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Nutracêuticos

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by

Larissa Dos Santos

on 11 May 2015

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Transcript of Nutracêuticos

Nutracêuticos

Introdução
"Que teu alimento seja teu remédio”
Hipócrates (460 a.C. - 370 a.C.)
Classes
Fitoestrógenos
Comercialização
A berinjela como nutracêutico
CONTROLE DE QUALIDADE

O Controle de Qualidade é o conjunto de medidas destinadas a verificar a qualidade de cada lote de medicamentos e demais produtos, para que satisfaçam as normas de atividade, pureza, eficácia e inocuidade, cumprindo com a qualidade preestabelecida (BRASIL, 1977; 2007).

Nutracêuticos devem passar pelo Controle de Qualidade → apelo médico ou de saúde.

ANVISA, por meio de resoluções, assegura a qualidade, segurança e a eficácia dos medicamentos produzidos, tanto nas indústrias quanto nas farmácias magistrais (PINEZE & et al., 2003).

Nada oficial sobre o controle de qualidade dos nutracêuticos.

Farmacopeias (consideradas compêndios oficiais farmacêuticos dos países, regindo os procedimentos para o controle de qualidade) incompletas quanto ao controle de qualidade dessa classe.
Nutracêuticos

São partes ou derivados de alimentos que trazem benefícios à saúde, tanto prevenindo quanto tratando doenças. Podem ser nutrientes isolados, suplementos dietéticos, produtos projetados, alimentos processados e produtos herbais.

Prevenir e tratar doenças → apelo médico ou de saúde;
Suplementos dietéticos, alimentos processados etc.

Fitoesteróis
Antioxidantes
Antitumorais
Imunológicos
Osteológicos
Antiateroscleróticos
Estimulantes
Termogênicos/emagrecedores
Ergogênicos
.

Os nutracêuticos podem ser comercializados de diversas maneiras e formas e em distintos estabelecimentos
Anti-inflamatória;
Antioxidante;
Inibe a aglomeração de plaquetas;
Protege moléculas de DNA;
Protege lipídeos.

Em 2005:
Benefícios da berinjela
Em 2000:
Redução do colesterol LDL
Em 2001:
Inibição da produção de radicais livres
daidzina
Alimentos Funcionais

Alimentos que devem ser consumidos como parte da dieta e, além de nutrir, devem trazer benefícios particulares à saúde (como, por exemplo: redução do risco de doenças e manutenção do bem-estar, tanto físico quanto mental).

Reduzir o risco de doenças;
Alimento na sua forma comum.
L
LEGISLAÇÃO

Órgãos regulatórios de diversos países não reconhecem como um gênero, mas incluem em diferentes formas.

Estados Unidos da América: suplemento dietético; DSHEA, de outubro de 1994: nova abordagem regulatória para a segurança e rotulagem dos suplementos dietéticos – empresa responsável por garantir a segurança do suplemento que fabrica ou distribui; não precisam ser aprovados pela FDA antes de ir para o mercado, a não ser que sejam novos compostos.
União Europeia: alega que produto alimentício não pode agir modificando ou restaurando funções fisiológicas, e nem tratando doenças – maioria considerado como medicamento; regulação varia de acordo com a cultura, história e práticas governamentais de cada país: enquadramento do nutracêutico como produto alimentício, medicamento ou ambos, de acordo com a localização.
Brasil: ANVISA também não reconhece o gênero “nutracêutico”; RDC nº 2, de 2002, define substância bioativa: “nutriente ou não nutriente com ação metabólica ou fisiológica específica no organismo, devendo estar presente em fontes alimentares, seja de origem natural ou sintética, sem finalidade medicamentosa ou terapêutica (BRASIL, 2002)”, definição que mais se aproxima dos nutracêuticos; existem legislações e definições que cabem aos nutracêuticos, mas sem reconhecimento oficial, assim como não há nenhuma lei específica quanto à eficácia, segurança e qualidade.
Introdução

CONROLE DE QUALIDADE

Comunidade científica e indústria reconheceram essa deficiência e a necessidade da criação de métodos analíticos validados para os nutracêuticos e suas matérias-primas → criação de grupo composto por algumas entidades internacionais, com o objetivo de alertar para a necessidade de padrões de referência validados, a insuficiência de dados sobre os produtos nutracêuticos e as dificuldades passadas pelos pesquisadores para identificar as substâncias ativas.

Essas dificuldades ocorrem nas várias etapas do processo analítico, como na identificação das substâncias ativas devido à falta de reagentes específicos, variabilidade natural e instabilidades (DAS, 2007). Ademais, o desenvolvimento de padrões de referência é extremamente caro ou simplesmente inexiste (KRUGER & MANN, 2002).
Oficialização na regulamentação e adoção de processos analíticos validados:
Existência de produtos nutracêuticos de qualidade;
Garantir a segurança;
Permitir a identificação de produtos alterados ou que contenham alguma substância tóxica.
Erva cidreira como nutracêutico
Ações digestiva, analgésica, entre outras
Objetivo do estudo:
estudar a erva cidreira cultivada in vitro, técnica importante para explorar novas potencialidade das plantas para aplicação industrial.

Material:
4 amostras analisadas - uma cultivada em quintal, uma obtida através de uma metodologia de cultura in vitro e duas amostras comerciais.

Métodos:
Composição química

Atividade antioxidante

Resultados:
Em geral, as amostras comerciais revelaram o maior potencial antioxidante
Antioxidantes:
ácidos graxos
carotenóides
vitaminas
polifenóis
Bibliografia
-MORAES, P. F.; COLLA, M. L. Alimentos Funcionais e Nutracêuticos: Definições, Legislação e Benefícios à Saúde.
Revista Eletrônica de Farmácia
, Passo Fundo, volume 3, 109-122, 2006. Disponível em: http://h200137217135.ufg.br/index.php/REF/article/viewFile/2082/2024. Acesso em 8 de maio de 2015.
- PENTEADO, Fernanda. Nutracêuticos. Disponível em: http://www.uepg.br/fitofar/dados/nutraceuticos.pdf. Acesso em 8 de maio de 2015.
- LIRA, C. R. G.; ZUCCO, F; NEGRÃO, A. N.; SILVA, M. A. S.; MURAKAMI, F. S. Nutracêuticos: aspectos sobre segurança, controle de qualidade e legislação.
Revista Brasileira de Farmácia.
Disponível em: http://www.rbfarma.org.br/files/pag_45a49_180_nutraceuticos.pdf. Acesso em 8 de maio de 2015.
-http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Beringela/Acesso em 8 de maio de 2015
-Beringela_Solanum_melongena_L/propriedadesnutraceuticas.html#topo Acesso em 8 de maio de 2015
-http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/variedades/radicais_ivia.htm Acesso em 8 de maio de 2015
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-42302007000300029&script=sci_arttext Acesso em 8 de maio de 2015
-https://bibliotecadigital.ipb.pt/bitstream/10198/7847/3/Acta%20Nac.%207.pdf Acesso em 8 de maio de 2015
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