Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Copy of Minicurso_Mídias digitais no ensino de línguas.PEZ

No description
by

Jaberlânye Nelo

on 25 September 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Copy of Minicurso_Mídias digitais no ensino de línguas.PEZ

Mídias Digitais e Ensino
Profa. Maria Jaberlânye da S. Nelo (GELIT/UFPB/CNPq)




Qual deve ser o perfil
do professor
neste novo enfoque???





O ensino pautado
em novas concepções
Breve histórico do uso de Tecnologias nas salas de aula
Quadro-negro e giz
Possibilitam o aumento do número de alunos e o surgimento do professor que conhecemos hoje. Desde 1980, dividiram espaço com o quadro branco e o pincel atômico.
Mimeógrafo
Permite a impressão de pequenas tiragens com papel-carbono e álcool. Colabora principalmente na preparação de provas, em exercícios e lições de casa.
Episcópio
Projeta, em tela, objetos ou superfícies opacos, como fotografias e páginas de livros. Para funcionar corretamente, a sala deve estar completamente escura.
Retroprojetor
Com ele, o professor não precisa mais ficar de costas para a turma. Além disso, preparar as transparências é bem mais rápido do que escrever com giz no quadro.
Computador
O primeiro uso em sala de aulas no Brasil foi na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mas, rapidamente, passou a contribuir também para o ensino das crianças.
Data-show
Exibe a imagem do computador em uma tela ou na parede. Tem gerado o abandono dos demais recursos de projeção que existiam antes.
Internet
Apesar de ter sido utilizada na Guerra Fria, ela chega às escolas na década de 1990. A partir daí, revoluciona o acesso de professores e alunos à informação.
Lousa Digital
Reproduz a imagem do computador em uma tela sensível ao toque, na qual também é possível escrever. Com isso, deixa o antigo quadro com cara de passado.
Tablet
Nos Estados Unidos, existem mais de 20 mil aplicativos educativos. No Brasil, há intensa distribuição para docentes e alunos do Ensino Médio, com uso variados.
- Século XVIII -
- 1887 -
- 1900 -

- 1950 -
- 1971 -
- 1984 -
- 1990 -
- 1991 -
- 2010 -
Gêneros Digitais: o que são?
Gêneros Textuais:
algumas definições

Para Bakhtin, os diferentes textos que produzimos, sejam eles orais ou escritos, se configuram a partir de características relativamente estáveis, tenhamos ou não consciência delas. A estes textos, ele denomina gêneros textuais.



“Os gêneros são formas sociais de organização e expressões típicas da vida cultural. Contudo, os gêneros não são categorias taxionômicas para identificar realidades estanques.” (Marcuschi, 2010, p.19.)

- Linguística Textual

- “Dinâmicos e plásticos”

Os gêneros textuais surgiram para a interação humana e estão em constante evolução. Devido ao uso frequente do computador e da internet para a interação social através da comunicação virtual, surgiram diversos novos gêneros chamados gêneros digitais.


- Gêneros emergentes
- Gêneros novos, ancorados em gêneros já existentes.

Transmutação: novos gêneros, velhas bases
Transmutação: novos gêneros, velhas bases

“Não são propriamente as tecnologias em si que originam os gêneros, mais sim, a intensidade dos usos dessas tecnologias e suas interferências nas atividades comunicativas diárias.”

(Marcuschi, 2002)

Bakthin(1997) já falava na 'transmutação' dos gêneros e na assimilação de um gênero por outro, que originava assim, um novo gênero.

EXEMPLO:
bilhete
carta
e-mail
“Novas tecnologias não mudam os objetos, mas nossas relações com eles.”
(Marcuschi, 2010, p. 21)

“Em certos casos, esses gêneros emergentes parecem projeções ou “transmutações” de outros como suas contrapartes prévias
(...)”

“As práticas sociais determinam como usamos a tecnologia”.
(Street, 2010)

- Não há gênero que seja completamente novo, embora novas relações com a linguagem estejam sempre sendo formadas.

