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A ABORDAGEM INTERCULTURAL PARA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NO ENSINO MÉDIO

Esta apresentação para fins de defesa de dissertação fornece um breve panorama da pesquisa realizada.
by

Breno Oliveira

on 9 July 2013

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Transcript of A ABORDAGEM INTERCULTURAL PARA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NO ENSINO MÉDIO

Contextualização (CRYSTAL, 1997; ORTIZ, 2006; BRASIL, 2000; MENDES, 2007, SANTOMÉ, 1995, BYRAM, 1997).

Fenômeno em foco: os sentidos construídos pelos participantes ao abordarmos aspectos culturais em aulas de inglês no ensino médio.
Introdução
Definições de cultura: um panorama

(SAPIR, 1921; LADO, 1957; HALL, 1973; GEERTZ, 1985; NOSTRAND, 1989; TOMALIN E STEMPLESKI, 1993; SEELYE, 1993; KRAMSCH, 1993; BYRAM, 1997; FANTINI, 2000; BROWN, 2000; MORAN, 2001; CELANI E MAGALHÃES, 2002; KATAN, 2004;

CORBETT, 2003
)
.

Língua e cultura: a sala de aula de inglês como LE (KRAMSCH, 1993; ABAURRE, 2003; CRYSTAL, 1997; PENNYCOOK, 1994; PHILLIPSON, 1992; RAJAGOPALAN, 2004; ROBBINS, 1997; COX E PETERSON, 2001).

Formação de professores: reflexão e criticidade (IFA, 2006; NUNAN, 1996; DEWEY, 1938; FREIRE, 1996; CONTRERAS, 2002).

Interculturalidade (MENDES, 2007; DAMEN, 1987; KRAMSCH, 1993; BYRAM, 1997).

Abordagem Intercultural (BYRAM, 1997; COX e PETERSON, 2001; CERVETI et al, 2001).
Fundamentação Teórica
A natureza da pesquisa (HEIGHAM E CROKER, 2009; TELLES, 2002; CLANDININ E CONNELLY, 2011).

O contexto em que a pesquisa foi realizada.

Os participantes da pesquisa.

Os instrumentos e procedimentos de coleta de dados.
Questionário
Gravação de aulas e notas de campo
Entrevistas

O processo de interpretação dos dados.
Metodologia da Pesquisa
O processo de conscientização foi desencadeado.

A experiência vivida permitiu o desenvolvimento parcial da consciência cultural crítica dos participantes.

Enriquecimento, crescimento, amadurecimento, desenvolvimento.

A necessidade de desenvolver uma pedagogia que contemple as relações interculturais de forma sistemática e consciente.
Considerações Finais
Atitudes (relativizar a si mesmo; valorizar o outro)
Interpretação dos Dados
A Abordagem Intercultural para o Ensino de
Língua Inglesa no Ensino Médio

Universidade Federal de Alagoas
Breno Dias Oliveira (UFAL)
Orientador: Prof. Dr. Sérgio Ifa

Objetivo: apresentar e discutir meu percurso (investigativo, interpretativo e reflexivo) para a realização da minha pesquisa de mestrado.
O homem por si só não pode-se conhecer em sua totalidade. É pelos olhos dos outros que conhecemos nós mesmos.
Jean-Paul Sartre (1948)
ABAURRE, Bernadete. In: CORTEZ, Suzana; XAVIER, Antonio Carlos (Org.). Conversas com lingüistas: virtudes e controvérsias da linguística. São Paulo: Parábola, 2003.

BRASIL, MEC, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
Nacionais: Ensino Médio. Brasília: MEC/SEF, 2000.

BYRAM, Michael. Teaching and assessing intercultural communicative competence. Clevedon: Multilingual Matters, 1997.

CERVETTI, Gina; PARDALES, Michael J.; DAMICO, James S. A tale of differences: comparing the traditions, perspectives and educational goals of critical reading and critical literacy. 2001. Disponível em <http://www.readingonline.org/articles/cervetti>. Acesso em: 12 nov. 2010.

