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Publicidade na década de 70

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Ludmila Castro

on 6 November 2013

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Publicidade na década de 70

Contexto histórico
Contexto político
No campo político, o país vive na passagem de década o clímax da intolerância, com censura à imprensa e atos violentos contra a oposição. O presidente general Emílio Garrastazu Médici comanda uma política determinada a exterminar os grupos de esquerda, criando núcleos regionais de repressão vinculados ao Exército e abrigados sob a sigla DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações e Centro de Operações de Defesa Interna).
Apesar da ânsia por democratização brotar por todos os poros do país na época, a censura ainda seria um bom tempo, notadamente na imprensa. No caso da propaganda, ela buscava estender suas garras através do projeto do senador José Lindoso, que defendia a censura prévia às peças publicitárias, e, todo o país.

A maior revista brasileira de todos os tempos, nasceu com o AI-5. O primeiro número da revista traria como ilustração de capa a foice e o martelo, símbolo máximo do consumismo. Era uma afronta e vendeu 700 mil exemplares.
Contexto Econômico
Revistas e Jornais
Publicidade na década de 70
Evoluções tecnológicas e linguagem
A década de 70 foi marcada por uma intensa transição parece que de repente a década passou o mundo às mãos dos jovens, que se entusiasmaram na autoria de novidades. Existiam dois grupos: os que estavam preocupados em se descobrir e os que estavam engajados na luta. A libertação sexual, as experiências com as drogas ou a reclamação dos direitos das mulheres – tudo deixou de ser um programa de minorias, sendo aceito e levado à prática pelas grandes massas.

Durante o período da ditadura, muita notícia foi impedida de sair, muito gráfico foi maquiado, muita gente foi torturada e muitos jornalistas e publicitários foram censurados.

A indústria cultural se consolida no país e a mídia cresce e se aperfeiçoa rapidamente. A programação e os anúncios ao vivo da televisão serão substituídos rapidamente com a chegada do VT (Vídeo Tape) permitindo que as agências criassem e produzissem uma publicidade muito mais sofisticada.
O início dos anos 70 é marcado pelo chamado "milagre econômico" brasileiro. Com empréstimos e investimentos estrangeiros, a economia entra num período de crescimento surpreendente, com a criação de empregos em massa e a manutenção da inflação sob controle.

Através da exacerbação do nacionalismo e na repressão aos movimentos sociais e com isso ampliando a exploração aos trabalhadores conseguiram fazer a economia nacional crescer a olhos vistos neste primeiro momento.

Já em 1979 há um grande salto inflacionário, ocorrido em função da crise mundial do petróleo e da política interna de fixação de preços.
A Copa do Mundo de 1970, no México, chegou em cores no Brasil em transmissão experimental para as estações da Embratel, que retransmitia para os raros possuidores de televisão colorida no Brasil. Em 1972, com a regulamentação do sistema PAL-M no Brasil, ocorreu oficialmente a primeira transmissão em cores no Brasil, a partir de Caxias do Sul, RS, por ocasião da Festa da Uva, em 19 de fevereiro.
No final da década de 70 foi criado o CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), uma Organização Não-Governamental que controla, através de um código, a publicidade no Brasil. Sua missão é zelar pela liberdade de expressão dos comerciais e defender os interesses das partes envolvidas no mercado publicitário.

Três profissionais contribuíram muito para o avanço da propaganda criativa no Brasil, nas décadas de 60 e 70: Orígenes Lessa, Caio Aurélio Domingues e Roberto Duailibi.

Grupo:
Bruno Paiva
Helena Oliveira
Jéssica Alvim
Júlia Horta
Lívia Hadanny
Ludmila Castro
Márcio Niheus
Matheus Andrade
Thamíris Macedo

Apesar da censura, foi na década de 70 que proliferaram as chamadas revistas masculinas. Na década de 70, a Editora Abril já dominava o mercado de publicações de revistas.

Última etapa do cinema novo.

Surgem os jornais “nanicos”- entre eles O Pasquim, assim chamados porque eram editados em meia folha, formato tablóide, e porque foram criados por iniciativa de profissionais, político e pequenos/médios empresários, não ligados à chamada grande imprensa, nesta época tolhida pela censura ou aliada ao poder militar.

A Publicidade no Brasil
No final da década de 70 os publicitários se reuniram e realizaram o primeiro Encontro Nacional de Criação.

Um dos temas mais mobilizados da década para a propaganda e, certamente, do 3º Congresso, foi a instituição que se convencionou chamar de Código brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária, um documento que tinha por objetivo oficial, normatizar eticamente a atividade publicitária.

-Na década de 70, a publicidade em TV feita no Brasil ganha os primeiros prêmios internacionais, e seus profissionais passam a ser reconhecidos no exterior. Em 1972 o primeiro Leão de Ouro em Cannes com a peça “Homens com mais de 40 anos” de Washington Olivetto (DPZ).

É na década de 70 que as agências começam a se planejar frente a área de criação, as pesquisam viram a base para qualquer ação do mercado e a mídia se posiciona como o grande gerente dos investimentos de seus clientes. A globo se consolida como líder de audiência e inova na forma de fazer e vender propaganda.


A Publicidade e o governo
O Brasil que passava por uma ditadura militar, aliou o futebol e as propagandas nacionalistas, para convencer os brasileiros de que o período era próspero.
Características:
- Ideologia Hippie
- Década do Individualismo
- Ideais de um mundo melhor
- Influência da moda

Produtos:
Surge o garoto propaganda da Bombril
Bebidas alcoólicas ( Whisky, bacardi, cerveja)
Cigarros
Carros
Cultura da década de 70
A música PRA FRENTE BRASIL marcou a década. (música consagradora da conquista do tricampeonato mundial de futebol no México pelo Brasil; se por um lado essa música ajudava o governo ditatorial do General Medici a realçar aspectos nacionalistas, por outro escondia perseguições e atrocidades praticadas contra milhares de jovens)
Explosão das discotecas: – surgimento do dance music

Graças a contra - cultura ( movimento marginal ) surge o movimento punk , rock progressivo, heavy metal e a discoteca.

Efervescência da MPB, apesar da intensa censura.

Surge a Tropicália, com novos critérios não só quanto à música e à política, mas também à moral e ao comportamento, ao corpo, ao sexo e ao vestuário.
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