Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Copy of Didática e docência - aprendendo a profissão

A teoria Histórico Critica ou Dialética
by

Graziele Bragança

on 8 May 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Copy of Didática e docência - aprendendo a profissão

Trabalho de Didática Daisy Fatima
Eduarda Toledo
Jessica Ferreira
Marina Rodrigues
Natalia Maciel
Priscila Campos Didática e Docência A teoria histórico-crítica ou dialética Idéia Principal A escola, mesmo na condição de
AIE, é também
um espaço de luta possível. O que é a pedagogia progressista/
escola nova? Compartilha da teoria crítica da sociedade e da concepção dialética da educação.
Empenha-se na defesa de mudanças sociais profundas. Contexto histórico / Origem - Contexto: período entre guerras, crise do capitalismo, ascensão URSS, socialismo, homem crítico, homem capaz de provocar transformações sociais.
- Origem: John Dewey (1859- 1952) (filosofo e pedagogo norte americano). Idéia centrada no desenvolvimento da capacidade de raciocínio e espírito crítico do aluno. Seus escritos são de difícil leitura – tendência para utilizar termos novos e frases complexas fazem com que seja extremamente mal entendido, forçando reinterpretações dos textos. Ao mesmo tempo, outras idéias e propostas de Educação Progressiva foram surgindo, boa parte delas influenciada por Dewey – mas não necessariamente derivadas das suas teorias – tornaram-se igualmente populares, umas mais ou menos aplicáveis na prática, outras contraditórias, Características principais Sociedade Não mais pautada nos princípios individualistas, da competição e da propriedade só para alguns. Fundada na igualdade de direitos e oportunidades, na cooperação e na justiça social.
Instauração de uma democracia respeitadora de cada indivíduo e instauração da liberdade.
Tanto o professor quanto o aluno são arrastados pelo desejo de levar a contribuição pessoal à atividade do conjunto. Marginalidade A marginalização decorre do modo de produção capitalista A escola O papel da escola é o de contribuir com a elaboração e consolidação de outro modelo social.
A escola instrumentaliza as classes trabalhadoras com elementos teóricos e práticos essenciais à transformação da realidade.
O aluno é levado a preparar trabalhos por si mesmo. Um trabalho de que é e se sente responsável.
A escola não deve de maneira nenhuma pesar sobre o espírito do aluno, sobre suas convicções.
As atividades escolares devem ser representativas das condições da vida real.
A escola será uma pequena comunidade, real e viva. Aluno - professor Aluno O aluno não é um ser imperfeito, incapaz, insuficiente.
A educação que se incorpora à vida do aluno e que, então, toma como centro o próprio aluno. É para o aluno que tudo se encaminha, é do aluno que tudo se irradia.
O aluno escolhe livremente as atividades que deseja, que corresponde às suas necessidades. E vai exercê-las quando lhe agradar. O trabalho não lhe é imposto, as etapas não lhe são prescritas. Seria esmagar-lhe a liberdade. Professor O papel do professor não é intervir diretamente, mas sim dispor o ambiente, criar o ambiente de forma a nele se encontrarem reunidos os motivos de atividade e o sentimento de um auxílio que transmite segurança.
É multiplicar à volta do aluno os estímulos e as ocasiões de desenvolvimento. É explorar os interesses do aluno.
O professor deve descobrir e provocar ocupações nas quais o aluno não seja um simples executante, mas possa empreender, fazer tentativas, investigações pessoais. Relação professor - aluno A posição mais frequente é aquele em que o professor age sobre o meio, prepara e dispõe o meio – não tem que agir sobre o aluno e não tem que conduzi-lo.
O professor terá de melhor condicionar o meio, nunca exercer sobre o aluno uma ação direta (considerada completamente inútil); o professor nada mais terá a fazer que deixar desenrolar o processo, mantendo-se na sombra;
O professor transfere “os seus poderes para o material pedagógico”, o aluno deve progredir pelas suas próprias aspirações, experiências pessoais, longe de qualquer mandamento imposto pelo adulto. A tendência pedagógica Libertadora O papel da escola A educação libertadora, ao contrário da educação tradicional (também denominada bancária) e da educação renovada, questiona concretamente a realidade das relações do homem com a natureza e com os outros homens, visando uma transformação, sendo portanto, uma educação crítica. Conteúdos de ensino Os conteúdos tradicionais são recusados.
O importante não é transmitir conteúdos específicos, mas despertar uma nova forma da relação com a experiência vivida.
