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História do Treinamento Esportivo

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Natália Beltrão

on 30 September 2014

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Transcript of História do Treinamento Esportivo

Evolução Histórica do Treinamento Esportivo
Metodologia do Treinamento Esportivo
Vitrine do sucesso ou fracasso dos métodos de treinamento.
DANTAS (1995)
PEREIRA DA COSTA (1972)
1. Período da Arte
2. Período da Improvisação
3. Período do Empirismo
4. Período Pré-científico
5. Período Científico
6. Período Tecnológico
7. Período do Marketing
(ALMEIDA; ALMEIDA; GOMES, 2000)
PERÍODO DA ARTE
Período: da I Olimpíada da antiga Grécia – 778 a.C - até a I Olimpíada da Era Moderna – 1896
GREGOS
ROMANOS
Preparação bastante eclética (corridas, marchas, lutas, saltos etc.)
Usavam sobrecargas para melhoria do rendimento
Utilizavam o aquecimento no início e a volta à calma acrescida de massagens ao final da sessão de treino
Já possuíam "ciclos de treinamento", denominados na época de “tetras”
Estabeleciam dietas especiais nos períodos de treino e competições
Preparação de Atletas
Soldados conquistadores
Jogos Augustos e Capitolinos
Deturparam os objetivos esportivos gregos (espetáculo)
Aproveitaram os métodos gregos de treinamento
"... este período se iniciou com os métodos arcaicos de preparação física das antigas civilizações, que não passavam de práticas empíricas, tendo se finalizado com o surgimento do Renascimento, onde a busca pelo conhecimento passou a ser uma constante."

(ALMEIDA; ALMEIDA; GOMES, 2000)
PERÍODO DA IMPROVISAÇÃO
Período: da I Olimpíada da Era Moderna – 1896 – até a VII, de Antuérpia – 1920
PERÍODO DO EMPIRISMO
Período: da VII até a XV, de Helsinque – 1920 a 1952
PERÍODO PRÉ-CIENTÍFICO
Período: da XV até a XVIII, de Tóquio – 1952 a 1964
PERÍODO CIENTÍFICO
Período: da XVIII até a XXII, de Moscou – 1964 a 1980
PERÍODO TECNOLÓGICO
Período: da XXII até a XXV, de Barcelona – 1980 a 1992
A característica principal deste período foi a falta de qualidade nos treinamentos, justificando-se tal fato, em função dos conhecimentos sobre biologia humana serem, na época, sumamente insipientes.
(ALMEIDA; ALMEIDA; GOMES, 2000)
Duas tendências metodológicas
Tendência Inglesa
Tendência Norte- Americana
Preferência pelas corridas atléticas, em especial as de longa duração, que eram utilizadas como recreação e como preparação do exército britânico
Mais tarde começaram a se interessar também pelas distâncias mais curtas, criando a corrida da milha para incentivar as provas mais rápidas.
Orientaram o treinamento também para os aspectos profiláticos da prática sistemática e orientada de exercícios.
- As condições de treino passaram a ser as mesmas da de competição;
- A vitória era, em geral, daqueles que possuiam maior aptidão para o esporte.

* Os progressos eram pensados incialmente para o atletismo, depois levados aos demais esportes indviduais, e muito depois, aos coletivos.
Foram influenciados pelos métodos ingleses.
Propuseram dividir a distancia total da corrida em frações, as quais eram percorridas em velocidades máximas e submáximas, alternadamente.
Neste período, evidencia-se a necessidade de planejar previamente o ordenamento e controle as cargas de trabalho a serem ministradas durante o treinamento, estabelecendo-se pontos básicos e caminhos a seguir em direção a uma meta previamente estabelecida.
(ALMEIDA; ALMEIDA; GOMES, 2000)
Tendência Alemã
Tendência Finlandesa
Tendência Sueca
Lauri Pihkala (1912)
Alternância entre corridas curtas e intensas e pausas para recuperação;
Incrementos de volume e intensidade no treino.
Krummel (1920)
Propôs um treinamento para desenvolver a resistência, que não era baseado em grandes distâncias, mas em corridas curtas, com grande intensidade, seguidas de um repouso.
Gosse Holmer desenvolveu o “Fartlek” (1930)
evitar em seus treinamentos, o contato direto com os locais de competição (contato com a natureza);
varição de distâncias e intensidades;
intervalo de recuperação ativo.
Gosta Olander criou o Treinamento de Valadalen
(1930)
também utlizava cenários naturais, mas preferia terrenos com altos graus de dificuldade;
primava pela intensidade, e não pelo volume do treinamento.
Caracterizam esta época, o surgimento das primeiras tentativas de experimentos científicos relacionados à preparação física, tendo como fundamentação, as observações empíricas até então vigentes.
(ALMEIDA; ALMEIDA; GOMES, 2000)
Tendência Tcheca
Tendência Alemã
Tendência Húngara
Woldemar Gerschller (1936)
Toni Nett (1940)
Retorno dos treinos em pista;
Sessõe curtas, voltadas à velocidade e com controle de tempo

