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COMO LIDAR COM AS TEMPESTADES DA VIDA.

Atos 27 e 28.1-10
by

Ademar Juninho

on 20 January 2013

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Transcript of COMO LIDAR COM AS TEMPESTADES DA VIDA.

COMO LIDAR COM
AS TEMPESTADES
DA VIDA. Atos 27 e 28.1-10 JERUSALÉM ANTÍPATRES CESARÉIA SIDOM Paulo fica preso durante 2 anos, onde tem a oportunidade de pregar o evangelho às autoridades Romanas: Félix, Festo e Agripa - At 23.33; 24; 25; 26 Paulo embarca na cidade de Sidom em direção a Roma - At 27.2, 3 MIRRA CNIDO BONS PORTOS
CRETA Fortes ventos dificultam a navegação - At 27 ILHA DE MALTA
MELITA O navio afunda próximo à ilha de Malta, porém todos são salvos.
Ainda nessa ilha Paulo é picado por uma víbora, mas nada lhe acontece. Um homem é curado pela oração feita por Paulo.
At 27.43, 44; 28.1-10 SIRACUSA RÉGIO PUTEOLI PRAÇA DE ÁPIO
E TRÊS VENDAS ROMA Paulo escreve as epístolas da prisão:
Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemon. Quando ficou decidido que navegaríamos para a Itália, Paulo e alguns outros presos foram entregues a um centurião chamado Júlio, que pertencia ao Regimento Imperial.
Embarcamos num navio de Adramítio, que estava de partida para alguns lugares da província da Ásia, e saímos ao mar, estando conosco Aristarco, um macedônio de Tessalônica.
No dia seguinte, ancoramos em Sidom; e Júlio, num gesto de bondade para com Paulo, permitiu-lhe que fosse ao encontro dos seus amigos, para que estes suprissem as suas necessidades.
Quando partimos de lá, passamos ao norte de Chipre, porque os ventos nos eram contrários.
Atos 27:1-4 Tendo atravessado o mar aberto ao longo da Cilícia e da Panfília, ancoramos em Mirra, na Lícia.
Ali, o centurião encontrou um navio alexandrino que estava de partida para a Itália e nele nos fez embarcar.
Navegamos vagarosamente por muitos dias e tivemos dificuldade para chegar a Cnido. Não sendo possível prosseguir em nossa rota, devido aos ventos contrários, navegamos ao sul de Creta, defronte a Salmona.
Costeamos a ilha com dificuldade e chegamos a um lugar chamado Bons Portos, perto da cidade de Laséia. Tínhamos perdido muito tempo, e agora a navegação se tornara perigosa, pois já havia passado o Jejum. Por isso Paulo os advertiu:
"Senhores, vejo que a nossa viagem será desastrosa e acarretará grande prejuízo para o navio, para a carga e também para as nossas vidas".
Mas o centurião, em vez de ouvir o que Paulo falava, seguiu o conselho do piloto e do dono do navio.
Visto que o porto não era próprio para passar o inverno, a maioria decidiu que deveríamos continuar navegando, com a esperança de alcançar Fenice e ali passar o inverno. Este era um porto de Creta, que dava para sudoeste e noroeste. Começando a soprar suavemente o vento sul, eles pensaram que haviam obtido o que desejavam; por isso levantaram âncoras e foram navegando ao longo da costa de Creta.
Pouco tempo depois, desencadeou-se da ilha um vento muito forte, chamado Nordeste.
O navio foi arrastado pela tempestade, sem poder resistir ao vento; assim, cessamos as manobras e ficamos à deriva.
Passando ao sul de uma pequena ilha chamada Clauda, foi com dificuldade que conseguimos recolher o barco salva-vidas.
Levantando-o, lançaram mão de todos os meios para reforçar o navio com cordas; e temendo que ele encalhasse nos bancos de areia de Sirte, baixaram as velas e deixaram o navio à deriva. No dia seguinte, sendo violentamente castigados pela tempestade, começaram a lançar fora a carga.
No terceiro dia, lançaram fora, com as próprias mãos, a armação do navio.
Não aparecendo nem sol nem estrelas por muitos dias, e continuando a abater-se sobre nós grande tempestade, finalmente perdemos toda a esperança de salvamento.
Visto que os homens tinham passado muito tempo sem comer, Paulo levantou-se diante deles e disse: "Os senhores deviam ter aceitado o meu conselho de não partir de Creta, pois assim teriam evitado este dano e prejuízo. Mas agora recomendo-lhes que tenham coragem, pois nenhum de vocês perderá a vida; apenas o navio será destruído.
Pois ontem à noite apareceu-me um anjo do Deus a quem pertenço e a quem adoro, dizendo-me:
‘Paulo, não tenha medo. É preciso que você compareça perante César; Deus, por sua graça, deu-lhe as vidas de todos os que estão navegando com você’.
