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Estudo de Caso: EMBRAER

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Estudo de Caso: EMBRAER
Giordano Bruno Antoniazzi Ronconi
João Gabriel Burmann
Osvaldo Alves

ECO02049 - INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS: ESTRATÉGIAS E PRÁTICAS
21 de Novembro de 2013
1980
1990
2010
2000
1970
Surgimento da Empresa
Fundada em fevereiro de 1969 como Sociedade de Economia Mista de Capital Aberto
Já no mesmo ano colocado em teste o protótipo do Bandeirante
1980
A crise política e fiscal do Estado nos anos 80 repercutiu de forma direta na queda dos investimentos e financiamentos públicos. Com isso a empresa sofreu um processo de degradação de seu parque tecnológico (até então o maior conjunto de work station da América Latina).

Fim do regime militar: reduzido significativamente o poder de pressão dos militares nas decisões e nos rumos do desenvolvimento econômico do país. Com efeito, a Embraer acaba por perder também um importante suporte político para os seus empreendimentos.
1994
Privatizada no Governo Itamar Franco
1999
Atuais Rumos
desde 2007: A Embraer confirmou a realização de estudos para o desenvolvimento de uma aeronave de transporte militar, o jato de médio porte EMBRAER C-390 (contrato com Argentina)


Phenom 100 e 300 e ERJ 145 e o EMB-170 e Supertucanos
e jatos executivos Legacy


Ampliação produtiva: a Embraer iniciou a construção da primeira fábrica nos Estados Unidos para montagem final no Aeroporto Internacional de Melbourne, no Estado da Flórida.
1998
Com o sucesso de vendas do programa ERJ-145 (50 lugares) e ERJ-135 (35 lugares), a EMBRAER se tornou líder mundial de jatos regionais.
Subsidiárias Integrais
EAC – EMBRAER Aircraft, localizada em Fort Lauderdale, Flórida, EUA. Comercializa e fornece suporte técnico pós-venda aos produtos.
Neiva – situada em Botucatu, interior de São Paulo, fabrica o avião agrícola Ipanema e mais dois modelos de aviões leves. Número de funcionários: 314.
EAI – EMBRAER Aviation, subsidiária localizada no aeroporto de Le Bourget, em Paris, França, fundada em 1983. Comercializa e dá suporte pós-venda aos produtos de apoio técnico para o EBM 121 Xingu e o EMB 312 Tucano operados pela Força Aérea Francesa. Tem 84 empregados.
EMBRAER – Austrália, localizada em Melbourne, Victória. Comercializa e dá
suporte pós-venda. Fundada em 1998.
Posicionou-se em 1º lugar no ranking das empresas exportadoras brasileiras, comercializando a cifra de US$ 1,75 bilhões, ultrapassando a companhia Vale do Rio Doce.
Conquistou a posição de 4a maior indústria aeronáutica do Ocidente e 40% do mercado mundial de aeronaves regionais, atrás somente da Boeing, o Consórcio Airbus e o Grupo Bombardier (seu concorrente direto) e líder em todo o Hemisfério sul.
2000
A Embraer inaugurou um escritório comercial e depósito de peças localizados em Beijing, além de comercializar e prover suporte pós-venda para aeronaves, assim como também em Cingapura, localidade considerada um dos principais centros de distribuição de voos da Ásia e do Pacífico.

O sucesso da família ERJ 145 no mercado internacional projetou ainda mais o nome da Embraer, levando a empresa a lançar ações nas bolsas de valores de São Paulo (Bovespa) e Nova York (Nyse).

A inauguração da unidade de manutenção em Nashville, Tennessee, nos Estados Unidos, denominada Embraer Aircraft Maintenance Services (EAMS) representou importante passo para ampliar o suporte pós-venda aos operadores daquele país.
Embraer - Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A
Aviação Executiva, Comercial e Defesa
Quarta maior empresa do mundo no setor
Valor de Mercado: R$ 20,4 bilhões (mar/2013)
Faturamento: R$ 12,2 bilhões (2012)
Número de Empregados: 19.204 (out/2013)
Empresa de Capital Aberto, negociado na BM&F Bovespa e NYSE Euronext

