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Guerrilha e Terrorismo

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by

Rafael Ávila

on 4 September 2013

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Transcript of Guerrilha e Terrorismo

Guerrilha e Terrorismo
Prof. Rafael Ávila
Clausewitz e o Povo em Armas
Capítulo 26 do Livro VI
Contexto histórico do texto de Clausewitz
Guerrilhas norte-americanas contra ingleses;
Guerrilha espanhola contra Napoleão;
Guerrilhas cosacas;
A insurreição geral é somente um outro meio de guerra; é uma intensificação e ampliação do processo de fermentação conhecido como guerra
Revolução Francesa – sistema de requisição; aumento dos exércitos; emprego das milícias
Existem problemas no uso do povo, entretanto, a questão analisada neste capítulo por Clausewitz é que condições são necessárias para utilizá-la e como ela deve ser utilizada
A resistência armada popular é auxiliar no sentido de que não leva a major actions, não produz batalhas e sim escaramuças e é conduzida em conjunto com o exército regular
Quanto mais espalhada melhor; maior será seu efeito. Ela poderá ser abafada em algumas regiões e aparecer em outras
Condições para que um levante seja efetivo
1. A Guerra deve ser travada no interior do país
2. Não pode haver uma catástrofe que impeça seu uso
3. O teatro de operações tem que ser grande
4. O caráter nacional deve ser adequado a este tipo de guerra
5. O país precisa ser inacessível, seja por montanhas, florestas, pântanos ou pelos métodos locais de cultivo.
Eles não podem ser usados contra a força principal do oponente. Devem operar marginalmente em relação ao teatro de operações
Eles não podem sofrer muitas reveses táticos pois isso mina a vontade do povo de lutar
A disposição das forças populares acaba por gerar um efeito interessante no oponente que tem que organizar escoltas para comboios e se espalhar pelo terreno de forma a criar uma zona de proteção de suas bases
Também, se a resistência se concentra demais o oponente pode concentrar força suficiente a anulá-los
O povo luta por meio de escaramuças, pela tática do bater e correr, por se misturar com a população local. Isso cria “sucesso” táticos que geram um efeito multiplicador importante
É preciso que os insurgentes vão se organizando melhor, atuando em conjunto com as forças regulares, minando as bordas do teatro de operações
3 problemas de muitas forças insurgentes em conjunto com regulares: 1) dispersa esforços e recursos que poderiam ser usados melhor
2) muitos regulares numa área inibe a atuação da guerrilha pois atrai o oponente;
3) muitas tropas sobretaxam a população local
Os insurgentes não podem estar sempre em defesa estratégica. Taticamente já é bem perigoso. Batalhas defensivas são suicídio.
É preciso escolher pontos de defesa como pontes, montanhas e desfiladeiros mas nunca permanecer defendendo por muito tempo
“No matter how brave a people is, how warlike its traditions, how great its hatred for the enemy, how favorable the ground on which it fights: the fact remains that a national uprising cannot maintain itself where the atmosphere is to full of danger”. (Clausewitz:1993:582-583)
Um governo não pode depositar todas suas fichas nisso mas também não pode ignorar seu uso
Terrorismo
PPC e o Fenômeno Bélico

i) Fenômeno Bélico – Guerra, Guerrilha, Terrorismo, Segurança Pública;

ii) A Centralidade do Uso de Força;

iii) História da Guerra e Guerra na História [Panorama Exploratório].
Definições Correntes de Terrorismo
Breve Panorama Histórico [Sem Teoria]: Conde Drácula; Ivan, o Terrível; Reino do Terror; Terrorismo Anarquista; “Terrorismo” Revolucionário Comunista; Terrorismo Contemporâneo.
O Discurso Político Enviesado
Carência de entendimento teórico e a falta de critérios de classificação do fenômeno
Terrorismo versus Guerrilha; Terrorismo versus Operações Militares Convencionais
Critérios Clausewitzianos de análise dos fenômenos bélicos
Definindo um conceito de partida
i) Conceito Clausewitziano de Guerra
ii) Ato de Força; Compelir; Vontades Opostas
Fins e Meios
Conceitos-chave: Objetivos Políticos e Atos de Força (Real e Potencial)
i) Na Guerra
ii) No Terrorismo
Dimensões: Política, Tática e Estratégia
Teatro de Operações
i) Correlação de Forças
ii) Força Convencional; Grupos Guerrilheiros; Grupos Terroristas
Ataque e Defesa
i) aplicando o entendimento clausewitziano de Política, Tática e Estratégia.
iii) Dinâmica do fenômeno bélico – a questão do enfrentamento
Análise do fenômeno do terrorismo à luz do conceito clausewitziano
Emprego ou ameaça de emprego de força física
i) Possibilidade do efeito bumerangue
ii) Terrorismo em Guevara e Mao Zedong
Destruição versus Efeito (Material e Psicológico)
Considerações Políticas
i) Status quo Político (alteração ou manutenção)
ii) Alvo das ações: Indiscriminação
iii) Guevara e a questão política do emprego do terror
Considerações Táticas
i) Emprego de Força;
ii) Emprego do terror

Considerações “Estratégicas”
i) Correlações de Forças no Teatro de Operações;
ii) Estratégia ou Estratagema (Guerrilha versus Terrorismo);
iii) Espaço e Tempo nas ações terroristas
Vinculo entre Emprego do terror e Objetivo Político pretendido: Dobrando o oponente à nossa vontade?
Emprego do terror e a busca por alteração da Correlação de forças no teatro de operações
i) Etapas Zedonguistas
ii) Do Grupo Terrorista ao Grupo Guerrilheiro;
iii) Do Grupo Guerrilheiro à força “revolucionária”;
iv) Da força “revolucionária” ao exército convencional
Incapacidade de gerar Decisão nos termos clausewitzianos.
i) O que é a decisão?
ii) Prostrar um oponente – as três fases de dominação de um país
Atos de Força e Atos de Terror: Os Alvos
Relação entre ações perpetradas e efeitos produzidos em termos materiais: Objetivos a se atingir
Emprego Político Não-terrorista do Terror

Emprego Político Terrorista do Terror
5 Estratégias Terroristas:
1) atrição (terroristas buscam persuadir o inimigo que eles são fortes o suficiente para impor consideráveis custos se o inimigo permanecer em um determinado curso político)
2) intimidação (terroristas usam a intimidação tentando convencer a população que os terroristas são fortes o suficiente para punir desobediências e que o governo é fraco para detê-los, de forma que o povo passa a se comportar como os terroristas querem)
3) provocação (Uma estratégia de provocação é uma tentativa de induzir o inimigo a responder ao terrorismo com violência indiscriminada, o que radicaliza a população e os move no sentido de dar suporte aos terroristas);
4) spoiling (ataques de spoiling são um esforço de persuadir o inimigo que os moderados no lado terroristas são fracos e não confiáveis, de forma a solapar as tentativas de se chegar a um acordo de paz);
5) outbidding (grupos engajam-se em outbidding para convencer a audiência que os terroristas tem grande resolução para lutar contra o inimigo do que os grupos rivais, e portanto merecem seu apoio)
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