Assim, tenham ânimo, senhores! Creio em Deus que acontecerá do modo como me foi dito.
Devemos ser arrastados para alguma ilha". Na décima quarta noite, ainda estávamos sendo levados de um lado para outro no mar Adriático, quando, por volta da meia-noite, os marinheiros imaginaram que estávamos próximos da terra.
Lançando a sonda, verificaram que a profundidade era de trinta e sete metros; pouco tempo depois, lançaram novamente a sonda e encontraram vinte e sete metros.
Temendo que fôssemos jogados contra as pedras, lançaram quatro âncoras da popa e faziam preces para que amanhecesse o dia.
Tentando escapar do navio, os marinheiros baixaram o barco salva-vidas ao mar, a pretexto de lançar âncoras da proa. Então Paulo disse ao centurião e aos soldados: "Se estes homens não ficarem no navio, vocês não poderão salvar-se".
Com isso os soldados cortaram as cordas que prendiam o barco salva-vidas e o deixaram cair.
Pouco antes do amanhecer, Paulo insistia que todos se alimentassem, dizendo: "Hoje faz catorze dias que vocês têm estado em vigília constante, sem nada comer.
Agora eu os aconselho a comerem algo, pois só assim poderão sobreviver. Nenhum de vocês perderá um fio de cabelo sequer".
Tendo dito isso, tomou pão e deu graças a Deus diante de todos. Então o partiu e começou a comer.
Todos se reanimaram e também comeram algo. Estavam a bordo duzentas e setenta e seis pessoas.
Depois de terem comido até ficarem satisfeitos, aliviaram o peso do navio, atirando todo o trigo ao mar.
Quando amanheceu não reconheceram a terra, mas viram uma enseada com uma praia, para onde decidiram conduzir o navio, se fosse possível.
Cortando as âncoras, deixaram-nas no mar, desatando ao mesmo tempo as cordas que prendiam os lemes. Então, alçando a vela da proa ao vento, dirigiram-se para a praia. Mas o navio encalhou num banco de areia, onde tocou o fundo. A proa encravou-se e ficou imóvel, e a popa foi quebrada pela violência das ondas. Os soldados resolveram matar os presos para impedir que algum deles fugisse, jogando-se ao mar.
Mas o centurião queria poupar a vida de Paulo e os impediu de executar o plano. Então ordenou aos que sabiam nadar que se lançassem primeiro ao mar em direção à terra.
Os outros teriam que salvar-se em tábuas ou em pedaços do navio. Dessa forma, todos chegaram a salvo em terra. Uma vez em terra, descobrimos que a ilha se chamava Malta.
Os habitantes da ilha mostraram extraordinária bondade para conosco. Fizeram uma fogueira e receberam bem a todos nós, pois estava chovendo e fazia frio.
Paulo ajuntou um monte de gravetos; quando os colocava no fogo, uma víbora, fugindo do calor, prendeu-se à sua mão.
Quando os habitantes da ilha viram a cobra agarrada na mão de Paulo, disseram uns aos outros: "Certamente este homem é assassino, pois, tendo escapado do mar, a Justiça não lhe permite viver". Mas Paulo, sacudindo a cobra no fogo, não sofreu mal nenhum.
Eles, porém, esperavam que ele começasse a inchar ou que caísse morto de repente, mas, tendo esperado muito tempo e vendo que nada de estranho lhe sucedia, mudaram de idéia e passaram a dizer que ele era um deus.
Próximo dali havia uma propriedade pertencente a Públio, o homem principal da ilha. Ele nos convidou a ficar em sua casa e, por três dias, bondosamente nos recebeu e nos hospedou. Seu pai estava doente, acamado, sofrendo de febre e disenteria. Paulo entrou para vê-lo e, depois de orar, impôs-lhe as mãos e o curou.
Tendo acontecido isso, os outros doentes da ilha vieram e foram curados.
Eles nos prestaram muitas honras e, quando estávamos para embarcar, forneceram-nos os suprimentos que necessitávamos. Mesmo quando estamos fazendo a vontade de Deus e a nossa vontade encontramos ainda tempestades pela frente. NAS TEMPESTADES DA VIDA PRECISAMOS ESTAR ATENTOS AOS SINAIS DE DEUS. NAS TEMPESTADES DA VIDA PRECISAMOS OLHAR PARA DEUS E NÃO PARA AS CIRCUNSTÂNCIAS. Encorajar as pessoas. Abandonar o medo. Abrir os olhos para a intervenção de Deus. Lançar nossas âncoras. NAS TEMPESTADES DA VIDA PRECISAMOS SER DIFERENTES DOS DEMAIS. NAS TEMPESTADES DA VIDA PRECISAMOS SER FORTALECIDOS PELAS PROMESSAS DE DEUS. Nós escolhemos o destino da nossa viagem, não a maneira de chegar lá. i
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