Histórico da Empresa
1970
Empresa entra em operação
O primeiro protótipo do avião agrícola EMB 200 Ipanema, pertencente ao então Centro Técnico de Aeronáutica (CTA). A aeronave seria aperfeiçoada pela Embraer para entrar em linha de produção.
A primeira aeronave efetivamente fabricada nas instalações da Embraer foi o EMB 400 Urupema, planador de alto desempenho projetado pelo então Centro Técnico de Aeronáutica (CTA), até hoje o único planador fabricado pela Empresa.
1971
Bandeirante e Ipanema produzidos em série
Xavante: terceiro modelo a entrar em produção na Embraer. O jato desenvolvido pela empresa italiana Aermacchi foi selecionado para atender às demandas da FAB
Autoridades uruguaias firmaram a compra de 15 aviões produzidos pela Embraer, cinco EMB 110 Bandeirante para uso da Força Aérea do Uruguai, e dez EMB 200 Ipanema, destinados a serviços agrícolas
1975
EMB 121 Xingu: primeira aeronave projetada e fabricada pela Embraer. Única da família de turboélices que era viável economicamene
1976
O primeiro EMB 110P2 Bandeirante comercial foi exportado para a empresa francesa Air Littoral.
1977
1978
A FAB contratou a Embraer para desenvolver uma aeronave de treinamento avançado. Surgiu, assim, o EMB 312 Tucano, turboélice de grande capacidade acrobática.
Um grupo de representantes da Embraer visitou a região sul do Estado da Flórida (EUA) com objetivo de abrir o primeiro escritório da Empresa nos Estados Unidos para dar apoio técnico adequado aos novos clientes daquela região.
Estrutura Organizacional da Empresa
Conselho Administrativo: onze membros
Diretoria: mínimo 4 e máximo doze membros.
Diretor Presidente
Vice Presidente Executivo de Pessoas, Relações Institucionais e Sustentabilidade
Vice-Presidente Executivo de Operações
Vice-Presidente Executivo Financeiro e Relações com Investidores
Vice Presidente Executiva Juridica
Vice Presidente Executivo para o Negócio de Defesa e SegurançaVice-Presidente Executivo de Engenharia e Tecnologia
Vice Presidente Executivo para o Negócio de Aviação Comercial
Vice Presidente Executivo para o Negócio de Aviação Executiva
Conselho Fiscal
Comitê de Estratégia
Comitê de Auditoria e Riscos
Comitê de Recursos Humanos
1979
A Força Aérea Brasileira (FAB) anunciou os requisitos aplicáveis à variante brasileira da aeronave AMX, caça bombardeiro subsônico de ataque ao solo, dando início ao Programa.
Ao assumir o controle acionário da Neiva, a Embraer transferiu a engenharia e toda a linha de produção dos aviões leves e do Ipanema para a empresa, dando início à ativação das instalações da Unidade Embraer/Neiva em Botucatu (SP).
As duas primeiras aeronaves de um total de 41 bimotores EMB 121 Xingu encomendadas pelo governo da França para serem usadas no treinamento de pilotos militares da Força Aérea (Armé de L'Air) e da Aviação Naval (Aeronavale) decolaram de São José dos Campos com destino àquele país.
1982
O EMB 312 Tucano foi a primeira aeronave da Embraer produzida sob licença fora do Brasil numa linha de montagem egípcia.
1983
A Embraer estabeleceu a Embraer Aviation International (EAI), sediada em Paris, França, com o objetivo de concentrar atividades de vendas em território europeu, e prover adequado apoio técnico aos novos clientes da Europa, Oriente Médio e África.
