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Untitled Prezi

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by

Ariane Garcia

on 10 December 2013

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Transcript of Untitled Prezi

Classificação Científica
Reino : Animalia
Filo: Arthropoda
Superclasse: Hexapoda
Classe: Insecta
Subclasse: Pterygota
Ordem: Hymenoptera
Subordem : Symphyla e Apocrita

Introdução
Hymenoptera ocupa o terceiro lugar no número
de espécies conhecidas de insetos e compreende
principalmente as abelhas, vespas e formigas.

São insetos em geral médios e pequenos , alguns
deles com menos de 0,2 mm , como os micro-himenópteros.

Possui atualmente cerca de 250 000 espécies
descritas, com uma enorme variedade de
tamanho, forma e hábitos de vida.

Características Gerais
HYMEN = membrana

PTERA = asas
O nome é derivado
do grego:
As espécies desse grupo podem apresentar :

Quatro asas (dois pares) pequenas e membranosas, sendo as anteriores maiores que as posteriores;

Pernas ambulatoriais , às vezes adaptada para realizar o transporte de pólen (abelhas);

Peças bucais mastigadoras ou lambedoras ;

Hymenoptera
Fêmeas com ovipositor para perfuração do hospedeiro, ou para acessar áreas difíceis, podendo estar modificado em ferrão;

O sexo geralmente é determinado pela
fecundação do ovo: quando fecundado origina fêmeas e quando não fecundando origina machos;

Desenvolvimento holometábolo (metamorfose completa), apresentando estágios de ovo, larva, pupa e adulto;
Larvas em forma de lagartas ou ápodas;

Pupas comumente em casulos;

Maioria das espécies solitárias, sendo que algumas são sociais e outras parasitas como larvas.
Asa de abelha
Família Formicidae - Formigas
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Hymenoptera
Família: Formicidae

É um grupo muito comum e encontrado
em todas as localidades da biosfera,
exceto nos polos.
As formigas, são as mais bem sucedidas
de todos os grupos de insetos.
Na atualidade, são descritas mais de
12000 espécies desses animais, sendo que aproximadamente 2500 ocorrem no Brasil.

Estrutura Corporal
Corpo dividido em cabeça, tórax e abdome;

Três pares de pernas e um par de antenas geniculadas;

Algumas espécies apresentam asas, durante o período reprodutivo.
A característica estrutural
mais típica é a forma do
pedículo abdominal,
que tem de um ou dois
segmentos e é noduliforme
ou escamiforme .
As formigas são consideradas
insetos sociais, já que se
organizam em grupos
nos quais há divisão de
trabalho entre seus representantes.
A colônia é formada
por três castas:
Rainhas: São maiores que os indivíduos das outras castas, geralmente aladas embora as asas caiam depois do voo nupcial.


