Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Independência das colônias da América Espanhola e do Haiti

No description
by

Vitoria Lopes

on 13 November 2012

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Independência das colônias da América Espanhola e do Haiti

O interesse de ingleses e estadunidenses
A partir de metade do século XVIII, o chamado sistema colonial implementação por espanhóis e portugueses na América começou a ser afetado por uma série de transformações. Na interpretação de alguns historiadores, diversos elementos emergentes entraram em conflitos com a ordem colonial estabelecida, e o sistema entrou em crise. Raízes do processo emancipatório O sistema colonial promoveu a exploração das riquezas das colônias em benefício dos governos e comerciantes metropolitanos.
Depois do primeiro século de colonização, colonos entraram em conflito com as autoridades coloniais que impunham as determinações das metrópoles. As raízes desses conflitos encontraram-se nas contradições internas do próprio sistema colonial: Elites Coloniais x Metrópole Capitalismo industrial e mercantilismo Para os representantes do capitalismo industrial não eram interessantes a dominação política da metrópole sobre as colônia, o monopólio comercial e a produção dependente, em grande parte, de variadas formas de trabalho compulsório tende para o escravismo. Necessidade de mercado livres Dentro da lógica do capitalismo. Para que os donos de indústrias pudessem ampliar a venda de seus produtos para regiões distantes, era necessária a existência de mercados livres, isto é, em que não houvesse restrições à entrada de produtos industrializados em qualquer país ou região. Entre os governos europeus, praticamente, nenhum colaborou com os movimentos pela independência da América espanhola(nem o haiti). Ao contrário, os monarcos dos países que compunham a Santa Aliança pensaram em enviar tropas para ajudar os espanhóis a esmagar esses movimentos. Apenas o governo da inglaterra, interessado em conquistar mercados latino-americano, foi favorável à emancipação das nações da região, pois a independência convinha à industrialização inglesa. Independência da colônias da América espanhola e do Haiti *Para continuar explorando as riquezas da colônia, o governo metropolitano precisava incentivar certo desenvolvimento da colonial.
*Ao fazer isso, porém, os colonos acabavam adquirindo maior poder socioeconômico para lutar por seus interesses contra a exploração efetuada pela metrópole. No entanto, sabemos que países como Espanha e Portugal impunham às suas colônias na América o monopólio comercial. No caso das colônias espanholas, o comércio era exclusividade da Coroa e controlado por um órgão governamental conhecido como Casa de contratação, criado em 1503. Qualquer mercadoria vinda de outro país deveria ser adquirida por comerciantes autorizados pelo governo espanhol, taxada e só então embarcada para as colônias na América.
Essas restrições eram desfavoráveis, portanto, aos interesses dos industriais europeus, que desejavam vender seus produtos diretamente aos mercados consumidores. Crítica ao trabalho escravo As mudanças provocadas pelo industrialismo moderno, aliadas ao pensamento liberal do iluminismo, também levaram a uma crítica à escravidão. Além das razões humanitárias, estava em jogo o fato de que o escravo, sem receber salário por seu trabalho, não podia participar do mercado consumidor que as industrias queriam ampliar. Ao mesmo tempo, o dinheiro gasto pelos senhores na compra de escravos deixava de ser utilizado nas atividades ligadas ao consumo industrial.
Assim, o colonialismo mercantilista contrapunha-se ao capitalismo industrial. ROMPIMENTO Lutas pela independência hispano-americana Até o início do século XIX, a monarquia espanhola mantinha domínio colonial sobre vasta área do continente americano. A região estava dividida administrativamente em quatro vice-grandes –Nova Espanha, peru, nova granada, prata, quatro capitanias, cuba, Guatemala, Venezuela e Chile.
As lutas pela independência dessas regiões coloniais desenvolveram-se durante as três primeiras décadas do século XIX. E não se tratou de um movimento único, mas de vários processos emancipatórios, com características específicas ligadas à história de cada região. FATORES MOTIVADORES Difusão das ideias liberais
O pensamento liberal do iluminismo, que influenciou a independência dos Estados Unidos e os grupos que promoveram a Revolução Francesa, assim muitos dos ideais antiabsolutistas defendidos pelo liberalismo serviram de justificativa filosófica para a luta contar o domínio colonial espanhol, uma vez que, na América espanhola, o antiabsolutismo europeu traduziu-se em anticolonialismo. Ambição das elites coloniais
Além das ideias liberais, as lutas pela independência foram impulsionadas pela consciência das elites coloniais de que os laços com o governo espanhol dificultavam seu domínio mais pleno sobre as áreas da América em que estavam estabelecidas.
Essas elites eram constituídas, sobretudo, pelos criollos(filhos de espanhóis, nascidos na América). Seus interesses eram prejudicados por vários medidas adotadas pela metrópole espanhola, que: *Dificultava o acesso dos criollos aos altos cargos do governo e da administração colonial, a maioria desses cargos era ocupada pelos chapetones (pessoas nascida na Espanha);
*Cobrava elevados tributos sobre produtos de exportação (por exemplo, couro e seus subprodutos);
*Restringia o desenvolvimento de produtos manufaturados que concorressem com a produção metropolitana. As elites coloniais não eram, porém, um grupouniforme. Incluíam latifundiários, comerciantes urbanos, proprietários de minas etc. No entanto, apesar de nem sempre defenderem os mesmos interesses ou abraçarem o mesmo pensamento político ou econômico, tinham em comum a ambição de ampliar seus poderes locais e conquistar o direito ao livre comércio.
Mas não foram apenas as elites criollas que participaram das lutas pela independência. Os populares integraram-se também emancipatório exércitos coloniais. Suas motivações, porém, eram distintas: Lutavam por conquistas sociais como igualdade de direitos, terra plantio e melhores condições de vida e de trabalho. Debilitação do governo espanhol
Um acontecimento que favoreceu grandemente o início dos combates por parte das forças coloniais foi a invasão francesa à Espanha, em 1807, quando o trono espanhol foi ocupado por josé Bonaparte, irmão de Napoleão.
As autoridades espanholas, então, concentraram quase todas as suas forças na luta contra os franceses, o que gerou um enfraquecimento do controle administrativo sobre as colônias. Aproveitando-se desse momento, a elite colonial deu início às lutas pela independência. Nas colônias forma criadas as juntas de governo, pois não se acreditava a chamada usurpação napoleônica. Guerra pela independência Entre 1810 e 1828, eclodiram várias revoltas emancipacionistas nas diversas regiões da América espanhola, que culminaram na conquista da independência política em relação à Espanha. Foi nessa época que surgiram muitos dos “heróis nacionais”. México Na região do México, desde 1810, os padres Miguel Hidalgo e, posteriormente, José Morelos lideraram tropas formadas por muitos camponeses pobres (índios, brancos e mestiços). Estes, além da independência política, lutavam por uma mudança nas condições sociais: terra para os pobres, fim da escravidão, igualdade de direitos etc.
Somente em 1821 ocorreria a independência do México, num movimento lideerado pelo general Agostinho Itúrbide, que fizera carreira militar combatendo os rebeldes mexicanos. Itúrbide traiu o governo espanhol e proclamou-se imperador. Permaneceu no poder até 1823, quando foi derrubado por republicanos. América Central

