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FREDERICK TAYLOR

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by

Diogo Moreira

on 10 September 2012

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Transcript of FREDERICK TAYLOR

CRÍTICAS SEGUIDORES
DE
FREDERICK TAYLOR Frank Gilbreth e Lillian Gilbreth Frank Bunker Gilbreth (7 de julho de 1868 - 14 de junho de 1924). Com sua esposa e colaboradora Lillian Moller Gilbreth, ele buscou compreender os hábitos de trabalho de empregados de indústrias e encontrar meios de aumentar a produção deles. Ele e Lillian foram parceiros na empresa de consultoria gerencial Gilbreth, Inc., que estudava estes assuntos.
Ao aplicar tal abordagem, Gilbreth reduziu o número de movimentos no assentamento de tijolos de 18 para 4,5 permitindo que os operários aumentassem a taxa de 120 para 350 tijolos por hora. HENRY FORD Henry Ford: aproveitou a teoria do consumo em massa e trabalhou alguns conceitos para reduzir custos, aumentar a produção, etc. a partir dos princípios desenvolvidos. Henry Ford: aproveitou a teoria do consumo em massa e trabalhou alguns conceitos para reduzir custos, aumentar a produção, etc. a partir dos princípios desenvolvido. Henry Gantt Trabalhou na Midvalle Steel com Frederick W. Taylor e desenvolveu vários métodos do controle gerencial, sempre dando muita importância a custos e planejamento. É o inventor do diagrama de Gantt. Utilizou os princípios da eficiência com conceitos de padrões, recompensas, bom senso, objetivos, etc. Introduziu a Administração Científica na indústria ferroviária, e propôs a diferenciação entre funcionários da equipe e funcionários de linha, com os primeiros assessorando os de linha. Harrington Emerson O trabalhador precisava saber o que fazer e não como fazer. Por isso mesmo, o taylorismo sempre foi considerado algo desumano, que não leva em conta a necessidade individual do trabalhador, mas o tem como uma peça de um sistema. Os críticos o apontam como lacaio do capital, interessado exclusivamente em extrair o máximo do trabalhador. CRÍTICAS À ADMINISTRAÇÃO
CIENTÍFICA Visão Mecanicista;
O uso do cronômetro desconsiderando os fatores subjetivos que interferem no trabalho;
A especialização do trabalhador, tornando-o alienado impedindo-o de ter uma visão global da produção alé de ser monótono e repetitivo;
A desqualificação e a desumanização do trabalhador;
Ausência de participação dos operários nas decisões;
Execussão dissociada do planejamento;
Ótimo em resultado para empresa e péssimo em relacionamento com os trabalhadores. As principais críticas foram: Apesar das inúmeras teorias surgidas ao longo das últimas décadas, as organizações ainda se estruturam no modelo de Taylor, embora já se tenha uma outra visão do homem, a de um ser produtivo e que também espera recompensas sociais além das financeiras. FREDERICK WINSLOW TAYLOR
E
A ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA Taylor iniciou suas experiências e estudos pelo trabalho operário (1889). Essa época corresponde a publicação de seu livro SHOP MANAGEMENT (Adm. de Oficina) onde se preocupa exclusivamente com as técnicas de racionalização do trabalho operário, através do estudo de tempos e movimentos (motion time study). Taylor expõe que:
O objetivo de uma boa ADM. é pagar salários altos e ter baixos custos unitários de produção;
A ADM. deve aplicar métodos científicos de pesquisa e experimentação;
Os empregados devem ser cientificamente colocados em serviçoes ou postos em que os materiais e as condições de trabalho seja cientificamente selecionados;
Os empregados devem ser adestrados para aperfeiçoar suas aptidões;
Uma atmosfera de cooperação entre ADM. e trabalhadores deve ser cultivada para que possibilite a aplicação dos princípios mencionados. 2º PERÍODO
DE TAYLOR Correspondente a época da publicação do seu livro, PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO CINETÍFICA (1911), quando Taylor conclui que a racionalização do trabalho operário deveria ser acompanhada de uma estruturação geral da empresa.
Taylor assegurava que as indústrias de sua época padeciam de males que poderiam ser agrupados em três fatores:
