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ASCARIDÍASE E ESTRONGILOIDÍASE

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by

Thabata Ribeiro

on 8 May 2015

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Transcript of ASCARIDÍASE E ESTRONGILOIDÍASE

Doença infecto parasitária intestinal, que tem como agente etiológico o
Ascaris lumbricoides.


Filo:

Nemalthemintes

Família:

Ascarididae

Gênero:

Ascaris

Espécie:

Ascaris lumbricoides

TRANSMISSÃO
1- A ingestão de água ou alimento (frutas e verduras) contaminados pode introduzir ovos de lombriga no tubo digestório humano;
MORFOLOGIA
Macho: tamanho 20 a 30cm;
Fêmea: tamanho 30 a 40cm.
Ovo - larvas L3

DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO
PERÍODO DE INCUBAÇÃO
De 4 a 8 semanas, período necessário para completar o ciclo vital do parasita.
COMPLICAÇÕES PELA ALTA CARGA
1. Obstrução intestinal, perfuração intestinal;
2. Pneumonite transitória aguda (Síndrome de Löffler);
3. Pancreatite aguda;
4. Obstrução do colédoco, do cístico e das vias biliares intra hepáticas, levando a colecistite e colelitíase;
5. Eliminação do parasita pela boca e narinas.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
RESP.:
Tosse, dispneia do tipo asmatiforme, bronquite;
TRATAMENTO
Levamisol -
150mg, VO, em dose única para adultos; crianças abaixo de 8 anos, 40mg; acima de 8 anos, 80 mg, também em dose única;

Mebendazol
- 100mg em dose única; escolha para pacientes poliparasitados;

Albendazol
(ovocida, larvicida e vermicida) - 400mg em dose única para adultos; em criança, 10mg/kg, dose única;


Hemograma:
eosinofilia;

Laboratorial:
exame parasitológico de fezes. As técnicas mais indicadas: Lutz, Faust e Kato-Katz (permite a quantificação dos ovos e consequentemente estima o grau de parasitismo dos portadores);

Radiológico:
infiltrados intersticiais no Rx de tórax e distenção de alças intestinais;

Diferencial:
Estrongiloidíase, amebíase, apendicite, pneumonias, outras verminoses.

ASCARÍDIASE
ASCARIDÍASE
ASCARIDÍASE
ASCARIDÍASE E ESTRONGILOIDÍASE
AMANDA GHERSEL
CLEIDIANE ARAÚJO
KAROLYNE TEIXEIRA
MARIANA VIANA
MARIANA OLIVEIRA
NOEME COUTINHO
TÁBATA RIBEIRO
THALES JOSÉ
HABITAT
Infecções moderadas:

intestino delgado (jejuno e íleo)


Infecções intensas:
todo o intestino delgado
Presos à mucosa com auxílio dos
lábios ou migram pela
luz intestinal

2- No intestino delgado, cada ovo se rompe e libera uma larva;
3- Cada larva penetra no revestimento intestinal e cai na corrente sanguínea, atingindo fígado, coração e pulmões, onde sofre algumas mudanças de cutícula e aumenta de tamanho;
5- Ao abandonar os alvéolos passam para os brônquios, traquéia, laringe (onde provocam tosse com o movimento que executam) e faringe;
6- Em seguida, são deglutidas e atingem o intestino delgado, onde crescem e se transformam em vermes adultos;
7- Após o acasalamento, a fêmea inicia a liberação dos ovos. Cerca de 15.000 por dia;
4- Permanece nos alvéolos pulmonares podendo causar sintomas semelhantes ao de pneumonia;
8-Os ovos são eliminados com as fezes. Dentro de cada ovo, dotado de casca protetora, ocorre o desenvolvimento de um embrião que, após algum tempo, origina uma larva;
9- Ovos contidos nas fezes contaminam a água de consumo e os alimentos utilizados pelo homem.
PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE
Durante todo o período em que o indivíduo portar o verme e estiver eliminando ovos pelas fezes. Quando os ovos embrionados encontram um meio favorável, podem permanecer viáveis e infectantes durante anos.
TGI:
Dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreia e anorexia;
Assintomáticos;
AÇÃO TÓXICA:
irritação das vias aéreas superiores, acesso de asma, eosinofilia sanguínea, edemas e erupção de urticária;
AÇÃO MECÂNICA:
migração errática do verme adulto ou pela obstrução intestinal por bolo de Ascaris lumbricoides.
DIAGNÓSTICO
OBSTRUÇÃO
INTESTINAL
1 -
Punção venosa p/ hidratação e reposição volêmica;
2 -
Dieta zero;
3 -
Passar sonda nasogástrica;
4 -
Piperazina (100mg/kg/dia) + óleo mineral (40 a 60ml/dia);
5 -
Se houver piora do quadro em 12-24h = tratamento cirúrgico.
PROFLAXIA
Educação sanitária
Saneamento básico
Destino adequado às fezes
Tratamento da água
Cuidados higiênicos
Lavar e desinfectar verduras cruas
Tratemento de pessoas infectadas.

