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HP - Seminário

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by

jefferson higino

on 9 October 2014

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Transcript of HP - Seminário

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Parahyba no Período Imperial
s

• O que foi o Período Imperial?


Entre 07 de Setembro de 1822 (Independência do Brasil) e 15 de Novembro de 1889 (Proclamação da República).

País Governado por Dois Monarcas: D. Pedro I e D. Pedro II.

Monarca:
Posição de chefe de um Estado de uma entidade Nacional.

Indivíduo que ocupa um governo de forma hereditária.



UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SOCIAIS APLICADAS
CAMPUS V ALCIDES CARNEIRO - JOÃO PESSOA/PB
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA
DOCENTE: NEREIDA SOARES MARTINS


HISTÓRIA DA PARAÍBA

Equipe:
FELIPE QUEIROZ
JEFFERSON HIGINO
LAYANE MARQUES
MIZAEL



PRIMEIRO REINADO (1822 a 1831)

7 de setembro de 1822: Proclamação da Independência do Brasil por D. Pedro I (então príncipe regente);

12 de outubro de 1822 - D. Pedro I é aclamado imperador no Rio de Janeiro;

1823 - Reunião da Assembleia Geral Constituinte e Legislativa com o objetivo de criar a primeira constituição brasileira;

1824 - A Constituição Brasileira é outorgada por D.Pedro I;

1824 - Confederação do Equador: movimento revolucionário e emancipacionista ocorrido na região nordeste do Brasil;

1831 - D. Pedro I abdica ao trono em favor de seu filho.

Dom Pedro I
Dom Pedro II

[...] os acontecimentos políticos, sociais e culturais que ocorreram no Rio de Janeiro, capital do Império brasileiro, promoveu desdobramentos em escalas diferenciadas em praticamente todas as províncias do império. Durante este período os principais embates políticos locais refletiam os acontecimentos a nível nacional. [...]





O Rio de Janeiro trocava correspondências com as províncias do Brasil, podem-se perceber algumas mudanças, tanto político-administrativas, quanto sócio-cultuais ocorridas na província da Paraíba. Ou seja, podemos dizer que os acontecimentos ocorridos na província da Paraíba foram, em larga medida, conseqüências da influência exercida pelo Rio de Janeiro.

Mudanças de costumes da Transferência da Coroa Portuguesa no Rio de Janeiro.

A partir de então, o Brasil passou por um acelerado “processo civilizatório”, que tinha como modelo a corte francesa, pois D. João VI fez vir junto com a Corte portuguesa uma Missão Francesa com o objetivo de cumprir no Brasil uma missão civilizatória [...].

[...] foram criados os Códigos de Postura provinciais, tendo em vista que estes pretendiam adaptar o processo civilizatório “nacional”. [...]

[...] O Código de Posturas da Província da Paraíba, serviu como um conjunto de leis formuladas a partir das especificidades locais, buscando adequar a vida “urbana provincial”, ao contexto civilizatório nacional.

O código de Posturas da Cidade da Paraíba, que regeu a conduta da população da capital paraibana, foi aprovado pela Câmara municipal, em 1831.

As Posturas referentes à província da Paraíba aprovadas têm por característica comum regulamentar as normas de convívio no meio urbano.

Exemplo: Proibição da queima de fogos artificiais de diversas qualidades (traques, bombas, entre outras).

A província através das leis municipais buscava adequar às normas nacionais...
As normas de conduta tinham entre as suas funções moldar o pensamento cultural nacional sob um único regimento, sendo este utilizado como um dos instrumentos que contribuíram para a unidade nacional.

Entre as Posturas observamos a necessidade que havia, pelo menos nos discursos, de manter a ordem pública no meio urbano, buscando sociabilizar o convívio individual no ambiente coletivo.
Exemplo:

[...] nenhuma pessoa, andando ou a cavalo, será permitida correr, esquipar, ou gallopar nas ruas desta cidade, e nas das Povoações de seu termo, que de dia, e quer de noite: o infrator pagará a multa de dois mil réis, sendo pessoa livre, e sendo escravo pagará seu Senhor à multa de mil réis [...].(Arquivo Histórico do Estado da Paraíba, caixa 11, ano 1834).

A aplicação prática dessas leis tinha como objetivo “civilizar” o cidadão paraibano, moldando-o as novas regras do convívio social, tendo como modelo civilizatório a vida na corte Carioca.

PERÍODO REGENCIAL (1831 A 1840)
Regência Trina Provisória, Regência Trina Permanente, Regência Una de Feijó e Regência Una de Araújo Lima.
1841 - D.Pedro II é coroado imperador do Brasil;

1850 - Lei Eusébio de Queiróz: fim do tráfico de escravos;

1871 - Lei do Ventre Livre: liberdade aos filhos de escravas nascidos a partir daquela data;

1872 a 1875 - Questão Religiosa: conflito pelo poder entre a Igreja Católica e a monarquia brasileira;

1885 - Lei dos Sexagenários: liberdade aos escravos com mais de 65 anos de idade;

1888 - Lei Áurea decretada pela Princesa Isabel: abolição da escravidão no Brasil;

1889 - Proclamação da República no Brasil em 15 de novembro. Fim da Monarquia e início da República.

