Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

A assistência de enfermagem no processo de abortamento: uma

No description
by

Anna Carolina Braga

on 4 December 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of A assistência de enfermagem no processo de abortamento: uma

Aluna: Anna Carolina G. Braga
A assistência de enfermagem no processo de abortamento: uma revisão de literatura em busca da humanização
Profª Drª PhD Rejane Corrêa Marques
INTRODUÇÃO
- Mudanças do corpo;
- O acompanhamento do desenvolvimento do embrião;
- Os sinais da gravidez;
- O pré-natal;
-A participação ativa no parto seja ele cesariano ou normal.

- Motivos de felicidade; de harmonia
e compaixão;
- Momento onde a mulher se torna mais sensível;
- Começa a olhar a vida e o mundo lá fora com outros olhos: os olhos de mãe;
- Dádiva
A experiência positiva da gestação
- Medo;
- Desespero;
- Dúvidas;
- Depressão;
- Tristeza.

- Baixa condição financeira,;
- Violência doméstica;
- Projeto de vida;
- Desemprego;
- Prole numerosa;
- Falta de apoio do parceiro e dos familiares;
- Doenças sistêmicas;
- Anomalias.

A experiência negativa da gestação
O aborto* é um contexto vivenciado por inúmeras mulheres, seja ela de qualquer classe socioeconômica, etnia, idade ou estado civil.




Conceituado clinicamente como a interrupção da gravidez ou expulsão do produto da concepção antes que o feto seja viável (22ª semana) ou, se a idade gestacional for desconhecida, com o produto da concepção pesando menos de 500 gramas ou medindo menos de 16 centímetros (MISTÉRIO DA SAÚDE, 2010).

*Neste trabalho adota-se este termo aborto para o processo de abortamento, por ser o termo mais usual, inclusive em bibliografias na área da saúde.

Classificação
Aborto Espontâneo
- Expulsão natural , sem interferência alguma do ambiente,
- Causas intrínsecas,
- Defeitos uterinos,
- Problemas psicológicos,
- Má formação fetal, entre outros.

Aborto induzido
ou provocado
- Utiliza-se de qualquer processo abortivo externo, químico ou mecânico.

LEGALIDADE

“No direito penal brasileiro são detectáveis diferentes posicionamentos. A maior parte dos penalistas manifesta-se no sentido de
haver vida humana
e, portanto, tutelável pelo direito penal a partir da concepção.

Sendo previsto pelo artigo 128 do Código Penal de 1940 que o abortamento
legalizado para gestações resultantes de estupro e para o caso de risco de morte para a mulher
, a questão está em cumprir a legislação (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2010).



EPIDEMIOLOGIA

Poderá ocorrer
mais de 70 mil mortes
de mulheres ;
Grande responsável pelas
internações
de mulheres;
Representa a
quarta mais importante causa de morte
de mulheres hospitalizadas no Sistema Único de Saúde.
Ocorrem no país de
1 a 1,2 milhões de abortamentos
ao ano e são responsáveis por
9% das mortes
maternas
25,0% das esterilidades
por causa tubária.
Calcula-se
2,7 abortos para cada 100 mulheres entre 15 e 49 anos



(GESTEIRA, 2006; DINIZ e MEDEIROS, MS, 2010).

(BURROUGHS, 1995; BISPO, SOUZA, 2007).
Relacionamento pessoal
Conforto
Suporte
Psicológico
Informar
Acompanhar
Conhecer
Respeito
Competência
Aconselhamento
Acolhimento
O CUIDADO
Por razões culturais, legais e religiosas que envolvem a questão do aborto:

Corpo da mulher é considerado objeto do trabalho;

Atitude de submissão, obediência, passividade, silêncio e aceitação;

Aquele que tem o direito de controlar

Relações de poder;

Assistência oferecida:
- Precaria - Não Humanizada - Indesejada

(BISPO, SOUZA, 2007).

Por que uma boa assistência?
Usuária
Isolada;
Solitária;
Ambiente diferente;
Exposta a atitudes de hostilidade;
Necessitando de aconselhamento;

Profissional
Qualifica o cuidado;
Crescimento profissional;
Via de mão dupla;
Experiência;

-
Principal problema a ser abordado:
Sob quais aspectos a assistência de enfermagem à mulher em situação de aborto vem sendo explorada nos estudos publicados?

-
Objeto da presente investigação é
: estudos referentes à assistência de enfermagem à mulheres que vivenciaram o processo de abortamento.

