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Pós-fordismo

.
by

Juliana Gonçalves

on 25 October 2012

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Transcript of Pós-fordismo

Grupo: Camila, Dayane, Ivi e Juliana Neo Fordismo O que é ? Modelo de gestão produtiva que se
diferencia do fordismo, em
especial quanto a
organização do trabalho e
da produção. Seus Conceitos : Fundamenta-se na idéia de flexibilidade. Os produtos somente são fabricados ou entregues a tempo de serem comercializados ou montados permitindo que a indústria possa acompanhar as rápidas transformações dos padrões de consumo. Trabalha com estoques reduzidos, voltando-se para a fabricação de pequenas quantidades. Supri a demanda colocada no momento exato (just in time), bem como atende um mercado
diferenciado, dotado de públicos
cada vez mais específicos. Obs. O toyotismo é considerado um dos expoentes do pós-fordismo. Formulado por pensadores marxistas, o pós-fordismo é
utilizado para designar não apenas um novo modelo
de gestão produtiva, mas também o período de
mudanças do capitalismo e das novas configurações
da organização industrial e da vida social e política. Estas tranformações foram originadas a partir da crise estrutural do fordismo, em função da sua incapacidade em absorver as demandas geradas pelo sistema capitalista. Os impactos dos choques do petróleo na economia ocorrido em 1973; Os fatores que levaram à crise : O surgimento da concorrência japonesa, com sua nova concepção de gestão e produção automobilística; Mudanças tecnológicas;

Fusões e incorporações de empresas; Desigualdades entre os setores de
trabalho no interior do sistema
fordista;


Surgimento de novas
necessidades no que
se refere ao consumo. Como consequência foram rompidos
padrões e práticas capitalistas
assentadas no modelo produtivo
fordista que, conduziu a ascensão
de um novo modelo de acumulação,
associado a um novo sistema de
regulamentação política e social,
chamado de regime de acumulação
flexível, definido como Neo Fordismo O Neo Fordismo é um regime
fundamentado em uma
maior flexibilidade dos
processos, produtos,
padrões de consumo,
mercados e da
organização do trabalho. O resultado foi à emergência de novos setores de produção, novas modalidades de serviços financeiros, novos mercados e, em especial, a ascensão de altas taxas de inovação comercial Tecnológica e organizacional,
com intuito de garantir que
o sistema produtivo seja
capaz de operar dentro de
contextos que exigem
rápidas mudanças,
adaptando-se continuamente
às variações da demanda. Com isso o mercado de trabalho assistiu a
um período de reestruturação que
contou com fatores como: a emergência
flexibilidade nos contratos de trabalho, o
surgimento da figura do trabalhador
temporário, a subcontratação,
a terceirização, a precarização
da mão-de-obra, o desemprego
estrutural, a diminuição dos salários e
por conseguinte, o enfraquecimento
dos sindicatos trabalhistas. Introduziu-se a obsolescência planejada
dos produtos dada à intensidade das
inovações colocadas no mercado,
intensificou-se o uso de novas tecnologias
de automação e ocorreu uma dispersão
espacial das fábricas pelo Globo, ocasionado
uma descentralização da produção. Além
disso, assistiu-se também a um aumento
das propagandas para
fomentar o consumo. O novo trabalhador requerido pela
empresa flexível deve ser basicamente polivalente, ter capacidade de
trabalhar em equipe,
estar apto a lidar com a
fragmentação, ter capacidade
de aceitar novos riscos
e viver sob a égide dos
“laços fracos”. As novas modalidades de contratação aproximam
os assalariados do estatuto tradicional dos independentes, ao mesmo tempo, esta independência perde sua substância para os dois grupos de trabalhadores.

Ou seja, exige-se cada vez mais iniciativa, criatividade e responsabilidade por parte do trabalhador assalariado. Os trabalhadores independentes,por sua vez, são instados
a suportarem todos os riscos inerentes à situação. A pessoa deve tornar-se por si mesma uma
empresa, deve tornar-se por si como força de
trabalho, um capital fixo que exigeser continuamente
reproduzido, modernizado, alargado, valorizado.

Nenhum constrangimento deve ser imposto de fora, ela deve
ser seu próprio produtor, seu próprio empregado e seu
próprio vendedor, obrigando-se a se impor os
constrangimentos necessários para assegurar a
viabilidade e a competitividade da empresa
que ela é. Cada um deve se sentir responsável pela sua saúde,
pela sua mobilidade, pela sua capacidade de se adaptar
aos horáriosvariáveis, pela colocação em prática de
seus conhecimentos. Cada qual deve gerir seu
capital humano ao longo de toda a sua vida,
sem deixar de investir nele
com momentos de formação. Dessa maneira a ideologia liberal consegue
jogar sobre os ombros dos próprios
trabalhadores o problema do desemprego.
Já não há mais desemprego, pois com
o fim do assalariamento, não há mais
trabalhadores
no sentido tradicional. (UERJ) A posição central ocupada pela técnica é fundamental
para explicar a atual fase do capitalismo em que se insere o
neo-fordismo. Essa nova forma de organização da produção promove o
seguinte conjunto de consequências:

a) retração do setor de comércio e serviços; ampliação de um
mercado consumidor seletivo, diversificado e sofisticado.

b) intensificação das estratégias de produção e consumo a nível internacional;
redução do fluxo de informação e dos veículos de propaganda.

c) redução da distância dos estabelecimentos industriais e comerciais;
acelerado ritmo de inovações do produto com mercados pouco especializados.

d) crescente terceirização das atividades de apoio à produção e
distribuição; elevados níveis de concentração de capitais
com formação de conglomerados. QUESTÃO 01 a) FALSO – Não há retração no setor de
comércios e serviços.

b) FALSO – Os fluxos de informação e dos veículos de propaganda
são de fundamental importância no atual estágio do capitalismo.

c) FALSO – Os mercados são extremamente especializados.

d) VERDADEIRO – A atual fase do capitalismo busca a terceirização das atividades de apoio à produção e distribuição na busca pela redução de custos e, consequentemente, obter maior lucratividade, ocorre também
a grande concentração de capitais e formação de conglomerados. QUESTÃO 02 Há um novo horizonte para as relações de trabalho
denominado por muitos como passagem do fordismo ao pós-
fordismo, o que envolve mudanças em termos da combinação entre
trabalho e desenvolvimento tecnológico. Uma afirmativa que caracteriza
essa passagem ao longo do século XX está explicitada em:

a) os impactos tecnológicos, produzidos pelo pós-fordismo indicaram uma revalorização do trabalho manual

b) o aumento da produtividade do trabalho iniciado com o fordismo manteve-se como princípio básico

c) a valorização da experiência humana de trabalho reforçada pelo pós-fordismo,
assumiu o primeiro plano

d) o trabalho informal resgatado pelo fordismo presentou-se
como a principal estratégia da organização fabril resposta certa:
B) o aumento da produtividade do
trabalho iniciado com o fordismo manteve-se como princípio
básico Pós-fordismo


* estratégia de produção e consumo
em escala planetária.

* valorização da pesquisa científica

* desenvolvimento de novas tecnologias

* flexibilização dos contratos
de trabalho
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