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Copy of Emoções e Ajustamento - Introdução à Psicologia Davidoff

Psicologia 2º Semestre UAM - Professor André
by

Patricia Grace Souza Silva

on 9 December 2016

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Transcript of Copy of Emoções e Ajustamento - Introdução à Psicologia Davidoff

Emoções

Processos Básicos do Comportamento Humano
Curso de Psicologia - 3ª Unidade
Évilla
Gabriele

Patrícia
Porfíria

Professor: Pablo Queiroz
Larissa
Luan
Leonardo

Introdução
“Emoções são estados interiores caracterizados por pensamentos, sensações, reações fisiológicas e comportamento expressivo específico. Aparecem subitamente e parecem difíceis de controlar.”
Sentimento?
Emoção?
Sentimento
"O sentimento se distingue basicamente da emoção por estar revestido de um número maior de elementos intelectuais e racionais. "

"No sentimento já existe alguma elaboração no sentido do entendimento e compreensão. "
1. Definições de Emoção
1.1 - Emoções e Sentimentos
2. Classificação Das Emoções
2.1 Emoções Primárias: o medo, a raiva, a tristeza e a alegria.
2.2 - Emoções Secundárias (ciúme, inveja, vergonha)
3. Funções das Emoções
4. A Neurobiologia das Emoções
5. Teorias das Emoções
5.1 Perspectiva Evolutiva Sobre as Emoções
5.2 Perspectiva Fisiológica das Emoções
5.2.1 Comparação das teorias sobre as emoções de Cannon-Bard e James-Lange.
5.3 Perspectiva Cognitivista das Emoções
5.4 Perspectiva Culturalista das Emoções
Apresentação
privados e consciente
Emoção
ex -movere = em movimento
O nosso corpo se movimenta quando nos emocionamos.
Uma definição de emoção, numa simplificação do processo neurobiológico, conforme Damásio diz que consiste numa variação psíquica e física, desencadeada por um estímulo, subjetivamente experimentada e automática e que coloca num estado de resposta ao estímulo, ou seja, as emoções são um meio natural de avaliar o ambiente que nos rodeia e de reagir de forma adaptativa (2000).





Segundo Damásio, o que distingue essencialmente sentimento de emoção é: enquanto a primeira é orientada para o interior, o segundo é eminentemente exterior; ou seja, o indivíduo experimenta a emoção, da qual surge um “efeito” interno, o sentimento.

Os sentimentos são gerados por emoções e sentir emoções significa ter sentimentos. Na relação emoção / sentimento, Damásio diz ainda que apesar de alguns sentimentos estarem relacionados com as emoções, existem muitas que não estão, ou seja, todas as emoções originam sentimentos, se estivermos atentos, mas nem todos os sentimentos provêm de emoções (2000).


Na classificação das emoções, Antonio Damásio as divide em primárias e secundárias. As primárias são inatas, evolutivas e partilhadas por todos, enquanto as secundárias são sociais e resultam da aprendizagem
Classificação Das Emoções



De acordo com Abreu (2005), as emoções primárias podem ser adaptativas ou desadaptativas
.
Emoções Primárias Adaptativas são: raiva, tristeza e medo. Tais emoções possuem uma relação com a sobrevivência e ao bem-estar psicológico. São aquelas rápidas quando aparecem e mais velozes ainda quando partem.
As Emoções Primárias Desadaptativas, são as emoções das quais as pessoas lamentam tê-las expressado de maneira tão intensa ou equivocada e freqüentemente se arrependem .
Emoções Primárias: o medo, a raiva, a tristeza e a alegria.
Para Ballone as emoções primárias são inatas e estão ligadas à vida instintiva, à sobrevivência. Haverá concomitante contração generalizada dos músculos flexores, sendo possível adotar-se uma atitude regressiva fetal, vasoconstricção periférica, palidez da face e esfriamento das extremidades, com brevíssima parada dos movimentos respiratórios e dos batimentos cardíacos (2005).


São estados afetivos de estrutura e conteúdos mais complexos que as primárias. Na realidade as Emoções Secundárias, embora levem o nome de "emoções", já se constituem em Sentimentos Sensoriais.
Emoções Secundárias (ciúme, inveja, vergonha)
Abreu (2005) afirma que:

As emoções secundárias são aquelas que, ao atingirem a amídala e produzirem uma emoção, sofrem a influência e o possível domínio do córtex cerebral, mudando sua natureza primária. Neste sentido, estas emoções tornam-se respostas ou evitações (intelectualizadas) às emoções primárias .


