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Câncer Endometrial

Trabalho a ser apresentado no GD do internato de Ginecologia e Obstetrícia da MOV-BH
by

Rafael Fernandes

on 27 March 2013

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Transcript of Câncer Endometrial

Câncer Endometrial Mais frequente (75-85%)
Perimenopausa
Exposição estrogênica
Origem: endométrio hiperplásico
Graus G1 ou G2
Menor invasão miometrial
Bom prognóstico
Tipo: endometrioide
Obesidade: presente
Genética: K-ras, MHLL, PTEN Tipo I x Tipo II Obstrução da luz apendicular Obstruções
mecânicas Hiperplasia
linfoide Acúmulo de secreção mucoide
Proliferação bacteriana Distensão luminal
Diminui o retorno venoso
Compromete o suprimento arterial Isquemia / Necrose / Perfuração E. coli e B. fragilis Idade: 75% > 50 anos
Raça branca
Condição socioeconômica
Antecedentes familiares
Hereditariedade (K-ras, p53, HER-2)
Síndrome de Lynch II (cólon)
Passado de anovulação crônica
Menarca precoce
Menopausa tardia
Nuliparidade Fatores de Risco Epidemiologia 96% das neoplasias malignas do corpo uterino
Idade
Raça branca, hábitos ocidentais
95% apresentam sintomas em fase precoce
Brasil: 2º mais frequente no trato genital feminino
EUA: 1º mais frequente no trato genital feminino
Tipo I (75-85%) ou Tipo II
Importante: hiperestrogenismo peri e pós-menopausa (75%) Tipo I
Histórico: TRH décadas de 60 e 70 Progressos adicionais:
Reconhecimento da flora
Imaginologia moderna
Taxa de mortalidade atual: 0,25% Melhora significativa da sobrevida Abcesso periapendicular Peritonite generalizada Importante! Lesões Precursoras Estadiamento
Tratamento Toque retal
Exame ginecológico Referências 1) CAMARGOS, A. F.; MELO, V. H. Ginecologia ambulatorial. 17.ª ed. Belo Horizonte: Coopmed, 2001.

2) PARAZZINI F. et al. The epidemiology of endometrial cancer. Gynecol Oncol 1991; 41:1-16.

3) BAHAMONDES, L. Câncer do endométrio: o que considerar? Rev. Assoc. Med. Bras. vol.50 no.1 São Paulo, 2004. CIRÚRGICO e TERAPÊUTICO! Sem atipias - conservador
controlar sangramento e evitar progressão
cirurgia se prole completa ou persistência

Atípicas - histerectomia (anexectomia?)
potencial maligno considerável
clínico se jovem com desejo de gestar

Sempre realizar biópsia pós-tratamento Tratamento das Hiperplasias Rafael Calixto Fernandes Tipo I x Tipo II Menos frequente
Pós-menopausa tardia
Não relacionado ao hiperestrogenismo
Origem: endométrio atrófico
Grau G3
Maior invasão miometrial
Prognóstico ruim
Tipos: seroso-papilar, células claras...
Obesidade: ausente
Genética: HER-2, TP53 mama, ovário OBESIDADE!
Terapia de Reposição Estrogênica
Tamoxifeno
Tumores ovarianos produtores de estrogênio
Diabetes
Antecedentes de irradiação pélvica
Hiperplasia endometrial atípica
Colelitíase
*HAS
*Hipotireoidismo SANGRAMENTO UTERINO ANORMAL
Pós-menopausa + Obesidade + Diabetes Pensar em CA endometrial! Multiparidade
Uso de ACO combinados
Tabagismo Fatores Protetores DIU de progesterona
Perda de peso
*TRH combinada TIPO:
Simples (cística sem atipia): 1%
Complexa (adenomatosa sem atipia): 3%
Atípica
simples: 8%
complexa: 29% (hiperplasias) Metrorragia e corrimento vaginal
90% apresentam
Hematométrio ou Piométrio
principalmente em idosas
pior prognóstico
pressão ou desconforto pélvico Pós x Pré SUA
intervalos irregulares e duração prolongada
oligomenorreia
Sempre considerar se persistente ou recorrente
OBESAS!!! Valorizar o sangramento na peri e pós-menopausa
INVESTIGAR! Toque retal
Exame ginecológico EXAME FÍSICO
(abdominal, ginecológico, linfonodos) USG TRANSVAGINAL
(atrofia x hiperplasias/pólipos)
espessamento > 5mm
espessamento < 5mm com SUA persistente - Tipo II? Toque retal
Exame ginecológico COLPOCITOLOGIA
achado: células endometriais
(> 10º dia do ciclo) Toque retal
Exame ginecológico ASPIRAÇÃO ENDOMETRIAL SIMPLES
feita em consultório
confortável, baixo custo
se negativo, continuar investigação Toque retal
Exame ginecológico VIDEO-HISTEROSCOPIA
biópsia guiada
informa sobre aspecto macroscópico
fundamental se lesão pequena Toque retal
Exame ginecológico BIÓPSIA POR CURETAGEM
escolha na ausência da video-histeroscopia Quando biopsiar? Pré-menopausa:
Obesidade extrema
Anovulação crônica
Sangramento anormal persistente ou com achados
Pós-menopausa:
Obesidade extrema
Hematométrio/piométrio
Celulas endometriais na citologia
Espessamento USG-TV > 5mm
Espessamento USG-TV < 5mm com sangramento persistente
*Qualquer sangramento na pós-menopausa Toque retal
Exame ginecológico CA-125
muito falso-positivo
apenas para seguimento de pacientes tratadas
TC
pode detectar tumores extra-uterinos ou envolvimento do colo uterino
RNM
também pode detectar tumores extra-uterinos ou envolvimento do colo uterino
permite avaliar invasão miometrial Outros Métodos Toque retal
Exame ginecológico Adenocarcinoma clássico ou endometrioide (65%)
Adenocarcinoma mucinoso (5%)
Adenocarcinoma seroso (3-4%)
Carcinoma de células claras (<5%, idosas)
Carcinoma escamoso (raro, sombrio) Tipos Histológicos Toque retal
Exame ginecológico Endometrite/vaginite atrófica
Estrogênios exógenos
Pólipos
Hiperplasias
Outros (câncer de colo, sarcomas, trauma) Diagnóstico Diferencial Histerectomia total abdominal com salpingooforectomia bilateral + linfadenectomia Lavado peritoneal para avaliação citológica
Retirada de lesões macroscópicas
Anexectomia bilateral
*Omentectomia
*Linfadenectomia pélvica Bom senso! Tratamento pós-operatório Hormonioterapia? Radioterapia?
Hormonioterapia?
Quimioterapia? BAIXO RISCO x RISCO INTERMEDIÁRIO x ALTO RISCO Obrigado e boa sorte!
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