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CIÊNCIA DO TREINAMENTO ESPORTIVO - Respostas Fisiológicas ao Treinamento Anaeróbico

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by

Fabiano Soares

on 10 December 2014

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Transcript of CIÊNCIA DO TREINAMENTO ESPORTIVO - Respostas Fisiológicas ao Treinamento Anaeróbico

Natureza estática do exercício
Alto
Moderado
Baixo
Baixo
Moderado
Alto
Natureza dinâmica do exercício
ANAERÓBICO
AERÓBICO
ATP-CP
GLICÓLISE
CICLO DE KREBS
BETA-OXIDAÇÃO
TRANSPORTE DE ELÉTRONS
Sistema energético envolvido
CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES ESPORTIVAS
Corrida de trenó
Alpinismo
Navegação
Arremessos
Esquí aquático
Arco e flecha
Corrida de automóvel
Mergulho
Motor-cross
Jogo de bilhar
Boliche
Golfe
Fisiculturismo
Esqui em declive
Ginástica
Caratê
Luta
Patinação artística
Futebol americano
Saltos
Rugbi
Baisebol
Softbol
Tênis de mesa
Tênis (dupla)
Voleibol
Boxe
Ciclismo de pista
Remo
Provas rasas (natação, corrida)
Basquete
Hóquei no gelo
Corrida (1500 m)
Natação (meio fundo)
Esqui cross-country
Maratona
Provas de longa distância
Tênis (individual)
ATP-CP e GLICÓLISE
GLICÓLISE e OXIDATIVO
OXIDATIVO
Basquete 60% 20% 20%
Esgrima 90% 10% neglig.
Futebol americano 90% 10% neglig.
Golfe 95% 05% neglig.
Patinação de velocidade
500m 80% 10% 10%
1500m 20-30% 30% 40-50%
10000m 5% 15% 80%
Remo 20% 30% 50%
Futebol
Goleiro, pontas 60% 30% 10%
Zagueiro, meias 60% 20% 20%
Natação/Mergulho
Mergulho 98% 02% neglig.
50m 90% 05% 05%
100m 80% 15% 05%
Pista
100-200m 95-98% 2-5% neglig.
800m 30% 65% 05%
Maratona neglig. 05% 95%
RESPOSTAS FISIOLÓGICAS
AO TREINAMENTO ANAERÓBICO

PRINCÍPIOS BÁSICOS:
Reconhecer o principal sistema energético utilizado na realização de determinada atividade
Pelo Princípio da Sobrecarga, elaborar um programa de treinamento capaz de desenvolver esse sistema energético em particular, mais que qualquer outro
PRINCÍPIO DA SOBRECARGA
Intensidade;
Frequência;
Duração dos estímulos;
Duração dos treinos.
DETERMINANDO O SISTEMA ENERGÉTICO
QUAL A PARTICIPAÇÃO % DAS VIAS METABÓLICAS NOS ESPORTES?
DETERMINANDO A INTENSIDADE DO TREINAMENTO ANAERÓBICO
Frequência Cardíaca
Nível de Lactato
Velocidade de
Treino
MÉTODOS DE CONTROLE DA INTENSIDADE DE TREINO
OBJETIVO CENTRAL
Gerar uma sobrecarga nas vias energéticas anaeróbicas durante o treinamento;
Esta sobrecarga dará origem a uma melhor capacidade de desempenho atlético.
A realização de testes constantes, incluindo coletas sistemáticas de sangue, é pouco prática, além de ser muito cara;
A alternativa é realizar um teste ventilatório para se identificar o chamado LIMIAR DE LACTATO;
A média é de 4 mmol/L.
Ao realizar um teste ergoexpirométrico, o treinador conhece o % de FC no qual ocorre o Limiar;
O programa, a partir de então, será montado para que a FC durante o treino fique sempre acima deste Limiar, en torno de 5% a 15%.
A FC determinada pelo Limiar de Lactato servirá para controlar a velocidade dos treinos;
Mas, a medida que o atleta evolui em seu condicionamento, será observada uma redução gradativa na FC em determinada velocidade de treino;
Assim, um aumento (sobrecarga progressiva) na velocidade deverá ser imposta afim de buscar um aumento na FC para que esta novamente fique, em média a 10% acima do Limiar.
DIRETRIZES GERAIS PARA O TREINAMENTO ANAERÓBICO
Fator de treinamento
Diretriz
Intensidade FC entre 5% a 15% acima do Limiar de Lactato
Frequência 3 a 4 dias por semana
Sessões por dia 1 (em alguns casos 2)
Duração 8 a 10 semanas
Duração por sessão
ATP-CP Tiros de 25 segundos ou menos
Glicolítico Tiros de 3 a 4 minutos ou menos
TREINAMENTO INTERVALADO PARA O DESEMPENHO ANAERÓBICO
O treinamento intervalado consiste em sessões repetidas de trabalho alternadas com uma recuperação;
Este intervalo pode incluir exercício leve sendo chamado de repouso-recuperação;
Ou incluir um exercício de leve a moderado sendo chamado de trabalho-recuperação;
O repouso completo é usado apenas raramente.
Método de Treino
Reserva de ATP-CP
Ex: 4x10" com 30" de intervalo
O PRINCÍPIO DA SOBRECARGA APLICADO AO TREINAMENTO ANAERÓBICO INCLUI:
Aumento na velocidade e na distância do trabalho
Número de repetições em cada sessão
Tempo de intervalo de repouso
Tipo de atividade durante o intervalo
Frequência de treinos por semana
CORRIDA NATAÇÃO RITMO DE TREINO

