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Teoria Crítica

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by

polyana oliveira

on 29 October 2013

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Transcript of Teoria Crítica

Teoria Crítica
Contextualização
• Conflitos Sírios: devido a dificuldade apresentada na solução deste problema, o Conselho de Segurança da Onu está abordando o mesmo com as mesmas condicionantes presentes da Guerra Fria.
• A “Primavera Árabe” teve início no final de 2010. O estopim para o início de um movimento revolucionário em todo Oriente Médio se deu quando, na Tunisia, Mohammed Bouazizi, vendedor ambulante ilegal de 26 anos, ateou fogo em si mesmo após um policial confiscar suas mercadorias.

Teoria Critica X Teoria de Resolução de Problemas
• Cox e a Teoria Critica trazem a possibilidade de uma mudança integral do Sistema Internacional.
• A Teoria de Resolução de Problemas pode ser considerada todas as demais teoria que propõem apenas a manutenção da ordem mundial.
• A Teoria da Resolução de Problemas ajudam a resolver problemas a partir de uma perspectiva particular e desconsideram que as relações sociais e políticas estão em constante mudança.

Da Teoria para o Conselho de Segurança
• A concepção de hegemonia do Cox é derivada da concepção gramsciana de hegemonia que esta ligada também as questões de poder, à dispersão social de um pensamento hegemônico legitimo;
• O papel das Organizações Internacionais é fundamental, pois são mecanismos pelos quais as normas universais de hegemonia mundial são expressas;
• As OI’s são responsáveis por mostrarem coesão de pensamento que tornam legitimas suas ações e a associação de outras ideologias é fundamental;

. Onu(Conselho de Segurança): Age de forma a amenizar os conflitos internos e externos dos estados.
. Dificuldades: Interesses dos Membros do Conselho de segurança
. Desafios : Alguns conflitos como o da Síria

• Método das estruturas históricas:
- As forças sociais: construídas pelo processo de produção;
- A forma de Estado: derivada do estudo dos complexos sociais e estatais;
- Ordens Mundiais: configurações de forças que continuamente definem as relações de paz e guerra entre os Estados.
• A Teoria Critica é dirigida ao complexo social e político como um todo e que irá questionar não apenas a ordem atual existente, como também seu surgimento e como se da sua manutenção

• O Conselho de Segurança possui membros rotativos, mas a democracia é uma ilusão já que com o poder de veto os cinco membros permanentes detêm o poder;
• Para Cox os Estados menos poderosos também têm influencia;
• Posicionamentos geopolíticos e econômicos interferem na tomada de decisões sobre a Síria;
• Qual a legitimidade que os cinco permanentes possuem para serem os únicos a decidirem sobre o que deve ser feito na Síria?

• O Conselho de Segurança disseminou a legitimidade necessária para alcançar a hegemonia;
• A hegemonia norte-americana, por exemplo, que utilizando a ONU e o próprio Conselho de Segurança como ferramentas tornou seu padrão social universal em diversas culturas;
• Só é considerada a intervenção pelo bem dos Direitos Humanos quando interessa ao Estado norte-americano;
• Cox mostra que as Organizações Internacionais são a expressão de hegemonia da sociedade e que na maioria das vezes magnetiza outras sociedades a aceitarem suas regras e viverem seus ideais;
• A Teoria Critica tendo como característica principal o questionamento, irá questionar a ordem existente e essas instituições.

. Conflito : Fator predominante nas resoluções dos problemas do sistema internacional
. Antes : Sem pacividade
. Agora: Capacidade de negociação e o uso de uma certa “coerção” do próprio sistema internacional para limitar o conflito e a sua resolução por vias pacíficas

Introdução
Conclusão
• Existe um consenso gerado pós-Segunda Guerra Mundial, em que o melhor caminho para a resolução de conflitos e problemas do sistema internacional passa inevitavelmente pelo CS.
• O conselho de Segurança tornou-se uma ferramenta política para seus membros permanentes e que, por esse motivo, sua capacidade de resolução pacífica de conflitos encontra-se comprometida.

. Resolução de problemas x Disputa de poder;
. A aplicação de teorias construídas para o "conserto" de certos problemas no sistema internacional;
. Importância do dimensionamento dado aos outros fatores levantados por essa teoria;
. Robert Cox desconstrói a velha estrutura de poder condicionada pela Teoria Realista/Neo-realista;
. "Sempre há um propósito na concepção de uma teoria e provavelmente a Teoria Crítica não foge também dessa regra." Robert Cox
Grupo 1 e 2:
Ana Flávia Paiva;
Leonardo Atílio;
Letícia Borges Pereira;
Monair Ferraz;
Pedro Senni;
Polyana de Oliveira e
Rayssa Esteves.
Bibliografia
conflitos em Darfur (2003 a jul/2007): uma abordagem crítica. 2011. 32 páginas. Trabalho de Conclusão de Curso. Relações Internacionais.
UNIVALI. Balneário Camboriú
SARFATI, Gilberto. Teoria das Relações
Internacionais. São Paulo: Saraiva, 2006.
SILVA, Marco Antonio de Meneses, Teoria Crítica
em Relações Internacionais. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010285292
005000200001&script=sci_abstract&tlng=pt
Acessado em: 05/12/2012
VINSETINI, P.F; PEREIRA, A.D. História Mundial
Contemporânea (1776-1991): Da independência
dos Estados Unidos ao Colapso da União
Soviética. 3˚ Edição. Brasília: Fundação
Alexandre de Gusmão, 2012
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