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O desenvolvimento no correr

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by

Bruno Rodrigues

on 29 April 2014

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Transcript of O desenvolvimento no correr

O DESENVOLVIMENTO NO CORRER
Sistematização da evolução da corridaSeefeldt, Reuschlein e Vogel (1972)
Estádio Inicial
Estádio Elementar
Caracterização
Balanço da perna curto
Passos largos, irregulares, rígidos
Fase aérea não observavel
Balanço reduzido horizontal dos braços
Grande base de apoio
Caracterização:
Aumento do comprimento da
passada
, da
velocidade
e do
balanço dos braços
.
Fase aérea limitada
Extensão mais pronunciada da perna de apoio
Aumento da oscilação do braço
Redução do balanço horizontal do braço
Cruzamento do pé sobre a linha media do corpo
Estádio Maturo
Máximo comprimento da passada
Velocidade rápida
Fase aérea definida
Extensão completa da perna de apoio
Oscilação vertical dos braços em oposição às pernas
Caracterização
Wickstrom (1977), Refere-se à corrida como uma forma
exagerada de andar, sendo a extensão natural deste movimento.

PADRÃO
INICIAL
Haywood (1986)

Considera como características do padrão inicial de corrida a amplitude reduzida da passada e a extensão incompleta da perna de apoio.

Zaichkowsky (1980)

As primeiras manifestações
surgem por voltas dos 18 meses

Haywood e Getchell (2001)

As primeiras formas de corrida são semelhantes a uma forma apressada de andar e ainda não incluem uma fase em que os apoios não exibem contacto com o solo (pré-corrida)

Eckert (1987)

Espenschade e Eckert (1980)

O padrão inicial de corrida não apresenta diferenças relevantes em relação à marcha, envolvendo supostamente o mesmo programa motor, embora com variações nítidas na frequência e amplitude das ações.

O padrão inicial regista uma extensão quase
total do membro inferior e uma
irregularidade sensível do comprimento e
frequência da passada.

Cratty (1986)

A velocidade deslocamento
pode chegar a cerca de dois
metros por segundo.


Fortney (1983)

A evolução do padrão de corrida é mais notória dos dois para os quatro anos do que dos quatro para os seis anos.

Clouse (1959)

Verifica-se um aumento da velocidade de corrida, do tempo de trajetória aérea e do comprimento da passada, assim como uma redução da trajetória vertical e do centro de massa.

McGlenaghan e Gallahue (1985),Dittmer (1962)

Redução de tempo de contacto
com o solo com a idade.

Jenkins (1930)

A evolução da velocidade de deslocamento é importante, atingindo um valor de 3.6 m/s
aos cinco anos.

PADRÃO
ELEMENTAR
PADRÃO
MATURO
Haywood (1986)

Evolução para uma extensão completa da perna no final da fase de contacto.

Wickstrom (1977)

Redução do ângulo braço-antebraço até um valor próximo dos 90º em crianças que exibem um padrão maturo.

Espenschade e Eckert (1980)

A velocidade de corrida entre os 5 e os 17 anos, demonstram uma evolução linear até aos 11/12 anos, idade a partir da qual a prestação se aproxima de uma estabilização progressiva
Fase 2

Braços em “guarda média”
à altura da cintura

Aumento do comprimento
da passada

Aumento da flexão do joelho
Aumento da fase de não-suporte
Fase 1
Braços elevados em “guarda alta”
Contacto completo do pé

Passada curta com reduzida flexão do joelho

Fase 3
Contacto com o solo iniciado pelo calcanhar

Aumento do comprimento da passada

Ação mais vigorosa
dos braços

Perna de swing já pode fletir 90 graus

Fase 4
Contacto com o solo iniciado pelo calcanhar em velocidades reduzidas mas com a extremidade
anterior do pé em sprint

Oposição dos braços e coordenação com os apoios
Perna de swing pode fletir mais de 90 graus durante a fase de recuperação

Chave Dicotomica
Haywood & Getchell, 2001
Trabalho elaborado por:


Bruno Rodrigues
Gonçalo Vivente
Pedro Santos
Tiago Dias
Vasco Coelho

Prezi elaborado por:
Br
uno Rodrigues
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