Objetivos e meta

Conhecer, a partir da literatura nacional e internacional, as diferentes vertentes sobre a assistência de enfermagem à mulher em situação de aborto, bem como, identificar possíveis lacunas dessa problemática.

- Traduz em diversas repercussões para a saúde da mulher e sua qualidade de vida;

JUSTIFICATIVA
- Grave problema de Saúde Pública

- Desafios vivenciados

- Fornecer dados que levem a busca de reflexão;
- Auxiliar na melhoria da qualidade da saúde (âmbito físico, social e psicológico);
- Possibilitar o acesso a informações;
- Fomento para outras pesquisas;
- Crescimento profissional do enfermeiro;

ABORDAGEM METODOLÓGICA
Estudo de revisão integrativa com etapas pré-determinas.

Esse método de pesquisa oportuniza a
compreensão do conhecimento atual sobre um determinado fenômeno de investigação
, uma vez que permite sintetizar resultados de estudos independentes sobre o mesmo objeto de estudo, contribuindo para assegurar a prática assistencial embasada em evidências científicas (MENDES; SILVEIRA; GALVÃO, 2008).

Recorte temporal:
10 anos (2004-2014) para realização da busca.

Critério de inclusão:
artigos completos, gratuitos, nas línguas inglesa, portuguesa e espanhola e, com acesso ao trabalho na íntegra para maior confiabilidade da análise. que explore a assistência de enfermagem no processo de abortamento.

Critérios de exclusão:
teses, dissertações, artigos de reflexão e artigos irrelevantes quanto à temática abordada.

Foi utilizada
pesquisa exploratória
sobre o discurso da literatura sobre a assistência de enfermagem frente ao processo de abortamento por meio da busca bibliográfica computadorizada e manual no mês de abril de 2014.

Utilizando a estratégia de associação de palavras-chaves com o uso dos operadores booleanos “and” nos cruzamentos, na
Biblioteca Virtual em saúde
, onde estão inseridas as seguintes bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem on-line (Medline), Biblioteca Cochrane on-line e a biblioteca Scientific Electronic Library Online (SCIELO), da seguinte forma:

"ABORTO" or "ABORTO espontaneo" or "ABORTO eugenico" or "ABORTO habitual" or "ABORTO ilegal" or "ABORTO incompleto" or "ABORTO induzido" or "ABORTO legal" or "ABORTO provocado" or "ABORTO recidivante" or "ABORTO retido" or "ABORTO septico" or "ABORTO terapeutico" [Descritor de assunto] and "ENFERMAGEM" or "assistencia de ENFERMAGEM" or "atendimento de ENFERMAGEM" or "cuidados de ENFERMAGEM" or "diagnostico de ENFERMAGEM" or "equipe de ENFERMAGEM" or "plano de assistencia de ENFERMAGEM" or "plano de cuidados de ENFERMAGEM" or "ENFERMAGEM de maternidade" [Descritor de assunto].

Para a análise da literatura científica selecionada adotou-se como variáveis: ano de publicação, área de conhecimento dos periódicos, abordagem, método de análise utilizado; palavras chaves e região em que foram desenvolvidas.

Assistência de enfermagem no processo de abortamento segundo o olhar das mulheres acometidas

Assistência de enfermagem no processo de abortamento segundo o olhar dos profissionais de enfermagem

Assistência de enfermagem no processo de abortamento segundo o olhar dos pesquisadores.




2005
2006
2010
2010
1979
1971
Brunner e Suddarth (2005)
Diferem o tratamento :
Provocado x espontâneo
Stress x emocional

Bazotti et al. (2006)

Bem estar;
Não opinar nem julgar;
Valorização da sensibilidade e da reciprocidade

Soares, Gerelli e Amorim (2010)
Cuidado assistencialista com Respaldo humanístico e o holístico.

Ministério da Saúde (2010)
HumanizaSUS

PNH
Mayeroff
(1971)
Ingredientes de cuidar
Conhecimento:
Alternar ritmos:
Paciência:
Confiança
Humildade:
Esperança
Jean Watson (1979)
Promove o cuidado transpessoal.

Necessidade de construção de um sistema humanístico de valores

O ato de cuidar é incontestavelmente essencial no que tange a assistência a um individuo.
REFERENCIAL TEÓRICO
RESULTADOS E DISCUSSÃO
TABELA 1. Número e frequência dos estudos sobre assistência de enfermagem no processo de abortamento, segundo o ano de publicação, Macaé – RJ, 2014.
2007 / 2008 - Fomento do CT/CNPq/MS/SCTIE/DECIT para pesquisa sobre aborto.

