Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

psicologia criminal

No description
by

André Machado

on 1 June 2012

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of psicologia criminal

Conclusão Obrigado pela vossa atenção! Ah... Já agora mais uma coisinha que já me ia esquecendo...

Vejam e disfrutem :) Após a elaboração deste trabalho, pudemos concluir que o criminoso possui uma representação da realidade diferente do “normal”. Este desenvolve uma ordem de valores e significados, distintos daqueles que a maior parte das pessoas possuem, na qual o crime tem um determinado sentido e se forma num dado momento da sua história de vida.
Em suma, a psicologia criminal, tem uma grande importância na compreensão de quem comete os crimes e porque que o faz, contribuindo deste modo para uma redução significativa da taxa de criminalidade e para uma vida social mais segura. Psicologia Criminal - Crime
- Criminalidade
- Comportamento Criminoso/desviante
- Criminoso
- Psicologia Criminal
- Personalidade
- Personalidade Criminosa
- Factores Sociais
- Perfil Psicológico
- Psicólogo Criminal
- Processos Psicológicos A psicologia criminal, ou psicologia forense, é a área que estuda o comportamento criminoso, constituindo uma interface entre a psicologia e o direito.
A primeira área procura estudar o comportamento humano e a segunda discipliná-lo, estabelecendo, assim, uma ponte entre as teorias psicológicas e neuropsicológicas, o acto criminoso e o controlo da justiça penal.
A psicologia criminal procura identificar as causas que conduzem ao comportamento desviante e os mecanismos que desencadeiam esse comportamento bem como os efeitos sociais, podendo assim, adoptar medidas de prevenção; procura reconstruir o percurso de vida do indivíduo delinquente e compreender os processos mentais que o levaram à criminalidade.
Esta ciência nasceu da necessidade de fazer leis adequadas para indivíduos considerados doentes mentais e que, por via dessa condição, não possam ser responsabilizados pelos seus actos do ponto de vista jurídicos, ou seja, são considerados inimputáveis. Um profissional desta área deverá dominar conhecimentos referentes à doença mental, à psicologia em si e às leis civis.
As suas funções incluem:
1- avaliações psicológicas através da utilização de testes psicométricos apropriados;
2- elaboração de relatórios para fins diversos (medidas de segurança em fase pré-sentencial, medidas de coacção e até mesmo pareceres relativamente à aplicação de determinada pena e em alguns casos pareceres acerca de estratégias de reinserção social);
3- compreender que tipo de circunstâncias levam um indivíduo a cometer o acto em questão e, por outro lado, avaliar se o perpetrador compreendia as consequências dos seus actos, se sabia distinguir entre bem e mal e se ocorreram factores atenuantes que possam ter impedido o seu raciocínio no momento da acção. Conceitos-chave O que é a Psicologia Criminal ? Introdução Desde o século XX que temos assistido a transformações sociais marcantes por todo o mundo.
Estas alterações incluem não só uma maior preocupação com o bem estar e saúde das populações (vertente positiva), como também o incremento da violência, dos delitos e dos actos criminosos (vertente negativa).
Foi este último facto que "permitiu" que a psicologia criminal experimentasse também um crescimento exponencial, devido à sua maior utilização no estudo destes comportamentos e situações (comportamento criminoso, violento e crimes).

