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Sarau no Teatro da Trindade

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by

Miguel Almeida

on 26 February 2013

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Transcript of Sarau no Teatro da Trindade

Sarau
no Teatro
da
Trindade Alencar Cruges Ajudar as vitimas das inundações do Ribatejo Reunir as várias camadas das classes mais prestigiadas Apresentar um tema querido pela sociedade lisboeta: oratória Criticar o Ultra-Romantismo Contrastar a festa com a Tragédia O poeta Ultra-Romântico O intelectual incompreendido Crónica
de
Costumes Oratória
de
Rufino Sentimento
excessivo pelos
versos de Alencar Ignorância e incompreensão
da
Sonata tocada Superficialidade
das
conversas Personagens fulcrais à
ação Objetivo Rufino O bacharel transmontano Insensibilidade Artística
Superficialidade das conversas
Ignorância dos espectadores O tema da democracia Romântica
Excessivo lirismo carregado de conotações sociais Desfasamento entre a realidade e o discurso
Falta de originalidade
Retórica oca
Aclamação do público tocado no seu sentimentalismo Tornou-se um fiasco pela incompreensão e reação do público. É feita uma crítica aos portugueses pela sua cultura, visto que eram ignorantes e não possuíam sensibilidade artística. É feita uma crítica ao ultrarromantismo - estilo literário apreciado pelos portugueses. É também feita uma crítica aos portugueses na medida em que estes se importavam pelo fútil e teatral como a representação desta personagem. Público aplaudiu-o caracterizando a sua oratória como “sublime”. Isto crítica os portugueses por não terem espírito crítico, sem evoluir no pensamento, por interessarem-se por assuntos banais e por estes se deixarem levar pelas aparências. Elementos linguísticos utilizados Adjetivação expressiva Estrangeirismos Discurso indireto livre Cache-nez, sport, bonsoi, messieurs... “Tudo nela era maravilhoso, são, perfeito.” “Tudo nela era maravilhoso, são, perfeito.” Ironia “Como todos os homens educados pela Filosofia (...) via nos grandes fatos da História não só a beleza poética, mas a sua influência social.” Caraterização feita de Rufino Caraterização feita de Maria Eduarda Simboliza A orientação mental daqueles que o ouviam:
Artificialismo barroco;
Ultra-Romantismo Simboliza Os que se
diferenciavam
pelo amor à arte
dos ignorantes Simboliza Todos os portugueses apoiantes da Democracia, que submergem dos valores antigos Encontra-se no capítulo XVI;

Carlos e Maria Eduarda têm uma relação estável, com planos para o futuro - casa em Itália;

Carlos e Ega vão ao sarau apenas para cumprir uma obrigação social;

Quando o sarau termina, Guimarães interpela Ega, entregando-lhe o cofre de Maria Monforte, contendo a verdade sobre a idêntidade de Maria Eduarda.
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