Possibilidades para utilização das novas tecnologias no ensino
B
L
O
G

- Gênero ou suporte?
- Formatação

- Blog =

Diário íntimo

(Diários virtuais)

- Autoria compartilhada

- O blog na educação







- Modelo de aprendizagem criado em 1995, pelo professor Bernie Dodge.

- Método de pesquisa orientada, estritamente didático, feito através da internet.

- O professor é criador e/ou mediador dessa metodologia.

- “As situações-problema em WebQuests estão fundadas na convicção de que aprendemos mais e de uma forma melhor com os outros e não de forma individualizada. Aprendizagens mais significativas são resultados de atos de cooperação.” (FUKUDA, 2004, p. 32).

Estrutura da Webquest



Introdução:
Deve conter as primeiras orientações sobre o que os alunos irão vivenciar durante a WebQuest. Nesse primeiro momento de contato com o instrumento de aprendizagem, o aluno deve sentir-se envolvido e interessado a seguir por todas as fases seguintes.
Tarefa:

A tarefa, como a própria denominação sugere, deve conter a apresentação e as coordenadas para a realização das atividades. Aqui, o aluno deve encontrar detalhadamente tudo que deverá ser feito no percurso da WebQuest.
“A alma de uma WebQuest é a Tarefa. Se você criar uma tarefa mal definida, sua WebQuest não será um desafio capaz de entusiasmar os estudantes. Assim, no processo de planejamento, convém dedicar bastante tempo e os melhores esforços no desenho de uma tarefa impactante, desafiadora, motivante. Criar tarefa com essas características exige, sobretudo, clareza, compreensão de como funcionam nossas habilidades cognitivas, e muita criatividade. (Rodrigues, 2007, p. 453)”
Processo:
Esse atributo deve conter o caminho pelo qual os aprendizes irão navegar. A lista de sites pré-definidos pelo professor deve ser apresentada em forma de links, organizados numa ordem lógica, que possibilitem facilidade na aquisição das informações.
Recursos:
Nesse local, deverá ser fornecido aos participantes, alguns recursos que serão utilizados na resolução da tarefa. É um espaço de apoio aos alunos, como um suporte que os ajudará a complementar as informações já adquiridas para a realização da tarefa.
Avaliação:
É um espaço importantíssimo. Aqui o grupo saberá qual será a forma de avaliação adotada pelo professor. Visto que previamente os alunos já saberão quais os critérios de avaliação constantes na atividade, poderão realizar o processo de auto-avaliação no decorrer de toda atividade.
Conclusão:
Como na introdução, a conclusão deve ser breve e simples. Contendo apenas um breve comentário sobre o que foi aprendido, e sugestões para que o conhecimento adquirido na WebQuest possa ser aprofundado posteriormente.
Créditos:
Essa parte é opcional. Seu objetivo é citar as referências e agradecer aos envolvidos no processo de construção da Webquest.

Aprendizagem colaborativa
1. Editor de texto:

além do uso como editor de textos, também permite a criação de textos compartilhados. Assim, por exemplo, o professor pode propor a criação de textos de forma colaborativa por equipes de alunos e criar um doc compartilhado por todos de uma mesma equipe e pelo professor.
2. Uso das planilhas eletrônicas:
as planilhas eletrônicas também podem ser compartilhadas e editadas simultaneamente, o que permite usos parecidos com o do editor de textos e outros mais apropriados para as funcionalidades de uma planilha, como a disponibilização de notas e mesmo de uma lista de presença que pode ser preenchida pelo professor e disponibilizada instantaneamente para os pais dos alunos ou para a secretaria da escola.
Outros usos possíveis são:

==> disponibilizar atividades que possam ser realizadas com o uso de planilhas eletrônicas.

==> os gráficos gerados a partir das tabelas também são especialmente interessantes para disciplinas que os utilizam bastante, como a física, a biologia e a geografia;

==> uso como “banco de dados”, pois as planilhas eletrônicas permitem armazenar dados de forma organizada, recuperá-los de forma simples e manipulá-los de forma automatizada, mesmo em se tratando de muitos dados.

