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PLE II - Carta argumentativa - 2012.2

10 de agosto
by

Edna Maria Rangel de Sá

on 18 March 2013

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Transcript of PLE II - Carta argumentativa - 2012.2

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
ESCOLA DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA
PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA II - ECT 1205
Profª Ada Lima, Profª Edna Rangel,
Profª Glícia Tinoco e Prof. José Romerito Silva.
14 de março de 2013 Continuando no estudo do discurso argumentativo, nesta aula, temos como foco de interesse a carta argumentativa, um gênero de grande importância em diversos contextos de interação social nos dias de hoje.

Vejamos como se estrutura esse gênero discursivo. O texto que acabamos de ler se configura como uma carta?

Essa carta é argumentativa?

Que elementos encontramos no texto que nos permitem responder a essas perguntas afirmativamente?

A partir de que critérios podemos dizer que esse texto apresenta qualidades e/ou defeitos? Natal, 19 de setembro de 2011.
Senhores Josemar de Oliveira e Luciana Lucena,

É com enorme satisfação que venho, por meio desta carta, parabenizá-los pelo excelente trabalho realizado na Escola de Ciências e Tecnologia. Recentemente admitida como aluna dessa instituição, não posso deixar de maravilhar-me com tamanho investimento do Governo Federal no ensino superior do nosso país, sobretudo na área de Ciências e Tecnologia.

No entanto, faço minhas algumas das preocupações compartilhadas por professores da ECT, sobretudo com relação ao desempenho dos alunos. Sabe-se que grande parte das notas dos estudantes de cursos da área tecnológica é mediana, seja em virtude da elevada carga de conteúdos ou mesmo da deficiência proveniente do ensino básico. Por isso, gostaria de sugerir algumas medidas que julgo serem de grande valia para todos os que fazem parte da ECT, sobretudo aos novos alunos, ajudando-os a se sentirem mais seguros a investir nos cursos subsequentes.

Vejam o que vem sendo aplicado nas disciplinas de Cálculo, com a criação do componente curricular Fundamento da Matemática, em que o aluno faz uma espécie de revisão elementar de alguns princípios matemáticos que os ajudarão a compreender melhor os componentes subsequentes. Sugiro, com base nisso, a revisão de nossa grade curricular, com a implementação de mais disciplinas introdutórias; assim, os estudantes construiriam uma base mais sólida de conhecimento. A promoção de minicursos também seria uma alternativa viável a esse fim. O texto que acabamos de ler se configura como uma carta? Sim. ESTRUTURA COMPOSICIONAL DA CARTA ARGUMENTATIVA A carta argumentativa é formada pelas seguintes partes:
local e data (cabeçalho);
vocativo (de acordo com a posição social do destinatário);
assunto (corpo da carta);
despedida (de acordo com a relação social entre escrevente e destinatário);
assinatura. O local e a data da carta remetem ao contexto situacional em que foi produzida; o vocativo designa o destinatário a quem ela é endereçada. ASPECTOS ESTILÍSTICOS DA CARTA ARGUMENTATIVA A linguagem a ser utilizada deve corresponder à norma culta, formal, primando pela clareza e pela objetividade.

Além dessas características, a linguagem deve demonstrar respeito ao leitor. Por mais que discordemos do destinatário, não se pode confundir firmeza de convicção com grosseria.

Um texto argumentativo cuja linguagem seja desrespeitosa pode até apresentar argumentos sólidos, mas perde credibilidade devido ao estilo inadequado para esse gênero discursivo. OUTROS ASPECTOS A CONSIDERAR PRESENÇA DA INTERLOCUÇÃO Diferente do que ocorre em textos dissertativos, em que se escreve para um leitor universal, em uma carta argumentativa, escreve-se para um (ou mais) sujeito(s) determinado(s), ou seja, destinatário(s) específico(s). Isso implica o uso de marcas de interlocução (vocativos, pronomes), que configuram uma espécie de diálogo entre os interlocutores da carta. Ao escrever, o autor cria imagens de si no discurso e imagens do seu interlocutor. Essas imagens podem contar a favor da argumentação desenvolvida, mas também podem complicar a situação do autor do texto. Por isso é tão importante reler o texto escrito, analisando-o criticamente antes de enviá-lo a seu destinatário. Natal, 16 de novembro de 2011.

Caro Danilo Lima,

Estou escrevendo ao senhor porque vi o seu comentário à reportagem “Faltam profissionais e sobram oportunidades em TI”, da Veja, e me surpreendi com o exemplo que você é: alguém que afirma estar realizado profissional e financeiramente na área de Tecnologia da Informação (TI). Não sou "expert" nesse campo de atuação, porém, tomei como base a reportagem da Veja e comentários de outros leitores acerca da matéria para formar minha opinião. Considerando isso, acho errado o modo como as empresas brasileiras estão tratando os profissionais de TI.