A transmissão de conteúdos estruturados a partir de fora é vista como uma “invasão cultural” ou “depósito de informação” porque não brota do saber popular. Métodos de ensino A forma de trabalho é o “grupo de discussão”, que é o responsável pela gestão da aprendizagem, definindo o conteúdo e a dinâmica das atividades.
O professor é tido como um animador e, como tal, deve permanecer no mesmo nível dos alunos, adapatando-se ás suas características e ao desenvolvimento do grupo. Os passos da aprendizagem Um programa previamente estruturado, baseado em trabalhos escritos, aulas expositivas, assim como qualquer tipo de verificação direta da aprendizagem próprias da “ educação bancária” , é dispensado já que o conteúdo é baseado na compreensão do vivido.
Admite a avaliação da prática vivida entre professor-aluno no processo de grupo, muitas vezes dada por uma auto-avaliação por meio dos compromissos assumidos com a prática social. Relacionamento professor-aluno Ocorre uma eliminação da relação de autoridade. Trata-se de uma não-diretividade, mas não com o professor se ausentando, mas sendo vigilante para garantir ao grupo um espaço para “dizer sua palavra” se exprimindo sem ser neutro. Pressupostos da aprendizagem A aprendizagem é vista como um ato de conhecimento da realidade concreta e só tem sentido se resulta de uma aproximação crítica dessa realidade. O que o aluno não aprendeu não advém de uma imposição ou memorização, mas sim do processo de compreensão, reflexão e crítica. O conhecimento transferido pelo aluno é o que foi incorporado como resposta às situações de opressão. A tendência pedagógica libertária A escola libertária “A pedagogia libertária espera que a escola exerça uma transformação na personalidade dos alunos num sentido libertário e autogestionário.” através de assembléias, conselhos, eleições, reuniões, associações etc. Também a liberdade dentro do próprio sistema, para criar grupos “ A pedagogia libertária, na sua modalidade mais conhecida entre nós, a “ pedagogia institucional” pretende ser uma forma de resistência contra a burocracia como instrumento da ação dominadora do Estado, que tudo controla (professores, programas, provas etc.), retirando a autonomia. Conteúdos de ensino “As matérias são colocadas a disposição do aluno mas não são exigidas. São um instrumento a mais, porque importante é o conhecimento que resulta das experiências vividas pelo grupo, especialmente a vivência de mecanismos de participação crítica.”Conhecimento” aqui não é a investigação cognitiva do real, para extrair dele um sistema de representações mentais, mas a descoberta de respostas às necessidades e às exigências da vida social.” O importante são os conhecimentos advindos de participação crítica de preferência em grupo. Método de ensino “É na vivência grupal, na forma de autogestão, que os alunos buscarão encontrar as bases mais satisfatórias de sua própria “instituição”, graças à sua própria iniciativa e sem qualquer forma de poder.Trata-se de colocar nas mãos dos alunos tudo o que for possível” Relação professor-aluno Visa em primeiro lugar a não diretividade. O professor se mistura ao grupo para uma reflexão comum, ele é um catalisador, sem impor suas concepções e idéias.” Ao professor cabe a função de “conselheiro” e outras vezes, de instrutor-monitor à disposição do grupo. Em nenhum momento esses papéis do professor se confundem com o de “modelo”,pois a pedagogia libertária recusa qualquer forma de poder ou autoridade. Pressupostos de aprendizagem “A motivação está , portanto, no interesse em crescer dentro da vivência grupal, pois supõe-se que o grupo devolva a cada um de seus membros a satisfação de suas aspirações e necessidades... ....Somente o vivido, o experimentado é incorporado e utilizável em situações novas. Assim, o critério de relevância do saber sistematizado é seu possível uso prático. Por isso mesmo, não faz sentido qualquer tentativa de avaliação da aprendizagem, ao em nos em termos de conteúdo." Outras tendências pedagógicas
correlatas Abrange quase todas as tendências educação, entre elas, a anarquista, a psicanalista, a dos sociólogos, e também dos professores progressistas. A tendência pedagógica histórico-crítica Conclusão As tendências pedagógicas críticas (Saviani) ou progressistas (Libâneo), ao contrário das tendências pedagógicas reformistas abordam o fenômeno da marginalidade como decorrência do modo de produção capitalista.
Estão fundamentadas numa concepção existencialista do homem.
Visam à constituição de uma sociedade pautada da ética do bem comum. Esta proposta a atividade escolar pauta-se em discussões de temas sociais e políticos e em ações sobre a realidade social imediata; analisam-se os problemas, os fatores determinantes e estrutura-se uma forma de atuação para que se possa transformar a realidade social e política. Apresenta-se, pois, como um instrumento de luta dos professores ao lado de outras práticas sociais.