3. Uso de apresentações de slides:
as apresentações de slides são particularmente interessantes como ferramenta de apresentação de conteúdos, informações e esquemas didáticos com um visual atraente. O GoogleDocs permite também que se faça edição colaborativa dessas apresentações e que elas sejam compartilhadas online.
4. Uso dos formulários online:
os formulários online do GoogleDocs estão associados à planilhas e constituem um meio simples e rápido de coletar informações, gerar apresentações gráficas e análises estatísticas de dados.

Alguns usos possíveis:

==>
produzir questionários sócioeconômicos dos alunos;

==>
produzir diagnoses e pesquisas com os alunos ou com os pais, pois os formulários podem também ser acessados da casa dos alunos;

==>
produzir pequenos testes e provas, ou atividades que os alunos possam realizar de forma autônoma e fora da escola.

- Há ainda uma possibilidade de uso muito interessante que é a disponibilização de qualquer um desses docs na internet e sua incorporação em um blog, por exemplo.
O chat (bate-papo virtual) é um dos gêneros mais utilizados principalmente pelos adolescentes, por permitir uma interação síncrona e com várias pessoas ao mesmo tempo, além de possuir uma linguagem livre, particular a cada usuário, admitindo a utilização de emoticons e abreviações que, além de facilitar digitação, substituem alguns recursos existentes na fala.

Conforme afirma Marcuschi (2004, pg. 24),
“A linguagem dos bate-papos é de fato bastante livre e envolve, ao contrário de todos os demais gêneros textuais escritos impressos muitos elementos paralinguísticos”.


==>
A construção textual, neste gênero, se dá de maneira semelhante ao da conversação face a face.
You
Tube
é um site que permite que seus usuários carreguem e compartilhem vídeos em formato digital. Foi fundado em fevereiro de 2005 por três pioneiros do PayPal,2 um famoso site da internet ligado a gerenciamento de transferência de fundos.

O
You
Tube
utiliza os formatos Adobe Flash e HTML5 para disponibilizar o conteúdo. É o mais popular site do tipo (com mais de 50% do mercado em 20063 ) devido à possibilidade de hospedar quaisquer vídeos (exceto materiais protegidos por copyright, apesar deste material ser encontrado em abundância no sistema). Hospeda uma grande variedade de filmes, videoclipes e materiais caseiros. O material encontrado no YouTube pode ser disponibilizado em blogs e sites pessoais através de mecanismos (APIs) desenvolvidos pelo site.

==>
Conhecer e dominar as tecnologias aplicadas à educação.
==>
Utilizar as novas linguagens presentes na hipermídia como instrumentos de troca de informações e disseminação do conhecimento.
==>
Adquirir habilidades necessárias para busca e construção de novos conhecimentos a fim de enfrentar os desafios perante a nova geração.
==>

Compreender os textos da hipermídia. De acordo com Rojo (2013),
"é preciso tratar da hipertextualidade e das relações entre diversas linguagens que compõem um texto".
==>
Compreender a importância da multimodalidade.
==> "Deixar de lado o olhar inocente e enxergar o aluno em sala de aula como o nativo digital que é". (Rojo, 2013)
==>

Integrar o uso de mídias, mesmo enfrentando dificuldades de infraestrutura na escola.

==>
Procurar ser conhecedor de diferentes tecnologias a fim de acompanhar seus alunos.
O professor assume um novo perfil ao entender que o seu aluno, através do uso das novas tecnologias da informação e comunicação (TICs) potencializa o processo de aprendizagem quando faz uso e interpreta com clareza as novas linguagens presentes nessa teia global.
Para esse novo perfil o professor precisa adquirir habilidades necessárias para busca e construção de novos conhecimentos a fim de enfrentar os desafios perante a nova geração.

