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Psicologia Hospitalar

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by

Débora Sertori

on 28 April 2014

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Transcript of Psicologia Hospitalar

Psicologia Hospitalar
Conclusão
Discentes
Carolina Infante
Débora Sertori
Marcela Ziola
Mariana Pacheco
Thamiris Dias
Histórico
Áreas de Atuação
Abordagens
Média Salarial
Saúde vs. Hospitalar
Equipe Transdiciplinar
Avaliação Diagnóstica
Psicoterapia individual e em grupo
Psicomotricidade
Psicoprofilaxia/ Psicoeducação
Relação psicólogo - família do paciente
Atendimento em UTI
Psicoterapia Dinâmica Breve no tratamento oncológico: iminência da morte
- Corpo como origem das aquisições cognitivas, afetivas e orgânicas.
- Concepção de movimento organizado e integrado, em função das experiências vividas pelo sujeito cuja ação é resultante de sua individualidade, linguagem e socialização.
- Pacientes:
1) bebês de alto risco;
2) crianças com atrasos/dificuldades no desenvolvimento global;
3) portadores de necessidades especiais: deficiências motoras, sensoriais, mentais e psíquicas;
4) terceira idade.
•Psicologia Hospitalar –Somente no Brasil
•Psicologia da Saúde – Demais países
•Psicologia da Saúde: Como os fatores biológicos, comportamentais e sociais influenciam na saúde e na doença.
•Hospitais, centros de saúde comunitários, ONGs e nas casas dos indivíduos.
•Ciências biomédicas, Psicologia Clínica e Psicologia Social-comunitária.
No Brasil, a própria denominação Psicologia da Saúde já é problemática, suscitando discussões de como denominar uma área que aplica os princípios de Psicologia a problemas de saúde e doença. É recorrente a confusão de terminologias, como Medicina Psicossomática, com o tema em questão - Psicologia Hospitalar (Kerbauy, 2002)
Psicologia Hospitalar: O psicólogo especialista em Psicologia Hospitalar tem sua função centrada nos âmbitos secundário e terciário de atenção à saúde, atuando em instituições de saúde e realizando atividades como: atendimento psicoterapêutico; grupos psicoterapêuticos; grupos de psicoprofilaxia; atendimentos em ambulatório e unidade de terapia intensiva; pronto atendimento; enfermarias em geral; psicomotricidade no contexto hospitalar; avaliação diagnóstica; psicodiagnóstico; consultoria e interconsultoria. (CFP, 2003a).
•Ações de saúde via atenção secundária (modelo clínico/assistencialista)
•Melhora da assistência integral do paciente hospitalizado
•Restabelecimento do estado de saúde do doente
•Comprometido socialmente; Atuação em equipe com outros profissionais
•Formação ideal: Bases biológicas, sociais e psicológicas da saúde e da doença; avaliação e intervenção em saúde, políticas e organização de saúde e colaboração interdisciplinar;
•Mercado de Trabalho: Equipes de saúde interdisciplinares; Participação política das decisões sanitárias; Equipe de Psicologia clínica dentro da Psicologia da Saúde
•Atendimento psicoterapêutico individual e em grupos
•Melhor adesão ao tratamento médico, recuperação mais rápida, menor tempo de permanência no hospital, menor utilização de serviços médicos.
•Psicoterapia Breve: modificar os sintomas, aliviá-los ou suprimi-los.
•Hospital Geral - necessidade imediata de recuperação psicológica
•Grupo Terapias - comunicação e interação
- Média de R$ 2172 a R$ 6516