O EMB 312 Tucano fabricado na Irlanda do Norte pela empresa Short Brothers com configuração modificada para a Força Aérea da Inglaterra (Royal Air Force – RAF) realizou seu primeiro voo.
1986
A Embraer e a Fábrica Argentina de Material Aeroespacial (FAMA), nova denominação da Fabrica Militar de Aviones (FMA), da Argentina, assinaram acordo para o desenvolvimento do projeto da aeronave que foi rebatizado como CBA 123 (Cooperação Brasil-Argentina), aeronave turboélice para 19 passageiros.
1987
A Air Midwest, maior empresa área regional norte-americana na época, assinou o pedido de compra de mais cinco unidades do EMB 120 Brasilia. A operação estabeleceu uma marca para o programa Brasilia, que passou a ter 100 vendas firmes, além de compras sob opção para outras 100 unidades do modelo.
Atendendo à demanda por aeronaves maiores e tecnologicamente mais avançadas que os turboélices, a Embraer começou a desenvolver o EMB 145 (atualmente nomeado de ERJ 145), aeronave para 50 passageiros que seria o primeiro avião a jato produzido pela Embraer.
Até hoje, a Embraer já fabricou mais de 700 unidades do ERJ-145
Produtos por Segmento
1989
O CBA 123 fez seu primeiro voo oficial. A aeronave, porém, tecnologicamente muito avançada, tinha custo elevado e as vendas não se confirmaram, impedindo a continuidade do programa.
A FAB contratou Embraer para desenvolver uma versão armada do Super Tucano, o ALX.
1995
O governo da Grécia encomendou à Embraer quatro EMB 145 AEW&C (Airborne Early Warning and Control - Aeronave de Alerta Aéreo Antecipado e Controle), produto de defesa baseado na plataforma do ERJ 145
A nova família de aeronaves EMBRAER 170/190 representou um novo ciclo da história da Empresa, que passou de jatos regionais para aviões de maior porte, com capacidades de 70 a 118 assentos. O projeto, desenvolvido por meio de um programa multinacional de parcerias de risco liderado pela Embraer, previu investimentos da ordem de 850 milhões de dólares e incluiu parcerias com 16 indústrias aeroespaciais de renome mundial.
1999
A Embraer Liebherr Equipamentos do Brasil S.A. (ELEB), foi criada por uma joint venture entre a Embraer e o grupo Liebherr Aerospace, com sede na Suíça
A US Airways encomendou o EMBRAER 170, tornando-se o cliente lançador desta aeronave nos Estados Unidos.
2003
A Embraer e a European Aeronautic Defense and Space Company (EADS) ganharam o consórcio para compra da Indústria de Aeronáutica de Portugal S.A. (OGMA).
2004
A Embraer anunciou o fortalecimento de sua posição no mercado de Aviação Executiva com novos produtos e serviços. O primeiro passo para expandir seu portfólio de produtos foi a complementação da oferta do Legacy com jatos para as categorias Very Light e Light (PHENOM).
ER-135
Aviação Comercial
ERJ-145XR
EMBRAER -170
2005
EMBRAER-190
EMBRAER-195
desde 2011: A Embraer Defesa e Segurança formalizou a criação da Harpia Sistemas S.A. em parceria com a AEL Sistemas, subsidiária da empresa israelense Elbit Systems Ltd.. A nova organização tem como foco a exploração do mercado de veículos aéreos não-tripulados (VANT).