CLANDININ, D. Jean; CONNELLY, F. Michael. Pesquisa Narrativa: experiências e história na pesquisa qualitativa; tradução: Grupo de Pesquisa Narrativa e Educação de Professores ILEEL/UFU. Uberlândia: EDUFU, 2011.

COX, Maria Inês Pagliarini; PETERSON, Ana Antônia de Assis. O professor de inglês: entre a alienação e a emancipação. Linguagem & Ensino, Vol. 4, No. 1, 2001.

CRYSTAL, D. English as a Global Language. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.

DAMEN, L. Culture Learning: the fifth dimension in the language classroom. Massachusetts: Addison-Wesley Publishing, 1987. Apud MENDES, Edleise. A perspectiva intercultural no ensino de línguas: uma relação “entre-culturas”. In: ALVAREZ, Maria Luisa Ortiz; SILVA, Kleber Aparecido da (Org.). Linguística aplicada: múltiplos olhares. Campinas, SP: Pontes Editores, 2007.

DEWEY, John. Experience and Education. Kappa Delta Pi: Touchstone, 1938.

HEIGHAM, Juanita; CROKER, Robert A. (Ed.) Qualitative Research in Applied Linguistics: A Practical Introduction. Great Britain: Palgrave Macmillan, 2009.

IFA, S. A formação pré-serviço de professores de língua inglesa em uma sociedade em processo de digitação. Tese de doutorado. Programa de Estudos Pós-Graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem - LAEL, PUC-SP, 2006.

KRAMSCH, Claire. Context and culture in language learning. Oxford: Oxford University Press, 1993.

MENDES, Edleise. A perspectiva intercultural no ensino de línguas: uma relação “entre-culturas”. In: ALVAREZ, Maria Luisa Ortiz; SILVA, Kleber Aparecido da (Org.). Linguística aplicada: múltiplos olhares. Campinas, SP: Pontes Editores, 2007.

NUNAN, David; LAMB, Clarice. The self-directed teacher: managing the learning process. Cambridge: Cambridge University Press, 1996.

ORTIZ, Renato. Mundialização: sabers e crenças. São Paulo: Brasiliense, 2006.

PENNYCOOK, Alistair. The cultural politics of English as an international language. Essex: Pearson Longman, 1994.

PHILLIPSON, Robert. Linguistic Imperialism. Oxford: Oxford University Press, 1992.

RAJAGOPALAN, Kanavillil. Por uma lingüística crítica: linguagem, identidade e a questão ética. São Paulo: Parábola, 2004.

ROBINS, K. Global times: what in the world is going on? London: Sage, 1997.

TELLES, J. A. “É pesquisa é? Ah, não quero, não, bem!” Sobre pesquisa acadêmica e sua relação com a prática do professor de línguas. Linguagem & Ensino, v. 5, n.2, 2002, p. 91-116.
Referências
Objetivo: verificar se o processo de ensino e aprendizagem contribuiu para o processo de desenvolvimento da consciência cultural crítica dos participantes.
Perguntas norteadoras:
1. De que forma o processo de ensino e aprendizagem foi desenvolvido segundo a perspectiva intercultural proposta?
2. Quais são as contribuições desse processo para o desenvolvimento da consciência cultural crítica dos participantes?
3.Que sentidos foram construídos pelos participantes ao longo dessa experiência pedagógica?
Justificativa: contribuir para que o processo de ensino e aprendizagem de inglês possa oferecer alternativas possíveis de desenvolvimento da consciência cultural crítica; meu desenvolvimento profissional.
Pedro: A gente vê que nem tudo que a gente acredita desde pequeno vai ser uma verdade absoluta, entendeu?! (...) tem valores que aqui são ditos certos, verdadeiros, coerentes, mas, lá fora, já não é, entendeu?! Então a gente acaba tendo um outro padrão assim, a gente acaba sendo mais compreensivo. Acho que você conhecer outras [culturas], até respeitar, entendeu?! (...) você ter um primeiro contato com a outra língua é uma coisa estranha (...) aí você acaba tendo preconceito. Então é bom você conhecer prá você até conhecer os valores tradicionais, como é que aquela sociedade se formou, entendeu, o pensamento dela.
Eu: Entender a razão do outro de ser assim...
Pedro: Justamente.
Eu: ... porque que ele pensa assim, porque que ele se comporta assim.
Pedro: Porquê? Qual o processo, entendeu?!
Conhecimentos (de si, do outro)
Eu não sei, assim, como vocês recebem isso, mas é um certo estranhamento prá mim isso, né. É claro que a gente conhece, talvez já tenha ouvido falar ou lido a respeito, mas realmente acreditar NISSO, né, como uma, sei lá, uma corrente filosófica ou...uma coisa religiosa, assim...é meio...um pouco distante da nossa realidade, vocês não acham? [silêncio; alguns alunos balançam a cabeça em sinal afirmativo] Porque vocês acham que é distante assim? Da NOSSA sociedade...to falando DA GENTE. É um pouco distante, diferente daquilo que a gente pratica...acredita?! [silêncio maior ainda] Ou não?! (Eu).
Habilidades (descobrir, interagir, relacionar, interpretar)
Eu: O que é que vocês acham que a gente tem comum com isso que foi apresentado no texto?