Machos: São alados e considerados menores que as rainhas. Tem vida curta e morrem logo após o acasalamento, portanto sua única função é reprodução.
Operárias: São fêmeas estéreis ,
sem asas e constituem a maioria
na colônia, possuem função na
construção do ninho, cuidado aos
jovens e coleita do alimento.
Em algumas espécies há também
os soldados, mais especificamente
responsáveis pela guarda do formigueiro.
Nem todo tipo de formiga produz um ninho (popularmente conhecido como formigueiro). Existem formigas que tem o comportamento nômade que não constroem estruturas permanentes, como por exemplo, as Ection Burchellii, que tem o hábito nômade e quando formam um ninho temporário, usam seu próprio corpo, onde as operárias se “abraçam” formando o ninho (bivouac). Em geral as formigas que se fixam em um lugar, podem montar formigueiros subterrâneos, em arvores, ou até mesmo no solo, debaixo de pedras e troncos.
Hábitos Alimentares
Os hábitos alimentares das formigas são muito variados. Algumas são carnívoras, outras se alimentam de plantas, fungos, seiva, néctar e substâncias similares. As formigas dos ninhos frequentemente se alimentam da excreção de outros indivíduos , e a troca de comida entre eles (trofalaxia) é um acontecimento comum. Muitas formigas são consideradas pragas devido ao fato de se alimentarem de gêneros armazenados, plantas e outros materiais.
Para se defender, ou também, atacar, as formigas utilizam de mecanismos como, mordidas, picadas ou até mesmo pulverizar produtos químicos, e esses meios se diferenciam em cada tipo de formiga
Curiosidades
As formigas constituem grande parte
da biomassa de ecossistemas naturais.
O peso das formigas em conjunto é
quatro vezes maior do que o de todos
os vertebrados terrestres (mamíferos,
aves, répteis e anfíbios) juntos!
Naturalmente, as formigas andam
sem rumo até que, encontrada
comida, elas retornam à colônia
deixando um rastro de feromônio.
Se outras formigas encontram um desses
rastros, elas tendem a não seguir mais
caminhos aleatórios. Em vez disso,
seguem a trilha encontrada,
retornando e inclusive enfatizando
se acharam alimento.
Dentro dos formigueiros
existem fungos, esses são
alimentados pelas formigas e
após um certo tempo eles servem
de alimento para as mesmas .
Além disso, as formigas são
agentes ambientais de grande
importância, fundamentais
na reciclagem de nutrientes,
controle de espécies nocivas
e revolvimento do solo.
Evolução, Filogenia e Classificação
Os primeiros registros fósseis para
Hymenoptera datam do período Triássico,
da família Xyelidae, da Ásia Central, África
do Sul e Austrália. Os Xyelidae se
diversificaram durante o Jurássico Inferior,
se tornando o grupo dominante de
Hymenoptera neste período. A maioria dos
outros grandes grupos, como os
Ichneumonoidea e os Aculeata
(himenópteros com ferrão),
surgiram durante o Cretáceo.
Xyelidae
Ichneumonoidea
Sub Ordem Symphyta
O nome Symphyta vem do grego
“symphylin” que significa crescer como um tronco único, referindo se ao fato de não possuírem uma “cintura”. Symphyta é um grupo parafilético contendo diversas famílias de vespas basais em relação a sub-ordem Apocrita. Os primeiros Symphyta conhecidos datam do Triássico, cerca de 200 milhões de anos atrás.
Essas vespas retiveram a maioria dos
caracteres ancestrais da ordem, em
particular: hábito alimentar fitófago,
manutenção de muitas nervuras alares,
abdome não peciolado e
segmentos abdominais similares entre si.
A maioria dos Symphyta tem o corpo
pouco esclerotizado e
voa fracamente.
O ovipositor da maioria das
espécies é usado para perfurar tecido
vegetal, sendo comprimido lateralmente
de modo a se parecer com uma serra.
As larvas da maioria das espécies, por
exemplo as do gênero Perreyia, são similares
a lagartas, com pernas, olhos e antenas e
alimentam-se de folhagem. Somam
relativamente poucas espécies
(cerca de 7% do total da ordem).
Sub Ordem Apocrita
As vespas, abelhas e formigas fazem
parte da subordem Apocrita. Neste grupo,
o primeiro segmento abdominal fundiu-se ao
tórax, formando uma região denominada
propódeo. O conjunto tórax + propódeo é
chamado mesossoma. O propódeo é separado
do restante do abdome por uma cintura ou
pecíolo (segundo segmento abdominal).
O trecho do abdome após o pecíolo é
chamado gáster. Pecíolo + gáster
formam o metassoma.
Dividem-se em 2 grupos:
Parasitica ou Terebrantia

É um grupo parafilético artificial
compreendendo a maioria dos Insecta
Hymenoptera, com respectivos membros vivendo como parasitoides. Muitas espécies são minúsculas, com o ovipositor adaptado a pefurar. Os “Parasitica” põem seus ovos em outros insetos juvenis e as larvas eclodem e se desenvolvem alimentando-se do hospedeiro. Muitas dessas vespas parasitoides são
utilizadas como controle biológico de
pragas da agropecuária.
Aculeata
É um grupo monofilético que inclui
espécies em que o ovipositor das fêmeas é modificado em um ferrão para injetar veneno ao
invés de pôr ovos. Neste grupo incluem-se as familiares abelhas e formigas e vários tipos de
vespas parasitoides e predadoras; aqui estão
inclusas todas as espécies de himenópteros eussociais. Entre os aculeados não-sociais e não-parasitoides, larvas alimentam-se de presas capturadas ou podem alimentar-se
de pólen ou de néctar.
Família Apidae -
Abelhas
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Hymenoptera
Família: Apidae

Estrutura Corporal
Abelhas possuem o corpo dividido em
cabeça, tórax e abdome.
Na região da cabeça possuem:
• Duas antenas sensoriais;

• Cinco olhos: três simples e dois compostos;


• Maxilas e o lábio formando uma
estrutura semelhante a uma língua,
com a qual o animal suga o néctar, essa
estrutura é desenvolvida em outros
himenópteros, porém nas abelhas ela
é bastante longa, para alcançar o néctar em
flores de corolas profundas;
• Pelos sensoriais, os quais servem para a
percepção das correntes de ar e protegem
contra a poeira e água e ajudam a regular sua temperatura.
• Possuem dois pares de
asas e os três pares de pernas
são conectados ao tórax. Em muitas
espécies as asas da frente são
maiores que as traseiras. Possuem duas
fileiras de ganchos chamados hamuli,
os quais conectam as asas da frente e as
de trás para que elas se movam juntas
quando a abelha estiver voando.
As pernas das abelhas têm as
mesmas funções básicas de outros
insetos, e podem ter estruturas como:
• Pelos parecidos como escovas, pentes e cestas para coletar o pólen;