SEGUNDO REINADO (1840 A 1889)
Enquanto isso... Na
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...
Principais Revoltas Sociais na Paraíba no Período Imperial
Revolta do Ronco da Abelha
- Revolta contra o Censo Geral do Império e o Registro Civil de nascimentos e óbitos.
Ocorreu nos anos de 1851 e 1852;

Envolveu vilas e cidades de cinco províncias do Nordeste: Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Ceará e Sergipe

- CAUSAS:

-Decreto 797: Estabelecia o censo geral do Império;
-Decreto 798:obrigava todo brasileiro a se apresentar nas paróquias e à frente de juízes de paz das diferentes localidades, para fornecer os dados pessoais, data e local de nascimento, filiação, estado civil e cor da pele.


Com a implementação destes decretos, rapidamente espalhou-se entre a população mais humilde o boato de que o governo queria reduzir os cidadãos pobres à condição de escravos. Temia-se que a escravidão atasse em ferros também a população branca.

Reagindo a esses boatos, um grande número de pessoas, armadas de foices, enxadas e espingardas, passou a atacar prédios e autoridades públicas, em meio a gritos de “Abaixo a Lei, morra o Governo” como palavras de ordem.

Reação armada e religiosa do governo;

Em janeiro 1852 a paz social foi restabelecida;

O governo edita o decreto 970, de 29 de janeiro de 1852, que suspende os decretos 797 e 798;

O primeiro censo no Brasil só veio acontecer 20 anos depois;

O registro civil só foi adotado com o advento da república.

Revolta dos Quebra Quilos
Ocorreu nos anos de 1874 e 1875 no nordeste, principalmente no interior da Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte;

Cenário econômico do Nordeste em crise e cobrança de mais tributos;

Substituição do sistema de pesos e medidas vigente no país pelo sistema métrico francês.

Revolta popular liderada pelo povo pobre do interior;

O povo brasileiro, especificamente os trabalhadores rurais, não abandonaram suas unidades de medidas;

Punição para quem fizesse uso do antigo sistema.

As unidades de medidas lineares utilizadas no Brasil
Vara .............1,10m
Côvado.........66cm
Jarda.............91,44cm
Onça..............28,691g
Libras e os arretéis- para medir carne seca, bacalhau e açucar
Canadas
Quartilhos
Selamins
Quartas
Aqueres
Imposto do Chão, Lei do alistamento militar e a mudança no sistema de pesos e medidas foram responsáveis pela revolta;

Destruição dos pesos e medidas, dos documentos dos arquivos públicos e Câmaras municipais.


O movimento dos Quebra-quilos representou também um[ momento breve de esperança para os negros escravos dos engenhos na luta pela conquista da liberdade (Caso de Campina Grande)

A ação dos Quebra-quilos

Repressão violenta a revolta dos Quebra-quilos;

-Ex:“Colete de couro” criado pelo capitão Longuinho na Paraíba.

O Sistema de Medidas brasileiro, , assim como a linguagem e as práticas culturais da população, apresentam uma diversidade regional muito rica, o que possibilitou de certa forma uma resistência entre unidades de medidas seculares utilizadas pelo trabalhador do campo e o sistema de medidas “padrão”.

Atualmente, mesmo prevalecendo as unidades de medidas padrão (metro, quilograma e litro) nas negociações comerciais, os trabalhadores rurais brasileiros ainda utilizam medidas populares criadas por eles ou seus antepassados para medir a terra, vender e comprar sua produção. Isso acontece de forma diferenciada em cada região brasileira.

Negros e Escravos
Obrigado Pela Vossa Atenção!
REFERÊNCIAS

MARIANO, Seriosa R. C. O império português e seus domínios:poder local e poder central na capitania da paraíba(1764-1797).
Revista Territórios e Fronteiras
.V.1 N.1 – Jan/Jun 2008.

ROCHA, S. P da .
Gente Negra na Paraíba Oitocentista:População, Família e Parentesco Espiritual
.Recife, 2007.

ROCHA, Solange Pereira. Famílias Negras na Cidade da Parahyba Imperial o caso dos Pardos libertos e Livres. XX Simpósio Nacional de História. São Paulo, Julho de 2011.

SANTOS, Marilene; KNIJINIK. A revolta dos quebra-quilos no nordeste brasileiro e as unidades de medida utilizadas pelos trabalhadores do campo. São Paulo , 2010.

A escravidão é bem mais antiga do que o tráfico do povo africano.



Ela vem desde os primórdios de nossa história, quando os povos vencidos em batalhas eram escravizados por seus conquistadores.

O africano representou o elemento fundante da sociedade escravocrata.

Porém, a ênfase no aspecto puramente econômico induziu a que lhe dedicassem um tratamento restrito ao status de mera mercadoria, valor de uso e de troca: coisa.