- Pouca dedicação exclusiva à atividade hospitalar
- Família como extensão do paciente
-Necessidades dos familiares:
- Estar próximo ao paciente;
- Sentir-se útil para o paciente;
-Ter ciência das modificações do quadro clínico;
- Compreender o que está sendo feito no cuidado e porquê;
- Ter garantias do controle do sofrimento e da dor;
- Estar seguro de que a decisão quanto a limitação do tratamento curativo foi apropriada;
- Poder expressar os seus sentimentos e angústias;
- Ser confortado e consolado e encontrar um significado para a morte do paciente
• Equipe Interdisciplinar, multidisciplinar e transdisciplinar. Qual a diferença?
• Importância do trabalho transdisciplinar :
“O comportamento profissional reflete diretamente as emoções humanas dos indivíduos que compõem a equipe” Romano 1999
• Modelo biopsicossocial x Modelo biomédico / Reducionismo profissional
• As dificuldades
1. Falta de clareza dos profissionais emergentes
2. Observações clínicas não prontamente aceitas pelas equipes.
3. Ausência de linguagem clara e objetiva
4. Discriminação hierárquica - status e função.
5. Reduzido número de psicólogos/ Limitação do tempo
6. Disposição dos chefes de serviço em conceder espaço ao trabalho da equipe
• Entrevista com alguns profissionais da enfermagem e suas considerações sobre o trabalho dos psicólogos no hospital.
1. Casos em que eles acham relevante ter o psicólogo no hospital:
• Atendimento a pacientes e familiares que enfrentam situações de crise
• Trabalhar a aceitação da doença e a adesão ao tratamento com pacientes crônicos
• Preparar crianças para cirurgia
• Trabalhar implicações familiares e risco de morte com pacientes candidatos a a transplante
• Trabalhar alta no hospital com crianças que apresentam hospitalismo
• Preparar gestantes de alto risco para o pós operatório e possivel internação de seu filho na UTI neonatal
• Trabalhar fantasias e sentimentos da culpa de pais que tem filhos com anomalias
• Oferecer apoio aos familiares na comunicação de más notícias
• Facilitar o processo de luto dos familiares que enfrentam a situação de óbito
2. Demandas necessárias:
• Maior presença de psicólogo na equipe
• Reconhecimento da demanda
• Inserção prematura de estagiários no serviço
- Psicologia hospitalar decorrente da expansão e evolução da psicologia clínica;
- Predominância da psicanálise;
- Adequação à realidade das instituições hospitalares -> novas perspectivas teóricas e técnicas.
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/pcp/v24n1/v24n1a04
- Atendimento psicoterapêutico;
- Psicoterapia em grupo;
- Grupos de psicoprofilaxia e psicoeducação;
- Atendimento em ambulatório;
- Atendimento em Unidade de Terapia Intensiva;
- Psicomotricidade no contexto hospitalar;
- Avaliação diagnóstica e consultoria;
- Atuação em equipe multidisciplinar.
Seis tarefas básicas (Rodrigues-Marín)

- Coordenação;
- Ajuda à adaptação;
- Interconsulta;
- Enlace;
- Assistência direta;
- Gestão de recursos humanos.
Anos 40
Anos 50
1997
1983
Anos 30
1818
Hospital McLean
- Após a Segunda Guerra Mundial

- Primeiros serviços de Higiene Mental
Hospital é símbolo máximo de atendimento em saúde
Matilde Neder - Psicologia Hospitalar no Hospital das Clínicas
I Encontro Nacional de Psicólogos da Área Hospitalar

•Dificuldade de firmação da psicologia nas instituições de saúde
•Resolução nº. 14/2000, do CFP: Psicologia hospitalar como especialidade
Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar (SBPH)

•Psicologia brasileira transformou um local de trabalho em uma área de atuação.
- Psicoprofilaxia cirúrgica;
- Enfoque preventivo; informação;
- Busca pela qualidade de vida do indivíduo;
- Síndrome do hospitalismo infantil e a psicoeducação;
- Projeto Vamos Brincar
- Trabalho na Unidade de Terapia Intensiva;

- O paciente na UTI;

- O cuidado à família;

- O trabalho em equipe multiprofissional.
Chiattone (2000) ressalta, contudo, que, muitas vezes, o próprio psicólogo não tem consciência de quais sejam suas tarefas e papel dentro da instituição, ao mesmo tempo em que o hospital também tem dúvidas quanto ao que esperar desse profissional. Se o psicólogo simplesmente transpõe o modelo clínico tradicional para o hospital e verifica que este não funciona como o esperado (situação bastante freqüente), isso pode gerar dúvidas quanto à cientificidade e efetividade de seu papel. Desse modo, segundo a autora, o distanciamento da realidade institucional e a inadequação da assistência mascarada por um falso saber pode gerar experiências malsucedidas em Psicologia Hospitalar.
Triagem
Avaliação
Acompanhamento
Comunicação dos resultados
Principais funções da avaliação diagnóstica no Hospital:
a) Função diagnóstica;
b) Orientação de foco;
c) Fornecimento de dados sobre a estrutura psicodinâmica da personalidade;
d) Instrumento de avaliação continuada;
e) Histórico da pessoa;
f) Função terapêutica.
- Estado geral do paciente
- Sequelas emocionais
- Aspectos psicodinâmicos do adoecer
- Importância do prontuário (sequência de dados)
- Importância do protocolo de atendimentos
- O que é Psicoterapia Dinâmica Breve?
- Foco em objetivos possíveis, adaptação ao
locus
do trabalho
- A psicoterapia breve no hospital geral e em psico-oncologia
- As especificades de se ter câncer, o Ser Doente
- O trabalho do psicólogo: "intervenções terapêuticas breves" ou "entrevistas clínicas interventivas"
- Funções da intervenção em PDB na oncologia
- Importância da equipe multidisciplinar
- Processo de adaptação mútuo entre psicólogo e paciente
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