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PROJETO: Desenho de Estudo

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by

Fabiano Soares

on 26 February 2016

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Transcript of PROJETO: Desenho de Estudo

Estrutura do projeto de pesquisa: desenho de estudo
Qualidade Metodológica
Em 1979 o Dr. Stephen Lock, editor do British Medical Journal, escreveu:
Revisões Sistemáticas
Ensaios Clínicos Randomizados
Estudo experimental usado como padrão de referência em epidemiologia;
Estudo Transversal
Estudos transversais coletam dados sobre exposição e desfecho simultaneamente;
Tipos de Pesquisa
Segundo Gilson Volpato (2013), só existem três tipos básicos de pesquisa:
Explorando os métodos epidemiológicos
Na Saúde Baseada em Evidências, as questões clínicas devem ser respondidas por desenhos de estudo adequados:
Estudos de Coorte
Uma coorte é um grupo de individuos seguidos juntos através do tempo;
Estudos de Caso-Controle
Assim como os estudos de coorte retrospectivo, os estudos de caso-controle partem da doença já instalada;
"Poucas coisas são mais desestimulantes para um editor médico do que ter de rejeitar um artigo com base em uma boa idéia, mas com falhas irremediáveis nos métodos usados".
Motivos de rejeição de artigos científicos:
1. O estudo não era relevante.
2. O estudo não era original.
3. O estudo não testava a hipótese do autor.
4. Escolha do delineamento errado.
5. Dificuldades práticas comprometeram o protocolo.
6. O tamanho da amostra era pequeno.
7. O estudo não foi controlado ou o controle foi inadequado.
8. A estatística foi incorreta ou inapropriada.
9. As conclusões foram injustificadas.
10. Conflito de interreses
11. O artigo é tão mal-escrito que é incompreensível.
Segundo Trisha Greenhalgh (2008), a maioria dos artigos médicos segue o formato IMRAD;
I - Introdução;
M - Métodos;
R - Resultados;
D - Discussão.
A mesma autora fala que para decidir se vale a pena ler um artigo, deve-se fazer isso com base nos Métodos e não nos Resultados.
1. Pesquisa Descritiva
2. Pesquisa de Associação
3. Pesquisa de Interferência
O resto é método de coleta de dados!
Diagnóstico
Tratamento e profilaxia
Etiologia, fatores de risco e prognóstico
Estudos transversais
Testes de acurácia
Ensaios clínicos
Estudos de coorte ou caso-controle
Os estudos Epidemiológicos podem ser dividios em dois tipos:
Observacionais
Experimentais
Objetivam investigar e registrar variáveis e observar desfechos à medida em que ocorrem. Não existe ação do cientista.
O cientista mexe em uma variável e observa se outra variável responde em grupos que são acompanhados sob condições controladas.
Hierarquia das Evidências Científicas (TORLONI, 2012)
Validade
e
Confiabilidade
Modelos de estudos científicos (GLASZIOU, 2007)
Incidência
Prevalência
Estudos longitudinais
Reúnem, avaliam e sintetizam todos os estudos relevantes e de boa qualidade metodológica sobre uma determinada questão clínica;
Utilizam metodologia explícita, clara, transparente e reprodutível;
A informação disponível é coletada e criticamente avaliada.
São consideradas o melhor nível de evidência para tomada de decisões na prática clínica;
Extração dos Dados
Utilização de ficha elaborada com este intuito
Avaliação crítica dos dados
Síntese dos dados
Metanálise
O tratamento estatístico pertencente à Revisões Sistemáticas
Visa a integração dos resultados obtidos nos estudos incluídos na análise
Interpretação dos Resultados
Identificação das respostas à pergunta de pesquisa formulada no início do estudo
Elaboração do relatório final
Implicações para a Prática e Pesquisa
Identificar o que deve mudar nas condutas de atenção à saúde relativas à pergunta de pesquisa
Elaboração de projeto do ECR ideal para a mesma pergunta de pesquisa
Formulação da Pergunta de Pesquisa
P = População
I = Intervenção
C = Controle
O = Desfecho (outcome)
Localização e Seleção de Estudos
Ampla procura de dados
Estratégias de busca
Bases de dados
Atualização da Revisão Sistemática
A cada dois anos os autores devem atualizar a revisão com novas buscas na literatura
Processo estruturado que envolve várias etapas
É considerado a melhor fonte de determinação da eficácia de uma intervenção;
É um estudo prospectivo que compara o efeito e o valor de uma intervenção (profilática ou terapêutica) com controles;
A aleatorização dos grupos é a melhor forma de torná-los semelhantes em todas as suas características.
O principais parâmetros para elaboração de um ECR são:
O tamanho da amostra deve ser calculado;
Os participantes devem ser alocados randomicamente nos grupos de intervenção e controle;
Deve existir sigilo nesta alocação, bem como mascaramento na análise dos dados dos participantes (duplo ou triplo-cego);
O seguimento deve ser completo com tratamentos adequados para perdas de participantes;
Risco Relativo e Intervalo de Confiança podem ser usados para expressar os resultados.
Os participantes são então catalogados como
expostos
e
não-expostos
a um determinado fator de risco;
Portanto, o pesquisador não intervém nos grupos;
A seleção dos participantes deve ser feita por meio de uma variável independente, em que diferentes grupos humanos são naturalmente expostos ao fator de risco estudado;
Ao final do período de seguimento, verifica-se a incidência da doença entre os grupos;
Levanta-se a hipótese de que o desfecho esteja ou não associado à exposição.
Coorte Analítico Prospectivo
Presente
Futuro
Expostos
Não-expostos
Doentes
Não-doentes
TEMPO
Sentido do estudo
VANTAGENS
DESVANTAGENS
Ideal para incidência, etiologia e fatores de risco;
Diversos resultados podem ser medidos;
Maior precisão.
Caro, pode ser muito demorado;
Não é útil para doenças raras;
Possibilidade de perdas durante o seguimento;
Expostos e não-expostos podem ser diferentes.
De maneira retrospectiva, avalia a exposição;
Os casos e os controles devem ter tido a mesma chance de exposição ao fator de risco;
Estudo de Caso-Controle
Presente
Passado
Expostos
Não-expostos
Doentes
Não-doentes
TEMPO
Sentido do estudo
VANTAGENS
DESVANTAGENS
Maior eficiência para o estudo de doenças raras;
Custo mais baixo da pesquisa;
Tempo mais curto para desenvolvimento do estudo;
Casos e controles podem diferir sistematicamente;
Pode haver diferença entre os grupos na capacidade de lembrar da história de exposição.
Ausência de riscos para os participantes;
Possibilidade de investigação simultânea de diferentes hipóteses etiológicas.
1. Definir claramente os objetivos da pesquisa
2. Definir a população alvo e a população de estudo
3. Definição dos casos e critérios de inclusão
4. Definição dos controles e critérios de inclusão
Alguns cuidados...
Não possibilitam o conhecimento acerca da relação temporal entre exposição e desfecho;
Portanto, tem menor capacidade de estabelecer relação de causa e efeito entre variáveis;
Por avaliarem a existência de associação, são excelentes geradores de hipóteses;
PRESENTE
Dados coletados da amostra
Alguns cuidados...
1. Determinação dos dados a serem coletados
2. Critérios para classificação dos indivíduos e critérios diagnósticos
3. Critérios para medir a exposição
4. Instrumentos de medida
5. Definição e descrição do processo de amostragem
6. Organização do trabalho de campo e análises dos dados
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