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CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

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by

Wilton Rocha

on 9 June 2015

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Transcript of CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO
Abrangência, Caldeiras, Tubulações e Anexo II
Deve-se aplicar NR 13 a todos os equipamentos que atendem as condições abaixo:
Todos os equipamentos enquadrados como caldeiras;

vasos de pressão cujo produto P.V seja superior a 8 (oito);

vasos de pressão que contenham fluido da classe A, independente das dimensões e do produto P.V;

Recipientes móveis com P.V superior a 8 (oito) ou com fluido da classe A;

Tubulações ou sistemas de tubulação interligados a caldeiras ou vasos de pressão, que contenham fluidos de classe A ou B.




OBS: * Em termos gerais, os fluidos classe A e B são inflamáveis e tóxicos, sendo a classe A mais perigosa que a classe B.
* P é a pressão máxima de operação em kPa e V o seu volume interno em m .

3
ABRANGÊNCIA
Devem-se submeter a inspeções previstas em códigos e normas, nacionais e internacionais, os equipamentos abaixo:
Recipientes transportáveis, vasos de pressão destinados ao transporte de produtos, reservatórios portáteis de fluido comprimido e extintores de incêndio;

Vasos de pressão destinados à ocupação humana;









ABRANGÊNCIA
Devem-se submeter a inspeções previstas em códigos e normas, nacionais e internacionais, os equipamentos abaixo:
Vasos de pressão com diâmetro interno inferior a 150 mm para fluidos das classes B, C e D;

Trocadores de calor por placas corrugadas gaxetadas;

Geradores de vapor não enquadrados em códigos de vasos de pressão;

Tubos de sistemas de instrumentação com diâmetro nominal = 12,7 mm;

Tubulações de redes públicas de tratamento e distribuição de água e gás e de coleta de esgoto.






ABRANGÊNCIA
Por que as tubulações compreendem a NR 13?
As falhas de tubulações ocasionam grandes acidentes industriais. Assim, no dia 2 de Maio de 2014 a NR 13 foi revisada com a inclusão das tubulações na norma.

Enquadra-se na NR 13 qualquer tipo de tubulação interligada a caldeiras ou vasos de pressão que contenham fluidos do tipo A ou B

Acidentes industriais que agridem o meio ambiente, geralmente estão relacionados a falhas no dimensionamento, em proteções e alinhamentos das tubulações;

Os acidentes com tubulações são responsáveis por perdas de 62 MM US$.





TUBULAÇÕES
Tubulações - Disposições Gerais
Segundo o item 13.6.1.1 da NR 13, as empresas que trabalham com caldeiras ou vasos de pressão devem possuir um plano de inspeção que considere:

Os fluidos transportados;

A pressão de trabalho;

A temperatura de trabalho;

Os mecanismos de danos previsíveis;

As consequências para os trabalhadores, instalações e meio ambiente trazidas por possíveis falhas das tubulações.





TUBULAÇÕES
Tubulações - Disposições Gerais
Os itens 13.6.1.2 e 13.6.1.3 informam que as tubulações ou sistemas de tubulação devem possuir respectivamente:

Dispositivos de segurança conforme os critérios do código de projeto utilizado, ou em atendimento às recomendações de estudo de análises de cenários de falhas;

Indicador de pressão de operação, conforme definido no projeto de processo e instrumentação.




TUBULAÇÕES
Tubulações - Disposições Gerais
Todo estabelecimento que possua tubulações, sistemas de tubulação ou linhas deve ter a seguinte documentação devidamente atualizada:

Especificações aplicáveis às tubulações ou sistemas, necessárias ao planejamento e execução da sua inspeção;

Fluxograma de engenharia com a identificação da linha e seus acessórios;

PAR - Análise preliminar de risco;

Relatórios de inspeção.




TUBULAÇÕES
Fluxograma de engenharia com identificação da linha e seus acessórios

(letra "b" do ítem anterior)
Segurança na operação de tubulações
Os dispositivos de indicação de pressão da tubulação devem ser mantidos em boas condições operacionais.

As tubulações de vapor e seus acessórios devem ser mantidos em boas condições operacionais, de acordo com um plano de manutenção elaborado pelo estabelecimento;

As tubulações e sistemas de tubulação devem ser identificáveis segundo padronização formalmente instituída pelo estabelecimento, e sinalizadas conforme a NR-26.





TUBULAÇÕES
Inspeção periódica de tubulações
Os intervalos de inspeção das tubulações:

Devem atender aos prazos máximos da inspeção interna do vaso ou caldeira mais crítica a elas interligadas;

Quando periódicos, não podem exceder os prazos estabelecidos em seu programa de inspeção, consideradas as tolerâncias permitidas para as empresas;

No programa de inspeção por sistema, deve ser correspondente ao da sua linha mais crítica.