1 - vadiagem sistemática por parte dos operários;
2 - desconhecimento, pela gerência, das rotinas de trabalho e do tempo necessário para sua realização;
3 - falta de uniformidade das técnicas ou métodos de trabalho; Frederick Winslow Taylor.
(Filadélfia, 20 de Março de 1856 — Filadélfia, 21 de Março de1915). Taylor era engenheiro mecânico estadunidense, inicialmente técnico em mecânica e operário. Formou-se engenheiro mecânico estudando à noite. A carreira de Taylor progrediu em 1878 quando ele se tornou um trabalhador da loja de máquinas da Midvale Steel Company. Na Midvale, Taylor foi promovido a chefe de equipe, supervisor, diretor de pesquisa, e finalmente engenheiro-chefe. Frederick Taylor De 1890 até 1893, Taylor trabalhou como gerente geral e um engenheiro consultor em gestão para a Investment Manufacturing Company, da Filadélfia, que operava grandes fábricas de papel no Maine e em Wisconsin. Ele passou um tempo como gerente de fábrica no Maine. Em 1893, Taylor abriu uma consultoria independente, na Filadélfia.
Em seu cartão de visitas, lia-se "especialista em sistematizar gestão de fábricas e custos de fabricação". Em 1898, Taylor entrou na Bethlehem
Steel, onde desenvolveu o aço de alta velocidade, junto com Mau White e uma equipe de assistentes. É um modelo de administração que se baseia na aplicação do método científico na administração com o intuito de garantir o melhor custo/benefício aos sistemas produtivos.
O trabalho deveria ser decomposto, analisado e testado cientificamente e deveria ser definida uma metodologia a ser seguida por todos os operários com a padronização do método e das ferramentas. A Administração Científica Os operários deveriam ser escolhidos com base em suas aptidões para a realização de determinadas tarefas (divisão do trabalho) e então treinados para que executem da melhor forma possível em menos tempo. Taylor, também, defende que a remuneração do trabalhador deveria ser feita com base na produção alcançada, pois desta forma, ele teria um incentivo para produzir mais. • Princípio de planejamento – substituição de métodos empíricos por procedimentos científicos – sai de cena o improviso e o julgamento individual, o trabalho deve ser planejado e testado, seus movimentos decompostos a fim de reduzir e racionalizar sua execução.
• Princípio de preparo dos trabalhadores – selecionar os operários de acordo com as suas aptidões e então prepará-los e treiná-los para produzirem mais e melhor, de acordo com o método planejado para que atinjam a meta estabelecida.
• Princípio de controle – controlar o desenvolvimento do trabalho para se certificar de que está sendo realizado de acordo com a metodologia estabelecida e dentro da meta.
• Princípio da execução – distribuir as atribuições e responsabilidades para que o trabalho seja o mais disciplinado possível. Princípios da Administração Científica Algumas linhas de produção
concebidas com o Taylorismo 1.Análise do trabalho e estudos dos Tempos e Movimentos;
2. Estudos da Fadiga Humana;
3. Divisão do Trabalho e Especialização do Operário;
4. Desenho de Cargo e Tarefas;
5. Incentivos Salariais e Prêmios de Produção;
6. Conceito de Homo Economicus;
7. Condições de Trabalho;
8. Padronização de métodos e máquinas;
9. Supervisão Funcional. ORGANIZAÇÃO RACIONAL DO TRABALHO - Site: http://www.infoescola.com, 2012.

- Livro: Os revolucionários da administração, 1998.

-Livro: Chiavenato, Idalberto - Teoria geral da administração - 3ª edição vol. 1 - SP McGraw-Hill, 1987

- Site: www.youtube.com.br - Vídeo Tempos Modernos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS VÍDEO - TEMPOS MODERNOS Pode-se dizer que por mais que o modelo taylorista tenha sido bastante criticado, ele está muito vivo e se faz necessário para o crescimento das empresas, sejam elas, produtivas ou não. Considerações finais Programação:

Vida e formação de Taylor (Roseli);
1º e 2º período de Taylor (Ricardo);
A administração científica (Roseli);
Críticas a administração científica(Gilvan);
Seguidores de Frederick Taylor (Diogo);
Considerações finais;
Dinâmica. 1° PERÍODO
DE
TAYLOR
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