Para Damásio a emoção tem duas funções biológicas: A primeira produz uma reação específica para a situação indutora e a segunda função é de Homeostase, regulando o estado interno do organismo, visando essa reação específica. Ou seja, as emoções são a forma que a natureza encontrou para proporcionar aos organismos comportamentos rápidos e eficazes orientados para a sua sobrevivência.
Funções das Emoções
De acordo com Newen, as emoções cumprem funções de grande importância. Podemos citar quatro delas: Prepara-nos e motiva-nos para ações; possibilita avaliarmos os estímulos do ambiente de maneira extremamente rápida, ajuda no controle das relações sociais; são formas de expressão típicas que indicam aos outros as próprias intenções (quando alguém sorri para nós, automaticamente supomos que tem uma postura amigável) (2009).
Segundo Ballone, essas emoções são capazes de mobilizar o Sistema Nervoso Autônomo, órgãos e sistemas. Conclui-se que, as emoções influenciam a saúde não apenas em decorrência da psico-neuro-fisiologia, mas também através de suas propriedades motivacionais, através de condutas saudáveis, tais como os exercícios físicos, a dieta equilibrada, etc (2007).
A Neurobiologia das Emoções
As emoções são respostas neurológicas e fisiológicas a estímulos (externos e internos), coordenados pelo próprio pensamento que envolve as estruturas do sistema límbico. Os estudos na área neurológica vêm crescendo e as pesquisas têm confirmado a relação somática com o centro das emoções.
Apresentação


Verifica-se que muitas vezes, uma confusão conceitual entre sentimentos e emoções, pois são dois processos que se relacionam, no entanto são diferentes entre si, e são usados de certa forma como se fosse o mesmo conceito.
Emoções e Sentimentos
Segundo Vaitsman

A investigação do cérebro humano está ajudando a redefinir a origem das emoções e a contestar duas idéias estabelecidas. Uma dessas idéias diz que a personalidade é inteiramente formada no transcurso das experiências de vida. A outra garante que a origem de todas as nossas emoções está no inconsciente, ou seja, num conjunto de processos psíquicos que atuam sobre o comportamento, sem o controle da consciência (1998).
De acordo com Vaitsman, os alicerces da vida emocional começam no cérebro e se estendem ao sistema imunológico. Pesquisas feitas pelos neurocientistas Antonio Damásio e Joseph LeDoux, indicam que a maioria das emoções - como a raiva e o medo - têm origem bioquímica. As pesquisas de LeDoux sobre o funcionamento cerebral explicam, por exemplo, que alguém seja capaz de detectar o perigo antes mesmo que uma situação de ameaça aconteça. Isso significa que a reação bioquímica é anterior a emoção (1998).


A emoção tem sido objeto de várias teorias formuladas desde a antiguidade, cada teoria é defendida por grupos de cientistas, que possuem grandes variações entre elas. De qualquer forma, conhecer algumas destas teorias é importante para nos ajudar a ter uma idéia geral das emoções. As emoções constituem um aspecto muito complexo do ser humano e são objetos de várias interpretações que se organizam em várias perspectivas.
Algumas formulações tiveram início do século passado, e é interessante observarmos que a maioria delas tinha um caráter fisiológico, e também de forma evidente, nenhuma delas foi capaz de abordar todos os aspectos das emoções.
Teorias das Emoções


A primeira teoria sobre as emoções surge no Século XIX, em 1872, onde Darwin dedicou-se ao estudo das emoções, tanto no Homem como nos animais, chegando à conclusão de que as emoções ou a sua expressão, era algo inato a ambos. A fim de reforçar a idéia que já tinha de uma origem comum, levantou a questão da utilidade da expressão das emoções para a sobrevivência dos indivíduos. Darwin identificou seis emoções inatas ou universais - alegria, tristeza, surpresa, cólera, desgosto e medo, que serviriam como uma ferramenta para ajudar o indivíduo e a sua comunidade a sobreviverem (através da observação dos sinais emitidos pela expressão das emoções).
Perspectiva Evolutiva Sobre as Emoções
Segundo Newen, na teoria James-Lange, as emoções são o resultado de estados fisiológicos desencadeados por estímulos ou situações ambientais. Eles postulam que não choramos porque estamos tristes, mas ficamos tristes porque choramos. Uma pessoa sente medo porque o seu corpo respondeu com determinadas reações fisiológicas a uma situação. A percepção do estado de nosso próprio corpo: são simplesmente aquilo que experimentamos quando esse estado se altera devido a acontecimentos do meio ambiente (2009).
Resumindo, perante uma situação de emergência, primeiro o homem reage e foge e é por fugir que sente medo. De acordo com William James, o que diferencia as emoções é que cada uma delas esta relacionada a percepção de transformações corporais. Esta teoria é conhecida como teoria de James-Lange, porque essa mesma teoria era defendida por Carl Lange.
Perspectiva Fisiológica das Emoções
James declarava que quando um indivíduo é afetado por um estimulo, sofre alterações fisiológicas perturbadoras, como falta de ar, palpitações, angústia e etc. O reconhecimento desses sintomas é que vai gerar emoção no indivíduo.
A teoria de James-Lange recebeu críticas do fisiologista Walter Cannon, que em 1927 propôs uma teoria alternativa, baseando-se nas investigações de Philip Bard.
De acordo a teoria de Cannon-Bard, as emoções têm origem no cérebro, ocorrem ao mesmo tempo que as reações fisiológicas, mas não são causadas por estas. Segundo essa Teoria, os estímulos emocionais têm dois efeitos excitatórios independentes: Provocam o sentimento da emoção no cérebro bem como a expressão da emoção no sistema nervoso autônomo e somático. Tanto a emoção como a reação a um estímulo seriam simultâneos. Assim, numa situação de perigo, o indivíduo perante um estímulo ameaçador sente primeiro medo e depois tem a reação física, foge.