TUBULAÇÕES
Outras considerações:

Devem ser constituídas de exames e análises, que permitam uma avaliação da sua integridade estrutural de acordo com normas e códigos aplicáveis.

No caso de risco à saúde e à integridade física dos trabalhadores envolvidos na execução da inspeção, a linha deve ser retirada de operação.
Inspeção periódica de tubulações
TUBULAÇÕES
É necessário uma inspensão extraordinária realizada nas seguintes situações:

Sempre que a tubulação for danificada por acidente ou outra ocorrência que comprometa a segurança dos trabalhadores;

Quando a tubulação for submetida a reparo provisório ou alterações significativas, capazes de alterar sua capacidade de contenção de fluído;

Antes da tubulação ser recolocada em funcionamento, quando permanecer inativa por mais de 24 meses.
Inspeção periódica de tubulações
TUBULAÇÕES
Após a inspeção de cada tubulação, sistema ou linha, deve ser emitido um relatório de inspeção, com páginas numeradas, que passa a fazer parte da sua documentação, e deve conter no mínimo:
Inspeção periódica de tubulações
TUBULAÇÕES
Identificação da(s) linha(s) ou sistema de tubulação;

Fluidos de serviço da tubulação, e respectivas temperatura e pressão de operação;

Data de início e término da inspeção;

Tipo de inspeção executada;

Descrição dos exames executados;

Resultado das inspeções;

Parecer conclusivo quanto à integridade da tubulação, do sistema de tubulação ou da linha até a próxima inspeção;

Recomendações e providências necessárias;

Data prevista para a próxima inspeção;

Nome, assinatura e número do registro no conselho profissional do PH além do nome e assinatura de técnicos que participaram da inspeção.

Os períodos especiais entre inspeções são fiscalizadas pelo INMETRO. Para a aprovação, é necessário que sigam todos os requisitos recomendados abaixo:

Existência de pessoal próprio da empresa para realizar a atividade de inspeção, avaliação de integridade e vida residual das caldeiras ou vasos de pressão;;

Mão-de-obra qualificada para ensaios não-destrutivos e outros serviços de caráter eventual;

Gerente qualificado para atender necessariamente ao serviço de inspeção de equipamentos;

Requisitos para certificação de
"serviço próprio de inspeção deequipamentos"
ANEXO II

Existência de pelo menos um PH;

Condições adequadas para manutenção de arquivo técnico atualizado;

Para as principais atividades executadas, é necessário que as tais estejam escritas e que os aparelhos a serem utilizados sejam coerentes as atividades propostas;

Cumprimento mínimo da programação de inspeção.


Requisitos para certificação de
"serviço próprio de inspeção de equipamentos"
ANEXO II
Caldeiras a vapor - disposições gerais

São equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior à atmosférica, utilizando qualquer fonte de energia, projetados conforme códigos pertinentes, excetuando-se refervedores e similares.





CALDEIRAS
Caldeiras a vapor - Classificação

As caldeiras são classificadas em três categorias como segue abaixo:

Categoria A: são aquelas cuja pressão de operação é igual ou superior a 1960 kPa (19,98 kgf/cm2);

Categoria C são aquelas cuja pressão de operação é igual ou inferior a 588 kPa (5,99 kgf/cm2) e o volume interno é igual ou inferior a 100 l (cem litros);

Categoria B são todas as caldeiras que não se enquadram nas categorias anteriores.
CALDEIRAS
Alguns ítens necessários

Válvula de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior a PMTA;

Instrumento que indique a pressão do vapor acumulado;


Injetor ou sistema de alimentação de água independente do principal que evite o superaquecimento por alimentação deficiente, acima das temperaturas de projeto, de caldeiras de combustível sólido não atomizado ou com queima em suspensão;

Sistema automático de controle do nível de água com intertravamento que evite o superaquecimento por alimentação deficiente.


CALDEIRAS
Placas de identificação da caldeira

As placas de identificação devem conter:

Nome do fabricante;
Número de ordem dado pelo fabricante da caldeira;
Ano de fabricação;
Pressão máxima de trabalho admissível;
Pressão de teste hidrostático de fabricação;
Capacidade de produção de vapor;
Área de superfície de aquecimento;
Código de projeto e ano de edição.