2010 - Publicação da Pesquisa Nacional de Aborto. Sendo o primeiro estudo de magnitude com coleta de dados diretos acerca do aborto realizado no Brasil.

2012 - Revista Ciência & Saúde Coletiva - v.17 n. 7 - Aborto: Um relevante tema interditado
TABELA 2. Distribuição de estudos sobre assistência de enfermagem no processo de abortamento por região em que foram desenvolvidos. Macaé – RJ, 2014.
Foram encontrados quatro artigos em língua estrangeira, sendo um em espanhol e dois em inglês. Destes, um não identificava a região procedente, um correspondia ao território de Cuba, um dos EUA e os outros dois do Brasil. Dos artigos publicados em língua portuguesa, 18 discutiam o assunto dentro do território Brasileiro sendo desenvolvidos em diferentes regiões.

TABELA 3. Distribuição do número de artigos encontrados segundo área de conhecimento dos periódicos. Macaé – RJ, 2014.
Tal fato evidencia que a assistência de enfermagem vem sendo interesse não só da própria categoria, como também de outras áreas que estão adentrando com estudos pertinentes em busca de qualidade do serviço.
No que tange o tipo de estudo adotado, 95% utilizaram abordagem qualitativa. Apenas um artigo utilizou abordagem quantitativa-qualitativa.
QUALITATIVA

Gesteira e colaboradores (2008) optaram pela abordagem qualitativa, “
no sentido de buscar as falas dos sujeitos em profundidade, uma vez que se aprofunda no mundo do significado das ações e relações humanas, um lado não perceptível em equações, médias e estatísticas
”.


A abordagem qualitativa direciona uma melhor compreensão da situação vivenciada pelas mulheres vítimas de abortamento.
Qualitativa-Quantitativa
TABELA 4. Distribuição do número de artigos encontrados segundo método de análise utilizada. Macaé – RJ, 2014.
Buscam por fenômenos, significados e representações de vivência no processo de abortamento e, para isso utilizam da linguagem e da comunicação.

Variedade
45 assistentes de pesquisa
Palavras Chaves x Descritores
A primeira é retirada de textos de linguagem livre e não obedece a nenhuma estrutura.

O segundo é um vocabulário organizado em estruturado, baseado em coleções de termos fundamentados na divisão do conhecimento em ciências da saúde, que abrange as línguas portuguesa, espanhola e inglesa.
Descritores não localizados
Dos descritores encontrados,
17,78%
não foram encontrados quando consultada sua existência no site dos Descritores em Saúde (DeCS) (http://decs.bvs.br/), sendo eles: Cuidado, Humanização, Opinião de profissionais, Multidisciplinariedade, Revisão de literatura, História de Vida, Legislação e Respostas humanas.
Não observância e flexibilidade nas publicações
Sua utilização correta e criteriosa torna-se de suma importância para que a busca seja ampla e fidedigna, uma vez que serve como linguagem única e padronizada.
DIFICULDADE NA CAPTURA DOS ARTIGOS DESTA PESQUISA
Descritores / Palavras-chaves
(59,09%)
(36,36%)
TABELA 6. Categorias hierárquicas DeCS/MeSH segundo frequência de aparição nos artigos encontrados. Macaé – RJ, 2014.
Isso fundamenta a ideia de que é um fenômeno multifacetado e inacabado em si, possibilitando assim uma gama de olhares diferenciados.
CATEGORIA 1: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE ABORTAMENTO SEGUNDO O OLHAR DAS MULHERES ACOMETIDAS
CATEGORIA 2: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE ABORTAMENTO SEGUNDO O OLHAR DOS PROFISSIONAIS
CATEGORIA 3: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE ABORTAMENTO SEGUNDO O OLHAR DOS PESQUISADORES
CONCLUSÃO
Conclui-se que a assistência de enfermagem á mulher em processo de abortamento é um
tema que necessita de mais estudos visando à difusão de informação de modo a sensibilizar os profissionais
de enfermagem sobre a necessária mudança de enfoque na assistência da mulher, visto que o cuidado deve ir além da resolução de problemas físicos, mas sim do apoio psicológico e emocional, individualizado e humanizado.

Evidenciou-se a
necessidade de um novo olhar no cuidado a mulheres
em processo de abortamento, onde a equipe de enfermagem deve ter como objetivo a assistência em dimensão bio-psico-socioespiritual. Para isso, é necessário propiciar um ambiente tranquilo e terapêutico, de modo a acolher a mulher em todas as dimensões.