Comparação das teorias sobre as emoções de Cannon-Bard e James-Lange.

Na teoria Cannon-Bard, o estímulo ameaçador produz em primeiro lugar um sentimento de medo, causando posteriormente no indivíduo, uma reação física (tremores, sudorese, dilatação da pupila e etc). De acordo com a teoria de James-Lange, o homem percebe um estímulo ameaçador e reage com manifestações físicas. O resultado dessa reação física desprazerosa, é o sentimento de medo.
As teorias cognitivistas afirmam que os processos cognitivos, como as percepções, recordações e aprendizagens, são fundamentais para se perceberem as emoções. Uma situação provoca uma reação fisiológica e procuramos identificar a razão (compreender) dessa excitação fisiológica de modo a nomear a emoção que lhe corresponde.
Perspectiva Cognitivista das Emoções


Segundo Pereira, a perspectiva Culturalista diz que as emoções são comportamentos apreendidos no processo de socialização. Cada cultura tem diferentes formas de exprimir as diferentes emoções. As emoções são uma construção social que exige aprendizagem e que, por isso, dependem da cultura em que o indivíduo está inserido. O tipo de emoções que se manifesta em cada situação, a forma como são demonstradas, e o conjunto de regras de cada cultura especifica é própria em cada cultura e para cada uma delas, há uma linguagem da emoção específica que é reconhecida por todos aqueles que nela estão inseridos.
Perspectiva Culturalista das Emoções
O estudo das emoções é muito importante com relação a nossa sobrevivência enquanto seres Humanos. Se não mantivermos nossas emoções bem estruturadas, nossas chances de sobrevivência ficam bem reduzidas. Somos seres com uma biologia elaborada e de emoções bem refinadas como altruísmo, solidariedade, compaixão. Mas é imprescindível que essas atividades emocionais sejam harmonizadas e equilibradas com o uso da racionalidade e do pensamento analítico e investigativo. Cultivando a tolerância e respeitando as diferenças individuais, a fim de termos um convívio pacífico, teremos todas as chances possíveis para sobreviver em épocas tão difíceis quanto as que nos aguardam no futuro.
Considerações finais
Fim!!!!
Referências

BALLONE, G. J. Da Emoção à Lesão - in. PsiqWeb, 2007. Disponível em: http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&idNoticia=25. Acesso maio de 2016
BALLONE, J. G. Cérebro e Violência, 2005. Disponível em http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=162&sec=99. Acesso em maio de 2016.
BALLONE, G.J. Sentimentos e Emoções - in. PsiqWeb, Internet, Disponível em http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=259&sec=47. Acesso em maio de 2016.
CASANOVA et alli (2009). Emoções. Disponível em http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos/TL0132.pdf. Acesso em maio de 2016.
DAMÁSIO, António, (2000). O Erro de Descartes – Emoção, Razão e Cérebro Humano. 21ª ed.,Lisboa, Publicações Europa América. Disponível em: http://repositorioaberto.univ-ab.pt/bitstream/10400.2/1529/1/Diserta%C3%A7%C3%A3o%20Maria%20Jo%C3%A3o%20Rosa%20Silva.pdf. Acesso em 19 de maio de 2011.
DAMÁSIO, Antônio. O Sentimento de Si, Tradução de M. F. M revista pelo autor Europa-América, 2000.
GOLEMAN, Daniel, (1997). Inteligência Emocional. n.a.,Temas e Debates. Disponível em: http://repositorioaberto.univ-ab.pt/bitstream/10400.2/1529/1/Diserta%C3%A7%C3%A 3o%20Maria%20Jo%C3%A3o%20Rosa%20Silva.pdf. Acesso em 19 de maio de 2016
MYERS, David G. Introdução à Psicologia. 5ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1999.
NEWEN, Albert e ZINCK, Alexandra. O jogo das emoções. Mentes & Cérebro. n. 195, p.38-45, abr. 2009. Disponível em http://www.claudetedemorais.com.br/emocoes2.html. Acesso em maio de 2016.
PEREIRA, S. S. Processos Emocionais. Disponível em: http://www.notapositiva.com/pt/apntestbs/psicologia/12_processos_emocionais.htm. Acesso em maio de 2016.
PINTO, Amâncio da Costa, (2001). Psicologia Geral. n.a., Lisboa, Universidade Aberta. Disponível em: http://repositorioaberto.univ-ab.pt/bitstream/10400.2/1529/1/Diserta %C3%A7%C3%A3o%20Maria%20Jo%C3%A3o%20Rosa%20Silva.pdf. Acesso em 19 de maio de 2016.
RUDGE, Ana Maria. Angústia e Pensamento. Psique [online]. 2005, vol.9, n.15, p. 37-48. ISSN 1415-1138.
VAITSMAN, Heliete. Novas pesquisas revelam como as emoções comandam nosso cérebro. Jornal do Comercio, 1998. Disponível em http://www2.uol.com.br/ JC/_1998/2306/fa2106h.htm. Acesso em 20 de maio de 2016.
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