• Uma perna e uma garra para segurar e manipular objetos;

• Uma corbícula para armazenar o pólen.
No final do abdome, encontra-se o
órgão de defesa das abelhas ,
o ferrão, presente apenas nas
operárias e rainhas.
O ferrão possui uma bolsa de
veneno, com lancetas afiadas,
as quais tem função
de injetá-lo, produzido pela
glândula de veneno.
Comportamento
Social
Existem abelhas parasitas e não parasitas.
As primeiras vivem como inquilinas nas colmeias de
outras abelhas, e se assemelham a vespas. Enquanto,
que as não parasitas são as que constroem colmeia e apresentam aparelho coletor de pólen.
As abelhas assim como formigas e algumas
vespas desenvolveram o comportamento de
viverem em sociedade. Essa dividida em castas,
a qual consta rainha, operárias e zangões.

A rainha realiza a postura de ovos
e a manutenção da ordem da colmeia.
As operárias realizam todo o trabalho de manutenção, desde a limpeza
até a defesa da colmeia.
Os zangões possuem única função
de fecundar a rainha durante o voo
nupcial. Após essa fecundação o seu
órgão genital fica preso ao corpo da
rainha e ele acaba morrendo.
Reprodução
Na reprodução das abelhas, tanto
os óvulos fecundados como os não
fecundados podem originar novos
indivíduos. As rainhas e as operárias
resultam do desenvolvimento de óvulos
fecundados, sendo, portanto, diploides.
A diferenciação entre elas é
estabelecida pelo tipo de alimento
fornecido às formas larvais: as larvas
que originam operárias são nutridas com
mel e pólen, enquanto as larvas que
originam rainhas recebem geleia real
como alimento. Os zangões, cujas larvas
são nutridas com pólen e mel, são
haploides, uma vez que resultam do
desenvolvimento de óvulos
não fecundados.
Depois que a fêmea se acasala,
ela se isola durante o inverno ou
volta para o seu ninho para depositar os
seus ovos. Primeiramente as abelhas saem
dos ovos e se transformam em larvas, as
quais se alimentam e transformam-se
em pupa. Então elas saem do casulo como
adultas, já que possuem
metamorfose completa.
Relação Ecológica
e Econômica
As abelhas são muito importantes
para a preservação das plantas. Por meio
da polinização, elas contribuem para a
perpetuação de diversas espécies de culturas agrícolas e nativas. Economicamente,
produzem mel, própolis, cera, geleia real e
veneno, que são utilizados na indústria de
alimentos e farmacêutica, e são
comercializados no Brasil e exterior.
Relação
Abelha-Angiosperma:
As abelhas são o mais eficaz grupo
de insetos polinizadores, pois elas
necessitam das plantas para retirar o seu
alimento e o de seus descendentes.
Essa relação surgiu de uma
coevolução que os tornaram intimamente especialistas.
A relação entre abelhas e
plantas melíferas, vem garantindo
a manutenção dos ecossistemas
naturais, devido à dependência desses
polinizadores para a reprodução e o fluxo
gênico de muitas espécies vegetais que
residem em diversos ecossistemas.
Essa relação é dita mutualística,
pois torna possível a reprodução das
mais variadas plantas e gera
alimento para as abelhas.
Diferença entre abelhas
e vespas
Uma abelha pode ser distinguida de uma vespa
pela posição de suas asas :

• As vespas possuem asas dobradas longitudinalmente, quando em repouso;

• Pela pilosidade do corpo, ausência de pêlos nas vespas ;

• Presença de grande quantidade de
pêlos nas pernas posteriores nas abelhas,
sendo ausente nas vespas;

Curiosidades
• Uma abelha visita dez flores por minuto
em busca de pólen e do néctar. Faz, em
média, quarenta voos diários, pousando
em 40 mil flores.

• Para produzir um quilo de mel,
as abelhas precisam visitar
5 milhões de flores.

• As abelhas se comunicam
através de toques, movimentos,
sons e cheiros. Quando uma abelha quer
informar às companheiras de colmeia sobre
uma fonte rica em néctar ou pólen
encontrada nas proximidades, ela inicia
uma dança circular. O cheiro do pólen
presente no corpo da abelha que dançou
para suas companheiras as informa sobre a planta visitada.
• As abelhas podem ser
usadas nas plantações durante a
época da floração, sendo capazes
de aumentar a colheita de frutas
e outras culturas.
Família Vespidae -
Vespas
Reino: Animalia
Filo: Arthopoda
Classe: Insecta
Ordem: Hymenoptera
Família: Vespidae

Características
Principais
As vespas apresentam-se em grande
variedade de hábitos e características
estruturais diversas. São capazes de perceber
odores através de suas antenas; possuem
dois pares de asas; três pares de pernas e fortes mandíbulas; ovipositor ou um ferrão (presente apenas nas fêmeas); apresentam pouca ou
nenhuma pilosidade (comparado às abelhas).

