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Psicologia do Esporte 2

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Nátali Cristófolli

on 23 October 2012

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Transcript of Psicologia do Esporte 2

A psicologia do esporte não está presente na grade da maioria dos cursos de psicologia no Brasil, embora esteja presente há quase duas décadas como disciplina obrigatória nos cursos de Educação Física PSICOLOGIA DO ESPORTE Meu interesse por esse tema foi explorado por ser um assunto do qual sempre gostei de discutir. Como nunca tive a capacidade de poder ajudar com habilidades, quis entender no que posso colaborar psicologicamente. METODOLOGIA
Pesquisa feita nas Bases de Dados, com as palavras-chave "ESPORTE" e "PSICOLOGIA". Os respectivos resultados foram:
LILACS: 89 artigos
SCIELO: 18 artigos Seleção do artigo:
Exclusão dos textos que eram focados somente em um tipo esportivo.
LILACS: 6 artigos pré-selecionados, 1 selecionado.
SCIELO: 1 artigo selecionado. PSICOLOGIA DO ESPORTE: UMA ÁREA EMERGENTE DA PSICOLOGIA Lenamar Fiorese Vieira
João Ricardo Nickenig Vissoci
Leonardo Pestillo de Oliveira
José Luiz Lopes Vieira Psicologia do Esporte Ramo emergente no Brasil


Subdisciplina da Psicologia x Subdisciplina das Ciências do Esporte


Integra a investigação, a consultoria clínica, a educação e atividades práticas a quem está envolvido pelo esporte em geral Além de disciplina acadêmico-ciêntifica é também um campo de intervenção profissional. Trabalha a área aplicada ao contexto esportivo, melhora o desenvolvimento dos atletas, reabilitá-los de lesões, aconselhamentos. Profissionais que se especializaram com atletas em diversos contextos Está academicamente fundamentado trabalhando na investigação e desenvolvimento de teorias e modelos, que possam compreender o comportamento motor do esporte. O profissional da psicologia do esporte deve obter uma boa formação geral em psicologia aliada aos conhecimentos específicos do esporte A intenção do artigo foi destacar as principais problematizações dos profissionais que atuam nesse campo, descrevendo seu percurso histórico, seu estado científico atual, e identificando seus campos de atuação. PERCURSO HISTÓRICO Grécia Antiga: berço da psicologia esportiva Prática esportiva era vista como um meio de se preparar para a vida Início do Século XX:
primeiras discussões sobre a influência do aspecto psicológico no desempenho de atletas
sucesso dos atletas nesse período era relacionado ao controle emocional Coleman Griffith:
pai da psicologia do esporte, criador do primeiro laboratorio especializado nesse assunto, em Illinois No Brasil, a psicologia do esporte surge em 1979, ano em que foi fundada a SOBRAPE (Sociedade Brasileira de Psicologia e Esporte).
Em 2006, foi fundada a ABRAPES (Associação Brasileira de Psicologia do Esporte) Primeiro trabalho de intervenção do Brasil antecede a criação da SOBRAPES. Ele foi realizado em 1958, por João Carvalhães, psicólogo do São Paulo Futebol Clube. ESTADO ATUAL Evolução da Psicologia do Esporte: foi dada a partir de uma fase em que predominam os estudos de laboratório sobre aprendizagem motora e os descritivos sobre a personalidade do atleta até a fase das aplicações práticas (importância da preparação psicológica). CONTEXTO INTERNACIONAL I Congresso Mundial, Roma (1965): realçava muito mais a importância social do que a científica
II Congresso Mundial, EUA (1969): as dimensões sociais do esporte foram abordadas por profissionais de várias áreas, como médicos e psicólogos
III Congresso Mundial, Madri (1973): verificou-se o aparecimento de muitos profissionais da Educação Física interessados no tema No contexto atual, observado no Congresso Europeu de Psicologia do Esporte de 2007, foram evidenciados temáticas de imagem motora, motivação, ansiedade e estresse O Brasil sofre
influência das
investigações
internacionais,
com temáticas semelhantes.
Os dados atuais do cenário brasileiro foram apresentados nos Congressos de Psicologia do Esporte de 2004 (Curitiba) e de 2006 (São Paulo), demonstrando que os estudos descritivos predominam, assim como os estudos de MOTIVAÇÃO, auto-estima, coesão, liderança, ANSIEDADE e ESTRESSE. PRINCÍPIOS GERAIS E DIRETRIZES ÉTICAS PARA PROFISSIONAIS QUE ATUAM COM A PSICOLOGIA DO ESPORTE:

Competência
Integridade
Responsabilidade pessoal e científica
Respeito pelos direitos e pela dignidade das pessoas
Preocupação com o bem-estar dos outros
Responsabilidade Social CAMPOS DE ATUAÇÃO DO
PSICÓLOGO DO ESPORTE Faz-se necessário estabelecer critérios básicos para dois campos de atuação do psicólogo do esporte: Educacional
análise de dinâmicas de grupo, ensino e pesquisa Clínico
é aquele que faz
psicodiagnóstico esportivo e pratica intervenções clínicas nos atletas e seus grupos CAMPO PROFISSIONAL PESQUISA
Busca entender o processo de regulação psicológica do exercício e do esporte. Produção científica teórica, empírica, básica, aplicada, laboratorial, e estudo de campo. Papel de pesquisador ENSINO
Busca acessorar na educação da maioria das pessoas envolvidas no esporte: a nível acadêmico preparar estudantes e futuros profissionais para atuação na área. Papel de professor. INTERVENÇÃO
Busca através do conhecimento e competência desenvolver duas funções:
a) diagnosticar e avaliar (detecção de talentos, testes de cognição e habilidades sensório-motoras e evolução das necessidades dos participantes);
b) através da intervenção conduzir de forma cooperativa com outras pessoas da área, aconselhar ou atuar como consultor em situações de problemas especiais.
Papel de consultor. O PAPEL DO PSICÓLOGO DO ESPORTE

Os especialistas em Psicologia do Esporte devem estar empenhados em melhorar o desempenho dos atletas, em aconselhá-los, reabilitá-los de lesões e promover o exercício físico para melhorar a saúde dos indivíduos.

Além disso, os psicólogos devem empenhar-se para aprender a linguagem cotidiana de cada esporte trabalhado, para que haja uma comunicação eficiente e não encontre resistência dos praticantes do esporte CONSIDERAÇÕES FINAIS Proposta para pesquisa