É necessário pensar também em Políticas Publicas de saúde de modo a assistir a mulher em todas as dimensões.
REFERÊNCIAS
1. ANDRADE, Vanessa Moura Modesto, SILVA, Vicviane Protázio, SILVA Leila Rangel. Percepção das mulheres no cuidado de enfermagem frente a situação de aborto. R. de Pesq.: cuidado é fundamental, Rio de Janeiro, ano 8, n. 1/2, p. 121-129, 1./2. sem. 2004.
2. AQUINO, Estela M. L. et al .Qualidade da atençãoaoaborto no SistemaÚnico de Saúde do Nordestebrasileiro: o quedizem as mulheres?.Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 7, Jul 2012
3. BAZOTTI, Kellen; STUMM, Eniva; KIRCHNER, Rosane. Ser cuidada por profissionais da saúde: percepções e sentimentos de mulheres que sofreram abortamento. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 2009 Jan-Mar; 18(1): 147-54.
4. BARBOSA, Ana Silvia Sandoval de Freitas; BOBATO, Jacqueline Aparecida Cosmo; MARIUTTI, Mariana Gondim. Representação dos profissionais da saúde pública sobre o aborto e as formas de cuidado e acolhimento. Revista da SPAGESP, 13(2), 44-55, 2013.
5. BENUTE, Gláucia Rosana Guerrrra. Influência da percepção dos profissionais quanto ao aborto provocado na atenção à saúde da mulher. Rev Bras Ginecol Obstet. 2012; 34(2):69-73.
6. BITENCOURT, Carlos Santana, SANTOS; Lia Cristina Galvão. Intensive care nursing before complications of caused abortion. J Nurs UFPE on line., Recife, 7(spe):977-84, Mar., 2013.
7. BISPO, Clísya. SOUZA, Vera Lúcia. Violência institucional sofrida por mulheres internadas em processo de abortamento. Revista Baiana de Enfermagem, Salvador, v. 21, n. 1, p. 19-30, jan/abr 2007.
8. BURROUGHS, A. Uma introdução à enfermagem materna. Traduzido por Thorell AMV. 6ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas; 1995. p.339-41; 376-9.
9. BRANDAU, Ricardo, MONTEIRO, Rosangela, BRAILE, Domingo. Importância do uso correto dos descritores nos artigos científicos. Rev Bras Cir Cardiovasc 2005; 20(1): VII-IX.
10. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Atenção Humanizada ao Abortamento: Norma Técnica / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Área Técnica de Saúde da Mulher. – 2. ed. atual. e ampl. – Brasília : Ministério da Saúde, 2010. 60 p.
11. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticos de Saúde. Área Técnica de Saúde da Mulher. Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher/Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Área Técnica da Mulher. – Brasília: Ministério da Saúde, 2001.
12. CACIQUE, Denis Barbosa, JUNIOR, Renato Passini; OSIS, Maria José Martins Duarte. Opiniões, conhecimento e atitudes de profissionais da saúde sobre o aborto induzido: uma revisão das pesquisas brasileiras publicadas entre 2001 e 2011. Saúde Soc. São Paulo, v.22, n.3, p.916-936, 2013.
13. Cahú GPR, Rosenstock KIV, Costa SFG, Leite AIT, Costa ICP, Claudino HG. Produção científica em periódicos online acerca da prática do assedio moral: uma revisão integrativa. Rev Gaúcha Enferm. [Periódico da internet] 2011 sept [acessado em 2012 jan 14]; 32(3). Disponível em: http://seer.ufrgs.br/RevistaGauchadeEnfermagem/article/view/16864/13947.
14. CAREGNATO, Rita Catalina Aquino; MUTTI, Regina. Pesquisa qualitativa: análise de discurso versus análise de conteúdo. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 2006 Out-Dez; 15(4): 679-84.
15. CARVALHO, Simone Mendes; PAES, Graciele Oroski. Integralidade do cuidado em enfermagem para a mulher que vivenciou o aborto inseguro. Escola Anna Nery Revista De Enf Ermagem. 18(1) Jan – mar 2014.
16. CASTRO, Elenice. Terminologia, palavras-chaves, descritores em saúde. Jornal Brasileiro de AIDS. Janeiro/Fevereiro/Marços 2001 – Vol.2. Numero 1.
