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ARQUITETURA E URBANISMO

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by

Cristina Martins

on 2 June 2015

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A IMPORTÂNCIA DA INTERAÇÃO COM A INFORMAÇÃO

ESTRUTURA DE MOLA
Inovação que simula comportamento de estruturas e facilita a compreensão dos cálculos.
O Mola é um modelo interativo de simulação de comportamento de estruturas arquitetônicas que foi desenvolvido pelo arquiteto e urbanista Márcio Sequeira de Oliveira através dodesenvolvimento de um trabalho de mestrado junto à Universidade Federal de Ouro Preto.
Com o Mola, o projetista sente o comportamento das estruturas com as próprias mãos, tornando seu estudo mais interativo, prático e menos abstrato. O profissional liga o modelo teórico à realidade estrutural - Foto: Divulgação Catarse
Apesar de suas peças serem metálicas, Marcio Sequeira explica que o Mola serve para estudar o comportamento de qualquer tipo de estrutura, inclusive em concreto ou madeira..
Com o Mola, o profissional estuda o comportamento das estruturas antes de partir para o desenho arquitetônico. É possível montar e desmontar pilares, vigas e treliças, visualizando efeitos de compressão, tração ou esforços laterais.
O Kit Mola será composto por um conjunto de peças que se conectam permitindo diversas composições estruturais: um livro de estruturas, uma chapa metálica e peças para montar - molas, diagonais, bases metálicas, ímãs conectores e cantoneiras rígidas - Foto: Divulgação Catarse
Isso colaborou também com o faiscar da ideia, muito original: “Sempre achei as aulas de estruturas muito abstratas, e essa opinião era compartilhada por grande parte dos estudantes e profissionais das áreas de arquitetura e engenharia”, conta. Por outro lado, pensar e sentir o comportamento estrutural de uma forma tátil e visual não só ajuda no desenvolvimento do projeto, mas é necessário à sua concepção. O resultado é um produto muito inovador e útil, interativo, que simula o comportamento de estruturas reais. O Mola também foi vencedor do Prêmio Brasil Criativo - premiação oficial da Economia Criativa Brasileira e do Ministério da Cultura -, na categoria Design.
O produto passará a ser comercializado em julho com o nome Mola Structural Kit, e sua idealização aconteceu ao longo de dois anos, enquanto Sequeira escrevia tese de mestrado.
“Foram mais três anos de desenvolvimento do primeiro kit, e outros dois anos de campanha no site Catarse, que arrecadou valor recorde de quase R$ 600 mil para o projeto”, diz.
Sequeira atribui o sucesso da campanha ao fato de o ensino de estruturas nas escolas de engenharia e arquitetura priorizar quase exclusivamente a teoria, a partir de cálculos e números.
EQUIPE:
Cristina Martins
Cristiane Gaspar
Carlos Bonifácio
Edgley Oliveira
Gilberto Júnior
Paulino Silva

ARQUITETURA E URBANISMO
TRABALHO COMPLEMENTAR DA AP2
CURSO: ENGENHARIA CIVIL - NOITE
PROFESSOR: ANDRÉ BONFIM
SEMESTRE: 2015.1

INOVAÇÃO E INFORMAÇÃO NO MUNDO DA CONSTRUÇÃO
Em Fortaleza, condomínio exibe estrutura inovadora de concreto, de formato circular inusitado.
Paisagem da orla
Para melhor explorar a vista da orla de Fortaleza, o escritório Luiz Fiuza Arquitetos concebeu um condomínio residencial em que quatro torres – com 22 pavimentos-tipo cada – ficam dispostas em forma de anel. Ao centro do complexo Landscape Beira Mar, está um átrio onde se concentram áreas comuns e de lazer.
O formato, conta Luiz Fiuza, remete a um búzio, e harmoniza o edifício à natureza e ao entorno. Em terreno de oito mil metros quadrados, em meio a edifícios corporativos, suas varandas são escalonadas, e há vazios no plano de fachada que amenizam a volumetria e criam perspectivas sensoriais.
“A forma escalonada e circular da volumetria possibilitou um rico efeito de luz e sombra, gerando inusitadas e emocionantes perspectivas”, diz o projetista.
Em decorrência do formato inusitado, a estrutura também enfrentou desafios quanto à curvatura horizontal e ao escalonamento das varandas. Para tanto, vigas curvas foram adotadas. Outros elementos rígidos, como torres para escadas de emergência e elevadores, estão posicionados fora dos volumes principais.

A vida útil de pelo menos 50 anos da estrutura, sem grandes intervenções e manutenção, está garantida por cobrimentos para peças maiores; por fim, nenhuma peça estrutural ficou exposta. O concreto, por sua vez, tem fck 35 MPa e baixo fator água-cimento, o que aumenta ainda mais sua durabilidade.Outra medida preventiva relacionada ao concreto foi o uso de gelo em escamas para concretar blocos de coroamento das estacas de fundação. O propósito era minimizar efeitos do calor de hidratação associado à elevada temperatura local. O concreto das peças também foi aditivado com material pozolânico, o que evita corrosão das armaduras.

