Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Processos de relação entre os indivíduos e os grupos

No description
by

andre gonçalves

on 12 March 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Processos de relação entre os indivíduos e os grupos

Processos de relação entre os indivíduos e os grupos
FONTS
Agressões
Apesar de poder ser utilizado em diversos sentidos, vamos estudar o termo agressão no seguinte significado: comportamento que visa causar danos físicos ou psicológicos a uma pessoa ou pessoas e que reflete intenção de destruir.
Intimidade
As relações íntimas são um tipo particular de interação social que apresenta características próprias, nas quais existem vários níveis de intimidade.
Estereótipos, Preconceitos e Discriminação
Atração
• Define-se como a avaliação cognitiva e afetiva que fazemos dos outros e que nos leva a procurar a sua companhia. Manifesta-se pela preferência que temos por determinadas pessoas que nos levam a gostar de estar com elas, a partilhar confortavelmente a sua presença.
André Gonçalves nº5
José Pereira nº16
Patricia Lopes nº26
Vanessa Pereira nº29

Prof.: Manuela Galvão
Psicologia B 12º ano
Ano letivo 2013/2014

Influencias para as atrações:


 Proximidade
 Familiaridade
 Atração física
 Semelhanças interpessoais
 Virtudes
 Complementaridade
 Reciprocidade
Todos os anteriores fatores se interligam entre si nos seguintes pontos:
Respeito
Aceitação
Estima
Gratidão
Conflito e cooperação
Para melhor entendermos o tema, vamos começar por analisar o homem que deu uma nova visão ao mesmo.
Existem estereótipos em todas as sociedades e têm uma função de simplificação que permite a adoção de quadros de interpretação do mundo social em que estamos integrados.
Ao adotarmos o modo de ver, pensar e agir da família, do grupo, da cultura ou da sociedade a que pertencemos, estamos a assegurar a integração social. Obtemos aceitação social porque agimos de acordo com o que está estabelecido.
Estereótipos
Podemos definir estereótipo como um conjunto de crenças (retiradas a partir de livros, filmes, etc.) que dá uma imagem das características de um grupo ou de membros de um grupo.
Reconhecemos estereótipos quando atribuímos a um grupo características que generalizamos a todos os elementos desse grupo.
Estereótipos e categorização
Categorização é um processo que permite que uma pessoa se adapte ao seu meio ambiente.
Usamos categorias sociais como estudantes, desportistas, liberais, … e atribuímos a um elemento as características da categoria a que ‘’pertence’’.
A categorização está na base dos estereótipos. Colocamos os indivíduos que nos rodeiam em grupos, o que nos permite, de uma forma rápida, orientarmo-nos na vida social. O estereótipo é aplicado de uma maneira quase mecânica. O conteúdo dos estereótipos é uma construção social e não individual.

Pode ser
Hostil
Instrumental
O alvo pode ser:
Direto
Deslocado
Autoagressão
Varia tambem quando a forma:
Aberta
Dissimulada
Inibida
Existem fatores que incitam a agressão, tais como o álcool a cultura envolvente, entre outros.
Quanto à sua origem temos várias teorias:
Freud
"A agressão constitui uma disposição institiva primitiva e autónoma do ser humano".
Lorenz
A agressão é encarada como um comportamento inscrito genéticamente na forma de uma programa que é desencadeado face a certos estímulos.
Dollard
Hipótese: Frustração/Agressão
Bandura
Teoria da aprendizagem social ou modelagem.
Social
Sexual
Emocional
Intelectual
Lúdica

Podemos ter relações ocasionais, de amizade, de namoro, de casamento, etc.

As pessoas distinguem-se pela possibilidade de se abrirem mais ou menos aos outros, de estarem mais ou menos disponíveis para partilharem sentimentos, afetos e emoções. Por isso, podemos afirmar que a intimidade tem uma dimensão pessoal.

A intimidade é uma experiencia que implica uma forte vivência, um grande envolvimento e uma comunicação profunda. Woolams define intimidade como: "a partilha de sentimentos, pensamentos e experiências numa relação aberta, sinceridade e confiança’’.

A Comunicação Verbal dos nossos pensamentos e emoções é, de facto, um elemento fundamental da interação íntima.