17. CECATTI, José. Et. alii. Aborto no Brasil: um enfoque demográfico. Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.32 no.3 Rio de Janeiro Mar. 2010.
18. COSTA, Laís de Oliveira; JARDIM, Dulcilene Pereira. Percepção do enfermeiro no cuidado à adolescente no período do pós-aborto provocado. Rev Enferm UNISA 2010; 11(1): 12-8.
19. DINIZ, Debora;MEDEIROS, Marcelo. Aborto no Brasil: uma pesquisa domiciliar com técnica de urna. Ciênc. saúde coletiva vol.15 supl.1 Rio de Janeiro, 2010.
20. DINIZ, Debora; MENEZES, Greice. Aborto: saúde das mulheres. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 7, Jul 2012 .
21. DOMINGOS, Selisvane Ribeiro da Fonseca, MERIGHI, Miriam Aparecida Barbosa; JESUS, Maria Cristina Pinto. EXPERIENCE AND CARE IN MISCARRIAGE: A QUALITATIVE STUDY. Online braz. J. nurs. (Online); 10(2) abr-ago. 2011.
22. ESPINDOLA, PolianneMerie. A fenomenologia de alfredschutz: uma contribuição histórica.TRAMA INTERDISCIPLINAR - v. 3 - n. 1 – 2012.
23. FRANCO, Alberto Silva. Algumas questões sobre o aborto. Revista do ICP (Instituto de Ciências Penais), vol 1, pp.19/86, 2006.
24. GASTÂO, Manoel. Conceitos Básicos em Pesquisa. In: NEVES, Eduardo; DOMINGUES, Clayton. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. Rio de Janeiro, 2007.
25. GESTEIRA, Solange; BARBOSA, Vera Lúcia. ENDO, Paulo César. O luto no processo de aborto provocado. Acta Paul Enferm 2006;19(4):462-7.
26. GESTEIRA, Solange. Assistência prestada à mulher em processo de aborto provocado: o discurso das mulheres e das profissionais de saúde [tese]. São Paulo: Universidade Federal de São Paulo. Departamento de Enfermagem; 2006.
27. HIGA, Rosângela; Reis, Maria José; LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. Interrupção legal da gestação decorrente de estupro: assistência de enfermagem às mulheres atendidas num serviço público da cidade de Campinas – SP. Cienc Cuid Saude 2007. Jul/Set;6(3):372-376.
28. LUNARDI, Valéria Lerch; SIMÕES, Aline Rios. (Re)Ações da equipe de enfermagem frente a possibilidade de participação em um aborto legal. R Enferm UERJ 2004; 12:173-8.
29. MARIUTTI, Mariana Gondim; ALMEIDA, Ana Maria; PANOBIANCO, Marislei Sanches. O cuidado de enfermagem na visão de mulheres em situação de abortamento. Rev. latinoam. enferm;15(1):20-26, jan.-fev. 2007.
30. MARQUES, Girlene; ROSSINI, Greta; SOUZA, Kelly. Mulheres em Situação de Abortamento: Percepção Sobre a Assistência da Equipe de Enfermagem.Monografia. Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo - São Paulo, 2009.
31. McLEMORE, Monica; LEVI Amy. Nurses and care of women seeking abortions, 1971 to 2011. J Obstet Gynecol Neonatal Nurs;40(6):672-7, 2011 Nov-Dec.
32. Mendes KDS, Silveira RCCP, Galvão CM. Revisão Integrativa: métodos de pesquisa para a incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto e Contexto Enferm. [Periódico da internet] 2008 Out-Dez [acesso em 2011 nov 12]; 17(4): 758-64. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tce/v19n2/21.pdf.
33. Métodos de pesquisa / [organizado por] Tatiana Engel Gerhardt e Denise Tolfo Silveira ; coordenado pela Universidade Aberta do Brasil – UAB/UFRGS e pelo Curso de Graduação Tecnológica – Planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural da SEAD/UFRGS. – Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009.
34. MOTTA, Ilse Sodré. A relação interpessoal entre profissionais de saúde e a mulher em abortamento incompleto: "o olhar da mulher". Rev. Bras. Saude Mater. Infant., Recife, v. 5, n.2, 2005.
35. MORAES, Roque. Análise de conteúdo. Revista Educação, Porto Alegre, v. 22, n. 37, p. 7-32, 1999.