Com este trabalho, temos o objectivo de procurar explicar e clarificar alguns conceitos e questões que consideramos importantes em relação ao tema descrito, Psicologia Criminal.
Em vista a esse objectivo, iremos explicitar o que é a psicologia criminal e para que serve, qual a função de um psicólogo(a) criminal e as situações em que estes intervem, os factores que levam alguém a cometer um crime, entre outros. Por volta da altura da 2ª Guerra Mundial, um psicólogo inglês, chamado Lionel Haward foi contratado pela Força Aérea Real Britânica (Royal Air Force) para elaborar as caracteristicas que os criminosos de guerra nazis podiam apresentar, de modo a facilitar a sua captura.
Este trabalho inovador e pioneiro desenvolvido por Lionel Haward criou assim o que seria a Psicologia Criminal.
O rápido desenvolvimento desta área de análise e estudo comportamental aconteceu já por volta dos anos 50, aquando da abertura por parte do FBI de uma unidade de análise comportamental em Quântico, na Virginia.
Esta ciência nasceu da necessidade de fazer leis adequadas para indivíduos considerados doentes mentais que haviam cometido um crime. História e Evolução A psicologia criminal leva muitas vezes ao uso de conceitos como o criminal e criminoso A psicologia criminal tem como objectivo encontrar as causas que levam a um comportamento desviante (o que faz a pessoa ter cometido o crime e também as suas reacções após o crime e/ou em tribunal durante o julgamento) e o que desencadeia esse comportamento, assim como os efeitos sociais dai resultantes.
Com esse objectivo, esta tenta reconstruir o percurso de vida do criminoso e todos os processos psicológicos (mentais) que o possam ter conduzido à criminalidade, tentando descobrir a raiz do problema, uma vez que só assim se pode partir à descoberta da solução.
Deste modo, podemos afimar, que a psicologia criminal possui também uma importante componente preventiva/defensiva na sociedade, na medida em que ao procurar compreender a mente do criminoso pode prever e evitar comportamentos criminosos e mesmo o próprio crime.
Um profissional desta área deverá dominar conhecimentos referentes à doença mental, à psicologia em si e às leis civis.
As suas funções incluem:
1- avaliações psicológicas através da utilização de testes psicométricos apropriados;
2- elaboração de relatórios para fins diversos (medidas de segurança em fase pré-sentencial, medidas de coacção e até mesmo pareceres relativamente à aplicação de determinada pena e em alguns casos pareceres acerca de estratégias de reinserção social);
3- compreender que tipo de circunstâncias levam um indivíduo a cometer o acto em questão e, por outro lado, avaliar se o perpetrador compreendia as consequências dos seus actos, se sabia distinguir entre bem e mal e se ocorreram factores atenuantes que possam ter impedido o seu raciocínio no momento da acção. Intervenção dos Psicólogos Criminais Em que situações os psicólogos criminais intervem?
O trabalho do psicólogo criminal é multifacetado, porque este é chamado a intervir em contextos e situações muito diversificadas.
Ele está presente, directa ou indirectamente, em instituições relacionadas com o crime como:
- estabelecimentos prisionais (apoio a técnicos na formação e selecção de guardas prisionais; auxilio a agentes na resolução de conflitos e incidentes com delinquentes e infractores; fazer diagnósticos de reclusos com perturbações, podendo até aplicar terapias, ajudar os reclusos no processo de reinserção social, entre outros);
- esquadras policiais (apoia a policia no esboço de perfis criminosos, bem como na investigação de crimes e avalia as falsas memórias dos depoimentos de testemunhas);
- tribunais (testemunhar em tribunal como especialista para provar que o julgado sofre de uma perturbação mental);
- instituições psiquiátricas;
- entre outras. Factores analisados por um Psicólogo Criminal - O que o suspeito teria feito antes e depois do crime ter ocorrido;
- A rotina do suspeito, o que ele constantemente fazia no seu dia-a-dia;
- As pessoas com quem ele convivia e as relações sociais que mantinha;
- Problemas enfrentados na escola, no trabalho e etc…
- Os seus desejos juntamente com os seus objectivos. Personalidade

É a organização da dinâmica dos traços psicológicos em cada um de nós, formados a partir de genes particulares que herdamos dos nossos pais, das experiências singulares e das percepções individuais que temos do mundo, capazes de tornar cada indivíduo único na sua maneira de ser e de desempenhar o seu papel social. Actualmente, aceita-se que não existe uma personalidade tipicamente criminosa, mas é defendida a existência de diferentes formas de organização da personalidade, de diferentes maneiras de receber os diferentes estímulos do meio e os processos psíquicos e de diferentes maneiras de relação com o exterior. Na maior parte das vezes estes dois conceitos não diferem em nada, os delinquentes são pessoas «normais» que podem ter comportamentos anormais em determinados momentos ou que têm estilos de vida considerados não normativos do ponto de vista jurídico e moral. O que eventualmente difere de forma determinante (e atenção porque não existe uma personalidade criminosa!) são traços da personalidade que podem facilitar (no sentido de tornarem um indivíduo mais susceptível) um determinado comportamento, por um lado, e, por outro lado, a motivação para cometer uma transgressão. A motivação humana para agir de uma forma ou de outra é um conceito complexo pois é diferente de pessoa para pessoa. Alguém pode estar mais motivado para a criminalidade ou para a desviância num dado momento do dia, da semana ou da sua vida. Por isso é que nem todos os criminosos cometem os mesmos tipos de crimes e estes variam em intensidade e frequência. Criminoso Pessoa "normal" O que leva alguém a cometer um crime? Existem muitas formas de compreender um comportamento desviante (um comportamento que foge às normas morais, sociais e legais) que não é o mesmo que um crime. Um crime é sempre a transgressão da norma jurídica, expressa na lei. Um comportamento desviante pode ser apenas um acto que foge da normatividade, que é invulgar ou que viola um costume ou norma social e moral, sem que seja ilegal (como o travestismo, por exemplo).
Um comportamento, desviante ou não, nunca é unicausal, ou seja, não tem apenas uma causa ou condicionante. Nós somos seres sociais, biológicos e psíquicos e estas três dimensões estão em permanente interacção gerando e determinando conjunturas, variáveis e contextos que influenciam fortemente a nossa conduta.
É importante manter presente que todos os actos criminosos são fruto de interacções complexas entre factores individuais (internos e externos) e o meio ambiente.