O Landscape Beira Mar foi menção honrosa na categoria Edificações do Prêmio Talento Engenharia Estrutural 2011, organizado pela Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural (Abece).
Rotina de trabalho, comodismo, falta de tempo e indisposição impedem os profissionais de buscarem novas técnicas de trabalho, novas tecnologias, novidades e as boas práticas para a melhoria do trabalho.
Diversos meios de comunicação que possibilitam tal prática. Dicas, inovações e informações; Maior competitividade no mercado de trabalho;
Transmissão da informação atualizada de pontos necessários para a boa prática da engenharia e arquitetura.

APRESENTAMOS ABAIXO 6 TEMAS QUE SERVIRÃO DE EXEMPLO

INTEGRAÇÃO BIM
Formato digital permite a pré-construção virtual, e inclui etapas do processo de concepção.
Com ele, é possível fazer uma “pré-construção” em modelos digitais compostos por todas as disciplinas envolvidas em sistemas e processos construtivos, simulando diversos aspectos da obra, antes mesmo do início da execução.
Um consultor deve identificar quantos e quais softwares sua empresa ou obra necessitará, e se computadores têm memória apropriada para rodar o sistema.
Apesar de ainda não ter seu uso normatizado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o BIM (Building Information Modeling, no inglês) se populariza no país. De acordo com o professor do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Eduardo Toledo Santos, “entre os muitos interessados, a maioria não entende o processo - que reúne informações de diversos softwares num lugar só”, explica.
Coordenação de projetos pode ser feita com o software Solibri Model Checker
Em projetos de arquitetura, Revit, ArchiCAD, AECOsim e Vectorworks são os programas mais viáveis, com resultado final semelhante, sendo praticamente impossível observar qualquer diferença prática nas respectivas impressões.
Instalações e estruturas ficam evidentes no Solibri
Para a coordenação dos projetos, programas como o Solibri e o NavisWorks surgem como ferramentas recomendadas. “Reúnem em uma só apresentação todas as informações geradas por outros softwares de projeto. Eles também identificam possíveis interferências, como a presença de tubulação em área indevida, alertando ao problema”, esclarece Santos. Santos lembra que a correção do projeto deverá ser feita pelo próprio projetista. “Tudo é salvo no servidor BIM, normalmente em rede, para que os envolvidos no projeto possam consultar o documento atualizado”.
Soluciona problemas previamente;
Melhora tomada de decisões gerenciais;
Inserção de dados e requisitos de normas técnicas de desempenho referentes a cada material, e suas aplicações possíveis em canteiros;
Simulação dos diversos aspectos da obra;
Vai da concepção do projeto até o final da vida útil da edificação ou sua demolição;
Benefícios no cronograma;
Estimação e análise de risco;
Mais processos colaborativos; e
Um melhor gerenciamento de instalações.
Vantagens
Coordenação de projetos multidisciplinar
As construções custam mais do que deviam para serem projetadas, construídas e sustentadas, e demoram muito para serem entregues. Devemos fazer um trabalho de colaboração melhor entre os vários participantes envolvidos no processo de construção”. Nos EUA, um estudo do NIST mostra que a falta de interoperabilidade gera aos proprietários um custo adicional de 15,8 bilhões de dólares a cada ano. O setor de construções poderia definitivamente beneficiar-se de um melhor gerenciamento das comunicações e informações.
Modelamento de arquitetura, estrutura e instalações
E AGORA, ENGENHEIROS?
Previsões de baixa do crescimento da construção não precisam assustar novos profissionais que entram no mercado.