Pelos seus objetivos percebe-se, que onde subsistem estruturas e a exploração capitalista é praticamente, se não impossível haver uma reforma no ensino e instauração de uma pedagogia progressista. Por isso, como já foi dito, está é uma pratica social de luta dos professores contra o sistema não só educacional, mas, sociopolítico. O papel do professor é organizar o meio e esconder-se na sombra, o material envolverá o aluno e daí se dará conhecimento
O que a pedagogia progressista objetiva: os alunos participarem nas decisões tomadas, que a condução da aula seja também obra do aluno e não pura e simples decisão dum professor, o fato do aluno ser ativo no processo de aprendizagem é muito positivo A pedagogia progressista visa que a escola não deve confundir-se com o ceticismo, a rejeição, o vazio. As verdades devem ser linhas de perspectiva, pois, isto consiste em despertar a liberdade e razão.
A exemplo: para ensinar o latim a João, todos sabem que é indispensável conhecer o latim e o João. Mas mais ainda: é preciso saber porque é que se deseja que João aprenda latim, como é que a aprendizagem do latim o irá ajudar a situar-se no mundo de hoje – numa palavra, quais são os fins visados pela educação. Bibliografia Esta tendência originou-se nos meios acadêmicos justamente no momento da redemocratização brasileira e tem como seu “fundador” Dermeval Saviani que escreveu livro homônimo a essa tendência. Em linhas gerais a Pedagogia Histórico-crítica buscava se colocar como uma tendência que revisitasse o papel da escola, de modo a transformá-la numa escola contextualizada com a realidade local, atingindo assim as camadas populares. A escola Parte integrante do todo social. Prepara o aluno para participação ativa na sociedade.
“ O compromisso fundamental da educação escolar é o de assegurar aos dominados a apropriação crítica do saber científico e universal. Este constitui instrumento de luta, por excelência, para a elaboração de um novo projeto social, papel secundarizado pela tendência libertadora e libertária, ao privilegiarem a consciência política e as experiências democráticas e coletivas de organização social, respectivamente.” Metodologia O processo de ensino na pedagogia histórico-crítica deve ser pautado na concepção dialética de construção do conhecimento.
Há três fases do método dialético de construção do conhecimento: >>>Prática_teoria_prática <<<
A emancipação do sujeito só é possível quando há a apropriação dos conhecimentos historicamente construídos e socialmente necessários e sistematizados. Esta apropriação se dá tendo como ponto de partida e chegada a prática social vivida pelo educando. Conteúdos São culturais, universais, sempre reavaliados frente à realidade social. O Conhecimento é construído pela experiência pessoal e subjetiva. Devem ser trazidas para a sala de aula todas as vivências e experiências que o educando já tem sobre o conteúdo a ser trabalhado. Isso se faz necessário para que o conteúdo mostre, de fato, vinculação com a realidade, sendo assim socialmente necessário. Relação professor-aluno O professor é personalidade única, um mediador entre conteúdos e alunos. Autoridade competente que direciona o processo ensino-aprendizagem através de técnicas que visam dirigir a pessoa à sua própria experiência, para que ela possa estruturar-se e agir. O aluno não é apenas um repositório de informações, o seu papel no processo da aprendizagem é de suma importância, pois o conteúdo que este aluno já possui “antes de chegar à escola”, é valorizado e trabalhado em sala de aula. SNYDERS, georges. Pedagogia Progressista. - Brasil:Livraria Almedina - Coimbra, 1974.
LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da escola pública: a pedagogia critico-social dos conteúdos. 13ed. São Paulo: Loyola, 1995.
SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia: polêmicas do nosso tempo. 30ed. São Paulo: Autores Associados, 1983.
FARIAS, Isabel Maria Sabino de; SALES, Josete de Oliveira Castelo Branco; BRAGA, Maria Margarete Sampaio de Carvalho; FRANÇA, Maria do Socorro Lima Marques. Didática e docência: aprendendo a profissão. 3ed. Brasília: Liber Livro, 2011. E então?? Será possível escapar ao não-dirigismo?
Será que a pedagogia progressista visa a conferir à vida infantil uma firmeza e uma coerência a que não pode chegar pelas suas próprias forças?
Um universo pedagógico que pretende dispensar os modelos não condena-se ao empobrecimento e à instabilidade?
Full transcript