Interações não verbais que, muitas vezes se manifestam de forma mais verdadeira os nossos sentimentos e emoções, tal como acariciar, tocar, apoiar-se no corpo do outro…

Intimidade e amizade
A amizade é uma das manifestações de intimidade que envolve relações em que estão presentes, entre outros, elementos como confiança, lealdade, cooperação, etc.
Varia segundo:
Idade
Género
Contexto social
Características pessoais.
Tipos de amor:
Amor de companheiro


Amor apaixonado
Muzafer Sherif

A situação de conflito pode assumir diferentes carácteres:
Intrapessoal
Interpessoal
Intergrupal
Este levou a cabo a experiência "Águias e Serpentes"
Conflito e relação
O conflito só se cria quando há uma relação de proximidade entre duas ou mais partes.
Uma característica que acompanha o conflito é o estado de insatisfação.
Pode resultar de :
Divergência de interesses,
Competição pelo poder,
Incompatibilidade de objetivos,
Partilha de recursos escassos,
Diferentes pontos de vista.
Conflito e identidade grupal
Na experiência que Sherif realizou, constatou-se que o conflito entre os dois grupos era alvo da avaliação das ocorrências em que o endogrupo (grupo a que se pertence) era encarado como “bom” e o exogrupo (grupo a que não se pertence) era classificado como “mau”.
Este sentimento corresponde à necessidade que as pessoas têm de verem o seu grupo como o “melhor”.
Formas de ultrapassar um conflito:
Conflito e Cooperação
Ao ultrapassar um conflito, desenvolve-mo-nos psicologicamente, pois somos capazes de responder de forma mais adaptada ao que nos é exigido pela sociedade.
Da mesma experiência, retira-se o papel importante que a cooperação tem na resolução dos conflitos, isto é, os dois grupos em análise só se entenderam quando tiveram que colaborar conjuntamente para atingir um objectivo comum.
Conflito e Mediação
A mediação é uma forma de resolver um conflito, recorrendo a uma das partes em confronto;

O papel do mediador é promover a comunicação

A forma de atuar do mediador é clarificando a situação, reduzindo a tensão ou propondo concessões com o objectivo chegar a um acordo que pode ser atingido ou não ou de nível satisfatório de parte de ambos.

Conflito e Negociação
A negociação procura construir um acordo no sentido de impedir o desenvolvimento da hostilidade para fases mais agudas.
É um processo dinâmico em que as duas ou mais partes fazem cedências e exigências mútuas.
Introdução
Conclusão
Experiência de Muzafer Sherif
1º. Num campo de férias de Verão, dividiu 2 grupos de rapazes, denominados como as “águias” e as “serpentes”;

2º. Estes grupos passaram por uma 1ª fase à qual foram sujeitos a jogos e atividades de competitividade;





3º. Na 2ª fase aumentou-se a competitividade com atividades premiadas;

4º. Na 3ª fase procurou-se promover “a paz” , estimulando o contacto físico e pacifico entre cada equipa excluindo as competições , e promovendo festas e ver filmes em conjunto;

5º. Na 4ª fase Muzafer Sherif e a sua equipa introduziram aquilo a que denominaram objetivos superordenados , isto é , estimular atividades essenciais para o bem estar de ambos os grupos e que só se concretizaria se ambos colaborassem , como , por exemplo, reparar um veiculo que distribuía água ao acampamento.


Conclusões acerca da experiência
a) Na 1ª fase não houve grandes alterações comportamentais por parte de ambos os grupos;

b) A competitividade premiada levou a que os rapazes de cada equipa se tornassem agressivos para com a equipa contrária o que levou às agressões , a que se assaltassem os quartos , etc.;

c) Na 3ª fase o efeito que se pretendia acabou por não ser realizado , antes pelo contrário o ambiente entre os grupos era tão hostil que fez com que aumentasse a agressividade entre ambos;

d) No fim da atividade a hostilidade entre os grupos foi desaparecendo dando lugar a novas amizades.
O conflito intrapessoal está relacionado com a própria pessoa, ou seja, é um conflito interno.

O conflito interpessoal está relacionado com os conflitos entre duas ou mais pessoas. É quando temos uma discussão com um amigo por exemplo.

O conflito intergrupal tem a ver com o conflito entre grupos. Por exemplo, na experiencia de Muzafer, o conflito originou-se entre dois grupos de jovens.

No âmbito da disciplina de Psicologia B do 12º ano, realizou-se este trabalho para a compreensão das relações entre as pessoas e os grupos, desde as relações afetivas até às relações de conflito, entre outros.
Funções dos estereótipos
Os estereótipos têm a função de categorizar a realidade social e permite-nos encarar o mundo em que nos inserimos, definindo o que está bem e o que está mal, o que é justo ou injusto. Podemos designar como uma função sociocognitiva.