Em 2014 já houve muita apreensão. Apesar de um cenário relativamente estável, o ritmo baixo do crescimento econômico começou a incomodar quanto aos possíveis impactos futuros no setor da construção – e, por consequência, no emprego dos engenheiros, principalmente os civis que entram agora no mercado de trabalho.
Se para 2015 o cenário não parece estar mais animador, a vantagem deste profissional é que ele sempre poderá voltar-se para áreas de gestão e de negócios.
Os impactos da redução do crescimento já são evidentes na construção. “Mesmo antes, conforme relatado no EngenhariaData (2014), não houve ganhos substanciais de renda. Contudo, a falta de mão de obra técnica qualificada ainda existe em muitos setores”, diz o professor. Inflação no teto da meta, juros elevados, baixo crescimento dos últimos trimestres, desajuste nas contas públicas, além do desgaste do mercado de trabalho e da baixa confiança de empresários e consumidores na economia não autorizam grandes promessas, e o empresariado tem mantido uma percepção bastante negativa dos desempenhos correntes.
O que fazer?
Com toda a corrida pelos cursos de engenharia na última década, ainda faltam engenheiros com perfil de liderança, com total domínio e fluência da língua inglesa – e isso vale tanto na construção civil como em negócios.
1- Competência técnica, ou qualificações próprias ao cargo de engenheiro – sempre com a boa vontade de aprender ainda mais.
Não basta fazer a graduação para entrar bem no mercado. Aprimoramento, experiência e capacidade de aprender cada vez mais rápido são essenciais, além das três características típicas do bom candidato:
Apesar do mercado de engenharia não estar aquecido, engenheiros podem executar diversas funções, em outros mercados. Sua formação é muito bem aceita por todas as áreas de negócios, avalia o engenheiro Marcelo Melo Barroso, docente e coordenador de graduação em Engenharia de Inovação no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (ISITEC).
CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL
Quando falamos em construções sustentáveis, é comum pensarmos em práticas adotadas por grandes obras públicas e privadas. Mas é importante considerar que as pequenas e médias construções também têm um importante papel na proteção dos recursos naturais nas diferentes fases da obra: projeto, execução, uso e manutenção.
A prática da sustentabilidade começa na escolha do terreno. Construir em áreas impróprias pode causar grande impacto ambiental como o desmatamento. O projeto deve prever alternativas que possibilitem a redução do consumo de energia e o uso racional da água. O cuidado com os materiais utilizados também é muito importante: procure aqueles que causem o menor impacto ambiental possível e evite o desperdício no canteiro de obra.
Confira práticas básicas que podem tornar sua habitação mais sustentável:


-Priorizar a iluminação natural.
-Usar a energia solar como fonte alternativa para o aquecimento de água.
-Incluir no projeto a coleta das águas de chuva, por meio de calhas coletoras, que são armazenadas em uma cisterna e utilizadas para limpeza de calçadas, irrigação de jardins e utilização em vasos sanitários.
-Usar nos sanitários sistemas de descarga que reduzam a quantidade de água necessária para seu funcionamento. - Utilizar material de qualidade e que gere o mínimo de impacto ambiental possível.
-Utilizar madeira certificada.
-Combater o desperdício de materiais de construção.
-Preservar as áreas verdes e impermeabilizar o mínimo possível o terreno.
-Preservar ou plantar árvores ao redor da casa. Elas também ajudam a manter a casa em temperatura agradável.
-Mesmo na cidade, manter uma pequena horta para consumo próprio.



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TAXA DE PERMEABILIDADE
A Taxa de Permeabilidade e suas implicações no Projeto Arquitetônico.

Cada cidade possui um plano diretor com diretrizes que definem, entre outros aspectos do Projeto Arquitetônico, a taxa de permeabilidade. O que pode variar de uma cidade para outra, ou de uma Zona para outra dentro da mesma cidade.
A Taxa de permeabilidade exige que uma porção de cada terreno privado ou público seja permeável, cada lote deve ter uma área que permita que a água penetre no solo, esta deve ser composta preferencialmente de vegetação, o que melhora a absorção de água pelo solo.

Zonas de Fortaleza
Zonas de Fortaleza
Exemplos:
ZOP 1 (Benfica, Damas, Rodolfo Teófilo);
Taxa de Permeabilidade de 30%;
ZOM 1 (Jardim das Oliveira, Cambeba);
Taxa de Permeabilidade de 40%;
ZO 3 (Praia de iracema);
Taxa de Permeabilidade de 25%;

Zonas de Fortaleza
Fortaleza é dividido em dezesseis tipos de zonas.
ZO 1, ZO 2, ZO 3, ZO 4, ZO 5, ZO 6 e ZO 7;
ZOC;
ZOP 1 e ZOP 2;
ZRU 1 e ZRU 2;
ZOM 1 e ZOM 2;
ZOR;
e Macrozona de Proteção Ambiental.

Taxa de permeabilidadeno projeto Arquitetônico
Na grande maioria dos Projetos Arquitetônicos a Taxa de Permeabilidade exigida não é atingida.

E aí? Qual é a solução?

Valas de infiltração
O uso mais comum para o Complemento da Taxa de Permeabilidade. É usado principalmente quando falta pouca área para se complementar.
As dimensões mais usuais são altura e largura de 30cm.
Para cada metro linear de vala temos: (2*0,3)+0,3=0,9m².
E o tamanho máximo de cada vala é de 30 metros.

Projeto hidrossanitário
Junto as tubulações de Água e Esgoto descem as tubulações de Águas Pluviais. Parte destas vão direto para o Sistema Público de Acolhimento de Águas Pluviais.
Para complementar a Taxa de Permeabilidade é feito um desvio dessa tubulação para VALAS DE INFILTRAÇÃO OU SUMIDOUROS.