36. MORTARIL, Carmen Luiza Hoffmann; MARTINILL, Jussara Gue; VARGAS, Myriam ALDANA. Representações de enfermeiras sobre o cuidado com mulheres em situação de aborto inseguro. Rev. esc. enferm. USP vol.46 no.4 São Paulo Aug. 2012.
37. NEVES, Eduardo; DOMINGUES, Clayton. Manual de metodologia da pesquisa científica / org. - Rio de Janeiro: EB/CEP, 2007.204p.
38. NERY. Inez Sampaio. Vivências de mulheres em situação de aborto espontâneo. Ver. Enferm UERJ, Rio de Janeiro, 2006 jan/mar; 14(1):67-73. p.67.
39. NERY, Inez; TYRREL, Maria. O aborto provocado e a questão de gênero: mulheres em evidência e as evidências das mulheres para as bases da assistência de enfermagem. Teresina (PI): EDUFPI; 2002.
40. OLIVEIRA, Denize Cristina. Análise de conteúdo temático-categorial: uma proposta de sistematização. Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 out/dez; 16(4):569-76.
41. PEREIRA, Pedro et alii; Tratamento do abortamento incompleto por aspiração manual ou curetagem. Rev. Assoc. Med. Bras. vol.52 no.5 São Paulo Sept./Oct. 2006.
42. PILLECO, Flávia; KNAUTH, Daniela; VIGO, Álvaro. Aborto e coerção sexual: o contexto de vulnerabilidade entre mulheres jovens. Cad. Saúde Pública vol.27 no.3 Rio de Janeiro Mar. 2011.
43. POPE, Catherine; MAYS, Nicholas. Pesquisa qualitativa na atenção à saúde. 3ed. ARTMED ® EDITORA S.A. São Paulo. 2006.
44. SACILOTO, Marcio Pedroso et al . Aspiração manual intrauterina no tratamento do abortamento incompleto até 12 semanas gestacionais: uma alternativa à curetagem uterina. Rev. Bras. Ginecol. Obstet., Rio de Janeiro , v. 33, n. 10, Out 2011.
45. SANTOS, Vanessa Cruz Santos. Criminalização do aborto no Brasil e implicações à saúde pública. Rev. bioét. (Impr.). 2013; 21 (3): 494-508.
46. SILVA, João Paulo Lopes; ARAÚJO, Maria Zélia. Olhar Reflexivo sobre o Aborto na Visão da Enfermagem a Partir de uma Leitura de Gênero. R bras ci Saúde 14(4):19-24, 2011.
47. Sousa TM, Silva MD, Carvalho R. Revisão integrativa: o que é e como fazer. Einstein. 2010; 8(1): 102-6.
48. SOUZA, Zannety et. alii. Trajetória de mulheres em situação de aborto provocado no discurso sobre clandestinidade. Acta paul. enferm. vol.23 no.6 São Paulo 2010.
49. STREFLING, Ivanete da Silva Santiago. Cuidado integral e aconselhamento reprodutivo à mulher que abortou: percepções da enfermagem. Esc Anna Nery (impr.)2013 out - dez ; 17 (4): 698 – 70
50. RAMOS, Ivette Mulens. Análisis de los cuidados de enfermería ante las respuestas humanas en el Aborto Espontáneo. Rev haban cienc méd v.8 n.3 Ciudad de La Habana jul.--sep. 2009.
51. ROCHA, Maria Isabel Baltar. A discussão política sobre aborto no Brasil: uma síntese. R. bras. Est. Pop., São Paulo, v. 23, n. 2, p. 369-374, jul./dez. 2006.
52. ROSA, Eliza Zanerrato. A metodologia de análise na proposta da psicologia sócio-histórica para a produçäo de conhecimento. Psicol. rev;(8):143-55, 1999.
53. TURATO, Egberto Ribeiro. Métodos qualitativos e quantitativos na área da saúde: definições, diferenças e seus objetivos de pesquisa. Rev Saúde Pública. 2005;39(3):507-14.
54. XIMENES F. N. et alii. Percepção feminina diante da gravidez interrompida: análise da experiência vivenciada por mulheres com diagnóstico de abortamento.Ciencia y enfermeriaxvii (1): 95-103, 2011.
55. WALDOW, Vera Regina. O cuidado na saúde: as relações entre o eu, o outro e os cosmos. Petrópolis, RJ : Vozes, 2004.
56. World Health Organization. World healthreport 2005: makeeverymotherandchildcount. Geneva: WHO; 2005.


OBRIGADA!!!
“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.”
Carl Jung
Macaé
2014

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Campus Profº Aloísio Teixeira - Macaé
Full transcript