Seu sistema de visão é
formado de dois olhos
compostos e três simples.
Apresentam uma região constrita
que une os primeiro e segundo
segmentos do abdomen, (o primeiro
segmento é parte do mesossoma, o
segundo é parte do metassoma)
conhecido como pecíolo.
Basicamente há vespas que
vivem sozinhas e aquelas que vivem
em sociedade. No primeiro grupo não
há operárias e cada uma constrói seu
próprio ninho. No segundo, estão as
grandes vespas, aquelas que vivem em colônias formadas pelo zangão, rainha (que é a fêmea
fértil, capaz de reproduzir e fundadora da
colônia) e operárias (estéreis), que além de
arrumar alimento para a colônia, também atuam na proteção da mesma.
As vespas que vivem em
sociedade constroem seus ninhos
com uma substância semelhante ao
papel (feita com fibras mastigadas).
Os ninhos das grandes vespas são compostos
de várias camadas de cubículos (cujo formato é hexagonal) dispostas no interior de uma
estrutura de formato globular. As vespas mastigam
a madeira até esta virar uma pasta, que por sua vez endurece como um pergaminho, proporcionando
uma estrutura leve. As larvas são introduzidas
em seus berços de papel e alimentadas de pedacinhos de insetos.
Além das vespas sociais,
existem as solitárias, incluindo as
parasitoides e predadoras de
invertebrados, como lagartas,
grilos, percevejos, pulgões,
baratas e aranhas.
Elas constroem um ninho, saem à procura
de uma presa adequada e a ferroa.
Com a presa paralisada, deposita seus ovos
sobre ela e suas larvas alimentam-se
do corpo destas.
A palavra inglesa wasp
(que deu origem a ‘vespa’)
significa ‘carregador de cadáver’,
e provavelmente foi atribuída
a tais insetos porque algumas
espécies carregam as presas
para seus ninhos.
Hábitos Alimentares
Geralmente as vespas são parasitas, e se
alimentam apenas de néctar quando adultos.
Muitas vespas são predadoras, utilizando outros insetos (muitas vezes paralisado) como alimento
para suas larvas. Poucas vespas sociais são onívoras, alimentando-se de uma variedade de frutos caídos, néctar, e carniça. Algumas dessas vespas sociais podem limpar insetos mortos para fornecê-los
para seus jovens. Em muitas espécies sociais, as larvas fornecem secreções doces, que são alimentados com os adultos.
Tamanho
O tamanho das vespas varia muito de
acordo com cada espécie, sendo que as
maiores podem medir até 5 cm.
As vespas operárias possuem um ferrão que
utilizam para atacar suas presas ou defender-se contra seus predadores.
O veneno deste inseto contém histamina, uma substância capaz de dissolver os glóbulos
vermelhos do sangue. A picada da vespa
pode ser fatal para pessoas com
sensibilidade ao seu veneno.
Importância Ecológica
Vespas parasitas são agentes valiosos no controle biológico de pragas agrícolas, podendo ser usadas como uma espécie de pesticida natural. Esses predadores contribuem na diminuição da quantidade de pragas, reduzindo os picos de infestação, devido, principalmente, à facilidade de manipulação e translocação das colônias dessa espécie de vespas para abrigos artificiais.
As vespas ou marimbondos
são animais abundantes, que
apresentam um alto grau de
sinantropismo, ou seja, de associação
com o homem. É muito comum
encontrarmos ninhos de vespas
ao redor de edificações humanas.
Curiosidades
Muitas espécies utilizam de táticas
curiosas para se reproduzirem, sempre
visando a proteção da sua prole.
Certas vespas capturam aranhas e depositam seus ovos (dentro das aranhas).
Quando os ovos eclodem, as larvas se desenvolvem dentro da aranha, consumindo a
hospedeira, até sua morte.
Outras vespas utilizam lagartas
como hospedeiras para seus ovos;
quando as lagartas de borboletas
passam para a fase de pupa, as
larvas das vespas se desenvolvem
no interior da hospedeira, se
alimentando dela.
No fim do estágio de pupa,
sairá do casulo uma vespa já
formada, e não uma borboleta.
É importante saber que as vespas
que realizam essa posição de ovos,
só colocam apenas um ovo por vez
nos insetos hospedeiros.
Ariane Cristina Caris Garcia
Gabriel Banov Evora
Nayara Alves Chaves
Nayara dos Anjos Vicente
Thainá Canalli Quilles
Turma 2 - Ciências Biológicas
Prof. Dr. Fernando Noll
Invertebrados II
Apidae
Formicidae
Vespidae
Aculeata - Chrysidoidea
Aculeata - Chrysidoidea
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