Sílvio: Coletivismo e união.

Valadão: Professor, eu coloquei união (...) só que esse coletivismo eu botei como sendo ponto divergente. Eu acho que aqui [no Brasil] a gente é mais individualista do que coletivista em relação à família.

Eu: Então Sílvio coloca coletivismo como um ponto em comum, Valadão e as meninas aqui colocaram como ponto divergente (...)Por que?

Lílian: Porque assim, tem famílias onde você tem essa importância, mas, no geral, o que você vê não é isso. As famílias aqui [no Brasil] são unidas, mas não tão unida como eles [o texto] falam, como eles definem, não tem essa mesma importância. (...) Por exemplo, eles consideram a família a instituição mais importante da Índia. Aqui não, aqui eu acho a religião é considerada mais importante que a família.

Eu: Aí eu acho até que o próprio CONCEITO de união pode mudar, né. De repente o que eles entendem como coletivismo (...) pode ser um coletivismo diferente daquilo que A GENTE pensa (...) me parece que o coletivismo lá é demonstrado de outra forma, então, talvez por isso, a gente encontre ao mesmo tempo como ponto comum e ponto divergente.
Educação (política, consciência cultural crítica)
Isso é reflexo de um desequilíbrio no nível de urbanização. São Paulo mesmo, há anos vive assim (...) a cidade perdeu diversas áreas onde acontecia escoamento das águas e tal prá asfaltar, ou prá construir ou coisas do tipo. Então isso é reflexo de uma grande urbanização. Só que, claro, nesse processo de urbanização, você vai ter áreas marginalizadas e periféricas que, por uma questão sociocultural, vão ser ocupadas por pessoas que têm uma renda inferior. E vão ser as mais atingidas, claro. No Rio de Janeiro, pessoas ricas perderam suas casas. Concordo, mas os desastres vêm ocorrendo há ANOS, e há ANOS pessoas pobres vêm perdendo suas casas, vêm estando suscetíveis. AGORA, que os desastres atingiram o the best da população, pare prá saber quantas casas têm sido tombadas, como as discussões, como os fóruns aumentaram (Evelyn).
Atmosfera de aprendizagem
Eu acho que tudo que é assim, vamos supor, natural, ele é, de uma certa forma, gratificante, gera mais resultado do que se for, tipo assim, imposto. Acho que, vamos supor, a longo prazo, gera mais atenção, você aprende mais a ouvir o outro (...) você fica mais assim, preparado, sabe, prá poder quando você pegar um texto ou então, sei lá, qualquer aspecto da vida, você pode mais facilmente tentar ler com um pouco mais de atenção. E por não ser aquela coisa impulsionada, você vai realmente assim externar aquilo que você acha importante. (...) Você vai dizer o que acha interessante ou o que acha que pode acrescentar pras outras pessoas (Wilson).
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