Foi o primeiro a pensar na especificidade do treinamento, propondo a realização de sessões de treino em condições semelhantes as da competição (local).
Organização do treinamento em função dos objetivos;
Organização de tabelas e temporadas de treinamento.

Foi o precursor da periodização, estabelecendo objetivos a serem alcançados a curto, médio e longo prazo, que repercutiu em maior eficiência no treinamento.
Emil Zatopeck (1945)
Utilização de distâncias mais curtas no treinamento (200m e 400m, apenas);
Treino organizado em repetições, com intervalo de 60s entre elas para recuperação.
Mihaly Igloi (1948)
Propôs que os planos de treinamento deveriam ser individualizados, pelo fato dos atletas possuírem diferentes condições hereditárias.
Esse período evoluiu rapidamente, com o mundo desportivo sendo estimulado por uma multiplicação impressionante de laboratórios de investigações científicas do esforço físico.
(ALMEIDA; ALMEIDA; GOMES, 2000)
Tendência Neozelandesa
Tendência Alemã
Tendência Australiana
Percy Cerutty (1952)
Não era favorável ao treinamento de intervalos porque julgava ser um sistema oriundo de laboratório, cujos resultados nem sempre estavam de acordo com a prática;
Utilizava as dunas de areia, buscando a aquisição da resistência muscular localizada.
Arthur Lydiard (1952)
De acordo com a temporada de competições do seu país, dividia o ano em várias etapas de treinamento:
Etapa Pós-competitiva
Etapa de competições nacionais de cross-country
Etapa de treinamento da Maratona
Etapa de treinamento em terrenos variados
Etapa de treinamento em estradas
Etapa de treinamento em pista

Não utilizava o treinamento de intervalos porque considerava as pausas muito lentas. Preferia uma mescla da velocidade pura, velocidade prolongada e longas distâncias.
Gerschller (1952)
Propôs encurtamento das distâncias com aumento do número de repetições e diminuição das pausas para descanso
Destaca-se também o trabalho do belga Raul Mollet (1963), que instituiu o Treinamento Total
Período não somente de progressos científicos, mas de inovação tecnológica, que favoreceu a construção de equipamentos e indumentárias que otimizaram o desempenho dos atletas.
Tendência Saxônica
Tendência Socialista
Tendência Européia-Ocidental
Tendência Asiática
Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul --> a universidade se constituia a principal fonte de pesquisas, dentro da mais sofisticada condição tecnológica.
União soviética e demais países do bloco socialista
--> o Estado tinha a completa responsabilidade sobre a educação física e o desenvolvimento desportivo, encaminhando desde muito cedo a criança para a atividade desportiva em que a mesma pudesse ter maiores possibilidades de sucesso no futuro.
Alemanha Ocidental e demais países europeus não-socialistas --> Esta tendência tinha o intercâmbio técnico-científico facilitado pela situação geográfica dos países europeus.
Japão, as Coréias e a China --> Além do estrito planejamento educacional, o desporto recebia uma grande ajuda das numerosas indústrias.
PERÍODO DO MARKETING ESPORTIVO
Período: a partir da XXV até as atuais
O esporte se tornou sem dúvida um dos mais eficientes produtos para divulgação do nome e marca de seus anunciantes e patrocinadores, porque lhes permite aproximarem-se dos seus clientes e do mercado.
(ALMEIDA; ALMEIDA; GOMES, 2000)
Tendência Capitalista
Tendência Socialista
Clubes e associações, quase sempre subsidiadas pelas empresas oferecendo total apoio aos atletas;
Competições de alto nível tornaram-se vitrines;
A universidade se constituí ainda na principal fonte de pesquisas.
O estado tem a completa responsabilidade sobre a educação física e o desenvolvimento desportivo;
Possuem importantes centros de investigação científica.
Desporto-Espetáculo;
Investimento no esporte como negócio.
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