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MESA REDONDA 4: Políticas públicas e práticas de ensino e pe

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Roxane Rojo

on 26 September 2014

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Transcript of MESA REDONDA 4: Políticas públicas e práticas de ensino e pe

MESA REDONDA 4: Políticas públicas e práticas de ensino e pesquisa na graduação em Letras
25º FALE/UFAL

Boaventura
Modernidade/Pós-Modernidade
ASSIM:

Temos também, em tempos de SMET, de levar em conta, como opção combinada de campo de atuação, as práticas sociais e culturais transnacionais. Alguns de nós têm atuado há algum tempo e com consistência junto a organizações não-governamentais e – menos – junto a movimentos sociais. Mas continuamos ignorando o espaço estratégico que podem ser as redes e os fluxos transnacionais, inclusive para possibilitarem um espaço de pesquisa extra-institucional coletiva e colaborativa.


Como temos unido política e pesquisa no campo da LA?
Pesquisas, individuais ou em coletivos, voltadas para diversas questões sociais: identidades, transculturalidade, ensino-aprendizagem de línguas, letramentos, formação de professores, acesso às novas tecnologias …






Prestando serviços e extensões, individuais ou em coletivos, a entidades da sociedade civil ou a órgãos estatais (secretarias, ministérios, empresas - inclusive escolas/universidades privadas -, ONGs…), mas de maneira paralela à pesquisa ou como aplicação de seus resultados

O que muda na globalização?
Sousa-Santos (2005, p. 26) afirma que a globalização traz consigo um aumento considerável das privações sofridas, mesmo que com uma aragem de alívio, pois “parece combinar a universalização e eliminação das fronteiras nacionais, por um lado, o particularismo, a diversidade local, a identidade étnica e o regresso ao cumunitarismo, por outro”, mas, ao mesmo tempo, acarreta um “aumento dramático das desigualdades” entre (países) ricos e pobres, a superpopulação, a

catástrofe ambiental, os conflitos étnicos, a migração internacional massiva, a emergência de novos Estados e a falência ou implosão de outros, a proliferação de guerras civis, o crime globalmente organizado, a democracia formal como uma condição política para a assistência internacio-
nal etc.
3 contradições:
o local/global;
o Estado-nação/não-Estado transnacional
o capitalismo/lutas anticapitalistas.
Logo:
Temos hoje que levar em conta que nossa atuação nas políticas públicas e sua possível eficácia está contida e delimitada não somente pelas mazelas do próprio Estado-nação (atuação midiática e propagandística dos partidos, competição destrutiva entre gestões, corrupção, corporativismo, populismo), mas também pelo próprio funcionamento da práticas interestatais que têm por agentes organizações internacionais (UNESCO, Banco Mundial) e instituições financeiras multilaterais (empresas multinacionais, por exemplo). Ou seja, nossa atuação neste campo de práticas está de saída limitada por forças centrífugas. Desde que adentremos esse campo com consciência disso, nossa ação poderá ser mais estratégica.
Política linguística, política e globalização: Caminhos para a LA
Roxane Rojo (IEL/UNICAMP)

Como insiders, como colaboradores, como observadores…
Monografias, ICs, PIBICs
Programas : Ex.: MEP-FAPESP
PIBID
Prestação de serviços coletivos:
Formações de professores
Elaborações de Mat. Did.
Cursos EaD...
Como temos unido política e pesquisa no campo da LA?
“Melando-se” - pessoal ou institucionalmente - nas políticas públicas - órgãos estatais (inclusive CAPES, CNPq), agênciais de fomento, associações de corpo (ANPOLL, ALAB) - de maneira a buscar mudanças sociais efetivas:
Rajagopalan (2004) discute 3 maneiras:
Fazendo “lobby” ou “conchavos” em momentos decisórios
Como representantes de um corpo social
Planejando e executando políticas públicas


Planejando e executando políticas públicas - de maior ou menor escopo e impacto - e pesquisando seus efeitos e resultados também para corrigir rumos de ação política (mais recentemente)
PIBID
PIBID
PNLD, PNBE
Avaliações sistêmicas
Elaboração de currículos e MDs
Formações de professores
EaD
ProfLetras
O que muda na globalização?
Para Boaventura, a globalização é um período complexo e multifacetado, que apresenta uma característica importante:

o Estado-nação parece ter perdido sua centralidade tradicional enquanto unidade privilegiada de iniciativa econômica, social e política. A intensificação de interações que atravessam as fronteiras e as práticas transnacionais corroem a capacidade do Estado-nação para conduzir ou controlar fluxos de pessoas, bens, capital ou ideias, como o fez no passado. (p. 38)

PROBLEMAS:
para a atuação do linguista aplicado em políticas (linguísticas) públicas exclusivamente estatais (inclusive as relativas à educação), pela ineficácia que isso pode gerar. Por exemplo, em programas e projetos educacionais vários, trabalhar exclusivamente com o Estado tem significado ficar relativamente à margem do processo – em um limitado lugar gerencial –, no fundo comandado pelo capital internacional.
UNESCO
Banco Mundial
PIBID
PNLD, PNBE
Avaliações sistêmicas
Elaboração de currículos e MDs
Formações de professores
EaD
sistema mundial moderno (SMM)
sistema mundial em transição (SMET)
que convivem
Globalização é uma obra aberta e fractal -
Globalizações
Como país do Sul, periférico (ou semiperiférico como querem alguns), temos um grande grau de dependência e despromoção em relação ao capital internacional, o que nos coloca em posição deslocada face ao centro e subalterna, gerando intensificando e mantendo uma série de privações sofridas, no campo da moradia, da saúde, da educação, do saneamento básico, do controle da violência urbana, da dita inclusão social, da promoção da cultura
etc. Portanto, chamadas à atuação não nos faltam.
CULTURAS LOCAIS e
NECESSIDADES COLETIVAS
Fonte: ROJO, R. H. R. Caminhos para a LA: Política linguística, política e globalização. In: NICOLAIDES
et al.
(Orgs.).
Política e políticas linguísticas.
Campinas, SP: Pontes/ALAB, p. 63-78.
Este Prezi:
http://prezi.com/cxgcdr0eoh9k/mesa-redonda-4-politicas-publicas-e-praticas-de-ensino-e-pe/
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