50m 1,5 seg. acima do melhor tempo
100m 25m 3 segs. acima do melhor tempo
200m 50m 5 segs. acima do melhor tempo
400m 100m 1-4 segs. abaixo do melhor tempo para 1600m/400m
800m 200m 3-4 seg. abaixo do melhor tempo para 1600m/400m
E O INTERVALO?
DURAÇÃO DO INTERVALO
Trabalhos longos (800m) - Relação de 1:1;
Trabalhos moderados (400-600m) - Relação de 1:2;
Trabalhos curtos (50-200m) - Relação de 1:3.

Ex: 2 séries de 4 tiros de 100m para 1'20"/2'40"
TIPO DE INTERVALO
Repouso-Recuperação - para treinos que se destinam a aprimorar o sistema ATP-CP;
Trabalho-Recuperação - para treinos que se destinam a aprimorar o sistema Glicolítico Anaeróbico.
EFEITOS FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO ANAERÓBICO
As alterações Anatômicas, Morfológicas, Fisiológicas e Psicológicas crônicas que resultam da exposição repetida ao exercício englobam o que se denomina EFEITO DO TREINAMENTO.
Músculo Esquelético
1) Ocorre aumento nas concentrações de ATP e de PC disponível:
Até 25% de aumento no ATP após 7 meses de treinamento
Até 40% de aumento na PC após 4 meses de treinamento.
2) Ocorre aumento na concentraçã de três enzimas chave após 8 semanas de treino:
ATPase - 30%
Mioquinase - 20%
Creatina kinase - 36%
GLICÓLISE ANAERÓBICA
1) Aumento de 16% na fosfofrutoquinase após 6 semanas de treinamento, podendo chegar a 120% de aumento (Foss, 2010);
2) Aumento na concentração de Glicogênio muscular de até 60% após exercício físico, se acompanhado por dieta rica em carboidratos (~70% do total calórico
3) Aumento na eficiência do Ciclo de Cori, responsável pela remoção do lactato pós treino.
RITMO DE TREINO
FIBRAS MUSCULARES
Ocorre a chamada Hipertrofia Seletiva, na qual as fibras do Tipo II ocupam maior área na secção transversal dos músculos de velocistas;
Não ocorre interconversão entre os tipos de fibras;
Destreinados 50%-50%
Fundistas 60%-40%
Arremessadores de dardo 50%-50%
Saltadores 40%60%
Arremesso de pesos 30%-70%
Velocistas 20%-80%
PERCENTUAL DE ÁREA DAS FIBRAS TIPO I E II
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