É possível que o senhor seja um exemplo de profissional bem sucedido e satisfeito, mas não concorda que é um exemplo à parte? O que a revista Veja informa é que são exigidas muitas qualificações dos profissionais de TI e que sobram vagas nessa área. Além disso, profissionais entrevistados pela revista, bem como leitores da matéria, comentaram que se paga pouco para muito esforço. O senhor é uma exceção, pois se dedicou bastante a uma área pouco atraente em termos financeiros e que cobra do seu profissional a constante aquisição de novas habilidades.

E mais: se é verdade que estão chamando argentinos para trabalhar aqui porque eles cobram menores salários, conforme pontuado pela Veja, isso pode culminar com a desvalorização dos candidatos brasileiros. Como o senhor mesmo citou, ainda tem 21 anos de idade. Já pensou como seria se seu chefe arranjasse um motivo para despedi-lo, por ter descoberto estrangeiros que fariam o mesmo trabalho que você por um salário menor?

É desse jeito que está o mercado de trabalho em TI. Você pode ter uma opinião formada agora, mas esteja atento ao rumo que ele está tomando e cuide-se para não correr o risco de sofrer por um cargo que não compensa.

Atenciosamente,
Maria das Graças Sousa. Vejamos, agora, uma amostra de carta argumentativa, escrita por uma graduanda do BCT/UFRN. Realizada a leitura da carta argumentativa, responda às questões a seguir.

1. Qual o assunto principal tratado na carta?

2. Qual o fato motivador da carta?

3. Qual o ponto de vista defendido por Maria das Graças Souza?

4. Que argumentos a escrevente utiliza para alicerçar sua opinião?

5. Que imagem a autora constrói de si própria na carta?

6. Que imagem a missivista constrói de seu interlocutor? Expectativas de respostas 6. Que imagem a missivista constrói de seu interlocutor?

A imagem que a missivista constrói de seu interlocutor é de um homem bem-sucedido em sua área de atuação que, apesar disso, não está livre de enfrentar problemas decorrentes da falta de incentivo aos profissionais do campo de TI. 1. Qual o assunto principal tratado na carta?

O assunto principal da carta é a situação dos profissionais de TI no Brasil. 2. Qual o fato motivador da carta?

O fato motivador da carta são as afirmações de Danilo Braga acerca da situação dos profissionais de TI no Brasil, em um comentário sobre uma reportagem da revista Veja. 3. Qual o ponto de vista defendido por Maria das Graças Souza?

A posição defendida pela autora da carta é de que os profissionais de TI no Brasil não têm sido suficientemente valorizados. 4. Que estratégias argumentativas a escrevente utiliza para alicerçar sua opinião?

Os argumentos utilizados pela escrevente são os listados a seguir:

* “(...) profissionais entrevistados pela revista, bem como leitores da matéria, comentaram que se paga pouco para muito esforço (...). – Exemplificação - 2º§.

* “(...) se é verdade que estão chamando argentinos para trabalhar aqui porque eles cobram menores salários, conforme pontuado pela Veja, isso pode culminar com a desvalorização dos candidatos brasileiros (...) – Causa-efeito - 3º§. 5. Que imagem a autora constrói de si própria na carta?

A imagem de si mesma construída pela autora é de uma pessoa que, apesar de não ser "expert" na área de TI, procura informar-se minimamente sobre o assunto para, depois, emitir sua opinião. CONCLUSÃO

No último parágrado da carta, deve-se retomar o ponto de vista com a finalidade de ressaltar a inconsistência dos argumentos alheios. Podem-se apontar sugestões para tais argumentos serem reconsiderados. QUADRO
SINTÉTICO PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA CARTA ARGUMENTATIVA ESTRUTURA INTRODUÇÃO

No primeiro parágrafo da carta argumentativa, deve haver uma referência ao texto cujas ideias serão refutadas parcial ou totalmente. Delimitar o assunto, nesse trecho, é importante, além de explicitar uma censura/reprovação/indignação ao texto-fonte. DESENVOLVIMENTO

No desenvolvimente, deve-se retomar o dizer do outro, as suas declarações/posições, com o intuito de refutá-las. É preciso, nessa parte do texto, fundamentar, através de fatos, exemplos ou outro tipo de recurso, os contra-argumentos. Pode-se também fazer uma ressalva, a fim de flexibilizar o ponto de vista e, dessa forma, conciliar-se parcialmente com o “adversário”. SUGESTÕES PARA A INTRODUÇÃO Após a leitura referente ao artigo/à reportagem “x” acerca de “y” – assunto de suma importância – decidi escrever-lhe e manifestar minha opinião, a qual vai de encontro à sua.