E era assim que os senhores os viam: como mero capital fixo, comparável aos instrumentos de trabalho. O que o diferenciava de outras mercadorias – como a força de trabalho assalariada – é que ele estava condenado aos castigos e penas, ao bel-prazer do senhorio.
A escravidão negra no Brasil durou cerca de trezentos anos. Os negros e negras vindos da África, segundo as diversas teses sobre a escravidão no Brasil, foram trazidos com o objetivo de constituir a mão-de-obra do colonizador português, que não aceitava fazer o trabalho braçal em nome de uma nobreza muitas vezes auto-outorgada.

A maior parte dos escravos que aportavam inicialmente no Brasil provinha das colônias portuguesas na África. Eram negros capturados nas guerras tribais e negociados com os traficantes em troca de produtos como a aguardente,fumo e outros.O tráfico de escravos não era exclusividade dos portugueses, pois ingleses, holandeses, espanhóis e até norte-americanos se beneficiavam desse comércio, que era altamente lucrativo.





Os portos que recebiam maior número de escravos no Brasil eram Salvador,Rio de Janeiro e Recife;desses portos os escravos eram transportados aos mais diversos locais do Brasil. Algumas outras cidades recebiam escravos vindos diretamente da África, como Belém, São Luís, Santos, Campos e outras.

A proporção de desembarque de escravos em cada porto variou ao longo de 380 anos de escravidão, dependendo do aquecimento da atividade econômica na região servida pelo porto em questão. Durante o ciclo áureo da cana-de-açúcar do Nordeste, os portos de Recife e Salvador recebiam o maior número de escravos,mas, durante o ciclo do ouro em Minas Gerais,coube ao Rio de Janeiro receber o maior número de escravos.

É inegável a importância da mão-de-obra negra no Brasil imperial. Sendo tratados como ferramentas – substituíveis – pelos donos de engenho e cafeicultores no país, esses trabalhadores imigrantes ajudaram a transformar a nossa cultura, a nossa sociedade, enfim a nossa própria identidade.
Depois de comprado no mercado, o escravo podia ter três destinos principais: ser escravo doméstico, ser escravo do eito, ou ser escravo de ganho;

Os escravos trabalhavam de 12 a 16 horas por dia e dormiam em acomodações coletivas, ou seja, senzalas;

Comiam

Viviam de 10 a 15 anos neste ritmo de serviço;

Por mais submisso que o escravo viesse a ser, ele sabia do seu valor, tanto que procurava angariar fundos com seu trabalho para comprar sua liberdade, de seus familiares e se possível até comprar outros escravos.


“Um motivo para “gostar” do trabalho era que esses escravos se organizavam em grupos para comprar a liberdade. Depois de fazer um sorteio para determinar quem seria libertado primeiro, trabalhavam pela liberdade de todos, permanecendo juntos até que todos fossem alforriados. (Karasch, 2000, p. 265)

2004
2007
2013
2010
2001
1998
Paraíba tem o maior índice de vitimização negra do Brasil
A Paraíba foi o estado que teve o maior índice de vitimização negra em todo o Brasil no ano de 2010, registrando uma taxa de 1.824,3. Isso significa que, no estado, um branco foi assassinado para cada 19 negros.

Os dados foram divulgados na quinta-feira (29) pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), vinculada ao Governo Federal, através do "Mapa da Violência 2012: a cor dos homicídios no Brasil".

O índice é calculado a partir da relação entre as taxas de homicídio de brancos e as taxas de negros. Diante dos números da Paraíba, é possível afirmar que morreram, proporcionalmente, 1.824,3% mais negros do que brancos no estado. A lista segue com os estados de Alagoas e Pernambuco, com taxas de 1713,7 e 609,2, respectivamente. No Nordeste, o índice de 2010 foi de 393,9.

O relatório atribui os altos índices na Paraíba e em Alagoas às baixas taxas na sua população branca. Porém, ainda considera os índices de vitimização “intoleráveis” e garante que “se nada for feito de forma imediata e drástica, a vitimização negra no país poderá chegar a patamares inadmissíveis pela humanidade”.
NEGROS E ESCRAVOS NA PARAÍBA
A participação do grupo de negros escravizados em movimentos sociais teve inicio a partir do episódio de invasão de uma propriedade próxima a Campina Grande, conhecida como Timbaúba.

A propriedade era do presidente da Câmara Municipal, Bento Gomes Pereira Luna, e estava sendo utilizada pelo mesmo e alguns conhecidos como refúgio. Ao chegarem na
localidade, os escravizados exigiam das autoridades que se encontravam na fazenda os
“papéis de liberdade”.
Os escravizados aprisionaram as autoridades e os levaram até a cidade em busca dos tais papéis. A notícia rapidamente se espalhou e a perseguição aos negros foi montada.

A sublevação de negros escravizados ou libertos também é notada no movimento social paraibano denominado Ronco da Abelha
Houve a participação do escravo negro em diversas atividades econômicas da Paraíba.

A escravatura estava concentrada nos engenhos.

A partir de 1850 teve início o declínio da escravidão na Paraíba.
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