A função dos estereótipos é de ordem socioafetiva, com o sentimento de identidade social.
Segundo Maisonneuve, os estereótipos caracterizam-se por:
-
Simplicidade:
imagens veiculadas pelos estereótipos são pobres;

-
Uniformidade:
estereótipo é uniforme num dado grupo;

-
Tonalidade afetiva:
estereótipo ou é favorável ou desfavorável (nunca neutro);

-
Durabilidade e constância
: estereótipo tem tendência a perpetuar-se no tempo, no interior do grupo que o partilha;

-
Pregnância:
grau de adesão do estereótipo varia de um individuo para o outro, desde superficial a profundo.
Ao caracterizar o grupo dos ‘’outros’’, reforça-se a identidade do ‘’nosso grupo’’, ou seja, ao desenvolver uma imagem negativa dos outros grupos, os estereótipos contribuem para reforçar a identidade positiva do grupo a que pertencemos.
Preconceitos
Estas características justificam a afirmação de Moscovici: estereótipos visam ‘’domesticar o que é estranho’’, classificam os dados novos em categorias estáveis e conhecidas.
O preconceito é um ‘’pré-julgamento’’, na maior parte das vezes negativo, relativamente a uma pessoa ou grupo social.
Tal como o estereótipo, tem a categorização social como base. Distingue-se do estereótipo porque não se limita a atribuir características a um determinado grupo ou pessoa, envolve uma avaliação frequentemente negativa. Contudo, subjacente ao preconceito está o estereótipo, pois considera que todos os elementos de um grupo partilham as mesmas características.

O preconceito é uma disposição adquirida cujo objetivo é uma diferenciação social e aprendem-se, tal como os estereótipos, no processo de socialização nos grupos a que se pertence. Contudo, os preconceitos podem mudar. Preconceitos são tanto maiores quanto menor é o conhecimento da realidade a que se referem. Manifestam um desejo de coesão e de proteção de um grupo social. Assumem posições radicais contra um ou vários grupos sociais e são, frequentemente, reflexo de tensões entre grupos sociais ou culturais.

Preconceito tem três componentes:

componente cognitiva
(estereótipo geralmente negativo que se formula face a um grupo social);

componente afetiva
(sentimentos que se exprimem relativamente ao objeto de preconceito);

componente comportamental
(orientação do comportamento face à pessoa ou grupo).

Discriminação
A discriminação é o comportamento dirigido aos indivíduos visados pelo preconceito. Seguindo a definição de Gordon Allport, discriminação é "todo o comportamento que nega aos indivíduos e aos grupos a igualdade de tratamento que eles mereciam’’.
Outros autores definem como o conjunto de comportamentos em relação aos membros de um grupo que não são justos por comparação a outros membros ou outros grupos.
São atos intencionais que assentam em distinções injustas relativamente a um grupo.

O preconceito é a base da discriminação. O preconceito, sendo uma atitude sem fundamento, injustificada, desfavorável, dirigida a grupos e aos seus membros, pode conduzir à discriminação.

O preconceito pode refletir-se num comportamento mais ativo como atos de discriminação.
O tipo de discriminação está ligado com o preconceito que lhe está subjacente (por exemplo, o preconceito racial conduz à discriminação das pessoas por pertencerem a raças diferentes).
Os comportamentos discriminatórios manifestam-se com mais intensidade em períodos de crise económica e social, em que as pessoas dirigem os seus sentimentos negativos e a sua agressividade contra grupos inocentes.

Podemos definir discriminação como o comportamento dirigido contra as pessoas visadas pelo preconceito.
Discriminação pode manifestar-se em diferentes níveis, desde uma atitude de evitamento até comportamentos hostis e agressões.


Gordon Allport descreveu cinco etapas no processo de descriminação (extermínio dos judeus pelos nazis) considerando que, ao atingir um determinado nível, é muito provável passar-se para o seguinte:
1- Expressão de opiniões negativas sobre um determinado grupo;
2- Evitamento de relações;
3- Medidas discriminatórias;
4- Agressão física;
5- Extermínio.
Fala-se em discriminação positiva quando nos referimos às medidas que visam apoiar aqueles que sofrem a exclusão económica, física e/ou social.
Discriminação e Autoestima
Um dos efeitos da discriminação é a influência que tem sobre a autoestima dos indivíduos.
Kurt Lewin, considerava que as pessoas que são objeto de discriminação interiorizam o estatuto de vítimas, autodesvalorizando-se.
Grupos frequentemente discriminados acabam por partilhar juízos negativos sobre si mesmos.
Ao longo deste trabalho tivemos a hipotse de comprender um bocado melhor a complexidade das relações interpessoais, e assim sendo, agora no final desta jornada podemos olhar para este tema e analisar-lo com um olhar completamente novo.
Preconceitos
Componente Comportamental
Componente Emocional
Componente Cognitiva
ESTEREÓTIPO
crenças generalizadas
PRECONCEITO
sentimentos sem fundamento
DISCRIMINAÇÕES
ações negativas
Full transcript