Quais são as diferenças notáveis na atuação de atletas que possuem um acompanhamento psicológico comparado com aqueles que não o possuem?
•Araújo, D. (2002). Definição e história da psicologia do desporto. Em Serpa, S. e Araújo, D. Psicologia do Desporto e do Exercício (p.9-51). Lisboa: FMH Edições.
•Barreto, J. A. (2003). Psicologia do Esporte para o atleta de alto rendimento. Rio de Janeiro: Shape Ed.
•Becker Junior, B. (2000). Manual de psicologia do esporte e exercício. Porto Alegre: NOVAPROVA.
•Casal, H. M. V. (2007). Fatos e reflexões sobre a história da Psicologia do Esporte. Em Brandão, M. R. F. e Machado, A. A. Coleção Psicologia do Esporte e do Exercício, v. 1. São Paulo: Atheneu.
•Colburn, K. (1993). A microstrutural theory of violence. New York: Harper and Row.
•Cox, R. H., Qiu, Y. & Liu, Z. (1993). Overview of Sport Psychology. In: Handbook of Research on Sport Psychology (Singer, R; Murphy, M. & Tennant, L. K., org), cap. 1, p. 1-31.
•Cratty, B. J. (1991). Psychology in contemporary sport. Englewood Cliffs: Prentice-Hall.
•Davis, S., Huss, M. & Becker, A. (1995). Norman Triplett and the dawning of sport psychology. The Sport Psychologist, 9, 366-375.
•Feltz, D. (1992). The nature of Sport psychology. In T. Horn (Ed.) Advances in Sport psychology (pp. 3-11). Champaign: Human Kinetics.
•Fitz, G. W. (1897). Play as a factor in development. American Physical Educacion Review, 2, p.209-215.
•Gauvin, L. & Spence, J. C. (1995). Psychological Research on Exercise and Fitness: Current Research Trends and Future Challenges. The Sport Psychologist, 9, p. 434-448.
•Gill, D. L. (1986). Psychological dynamics of Sport. Champaign, IL: Human Kinetics.
•Gonzáles, J. L. (1997). Psicologia del Deporte. Madrid: Editorial Biblioteca Nueva.
•Gould, D. & Pick, S. (1995). Sport Psychology: The Griffith era: 1920-1940. The Sport Psychologist, 9, 391-405.
•Hermann, E. (1921). The psychophysical significance of physical educacion. American Physical Educacion Review, 26, p.283-289.
•Kellor, F. (1908). Psychological basis for physical culture. Educacion, 19, p.100-104.
•Lacrampe, R. & Chamalidis, P. (1995). Social representation of the sport psychologist by team athletes. Bruxelas: European Federation of Sport Psychology.
•Lee,T. (1901). The record breakers. Munsey’s Magazine, 26, p.472-481.
•Machado, A. A. (1997). Psicologia do Esporte: sua história. Psicologia do Esporte: temas emergentes, 1 / organizador Afonso Antônio Machado. – Jundiaí: ÁPICE.
•Miracle, L. (1992). Las profesiones del mundo del deporte. Barcelona: Editorial Planeta.
•Patrick, G. T.W. (1903). The psychology of football. American journal of psychology,14, p.104-117.
•Riera, J. (1985). Introducción a la psicologia del deporte. Barcelona: Ediciones Martinez Roca.
•Rubio, K. (2000). Psicologia do Esporte: Interfaces, pesquisa e intervenção. São Paulo: Casa do Psicólogo.
•Samulski, D. (2000). Psicologia do Esporte. São Paulo: Manole.
•Singer, R. (1993). Sport Psychology: an integrated approach. In. Serpa, S.; Alves, J.; Ferreira, V. e Brito, A. Proceedings of the 8th world congress in sport psychology (pp. 131-146). Lisboa: SPPD – FMH.
•Triplett, N. L. (1898). Dynamogenic factors in pacemaking and competition. The American journal of psychology, 9, p.507-533.
•Weinberg, R., & Gould, D. (2001). Fundamentos da Psicologia aplicada ao exercício e ao esporte. Porto Alegre: ARTMED. Referências Obrigada!
Nátali Cristofolli Nesta reflexão teórica ficou evidenciado que o ramo Psicologia do Esporte, apesar de emergente no Brasil, teve uma evolução histórica paralela à da Psicologia enquanto área do conhecimento. Quanto ao seu estado atual, percebe-se uma carência de profissionais qualificados para esse campo da Psicologia, a qual está refletida na produção científica. Devido a essa diversidade de conhecimentos, atualmente a Psicologia do Esporte tem duas especialidades: a Psicologia Clínica, com atuação de psicólogos em programas de intervenção, e a Psicologia Educacional aplicada ao esporte, com atuação de psicólogos e profissionais de outras áreas,em sua maioria da Educação Física Finalizando, torna-se possível compreender, a partir da análise teórica, como esse ramo da Psicologia foi construído historicamente e como está inserido no contexto geral da Psicologia na atualidade. É um ramo da ciência psicológica que traz um desafio para a atuação do psicólogo no contexto do esporte e do exercício físico, o qual deve exercer os papéis de professor, pesquisador e consultor, buscando o desenvolvimento deste campo de atuação, bem como a estabilidade emocional e o melhor desempenho esportivo.
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