ESTRONGILOIDÍASE
DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO
Doença infecto parasitária intestinal, causada por Helminto Strongyloides stercoralis.

Filo: Aschelminthes
Família: Strongyloididae
Gênero: Strongyloides
Espécie: S. stercoralis

Macho: 0.7mm x 0,04mm

Fêmea: Partenogenética parasita – 1,7 a 2,5mm x 0,03 a 0,04mm

Vida livre ou estercoral – 0,8 a 1,2mm x 0,05 a 0,07mm

Ovos: Fêmea parasita - 0,05mm x 0,03mm

Fêmea de vida livre - 0,07mm x 0,04 mm

Larvas: Rabditóides - 0,2 a 0,3 mm x 0,015mm

Filarioides - 0,35 a 0,5 mm x 0,01 a 0,03mm


MORFOLOGIA
HABITAT

Normal:
As fêmeas partenogênicas localizam-se na parede do intestino, nas criptas da mucosa duodenal;

Formas graves:
porção pilórica do estômago até o intestino grosso.

TRANSMISSÃO
1. As larvas infectantes (filarioides), presentes no meio externo, penetram através da pele no homem, e adentram a corrente sanguínea;

2. Pela circulação vão atingir os pulmões, traqueia e epiglote, atingindo o trato digestivo, via descendente, onde se desenvolve o verme adulto;

3. No trato digestivo a fêmea parasita libera ovos larvados, que eclodem no intestino, liberando larvas rabditóides (não infect.);

4. Essas larvas podem sair através das fezes e evoluir, no meio externo, para a forma infectante ou para adultos de vida livre, que,
ao se acasalarem, geram novas formas evolutivas.

Auto-endoinfecção:
quando as larvas passam a ser filarióides no interior do próprio hospedeiro, sem passar por fase evolutiva no meio externo;

Auto-exoinfecção:
quando as larvas filarióides são transformadas na região anal ou perianal, onde novamente penetram no organismo do hospedeiro.

Período de incubação:
Ocorre 2 a 4 semanas entre a penetração através da pele e o aparecimento de larvas rabditóides nas fezes.

O período para a manifestação dos primeiros sintomas é variado.


ESTRONGILOIDÍASE
MANIFESTAÇÕES CLINICAS
Frequentemente assintomática;
Pele:
reações alérgicas leves (lesões urticariformes) ou erupção da pele, de origem alérgica ou infecciosa, formada por máculas (manchas) e pápulas (relevos). Lesão serpiginosa, linear ou pruriginosa - com coceira;
Respir.:
tosse seca, dispneia. Em casos graves, broncoespasmo e edema pulmonar (síndrome de Löefler);
Rx de tórax:
cavitação;
Quadros graves:
febre, dor abdominal, anorexia, náuseas, vômitos, diarreias profusas, dispneia, hemoptise.
DIAGNÓSTICO
Exame parasitológico de fezes, exame do escarro por Baerman-Morais;

Aspiração do fluido duodeno-jejunal ou teste de fita (Enteroteste);

Testes de imunofluorescencia indireta (IFA) e de hemoglutinação indireta (IHA);

Teste imunoenzimático (EIA, ELISA) é o mais indicado devido à sua maior sensibilidade.




DIAGNÓSTICO
DIFERENCIAL

Ascaridíase, giardíase, ancilostomíase, pneumonia, urticária, colecistite, pancreatite, eosinofilia pulmonar tropical.


• Ivermectina 200 µg/kg/dia, via oral (VO), em dose única, máximo de 15 mg, por um a dois dias;

• Tiabendazol 50 mg/kg/dia, VO, em duas doses, máximo de 3 g/dia, por dois dias;

• Cambendazol 5 mg/kg, VO, dose única (adulto 360 mg). Repetir dez dias após;

• Tiabendazol 25 mg/kg/dia, VO, em dose única, máximo de 3 g/dia, por cinco a sete dias;

• Albendazol 800mg, VO, em duas doses, por três dias;

• Albendazol 400mg, VO, em dose única, por três dias



TRATAMENTO
TRATAMENTO


Infecção disseminada

• Ivemectina 200 µg/kg/dia, VO, em dose única, máximo de 15 mg por um a dois dias;
• Tiabendazol 50 mg/kg/dia, VO, em duas doses, máximo de 3g/dia, por cinco a sete dias;
• Albendazol, 800 mg, VO, duas doses, por três dias.

Esquema terapêutico alternativo – em caso de autoinfecção e deficiência na imunidade celular
• Tiabendazol 10 mg/kg/dia, VO, dose única diária por 30 dias.

PROFILAXIA
Não existe vacina capaz de evitar a infecção;
Tratamento sanitário adequado das fezes e uso de calçados compreendem as principais medidas de controle da doença;
Animais domésticos infectados devem ser tratados;
Imunosuprimidos devem receber a profilaxia.

OBRIGADO!
Febre;
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