Podem ser várias as causas ou factores que levam a alguém a cometer um crime, no entanto é possivel dividir estes factores em duas grandes classes, de acordo com a sua origem:
Factores pessoais: doenças mentais, distúrbios de personalidade, depressões, etc.
Factores do meio: pobreza, discriminação, marginalização e exclusão social. O termo "Serial Killer" foi inventado pelo agente do FBI, Robert Ressler, nos anos 70. Um assasino em série é um indivíduo que comete três ou mais assassinatos num período de tempo espaçado; um dos seus crimes são normalmente cometidos em correspondência com traumas sofridos na infância; as vitimas podem ser escolhidas por um esteriótipo com algum tipo de significado simbólico para o assassino ou escolhidas ao acaso.
Os assassinos em série não sentem piedade pela vítima ou qualquer arrependimento pelo crime cometido, tendem a actuar sozinhos, e a maioria apresenta uma personalidade anti-social. Vejamos um caso específico Serial Killer Situação da Psicologia em Portugal Críticas e Problemas em Aberto Em Portugal ainda não existem programas de intervenção de psicólogos criminais em todas as áreas em que estes tinham capacidade para intervir. Contudo, estes profissionais já estão presentes em Tribunais, no Instituto Nacional de Medicina Legal, em Estabelecimentos prisionais, em centros de apoio à vítima ou ao criminoso, na segurança social, entre outros.
Em Portugal o curso de Psicologia Criminal existe desde 2009 apenas no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz, em Lisboa. Crime:
Crime, em termos jurídicos, é toda conduta típica, antijurídica (ou ilícita) e culpável, praticada por um ser humano.
Em um sentido vulgar, crime é um acto que viola uma norma moral. Num sentido formal, crime é uma violação da lei penal incriminadora.
No conceito material, crime é uma acção ou omissão que se proíbe e se procura evitar, ameaçando-a com pena, porque constitui ofensa (dano ou perigo) a um bem jurídico individual ou colectivo.
Tal divisão baseia-se na premissa de que a culpabilidade é um vínculo subjectivo entre a acção e o resultado de certa conduta.
Como conceito analítico, o crime pode ser dividido em duas vertentes: a clássica e a finalistica. A primeira, observa o crime como um facto típico, antijurídico e munido de culpabilidade.

Criminalidade:
A criminalidade refere-se à qualidade ou estado de um criminoso. É também um conjunto ou grau dos crimes num determinado meio.

Comportamento criminoso/ desviante:
O comportamento dos factores sociais corresponde aquilo que se espera das posições que ocupam socialmente. Existe uma expectativa social relativamente ao comportamento de cada indivíduo e espera-se que corresponda à posição social que ele ocupa. A desviância ocorre se se der um afastamento em relação a uma norma.

Criminoso: aquele que pratica a criminalidade. Grave infracção à lei. Estes comportamentos são considerados extremamente reprováveis.

Psicologia criminal:
Procura identificar as causas que conduzem ao comportamento desviante e os mecanismos que desencadeiam esse comportamento bem como os seus efeitos sociais, podendo assim, adoptar medidas de prevenção, procurar reconstituir o percurso de vida do individuo delinquente e compreender os processos mentais que o levaram á criminalidade. Tenta assim descobrir a raiz do problema, pois só desta forma se poderá encontrar uma solução e determinar uma pena justa.

Personalidade:
É a organização de dinâmica dos traços no interior do Eu, formados a partir dos genes particulares que herdamos, das experiências singulares e das percepções individuais que temos do mundo, capazes de tornar cada individuo único na sua maneira de ser e de desempenhar o seu papel social.

Personalidade criminosa:
É dinâmica devido aos traços constitutivos e à adaptabilidade social. É a matriz de produção da acção e define as condições e modalidades a agir, enquanto o acto criminoso seria o processo de materialização dessa personalidade.

Factores sociais:
O factor social é objecto central da teoria sociológica de Émile Durkheim, constituindo-se em qualquer forma de indução sobre os indivíduos que é tida como uma coisa exterior a eles, tendo uma existência independente e estabelecida em toda a sociedade, que é considerada então como caracterizada pelo conjunto de factos sociais estabelecidos.
Também se define o facto social como uma norma coletiva com independência e poder de coerção sobre o indivíduo.

Perfil psicológico:
O perfil psicológico traça uma imagem aproximada de quem somos e, sobretudo, de como actuamos ou poderemos actuar nas diferentes situações da vida. Na verdade, é o perfil psicológico que, quando conhecemos alguém, procuramos rapidamente elaborar através da observação mais ou menos minuciosa dessa pessoa.

Psicólogo criminal:
Pessoa que estuda a psicologia criminal.

Processos psicológicos:
Os processos psicológicos são o conjunto dos seguintes temas:
Cognição, percepção, aprendizagem, memória, inteligência, pensamento e raciocínio, motivação, linguagem e emoção. Objectivo da Psicologia Criminal Mente de um criminoso e de uma "pessoa normal"
Full transcript