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A estrutura das revoluções científicas II

Apresentação
by

Tania Crocetta

on 8 January 2012

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Transcript of A estrutura das revoluções científicas II

A estrutura das Revoluções Científicas
Dado que os novos paradigmas nascem dos antigos, incorporam comumente grande parte do vocabulário e dos aparatos, tanto conceituais como de manipulação, que o paradigma tradicional já empregara. (p. 190)
A resolução das Revoluções
É somente através da ciência normal que a comunidade profissional de cientistas obtém sucesso; primeiro, explorando o alcance potencial e a precisão do velho paradigma e então isolando a dificuldade cujo estudo permite a emergência de um novo paradigma. (p. 194)
Capítulo 12
O Progresso através de Revoluções
O processo descrito como "A Resolução das Revoluções" corresponde à seleção pelo conflito da maneira mais adequada de praticar a ciência - seleção realizada no interior da comunidade científica. (p. 217)
Água em Marte
Missões espaciais encontraram evidências muito fortes de que houve água líquida no planeta vermelho bilhões de anos atrás. Mais recentemente, pesquisadores comprovaram a existência de gelo enterrado no solo e até em grandes blocos;
Essa insistência em comparar teorias caracteriza igualmente a situação histórica na qual uma nova teoria é aceita. Muito provavelmente, ela indica uma das direções pelas quais deverão avançar as futuras discussões sobre o problema da verificação. (p. 187)
Células-tronco
Células com capacidade de reescrever seu próprio destino, as células-tronco foram uma das mais promissoras fronteiras para o tratamento de doenças. E, nesta década, os cientistas aprenderam melhor do que nunca como manejá-las e controlá-las;
Por exemplo, embora nem a teoria de Priestley nem a de Lavoisier concordassem precisamente com as observações existentes, poucos contemporâneos hesitaram por mais de uma década para concluir que a teoria de Lavoisier era, das duas, a que melhor se adequava aos fatos. (p. 189)
Para levar a cabo a transição ao universo de Einstein, toda a teia conceitual cujos fios são o espaço, o tempo, a matéria, a força, etc., teve que ser alterada e novamente rearticulada em termos do conjunto da natureza. (p. 191)
Mais precisão na cosmologia
Vários experimentos mostraram melhor do que nunca o que está acontecendo no Universo. Algumas técnicas levaram a resultados surpreendentes, como a comprovação de que o Cosmos é plano;
Por exercerem sua profissão em mundos diferentes, os dois grupos de cientistas vêem coisas diferentes quando olham de um mesmo ponto para a mesma direção. Isso não significa que possam ver o que lhes aprouver. Ambos olham para o mundo e o que olham não mudou. Mas em algumas áreas vêem coisas diferentes, que são visualizadas mantendo relações diferentes entre si. É por isso que uma lei, que para um grupo não pode nem mesmo ser demonstrada, pode, ocasionalmente, parecer intuitivamente óbvia a outro. (p. 192)
“Uma nova verdade científica não triunfa convencendo seus oponentes e fazendo com que vejam a luz, mas porque seus oponentes finalmente morrem e uma nova geração cresce familiarizada com ela”. (p. 193)
A parte oculta do genoma
O que se imaginava a respeito do DNA humano estava errado. Além de menos genes (são 21 mil, contra os 100 mil idealizados antes), boa parte do que se achava "lixo" desempenha funções importantes;
DNA pré-histórico
Novas técnicas de análise permitiram avaliar o DNA de animais e plantas extintos dezenas de milhares ou milhões de anos atrás, com bastante precisão. Desse modo, descobriu-se a cor das penas de alguns dinossauros e até detalhes sobre cabelo e pele dos neandertais;
Capítulo 11
Em suma: se um novo candidato a paradigma tivesse que ser julgado desde o início por pessoas práticas, que examinassem tão-somente sua habilidade relativa para resolver problemas, as ciências experimentariam muito poucas revoluções de importância (p. 200).
Exoplanetas
A quantidade de planetas conhecidos fora do Sistema Solar disparou: passou de 26, em 2000, para os atuais 505. E os registros não param de acontecer, devido a vários avanços tecnológicos na astronomia;
Homens foram convertidos por essas considerações em épocas nas quais a maioria dos argumentos técnicos apontava noutra direção. (p. 201)
Metamateriais
Cientistas criaram uma junção de materiais que age com propriedades que não são normalmente encontradas na natureza. Eles trabalham direcionando a luz e outras ondas eletromagnéticas, conseguindo efeitos considerados impossíveis de forma natural.
As revoluções terminam com a vitória total de um dos dois campos rivais. (p. 210)
Microbioma
Nos anos 2000, os humanos finalmente deram uma trégua às bactérias e aceitaram que muitos desses micro-organismos desenvolvem funções importantes no funcionamento e até na proteção do corpo humano;
Em primeiro lugar, o novo candidato deve parecer capaz de solucionar algum problema extraordinário, reconhecido como tal pela comunidade e que não possa ser analisado de nenhuma outra maneira. (p. 213)
Em segundo, o novo paradigma deve garantir a preservação de uma parte relativamente grande da capacidade objetiva de resolver problemas, conquistada pela ciência com o auxilio dos paradigmas anteriores. (p. 214)
Inflamação
Os processos inflamatórios se mostraram muito mais complexos do que se imaginava. Descobriu-se que câncer, diabetes e até Alzheimer são relacionados a respostas inflamatórias que podem, em muitos casos, levar à morte ou a sequelas graves;
Se pudermos aprender a substituir a evolução-a-partir-do-que-sabemos pela evolução-em-direção-ao-que-queremos-saber diversos problemas aflitivos poderão desaparecer nesse processo. (p. 215)
KUHN, Thomas S. A Estrutura das Revoluções Cientítifcas. São Paulo: Perspectiva, 2009.
MIRANDA, G. Revista "Science" elege as maiores descobertas científicas da década e do ano. Publicada em 17/12/2010. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/847201-revista-science-elege-as-maiores-descobertas-cientificas-da-decada-e-do-ano.shtml>. Acesso em: out. 2011
Referências
Tela Pedro Américo (1843 – 1905): Independência ou Morte, 1888.
Óleo sobre tela. São Paulo – Museu Paulista - USP
Por: Tânia Brusque Crocetta (Nov.2011)
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