Assinou um acordo para adquirir da European Aeronautic Defense and Space Company (EADS) 30% das ações que representam o capital da AIRHOLDING, SGPS, S.A

Três empresas líderes da indústria aeronáutica mundial, Embraer, Boeing e Airbus, assinaram um acordo que visa apoiar, promover e acelerar a disponibilidade de novas fontes sustentáveis de combustível para a aviação, a partir da cooperação com governos, produtores e outros stakeholders.

Embraer iniciou fabricação do Legacy 450, novo jato executivo da categoria mid-light.
Beijing
: Criada em parceria com o governo e clientes chineses no ano de 2000, é um escritório para suporte de vendas, relações públicas com clientes e governo chineses, marketing e vendas.
Harbin
: Criada em 2012 entre a Embraer e a Aviation Industry Corporation of China (AVIC) para a produção na China dos jatos executivos Legacy 600/650 utilizando a infraestrutura já existente.
Controle adquirido no ano de 2005 em consórcio liderado pela Embraer e que tem como atividades principais a manutenção, reparo e revisão de aeronaves, motores e aviônica. Atua também na fabricação e montagem de componentes e modernização das aeronaves.

Unidades dedicadas à fabricação de estruturas metálicas usinadas e conjuntos em materiais compostos.
Cingapura
: Subsidiária que iniciou suas atividades no ano de 2000, é um centro de estoque e distribuição regional de peças de reposição, manutenção e reparo das aeronaves comerciais da Embraer na região.
Planejamento Estratégico e Inteligência de Mercado
Até a sua privatização a EMBRAER nunca dispôs de um planejamento estratégico ou plano de ação de longo prazo onde se previam as metas a serem atingidas, um sistema de indicadores de análise de desempenho e, sobretudo, uma cobrança efetiva quanto ao cumprimento dos resultados da empresa

Conforme corroboraram técnicos da empresa, tal procedimento de planejamento e, sobretudo, a formalização de indicadores de análise crítica de desempenho (Produtivo-Industrial, Financeiro, Recursos Humanos e de Suporte aos Clientes) nunca havia sido realizada antes, e dentro do novo plano de ação passa a ser considerada o dínamo vital para a sobrevivência da empresa. Este plano de ação (PA) consistiu em um instrumento central do novo modelo de planejamento, acompanhamento, avaliação e julgamento, onde estarão impressos os compromissos da empresa com os seus clientes, empregados e acionistas.
Este plano projeta uma visão de 5 anos, sendo acompanhado e avaliado mensalmente e revisto anualmente ou se alterando em decorrência de algum evento relevante que modifique o cenário no qual a EMBRAER está inserida.

As estruturas do Plano e dos Programas de Ação da EMBRAER são constituídas nos seguintes
pontos:
cenários sócio-econômicos, políticos, industriais e mercadológicos;
negócio e missão, onde se define a responsabilidade e a estratégia de ação sob o ponto de vista político, mercadológico e empresarial;
objetivos estratégicos;
prioridades e concentrações;
as estratégias para se alcançar determinadas metas;
os resultados desejados;
fatores críticos e apoios requeridos;
a estrutura organizacional necessária para que os resultados desejados sejam alcançados; orçamento;
remuneração variável de acordo com o desempenho e os objetivos atingidos.
Aviação Executiva
Classe Legacy
Legacy 650
Legacy 600
Classe Phenom
Phenom 100
Phenom 300
Classe Lineage
Lineage 1000
Aviação de Defesa
EMB-314 Super Tucano
Embraer 145 AEW&C
Embraer KC-390
Ainda em fase de elaboração

Grande potencial de venda

Substituirá o
Hercules
C-130 na FAB


Embraer 195 MP/ASW
Embraer 195 Multi Intel
Estratégias para um cenário pós-crise financeira
Diversificação agressiva dos negócios;
Expansão para operadoras de linha principal e empresas de arrendamento mercantil (
leasing
);
Investimentos no setor de jatos executivos;
Aquisições no setor de Defesa;
Investimentos em automação e produtividade;
Aumento do foco em excelência operacional e suporte/serviços a clientes;
Uso balanceado do capital
Perspectivas de Longo Prazo
Consolidação dos três setores de negócios
-> Aviação Comercial:
E-Jets E1: no curto e médio prazo aumentar a captura de porcentagem de mercado linhas aéreas regionais e expansão da base de clientes da linha principal e empresas de
leasing.
E-Jets E2: no longo prazo consolidar a liderança com produtos regionais e expandir os clientes das linhas principais e arrendadores.


Perspectivas de Longo Prazo
-> Aviação Executiva: aumento contínuo da porcentagem de mercado através da introdução de novos produtos (Legacy 500/450) e produtos melhorados;

-> Defesa e Segurança:
Desenvolvimento de importantes projetos: KC-390, SISFRON, Satélite, Programa de Modernização e VANT's
Análise contínua de aquisições (cirúrgicas)
No médio e longo prazo, aumento do portfólio de produtos, com a serialização do KC-390.
Perspectivas de Longo Prazo
Desenvolvimento de uma quarta área de negócios:

Start-up visando oportunidades de integração de sistemas de alto nível para cadeias de valor fora do setor de aviação e defesa.
A ser instalada no final desse ano, no Rio de Janeiro;
Foco inicial em alavancar oportunidades no setor de petróleo e gás e mineração no Brasil.