CALDEIRAS
Documentação necessária
a) Prontuário da caldeira, fornecido por seu fabricante, contendo as seguintes informações:

Código de projeto e ano de edição;
Especificação dos materiais;
Procedimentos utilizados na fabricação, montagem e inspeção final;
Metodologia para estabelecimento da PMTA;
Registros da execução do teste hidrostático de fabricação;
Conjunto de desenhos e demais dados necessários para o monitoramento da vida útil da caldeira;
Características funcionais;
Dados dos dispositivos de segurança;
Ano de fabricação;
Categoria da caldeira;
CALDEIRAS
Documentação necessária
b) Registro de Segurança;

c) Projeto de Instalação;

d) PAR;

e) Relatórios de inspeção;

f) Certificados de calibração dos dispositivos de segurança.

CALDEIRAS
OBS: Quando inexistente ou extraviado, o prontuário da caldeira deve ser reconstituído pelo empregador.

Registro de segurança
O Registro de Segurança deve ser constituído por livro de páginas numeradas, pastas ou sistema informatizado com confiabilidade equivalente onde serão registradas:


CALDEIRAS
Disposições finais quanto a documentação
Caso a caldeira venha a ser considerada inadequada para uso, o Registro de Segurança deve conter tal informação e receber encerramento formal.

A documentação da caldeira deve estar sempre à disposição para consulta dos operadores, do pessoal de manutenção, de inspeção e das representações dos trabalhadores e do empregador na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, devendo o empregador assegurar pleno acesso a essa documentação.


CALDEIRAS
Instalações de caldeiras a vapor
A autoria do projeto de instalação é de responsabilidade de PH, e deve obedecer aos aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos nas Normas Regulamentadoras, convenções e disposições legais aplicáveis.

As caldeiras de qualquer estabelecimento devem ser instaladas em casa de caldeiras ou em local específico para tal fim, denominado área de caldeiras.

As caldeiras podem ser instaladas em ambientes abertos ou fechados, atendendo a alguns requisitos em ambos os casos.

CALDEIRAS
Instalações de caldeiras a vapor
Areas com caldeiras em ambiente aberto, devem satisfazer aos seguintes requisitos:

Estar afastada de, no mínimo, três metros de:







Dispor de pelo menos duas saídas amplas, permanentemente desobstruídas, sinalizadas e dispostas em direções distintas;


CALDEIRAS

Dispor de acesso fácil e seguro, necessário à operação e à manutenção da caldeira, sendo que, para guarda-corpos vazados, os vãos devem ter dimensões que impeçam a queda de pessoas;

Ter sistema de captação e lançamento dos gases e material particulado, provenientes da combustão, para fora da área de operação atendendo às normas ambientais vigentes;

Dispor de iluminação conforme normas oficiais vigentes;

Ter sistema de iluminação de emergência caso opere à noite.



Instalações de caldeiras a vapor
Areas com caldeiras em ambiente fechado, devem satisfazer aos seguintes requisitos:

O prédio deve ser separado, de material resistente ao fogo, com as outras paredes afastadas de, no mínimo, 3,0 m (três metros) de outras instalações, do limite de propriedade de terceiros, do limite com as vias públicas e de depósitos de combustíveis, excetuando-se reservatórios para partida com até dois mil litros de capacidade;

Além disso, deve dispor de:

Pelo menos duas saídas amplas, permanentemente desobstruídas, sinalizadas e dispostas em direções distintas;

Ventilação permanente com entradas de ar que não possam ser bloqueadas;


Sensor para detecção de vazamento de gás quando se tratar de caldeira a combustível gasoso;

Acesso fácil e seguro, necessário à operação e à manutenção da caldeira, sendo que, para guarda-corpos vazados, os vãos devem ter dimensões que impeçam a queda de pessoas;

Sistema de captação e lançamento dos gases e material particulado, provenientes da combustão, para fora da área de operação atendendo às normas ambientais vigentes;

Iluminação conforme normas oficiais vigentes;

Sistema de iluminação de emergência caso opere à noite.


CALDEIRAS
OBS: Quando o estabelecimento não puder atender ao disposto nos itens anteriores, deve ser elaborado projeto alternativo de instalação, com medidas complementares de segurança, que permitam a atenuação dos riscos, comunicando previamente a representação sindical dos trabalhadores predominante no estabelecimento.
Segurança na operação das caldeiras
Toda caldeira deve possuir manual de operação atualizado, em língua portuguesa, em local de fácil acesso aos operadores, contendo no mínimo:

Procedimentos de partidas e paradas;

Procedimentos e parâmetros operacionais de rotina;

Procedimentos para situações de emergência;

Procedimentos gerais de segurança, saúde e de preservação do meio ambiente.

OBS: A qualidade da água deve ser controlada e tratamentos devem ser implementados, quando necessários, para compatibilizar suas propriedades físico-químicas com os parâmetros de operação da caldeira, sendo estes tratamentos obrigatórios em caldeiras classificadas como categoria A desta NR

CALDEIRAS
Inspeção de segurança de caldeiras.
As caldeiras devem ser submetidas a inspeções de segurança inicial, periódica e extraordinária.