Em razão das críticas expostas em seu texto “x”, referente a “y” [indicar o assunto], resolvi expressar minha reprovação em face de sua atitude (...). Desse modo, espero proporcionar-lhe, por meio de meus argumentos, uma reflexão para que possa reconsiderar seu ponto de vista. EXEMPLOS DE TRECHOS PARA RETOMAR
OS FATOS/AS DECLARAÇÕES Contraponho-me à acusação/ ao fato de (...)‏

Com relação a “x”, julgo possível revidar tal fato (...)‏

Considero improcedente/ impróprio/ injusto/ utópica (...)‏

Manifesto, primeiramente, minha discordância quanto a/ ao (...)‏

Contrariamente ao que foi exposto em (...)‏

Julgo, ainda, precipitada sua declaração referente a/ ao (...)‏

Não posso deixar de me surpreender quanto a/ ao (...)‏
Gostaria, igualmente, de constestar/ questionar sua afirmação (...)‏ VOCABULÁRIO PARA SE USAR
EM CONTRA-ARGUMENTAÇÕES VERBOS: discordar, contrariar, contrapor-se, revidar, contestar, opor-se, ir de encontro a, ...

SUBSTANTIVOS: oposição, discordância, contestação, objeção, rejeição, antagonismo, contrariedade, divergência, empecilho, ...

ADJETIVOS: discutível, equivocado, improcedente, infundado, inadmissível, irresponsável, inócuo, ineficaz, arbitrário, desumano, incorreto, unilateral, deplorável, chocante, indignado, incrédulo, surpreso, constrangido, ...

OUTROS: Julgo necessário reavaliar/ rever/ reconsiderar/ refletir (sobre) o argumento (...)
Acredito ser extremamente questionável o fato de (...)‏
Penso ser imprescindível uma reflexão profunda acerca de (...)‏ SUGESTÕES PARA A CONCLUSÃO Julgo, pois, pertinente que Vossa Senhoria reavalie suas declarações, a fim de evitar prejuízos ainda maiores a (...).

Sugiro que (...) seja efetivado/a e, desse modo, a atual situação possa ser revertida.

Portanto, solicito-lhe que reconsidere seu posicionamento, transformando as infundadas críticas em uma postura mais otimista frente a (...)‏ ENDEREÇAMENTO

REMETENTE (frente do envelope)
Nome completo
Graduando em Ciências e Tecnologia
Escola de Ciências e Tecnologia
Campus Universitário – Lagoa Nova – Natal/RN
CEP 59072-970

DESTINATÁRIO (verso do envelope)
Nome completo (antecedido pelo pronome de tratamento apropriado)‏
Cargo/Função
Instituição a que pertence
Endereço Essa carta é argumentativa? Sim. Que elementos encontramos no texto que nos permitem responder a essas perguntas afirmativamente?

Os elementos que permitem a identificação do texto como uma carta argumentativa são a estrutura composicional (data, local, vocativo, corpo do texto, despedida e assinatura), o estabelecimento da interlocução e a defesa de um ponto de vista com argumentos. A partir de que critérios podemos dizer que esse texto apresenta qualidades e/ou defeitos?

Os critérios a partir dos quais podemos analisar a carta do graduando do BCT serão apresentados a seguir. Outro ponto a destacar está diretamente relacionado às dependências da ECT. É verdade que não há motivos para os alunos se queixarem da estrutura física dos auditórios, laboratórios e salas de aula, tampouco dos equipamentos os quais utilizamos diariamente. Mas devo confessar minha frustração com a falta de uma biblioteca setorial em nosso prédio. O deslocamento até a Biblioteca Central para fazer uma simples consulta demanda um tempo que poderia ser minimizado com a criação de uma biblioteca na ECT.

No mais, reitero que o trabalho realizado por todos que fazem parte do BCT é de extrema importância para a formação de profissionais capacitados. Também sei que, pela fato de esse ser um curso novo, muito ainda precisa ser feito, mas acredito que os senhores não medirão esforços para torná-lo uma referência para todo o Brasil.

Atenciosamente,

Francisca Gonzaga
Estudante do curso de C&T da UFRN Natal, 24 de setembro de 2011.