Por isso, é papel do professor:
Hoje temos a nossa disposição novas tecnologias e ferramentas de “leitura-escrita” as quais convocam novos letramentos.



Segundo Rojo (2013), “já não basta mais a leitura do texto verbal escrito – é preciso colocá-lo em relação com um conjunto de signos de outras modalidades de linguagem (imagem estática, imagem em movimento, som, fala) que o cercam, ou intercalam ou impregnam”.

Vamos compreender melhor algumas definições?

Modalidade

=
Representação das linguagens;

Multimodalidade
=
Uma das características dos sistemas midiáticos. Multimodal: o mesmo conteúdo pode ser encontrado em múltiplas representações.

Mídia

=

Década de 1980
: meios de comunicação de massa; meios de transmissão de notícias e informações: jornais, rádio, revistas e televisão.
Década de 1990:
sentido alastrado –qualquer meio de comunicação de massas.
Década de 2000
: tecnologias, equipamentos e linguagens que neles circulam, “cultura das mídias”.
Atualmente
: emprego se generalizou, refere-se também aos processos de comunicação mediados por computador.

Multimídia
=
Misturas híbridas entre as mídias.

Hipertexto

=
Textos em ambientes de hipermídia. Texto escrito absorvido por processos de digitalização.
Principal característica: interatividade

Hipermídia
=
Mistura entre sistemas de signos diversos e linguagens distintas, configuradas em estruturas hipertextuais.

Adaptado de: Resumo das definições (Santaella, 2007).
INTERNET /
Acesso nas escolas dá salto em um ano.
De 2014 a 2013, o índice de alunos e professores que usam a rede passou de 36% para 46%
Por meio da pesquisa Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil.
Foram ouvidos profissionais e alunos de 994 escolas públicas e privadas de todo o país. Entre as instituições públicas, a barreira é a velocidade da conexão, que não chega a 2 megas em 52% dos locais visitados. Entre os recursos educacionais mais usados pelos professores estão ilustrações ou fotos (84%), textos (83%), questões de prova (73%), vídeos (74%), jogos 42%), apresentações prontas (41%) e programas e softwares educacionais (39%).

Enquanto o acesso cresce nas escolas, nas casas já é rotina para os estudantes. Apenas 7% dos alunos da rede pública e 2% dos estudantes de escolas particulares disseram que acessam a internet, mais frequentemente, em suas escolas. Entre os matriculados em instituições particulares, 93% disseram que acessam frequentemente em casa e os da rede pública, 68%.
FONTE: Revista Carta na Escola - Edição de Setembro de 2014.
Proposta de atividade:

Produção de Vídeo/Reportagem com o celular/smartphone
==>
Através desta proposta de atividade é possível trabalhar com os alunos a prática de produção textual por meio do uso de tecnologias que já se efetivaram no cotidiano de cada um deles, como o acesso à internet (neste caso o site: Youtube) e o uso de celulares/smartphones cada vez mais sofisticados.

==>
O elemento central dessa proposta está direcionado a produção de uma reportagem utilizando o celular, com base em instruções contidas em dois vídeos do Youtube. Através disso, os alunos encontrarão uma maneira divertida e dinâmica na produção do texto, principalmente, porque eles utilizarão o próprio celular para executar a atividade.
==>
Incialmente serão exibidos dois vídeos retirados do Youtube a fim de ilustrar o processo de criação e edição do gênero reportagem. Terminada esta etapa os alunos receberão a seguinte proposta de atividade:
Com base nos vídeos assistidos na aula e no assunto debatido acerca do gênero Reportagem, juntem-se em equipes de 3 (três) alunos e idealizem a produção de uma pequena reportagem utilizando o Smartphone. Para facilitar o trabalho, siga as instruções a seguir:

 Escolha um tema/assunto relevante em sua cidade;
 Idealize com os seus colegas de que maneira esse assunto poderá ser apresentado em uma pequena reportagem;
 Pesquise e esquematize como será abordado o assunto (entrevistas, imagens, dados de uma pesquisa, entre outros);
 Produza um texto (script) para a sua reportagem;
 Conforme as dicas mencionadas no vídeo assistido, escolha um local em condições adequadas de iluminação e som para fazer a gravação da reportagem utilizando um Celular/Smartphone;
 Após a gravação do vídeo assista-o e, em seguida, faça os ajustes que achar necessários, como edição de imagens e sons.
 Conforme o cronograma estabelecido pelo professor, apresente seu vídeo à turma.