A inspeção de segurança inicial deve ser feita em caldeiras novas, antes da entrada em funcionamento, no local de operação.

As caldeiras devem obrigatoriamente ser submetidas a Teste Hidrostático - TH em sua fase de fabricação, e ter o valor da pressão de teste afixado em sua placa de identificação.

Para equipamentos em operação antes da vigência desta NR, a critério do PH, o TH deve ser realizado na próxima inspeção de segurança periódica.


CALDEIRAS
Inspeção de segurança de caldeiras.
A inspeção de segurança periódica, constituída por exames interno e externo, deve ser executada nos seguintes prazos máximos:

Doze meses para caldeiras das categorias A, B e C;
Quinze meses para caldeiras de recuperação de álcalis de qualquer categoria;

OBS: O aumento no prazo de inspeção das cadeiras pode ser modificado com de acordo com algumas especificações da norma que requerem uma segurança maior.

CALDEIRAS
Inspeção de segurança de caldeiras.
No máximo, ao completar 25 anos de uso, na sua inspeção subsequente, as caldeiras devem ser submetidas a uma avaliação de integridade com maior abrangência para determinar a sua vida remanescente e novos prazos máximos para inspeção, caso ainda estejam em condições de uso.

As válvulas de segurança instaladas em caldeiras devem ser inspecionadas periodicamente.


CALDEIRAS
Inspeção de segurança extraordinária.
Deve ser feita nas seguintes oportunidades:

Sempre que a caldeira for danificada por acidente ou outra ocorrência capaz de comprometer sua segurança;

Quando a caldeira for submetida à alteração ou reparo importante capaz de alterar suas condições de segurança;

Antes de a caldeira ser recolocada em funcionamento, quando permanecer inativa por mais de seis meses;

Quando houver mudança de local de instalação da caldeira.

CALDEIRAS
O relatório de inspeção
Imediatamente após a inspeção da caldeira, deve ser anotada no seu Registro de Segurança a sua condição operacional, e, em até 60 dias, deve ser emitido o relatório, que passa a fazer parte da sua documentação.

O relatório deve ser elaborado em páginas numeradas contendo no mínimo:

Dados constantes na placa de identificação da caldeira;
Categoria da caldeira;
Tipo da caldeira;
Tipo de inspeção executada;
Data de início e término da inspeção;
Descrição das inspeções, exames e testes executados;
Registros fotográficos do exame interno da caldeira;
Resultado das inspeções e providências;


CALDEIRAS
O relatório de inspeção
Relação dos itens desta NR que não estão sendo atendidos;
Recomendações e providências necessárias;
Parecer conclusivo quanto à integridade da caldeira até a próxima inspeção;
Data prevista para a nova inspeção de segurança da caldeira;
Nome legível, assinatura e número do registro no conselho profissional do PH e nome legível e assinatura de técnicos que participaram da inspeção.

Observações adicionais

As recomendações decorrentes da inspeção devem ser registradas e implementadas pelo empregador, com a determinação de prazos e responsáveis pela execução.

Sempre que os resultados da inspeção determinarem alterações dos dados de projeto, a placa de identificação e a documentação do prontuário devem ser atualizadas.


CALDEIRAS
Karina, Luanni, Lucas, Marcos, Naigjane, Patrícia, Pedro, Rafael Gildemar, Rafael Guimarães, Sávio, Tainara, Thiago, Vanessa, Wilton.
Vasos de pressão que façam parte integrante de pacote de máquinas de fluido rotativas ou alternativas;

Dutos;

Fornos e serpentinas para troca térmica;

Tanques e recipientes para armazenamento e estocagem de fluidos não enquadrados em normas e códigos de projeto relativos a vasos de pressão;
Todas as ocorrências importantes capazes de influir nas condições de segurança da caldeira;

As ocorrências de inspeções de segurança inicial, periódica e extraordinária, devendo constar a condição operacional da caldeira, o nome legível e assinatura de PH e do operador de caldeira presente na ocasião da inspeção.


- Outras instalações do estabelecimento;
- De depósitos de combustíveis, excetuando-se reservatórios para partida com até 2000 l de capacidade;
- do limite de propriedade de terceiros;
- do limite com as vias públicas;


Brasil. NR 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações. SICEPOT-MG - Sistema da Indústria da Construção Pesada no Estado de Minas Gerais. [Online] 1978. [Citado em: 04 de Junho de 2015.] http://www.sicepot-mg.com.br/imagensDin/arquivos/5594.pdf.


Referência bibliográfica
REFERÊNCIA
*Turmas A e B
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