Perspectivas de Longo Prazo
Desenvolvimento Organizacional

P3E - Programa de Exclência da Embraer:
eficiência operacional, liderança, cultura corporativa.
INNOVA - Programa de Inovação da Embraer:
desenvolvimento de uma cultura de inovação, processos de captura de conhecimento e estímulo a inovação, com dedicação de recursos para projetos inovadores.

Empresa global: Crescente descentralização das plantas industrias, com elevados níveis de produtividade e automação;
• Melbourne - papel fundamental em jatos executivos
• Portugal - centro para grandes estruturas metálicas e de compósitos
•Operações de pesquisa e engeria no exterior,

Motivações
Crescimento da Empresa;
Consolidação e viabilização de produtos;
Sobrevivência
Oportunidades;
Visão Estratégica e ação conjunta com o governo (antes de 1994).

Dificuldades e Obstáculos
Necessidade de criar subsidiárias regionais, como meio de aproximação de mercados. Ex: EAI – Embraer Aviation Internacionale, na França.
Necessidade de fornecimento de manuntenção e assistência aos clientes - solução: criação de um setor de Serviços Aeronáuticos. Ex: Embraer Aircraft Maintenance Services (EAMS) e OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal, localizadas nos EUA e em Portugal, respectivamente + oficinas e depósitos na França, China e Cingapura.
Necessidade de certificações dadas por agências específicas dos países compradores .

Empresas Operadoras de Aviões Embraer Comercial
Forças Aéreas que operam aviões Embraer
Oportunidade para futura internacionalização
Embraer Ipanema EMB-202 A

Avião monomotor agrícola;
Primeiro avião do mundo movido à etanol;
Representa 75% da frota nesse segmento;
Mais de 1.000 unidades envolvidas.

Relacionando teoria de internacionalização com a EMBRAER
A empresa de fato não procura um equilíbrio, mas se insere no
processo da concorrência
Mercado de aviões: explícito o
path-dependence
oriundo da inovações, acaba exemplificando o oligopólio internacional
Por isso atualmente o forte investimento em jatos
Histórico da empresa mostra como esta está sempre tentando alcançar vantagens comparativas (diferenciar-se por meio do custo; Especificações; Confiabilidade; Durabilidade; Design) não só para alcançar lucros extraordinários, mas para
evoluir entre as outras
(ampliar mercado, intensificar o
asset seeking -
capacidades de inovação e organizacional)
Inovar=maior independência
Internacionalização não é uma escolha, é sobrevivência.
Se transformar em um empresa transnacional com suas cadeias produtivas

Organização do Setor Aeronáutico
OEM (Original Equipment Manufacturers) -> Embraer.
Detêm a propriedade intelectual e a marca das aeronaves, e são os principais aglutinadores da cadeia produtiva;
Fabricantes de segmentos estruturais;
Fabricantes de motores;
Fabricantes de sistemas aeronáuticos.
-> O setor é um polo irradiador de inovação, além de ser forte gerador de superávit comercial para os países. Devido à escala, seu mercado é inerentemente global.

Estudo de Caso Jatos 170/190
Estudo de Caso Jatos 170/190
+ 1000 unidades já construídas
Complexidade tecnológica, custo dos investimentos e necessidade velocidade para garantir o nicho de mercado estão entre os motivos para a utilização de redes de valor na construção destes modelos;
A rede de valor envolve as parcerias estratégicas (empresas que assumem riscos financeiros), fornecedoras e subcontradas;
Estudo de Caso Jatos 170/190 -Modelo de Negócios
Redes de Valor: associação entre empresas, ajuda a operacionalizar o processo constante de inovação;
Contratos de compra e venda -> Parcerias de longo prazo -> Alianças estratégicas -> Redes de empresas;
Teias de relacionamento;
Embraer atuaria como uma empresa centro-estratégica.
Estudo de Caso Jatos 170/190 - Conclusão
“Empreendimento de engenharia colaborativa global” (Bedaque Junior et al., 2010)
Competência organizacional  capacidade de inovar;
Exceção à baixa capacidade de inovação de grande parte das empresas brasileiras;
A constituição dessas redes de valor são, então, parte fundamental da estratégia da Embraer para manter ou aumentar sua fatia em um mercado fortemente oligopolizado e globalizado.
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