 Atente-se aos critérios abaixo:

- O vídeo terá duração de 10 a 12 min;
- A linguagem adequada a este gênero é linguagem padrão (norma culta), portanto, não use gírias e jargões;
- Revise bem seu texto antes de gravar a reportagem;
- Caso entreviste pessoas, peça, previamente, autorização as mesmas. Não aborde ninguém de maneira inesperada!

AVALIAÇÃO



Tendo em vista que esta proposta representa um caso concreto usado em sala de aula, a avaliação terá caráter qualitativo e quantitativo.


Indicadores

– Participação e envolvimento dos alunos;

- Criatividade, relevância e coerência no texto a ser produzido para a reportagem;

- Postura e uso de linguagem adequada ao gênero;

- Tempo limite adequado (todas as reportagens terão uma duração estabelecida);

CONSIDERAÇÕES FINAIS...
COLL, C.; MONEREO, C. (Orgs.). Psicologia da educação virtual: aprender a ensinar com as tecnologias da informação e comunicação. 2010.
FUKUDA, Tereza Tioko Saito. WebQuest: uma proposta de aprendizagem cooperativa. 129f. Dissertação (Mestrado). Universidade Estadual de Campinas. Campinas – SP, 2004.

GONNET, Jacques. Educação e mídias. São Paulo: Edições Loyola, 2004.

KENSKI, Vani Moreira. Educação e tecnologias o novo ritmo da informação. 4ª ed. Campinas: Papirus, 2008.

LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência – o futuro do pensamento na era da informática. São Paulo: Editora 34, 1996.

MAGNABOSCO, Gislaine Gracia. GÊNEROS DIGITAIS: modificação na e subsídio para a Leitura e a Escrita na Cibercultura. Revista Prolíngua. Jan./Jun 2009.
MARCUSCHI, L. A.; XAVIER, A. C. (Orgs.). Hipertexto e Gêneros Digitais: novas formas de construção de sentido. 3ª Ed. São Paulo: Cortez, 2010.

ROJO, R. H. R. (Org.); TANZI NETO, A. [et. All.]. Escola conectad@: os multiletramentos e as TICs. São Paulo: Parábola, 2013.

SANTAELLA, L. O novo estatuto do texto nos ambientes de hipermídia. In: SIGNORINI, I. (Org.) [Re]discutir texto, gênero e discurso. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 47-72.

SENAC. Webquest. O que é? Disponível em: http://webquest.sp.senac.br/textos/oque. Acesso em: 10 out. 2010.

VALENTE, José Armando. O uso inteligente do computador na educação. Disponível em: http://www.proinfo.mec.gov.br/upload/biblioteca/215.pdf. Acesso em: 02 out. 2010.
VALENTE, José Armando. Diferentes usos do computador na educação. Disponível em: www.mrherondomingues.seed.pr.gov.br/.../Diferentesusosdocomputadoreducacao.PDF. Acesso em: 02 out. 2010.

REFERÊNCIAS
O termo
Letramento
é definido por Magda Soares (2000:47) como o "estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva as práticas sociais que usam a escrita".
Compreendemos
Letramento Digital
como uma extensão da noção de letramento para ambientes virtuais.
O que são
Mídias
Digitais?
Saber os limites e as possibilidades
do uso de artefatos tecnológicos
dentro da sala de aula.
Saber aliar os seus conhecimentos
acadêmicos com o conhecimento
que tem do que há de útil na
internet e, a partir disso,
orientar seus alunos.
Full transcript