participação de investidores estrangeiros no mercado acionário brasileiro.
Após ter passado por um período ascendente induzido pela abertura, privatização e estabilização na década de 90, o mercado de capitais brasileiro volta a perder expressão com a estagnação e perda do dinamismo do mercado secundário, relegando-o a parcela irrelevante da formação de capital fixo. Dessa forma, o número de empresas listadas na Bovespa reduziu-se e os negócios da Bovespa se concentraram.
*Linha do tempo baseada nos estudos de Yazbek (2007), Minatel (2008) e Pinheiro (2009).
CRESCIMENTO ECONÔMICO E MERCADO DE CAPITAIS
Taxa de crescimento do produto de equilíbrio de longo-prazo:


Onde:
A – Produtividade média do capital;
I – Investimento Bruto;
Y – Produto real;
δ – Sensibilidade ao investimento;
s – Sensibilidade a poupar.

Pela equação dada, segundo estudos da CEPAL, é possível captar de que maneira
o desenvolvimento financeiro pode afetar positivamente o crescimento econômico, são elas:
i) Aumentando a proporção das poupanças que são canalizadas para investimento;

ii) Aumentando a produtividade social do capital;

iii) Aumentando a taxa de poupança.

Mercado de Capitais e Sistema Financeiro
Segundo os estudos de King e Levine, feitos para 80 países e utilizando um período longo, 1960 – 1989, com variáveis que são mais sensíveis a captação de recursos e diferentes dos estudos de Goldsmith (1969), puderam evidenciar que:
1. O desenvolvimento da intermediação financeira está positivamente correlacionando com as diferentes medidas de crescimento econômico; e
2. O nível de desenvolvimento da intermediação financeira em 1960 é um fator relevante para explicar as taxas de crescimento econômico no período entre 1960-89. Esta evidência fortalece a conjectura de que o desenvolvimento financeiro é fator de desenvolvimento econômico.

Para os autores, “...o desenvolvimento financeiro antecede o crescimento econômico...”, pois existe uma correlação positiva entre o nível de desenvolvimento financeiro e a taxa de crescimento do PIB, já que afirmam, com base nos estudos feitos, três fatores fundamentais, a saber:
1) Desenvolvimento financeiro causa crescimento econômico;
2) O sistema financeiro se desenvolve em respostas a pré-condições e estímulos provenientes do setor real da economia;
3) Fatores institucionais, legais e políticos podem determinar simultaneamente o desenvolvimento financeiro e o crescimento econômico.


Estrutura Financeira de Economias de Baixa, Média e Alta Renda


Observando o gráfico, percebemos que de países com baixa renda per capta para países com alta renda per capta, as instituições financeiras privadas ganham importância, enquanto o papel do banco central como alocador de recursos diminui.
Sendo assim, constata-se que em países mais desenvolvidos, os sistemas financeiros são mais desenvolvidos do que nos outros países menos desenvolvidos pelo fato de que propiciam maior liquidez no mercado, reduzem riscos, monitoram e controlam companhias, facilitam trocas de bens e serviços e disponibilizam recursos de longo prazo.

MERCADO DE CAPITAIS E MERCADO ACIONÁRIO
SOCIEDADES ANÔNIMAS (S/A)
Como o art. 1º da lei 6.404/76, a Sociedade Anônima (S/A) é uma empresa com fim lucrativo, que tem seu capital dividido por ações, onde os sócios são chamados de acionistas e tem responsabilidade limitada ao preço das ações adquiridas.
RELAÇÃO EMPÍRICA
Os gráficos a seguir, têm como objetivo demonstrar a relação do mercado acionário em nível de desenvolvimento econômico.
Uma amostra de 48 países foi dividida em três grupos de acordo com o seu PIB per capita: países de baixa, média e alta renda.


(1) Dados de:
12 economias de renda baixa: Bangladesh, Gana, Egito, Guiana, Índia, Indonésia, Quênia, Nigéria, Paquistão, Zaire, Zâmbia e Zimbábue;
22 economias de renda média: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, El Salvador, Grécia, Guatemala, Jamaica, República da Coréia, Malásia, México, Paraguai, Filipinas, Taiwan, Tailândia, Tunísia, Turquia, Uruguai e Venezuela;
14 economias de renda alta: Austrália, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Itália, Japão, Holanda, Cingapura, Espanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.
(2) Em 1990, economias de renda baixa tiveram PIB per capita médio de $ 490; economias de renda média, $ 2.740 e economias de renda alta, $20.457.