Sumidouro
É recomendado quando a área a ser complementada é muito grande.
As dimensões mais usuais são altura e largura de 1,0m a 1,5m.
Para cada metro linear de vala temos: (2*1,5)+1,5=4,5m².
E o tamanho máximo de cada vala é de 30 metros.

Vala de infiltração - Detalhe
Sumidouro - Detalhe
Exemplo
Tem-se num Projeto Arquitetônico uma área total de 800m².
Se a Taxa de Permeabilidade for de 40%, iremos precisar de uma área de 320m² de solo permeável. Porém o arquiteto projetou somente 190m².
Então precisaremos complementar uma área de 130m².
Se optarmos pelo Sumidouro de 1,0 metro:
Temos 130/3 = 43,3 metros lineares de Sumidouro;
Então podemos adotar dois sumidouros de 22m.

Entender que somos todos pertencentes ao mesmo complexo de informações e reconhecer a interdependência dos diversos campos de trabalho, é sim, estar antenado e disposto a construir um mundo melhor.
INFORMAR-SE É PRECISO.
OBRIGADO
Em 2015 os lançamentos imobiliários para média e baixa renda devem se manter proporcionalmente mais elevados, como ocorrido em 2014. “Cada vez mais, uma postura empreendedora e inovadora ajudará futuros engenheiros a terem boa colocação no mercado, o que também contribui para atenuar a possível crise no setor, com incremento de criatividade e das competências profissionais
3- A questão cultural também chama a atenção dos recrutadores. Valores humanos e alinhamento à missão da empresa contratante contam muito.
2- Habilidade em comunicar, competência comportamental importante.
. “É crescente a demanda por profissionais capazes de trabalhar com simulação e modelagem de sistemas via modelo lógico-matemático, fazer diagnósticos e desenvolver cenários de futuro, fundamentais às inovações em urbanismo, construção, transporte, logística, entre outros. Isso requer do engenheiro uma boa percepção das demandas sociais – o que é muito pouco desenvolvido na formação de nossos engenheiros”, avalia o professor.
Um desafio cada vez mais premente ao engenheiro civil é fomentar com naturalidade capacidades de empreender, ou incorporar postura que concorra para o desenvolvimento sustentável e social das empresas e das regiões onde estão inseridos.
Conheça práticas básicas que podem tornar sua habitação mais sustentável.
Exemplo:
Concha na floresta ou Shell House, do arquiteto japonês Ruri Mitsuyasu, da ARTechnic Architects
Com o propósito de buscar integração total ao seu entorno de floresta, sem perder funcionalidade térmica é inteiramente projetada para o concreto, o material proporciona longa durabilidade, livre de manutenção.
Uma estrutura em formato de concha, atendendo aos quesitos mínimos de conforto térmico. Apesar de seu formato inusitado à primeira vista, a construção permitiu que, ao longo do tempo, árvores a circundassem e se adensassem, promovendo integração da estrutura.
Apesar de as demais construções do entorno evitarem o uso do concreto, foi esta opção que garantiu à Shell House maior proteção contra a ação da umidade natural da floresta. A eficiência do sistema é obtida com o tratamento do concreto exposto, usando uma seladora impermeabilizante.
A estrutura em forma de “J” é composta por duas massas cilíndricas ovais com diferentes diâmetros. Seu posicionamento foi concebido de forma a permitir que o ar circule por toda a extensão da casa. Pelo mesmo motivo, janelas não são fixas. Para compensar a perda de espaço gerada pelo formato oval, os arquitetos posicionaram móveis nas partes mais baixas do cilindro.
“Estar em sintonia com a natureza não é ceder a ela, mas conviver bem com ela. A existência de uma estrutura depende da sua capacidade de suportar os impactos naturais locais”, afirma o projetista.
Com a tecnologia BIM (Building Information Modeling – Modelagem de Informações da Construção), é possível criar digitalmente um ou mais modelos virtuais precisos de uma construção. Eles oferecem suporte ao projeto ao longo de suas fases, permitindo melhor análise e controle do que os processos manuais. Quando concluídos, esses modelos gerados por computador contêm geometria e dados precisos necessários para o apoio às atividades de construção, fabricação e aquisição por meio das quais a construção é realizada.”
Como usar o BIM?
Já para projetos de engenharia, Revit Structure, Scia Engineer, Tekla Structures e o TQS-CAD costumam ser os mais indicados.
O sistema facilita não só a coleta de informações pela equipe de produção, mas a visualização e entendimento de aspectos do projeto por meio de desenhos em 3D.
Apesar de ferramenta eficiente, o BIM não faz milagres. O sistema requer trabalho intelectual para fazer a diferença. “Não há software que substitua um arquiteto ou engenheiro qualificado.
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