Do México, a luta pela independência expandiu-se pela América Centra. No final desse processo, formou-se na região a república Federativa das províncias Unidas centro-americanas. Após um período de guerras civis as províncias unidas fragmentaram-se em países, constituindo os atuais Estados da Guatemala, de Honduras, da costa Rica, de El Salvador e da Nicarágua.
América do sul
Na América do sul, as lutas pela independência contaram com a liderança de homens como José San Martín e Simón Bolívar.
San Martín foi o militar que comandou um exercito contra as forças espanholas nas partes sul e central da américa do sul e obteve importantes vitorias. É considerando o libertador da Argentina, do Chile e do peru.
Simón Bolívar destacou-se como líder militar e politico nas lutas pela independência travadas na parte norte da América do sul. E considerando o libertador da Venezuela, da colômbia, do Equador, da Bolívia e também do Peru.
Haiti
O processo de independência não ocorreu as mesma forma em todos as regiões da América Latina. Na ilha de São domingos região dominada em parte pelos franceses, a luta pela independência foi liderada pelos escravos de origem africana.

O movimento teve início em plena Revolução francesa, em 1791, sob o comando da Toussaint Louverture e, depois , de jean-Jacques Dessalines. Em 1794, foi abolida a escravidão.

Embora a economia haitiana estivesse arrasada, com a maior parte de sua estrutura produtiva destruída durante o conflito, os ex-escravos demonstraram que, independência era sinônimo de liberdade social. Participação Popular
Os haitianos não foram os únicos a sonhar com um processo de independência não controlado pelas elites criollas. Houve diversos movimentos populares com propostas distintas. Mas a violenta repressão a esses movimentos , tanto por parte da coroa espanhola quanto das elites econômicas das colônias, mostra que o processo de independência da maior parte da América Latina foi marcado por conflito de interesses internos variados.
Com relação aos Estados Unidos, os sucessivos governos desse país, no início de século XIX, já manifestaram suas pretensões de exercer influência políticas e econômica sobre o continente americano. Em 1823, o presidente norte americano James Monroe anunciou a disposição do governo de impedir que qualquer país europeu estabelecesse colônias na América ou interviesse em suas questões internas.
Essa intenção do presidente americano ficou conhecida como Doutrina Monroe, cujo lema era: “ A América para os americanos “. Com o passar dos anos, porém , ficou mais claro que esse lema poderia ser interpretando também como ” A América para os Estados Unidos.
OBRIGADO Equipe:
Amanda E.
Amanda J.
Ana Vladia
Igor B.
Mª Alexsandra
Mª Thais
Vitória Lopes
Full transcript