Observando o estudo, concluiu-se que indo de países com baixa, para países com alta renda per capita, tanto a capitalização bursátil como a razão do valor transacionado aumentam como proporção do PIB. Essa relação implica casualidade entre desenvolvimento econômico e crescimento do mercado de ações.
BARREIRAS AO MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL
Segundo Castelar, o mercado de capitais brasileiro tem encontrado, historicamente, diversas barreiras ao seu desenvolvimento. Recentemente, porém, algumas dessas barreiras começam a ser removidas. Parte delas ocorria na esfera macroeconômica, com o fim da alta da inflação, o ajuste parcial das contas públicas e a introdução dos regimes de câmbio flutuante e metas de inflação. Todos os fatores citados acima são prejudiciais ao mercado de capitais se estiverem fora de controle.
“A inflação elevada não contribui para um sistema financeiro estável. Mas taxas de juros extremamente elevadas criam distorções no sistema, dificultando o desenvolvimento do mercado de capitais. Principalmente, do mercado acionário. E, naturalmente, torna-se mais difícil pensar em sistemas e mercados mais fortes, com o passar do tempo, sob a condução de governos excessivamente problemáticos. A sintonia entre os Poderes Executivo e Legislativo é fundamental para que se possa governar o Brasil aprovando as regras das quais o País carece, sem esquecer a ética que deve pautar as discussões políticas”.( Motta, 2005, p. 02).
Segundo Rocha, o grau de desenvolvimento dos países tem correlação positiva com a qualidade e o vigor do seu mercado de capitais. A existência de um mercado de capitais forte, no entanto, não constitui a única forma de financiar um ciclo expressivo de crescimento econômico. O Japão e os países da Europa Continental possuem mercados de capitais limitados e conseguiram financiar seus ciclos de expansão no século XX essencialmente via empréstimos bancários.
O mercado de capitais é importante como fonte de recursos para as empresas todavia quando o país não tem rigor em sua legislação, órgãos fiscalizadores eficientes e políticas econômicas favoráveis, podem ocasionar crises financeiras como bolhas. O que desacelera ou regride o crescimento econômico.

Introdução
O tema explorado será Mercado de Capitais, cuja a intenção é demonstrar a relação existente entre ele e o crescimento econômico no Brasil e no mundo. Irá ser abordado também temas como: surgimento de uma S/A,alguns momentos históricos para o sistema financeiro brasileiro e as principais barreiras ao mercado de capitais que atrapalham os países de ter uma taxa maior de crescimento econômico.
Considerações Finais
Referência

PINHEIRO, Juliano Lima. Mercado de Capitais: Fundamentos e Técnicas. São Paulo: Atlas S.A, 2012.

YAZBEK, Otávio. Regulação no Mercado Financeiro de Capitais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

MINATEL, Paola. O Desenvolvimento da Bolsa de Valores de São Paulo a Partir dos Anos 1990. São Paulo, 2008.

SECURATO, José Roberto. Decisões financeiras em condições de risco. Atlas, São Paulo, SP, 1996.
TENDÊNCIA - CONSULTORIA INTEGRADA; O Mercado de Capitais: Sua Importância para o Desenvolvimento e os Entraves com que se Defronta no Brasil.
Acesso em 28/02/2014
Em: <http://www.bmfbovespa.com.br/pdf/relatorio2.pdf>;

OREIRO, José Luis; PAULA, Luiz Fernando; BASILIO, Flavio A.C; Desenvolvimento Financeiro e Crescimento Econômico: Teoria e Evidência; Nações Unidas, 2010.

CARVALHO, Antônio Gledson de; Desenvolvimento Financeiro e Crescimento Econômico; Revista Econômica do Nordeste, Fortaleza, v. 33, n. 4, out-dez. 2002

Conclusão
Foi possível observar que uma economia cresce quando se tem um mercado de capitais consolidado, que possui como meta principal o aumento da prospecção de recursos. Recursos estes que permitem os agentes os alocarem de forma eficiente, e proporcionando o fortalecimento do mercado. Mas barreiras como: inflação elevada e políticas econômicas contracionistas trazem um cenário instável para o país. É fundamental ter órgãos eficientes e políticas econômicas favoráveis, caso contrário, o mercado financeiro não será eficiente, e conseqüentemente trará o entrave ao desenvolvimento econômico do país.
Justificativa
O Mercado de Capitais é um importante indicador de mercado, que abrange os mais diversos setores da economia mundial e que facilita o financiamento de grandes empresas. É um meio que movimenta trilhões em moedas ao redor do mundo e responsável por fazer grandes fortunas e, eventualmente, grandes crises econômicas. Sua importância se encontra na sagacidade dos agentes econômicos que fazem da Bolsa de Valores o maior cassino estratégico do mundo e com suas apostas altíssimas, alteram a economia global.

Metodologia
Serão utilizados livros, artigos/papers e conteúdo da internet, todos com base nos assuntos que serão abordados, com enfoque na economia brasileira, para elaborarmos o artigo. O tempo histórico selecionado irá de meados do século XIX até os dias atuais. Ao término da pesquisa, poderemos sintetizar a influência do mercado de capitais na economia brasileira.

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