Aos senhores diretores professor Rex Medeiros e professora Glícia Azevedo,

Gostaria de espor a minha opinião sobre como deveria funcionar a formação acadêmica no Bacharelado em Ciências e Tecnologia (C&T). Entendo que para formar um engenheiro capacitado é preciso correlacionar conhecimento científico, criatividade e problemas da vida real. Posto isto, é preciso que a nossa formação seja baseada em inovações tecnológicas.

Acredito que é preciso mesclar diversas formas de ensino para se obter o desejado. Não adianta mais ensinar com base apenas em livros. Concordo com Eduardo Valadares, professor do Departamento de Física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que disse em entrevista à revista Veja: “o nosso sistema educacional não valoriza a criatividade; as escolas ainda estão preocupadas em formar o aluno para as provas. Com um método livresco, a ciência passa a ser inatingível, descolada da vida real”.

Desse modo, senhores, é preciso que haja inovação no nosso curso de C&T, pois como iremos enfrentar o mercado de trabalho com ensino básico? Precisamos aprender a conviver com situações reais das engenharias e lidar com experimentos físicos e químicos mais concretos do que aqueles os quais trabalhamos atualmente. Por exemplo, os senhores poderiam propor visitas nas bases marítimas da Petrobras. Iríamos saber como seus empregados trabalham e poderíamos ver como se perfura um poço, entre várias outras atividades. Isso nos proporcionaria uma noção melhor das experiências das pessoas que atuam nas engenharias.

Concluo ratificando que a formação dos alunos do BCT deve ser repensada. É preciso que as disciplinas de ciências exatas se tornem atraente para os futuros engenheiros, com a adoção de um novo perfil de aulas práticas. Portanto, diretores, pensem nesta proposta. Com a competência dos senhores, é possível mudar a realidade do ensino aqui.

Atenciosamente,

Maria de Almeida
Graduanda do Bacharelado em Ciências e Tecnologia No meu entender, não se trata, pois, de (...), mas (...)‏

O senhor acusa-me de (...); no entanto, (...)‏

Não percebo motivos para tais inquietações, pois (...)‏

Equivocadamente, Vossa Senhoria declarou (...)‏

Julgo difícil acreditar (...)‏

Tal fato evidencia que o senhor desconhece alguns
dados referentes a/ ao/ aos reais motivos/ às verdadeiras razões (...)‏

Quanto ao argumento segundo o qual (...), acredito (...)‏

Creio que a ideia “x” acaba por reforçar a imagem preconceituosa segundo a qual (...)‏ Leiam o texto produzido por uma graduanda do BCT e respondam às questões propostas. CONSTRUÇÃO DE IMAGENS Atividade em trio O corpo da carta é constituído de três partes essenciais:

introdução: contextualização do assunto e posição adotada pelo autor;

desenvolvimento: exame e discussão das questões levantadas pelo escrevente;

conclusão: síntese das ideias desenvolvidas na carta, acompanhada de recomendação, sugestão, ou proposta que reforce no leitor o desejo de aderir ao ponto de vista do escrevente. A conclusão pode ser uma síntese das ideias desenvolvidas na carta, acompanhada de uma recomendação, sugestão, proposta que reforce no leitor o desejo de aderir ao ponto de vista do escrevente. ATENÇÃO!



* Não confunda vocativo com destinação.

* Não trate seu interlocutor de modo que sugira um grau de intimidade e/ou de afetividade inexistente.

* Não misture os tipos de pronome. Carta argumentativa Até o momento, estudamos questões relacionadas à argumentação e ao gênero discursivo artigo de opinião. Vimos que a argumentação pressupõe um tema sobre o qual um indivíduo expressa sua opinião (a tese), apresentando razões (os argumentos) que a alicerçam, na tentativa de convencer seu(s) interlocutor(es) a aceitar(em) o ponto de vista defendido.

Quanto a isso, vimos, ainda, que o artigo de opinião constitui um dos gêneros discursivos construídos argumentativamente. Nele, o(a) articulista analisa e discute um fato/uma situação, assumindo uma posição e justificando-a por meio de argumentos plausíveis, de modo a conquistar a adesão do leitor. INICIANDO NOSSA CONVERSA 1. Apontem a tese defendida pela autora da carta. (2,0)

2. Identifiquem duas das estratégias argumentativas utilizadas na carta, indicando os trechos em que se encontram. (3,0)


3. Que imagem(ns) a escrevente constrói de si ao longo da carta? (1,0)


4. Que imagem(ns) a escrevente da carta constrói de seus interlocutores? (1,0)


5. Explicitem três problemas linguístico-textuais e/ou discursivos que vocês conseguem detectar na carta lida e reescrevam, de modo mais adequado, os trechos em que eles se encontram. (3,0)
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