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Candida

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by

gisela camocho

on 19 April 2013

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Transcript of Candida

Remédios
de fundo Molinia albicans
e Natrum muriaticum Candidíase: O que é Candidíase É um género de fungos patogénicos do filo dos deuteromycota que podem causar doenças infeciosas, como por exemplo, a candidiase nos seres humanos.

Pode ser perigoso para pacientes cuja imunidade esteja deprimida.

A Candida albicans está entre os muitos organismos que vivem na boca e no sistema digestivo humano. Em circunstâncias normais, pode ser encontrada em 80% da população sem que isso signifique a existência de efeitos prejudiciais à saúde, embora o excesso resulte em candidiase, quando fatores locais ou sistémicos alterem o equilíbrio ecológico, tornando o fungo um patógeno oportunista. Terreno Excesso de acidez no corpo causada por alimentos acidificantes e maus hábitos alimentares,
e um desequilíbrio na flora bacteriana.

Hipotireoidismo, obesidade, menopausa, diabetes (pré-diabetes) e estados de imunossupressão por várias doenças, tóxicas ou stress (como hepatite, outras infecções, infecções parasitárias, síndrome de fadiga crónica, HIV, intoxicação por metais pesados, etc ...).
Períodos de gestação e lactação. Durante a gravidez os níveis de estrogénio e progesterona têm variações significativas, que levam a alterações da imunidade e das condições da vagina, que podem favorecer o desenvolvimento de candidíase.
Mudanças no pH causadas por alguns medicamentos antibióticos (que suprimem
a flora bacteriana, principalmente do intestino, mas também em todo o corpo). Protocolos Tipos de candidíase Candidíase Oral (aftas ou sapinhos) Noxa Tratamentos com glicocorticóides, drogas imunossupressoras e quimioterapia.
Contraceptivos hormonais (que imitam a progesterona) e diminuem o estrogénio.
Relações sexuais, se a ejaculação for de sémen alcalino (condições ideais para patógenos).
O uso de espermicidas e sistemas anticoncepcionais intra-uterinos.
Humidade e calor dos forros da roupa íntima e tampões (tempo demais ou esquecimento).
Roupas apertadas, o uso de roupas íntimas sintéticas ou lavadas com detergentes alcalinos, irritantes ou lixívia. Nos bebés as fraldas também são um ambiente favorável.
Entrada maciça de germes externos, pela vulva ou pelo intestino.
Consumo excessivo de açúcar e carbo-hidratos refinados, deficiências nutricionais.
Imersão em banhos com sabões alcalinos, piscinas tratadas com cloro.
Higiene íntima excessiva, ou gravidez e lactação (alterações hormonais) e deficiências nutricionais, podem permitir aos fungos (candida) prosperar em meio alcalino.

As bactérias, que controlam o crescimento excessivo de Candida, quando desfavorecidas, vulneráveis ou raras, permitem então que colónias de Candida proliferem "alegremente". Grau do problema Candidíase latente
Quando o corpo é o "hospede" da candida, sem sintomas. Só passa a forma clínica quando encontra condições favoráveis.

Candidíase Aguda
Os sintomas desenvolvem-se rapidamente e desaparecem quando tratados. Podem aparecer
de novo mas entre estas crises o paciente leva uma vida normal e sem grandes problemas.
As infecções agudas são mais fáceis de tratar. Este tipo de candidíase pode ser causado por transmissão sexual, utilização de roupas justas ou causas gerais.

Candidíase Crónica ou Recorrente
Ocorre quando o fungo do candida criou hifas (colónias) dentro dos tecidos da sua pele, que dão origem a infecções recorrentes. São muitas vezes um sintoma de outro tipo de doença mais grave, que enfraquece o sistema imunitário, que por sua vez deixa de conseguir manter a candida controlada. Endoftalmite fúngica Onicomicose Queilite angular Candidíase intestinal Candidíase anal Candidíase Genital Intertrigo Aparecimento de placas de tonalidade vermelha no interior da cavidade oral, nomeadamente nas bochechas, gengivas, abóbada palatina, língua ou zona sublingual. As placas adquirem uma consistência cremosa e uma camada de tonalidade branca com uma superfície subjacente de cor vermelha brilhante, que sangra com facilidade. Por vezes, originam
um certo ardor ou dor com alimentos ácidos, picantes ou salgados. Afecta as pregas da pele onde o suor se acumula, ocorre em particular nas axilas, virilhas,
no interior das nádegas, por baixo dos seios e, nas pessoas obesas, nas pregas abdominais. Manifesta-se
através de ardor e vermelhidão na zona, revestindo-se de pequenas vesículas e pústulas que acabam
por romper e unir-se entre si, formando placas vermelhas e brilhantes com fissuras dolorosas. Na mulher evidencia-se sob a forma de vulvovaginite, uma inflamação localizada nos genitais externos e na vagina. Manifesta-se pela vermelhidão das mucosas e formação de uma camada superficial branca, acompanhada pela secreção de um espesso fluxo esbranquiçado e um intenso ardor. Se não devidamente tratada, costuma tornar-se crónica. Nos homens, manifesta-se como uma balanite, uma infecção da pele que reveste a base do pénis, e pode também afectar o prepúcio,
a glande e o escroto. Adquire-se por contacto sexual pois normalmente estes fungos não se encontram nestes tecidos. Tanto pode afectar as mulheres como os homens, manifesta-se através de vermelhidão e ardor da mucosa anal e o posterior aparecimento de vesículas e pústulas e uma eventual formação de fendas ou fissuras anais. Caso não seja devidamente tratado, o problema tem tendência a tornar-se crónico. É uma doença do sistema imune em que se observa o crescimento exagerado da população da Candida no seu habitat natural, ou seja, nos intestinos, devido a fraqueza no sistema imunitário. Os sintomas são a presença de pequenos resíduos esbranquiçados nas fezes. Quando atinge o sistema sanguíneo, podem surgir sinais e sintomas noutras regiões do corpo, como alterações no sistema digestivo, nervoso, excretor, endócrino e na pele. Quando a candidíase se espalha pelo organismo afetando diversos sistemas, é chamada de candidíase polissistémica. Manifesta-se com uma área vermelha e fendas nas comissuras dos lábios, sendo muito comum
na infância e nos adultos com próteses dentárias mal ajustadas. Normalmente não provoca
sinais e sintomas, contudo caso não sejam devidamente tratada, pode persistir por muito tempo. Conhecida como micose da unha, é comum e atinge cerca de 10% da população
adulta e 20% dos idosos. Geralmente ocorre em pessoas que mergulham
frequentemente as mãos na água, mas antes teriam lesado a unha por infecção ou por trauma. Não costuma apresentar sintomas além das alterações cosméticas das unhas, mas em casos graves, pode causar dor. Os sintomas são embaçamento visual, dor e fotofobia; e também queixas de pontos flutuantes
no campo de visão. O sinal característico é lesão branca, pouco delimitada, envolvendo
a coróide e retina. Opacidades vítreas branco-amareladas semelhantes a um "colar de pérolas".
Após a fase aguda da infecção, as lesões evoluem com cicatrizes fibrosas, tendo sido descrita
a ocorrência de membranas neovasculares de coróide no local da cicatriz. Protocolos INSTITUTO DE MEDICINA TRADICIONAL
Curso Geral de Homeopatia
Docente: Rui Pinto
Discentes: Gisela Rodrigues Camocho nº 6818
e Isabel Santos Maurício nº 6475
Lisboa, março de 2013
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