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OZONIOTERAPIA E HIDROZONIOTERAPIA NO TRATAMENTO DE FERIDAS

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by

Daiane Oliveira

on 8 November 2013

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Transcript of OZONIOTERAPIA E HIDROZONIOTERAPIA NO TRATAMENTO DE FERIDAS

OZONIOTERAPIA E HIDROZONIOTERAPIA NO TRATAMENTO DE FERIDAS
Ação Germicida do Ozônio
Alemanha 1890
Demonstração da atividade bactericida contra diversas bactérias: Cólera, Salmonella, Shigela e outras.

Alemanha Tratamento de Feridas e Gangrenascom Ozônio.
1. Como o ozônio reage com o organismo?

2. Quais os efeitos do ozônio no organismo?

3. O ozônio é tóxico?

Ações Biológicas do Ozônio
Em ordem de preferência, ozônio reage com:

1. ácidos graxos poliinsaturados (PUFA)

2. antioxidantes - como ácido ascórbico e ácido úrico

3. compostos c/grupos – SH, como cisteína, glutationa reduzida (GSH)

4. albumina


Dependendo da dose de ozônio, carboidratos, enzimas, DNA e RNA podem também ser afetados. Todos estes compostos agem como doadores de elétron e submetidos a oxidação.
A INICIAÇÃO DE REAÇÕES DE OXIGÊNIO DEPENDENTES EM ERITRÓCITOS, POR MEIO DE OZONIO É EFETUADO ATRAVÉS DA FORMAÇÃO DE OZONÍDEOS NAS BILAMINAS DAS MEMBRANAS LIPÍDICAS, COM SUBSEQUENTE DESENVOLVIMENTO DE ALTERAÇÕES METABÓLICAS DOS ERITRÓCITOS.
Ações Biológicas do Ozônio
Mostra a formação simultânea de um mol de peróxido de hidrogênio (incluindo espécies reativas de oxigênio, ROS) e 2 moles de produtos de oxidação lipídica (LOPs).
Leticia Philippi

Quais são os efeitos biológicos extraídos pelos ROS e LOPs?

Em duas fases:

ROS: age imediatamente e desaparecem (agindo como mensageiros)

LOPs: via circulação distribui através dos tecidos e eventualmente somente algumas moléculas se ligam a receptores celulares. Suas farmacodinâmicas permite minimizar suas toxicidades potenciais e permite torná-las mensageiros tardios.

OZÔNIO
Através de seus subprodutos
LOPs e ROS
Regulação Sistema Antioxidante
Melhora o metabolismo de oxigênio
Modula o sistema imunológico

Regula o metabolismo
e intervém na liberação de autacóides
Amplo espectro germicida

Regulação do Sistema Antioxidante
Processos vitais: reações de oxidação e redução devem estar em equilíbrio dinâmico
Estresse oxidativo: ocorre quando a produção de radicais livres está além da capacidade protetora das defesas antioxidantes.

RL: participam da gênese das doenças como fator desencadeante e como conseqüência delas, acompanhando-as durante todo processo de evolução.

Antioxidantes
Radicais Livres
Regulação do Sistema Antioxidante
ANTIOXIDANTES
ESPECIES REATIVAS DE OXIGÊNIO
NÃO ENZIMÁTICOS
(exógenos)
Vitaminas C, E
Carotenóides
Flavonóides, etc

ENZIMÁTICOS
(endógenos)
Superóxido dismutase (SOD)
Catalase (CAT)
Glutationa Peroxidase (GPx))

HO·, O2·-
O2, ROO·, NO·, H2O2.
HOCL

Ações Biológicas do Ozônio
Eventos reguladores e a sua desregulação dependem da magnitude e duração da concentração de ROS .

A produção persistente de quantidades anormalmente elevadas de ROS, pode conduzir a mudanças persistentes na transdução de sinal e expressão do gene, que por sua vez, podem dar origem a condições patológicas, como o stress oxidativo crônico.

VITAMINA C E VITAMINA E COMO ANTIOXIDANTES NÃO ENZIMÁTICOS
Estrutura similar ác graxo
Penetra na camada fosfolipídica da membrana
Assume função protetora
O3 e peróxidos formados não reage com vit E no sangue e plasma.
Facilmente oxidável
Reage de forma menos seletiva
Age como um antioxidante para o O3 também
(Bocci 1993)
Significado terapêutico: Vit E pode ser administrada com O3 enquanto que nível alto de Vit C reduz o efeito do ozônio - se vitC estiver indicada, administrar depois do O3.
Leticia Philippi
Vitamina E:
Vitamina C:
OZÔNIO
Através de seus subprodutos
LOPs e ROS
Regulação Sistema Antioxidante
Melhora o metabolismo de oxigênio
Modula o sistema imunológico

Regula o metabolismo
e intervém na liberação de autacóides
Amplo espectro germicida

ATIVA METABOLISMO DAS HEMÁCIAS
Reação de peroxidação sobre os fosfolipídios de membrana, determinarão um aumento da carga elétrica negativa na membrana eritrocitária, evitando um empilhamento ou roleaux, tornando o eritrócito mais deformável.
Fig ilust em dimensões obtidas p microscopia eletrônica de varredura de um capilar extremamente delgado, onde o eritrócito se deforma p/poder fluir na circulação.
Efeitos do O3 nas hemácias
1- os fosfolipídios da membrana canalizam os hidroperóxidos para dentro das células – na reação específica do O3 com as duplas ligações dos ác. graxos insaturados

2 -imediatamente, as hemácias respondem com mecanismo de detoxificação do peróxido, protegendo o Fe (II )da oxidação

3- a quebra dos peróxidos via sistema glutation resulta em ativação, linkado com aumento na G6PD, resulta numa ativação da rota do pentofosfato, estimulando o metabolismo das hemácias

Efeitos do O3 nas hemácias
O 2,3dpg exerce um papel importante na funcionalidade dos eritrócitos, pois a afinidade da hemoglobina pelo O2 depende do 2,3dpg.

O 2,3 dpg de fato adentra o centro da estrutura quaternária da hb, liberando 4 moléculas de O2.
Se a entrega de O2 2 é baixa devido ao conteúdo de 2,3 DPG (ex diabetes) o uso de O3 fará uma refuncionalização das hemácias, assim melhora a liberação de O2.
O 2,3-DPG,desvia a curva da hemoglobina para a direita, diminuindo a afinidade da hemoglobina pelo oxigênio;
Ativa metabolismo das hemácias
O aumento da velocidade da glicólise no eritrócito é acompanhado de um significativo aumento no intercâmbio de íons sódio e potássio, os quais são responsáveis por manter o potencial elétrico de membrana.
As doenças arteriais oclusivas estão relacionadas com a perda do potencial de membrana normal.

A normalização da troca de íons pelo ozônio e seus produtos, favorece a restauração do potencial normal.
Esquema de determinação do coeficiente de esfericidade
Estudo com amostra de 78 pessoas
Barkhotkina T., et al. National Polytechnic University, Medical Center. Ukraine, Kharkov

Tipos básicos de eritrócitos demonstrados na microscopía holográfica interferencial
RELAÇÃO FORMA DO ERITROCITO X DIAMETRO
Método de microscopia digital holográfica interferencial
GRAU DE HIPÓXIA
CARACTERÍSTICA MORFOLÓGICA DOS ERITRÓCITOS
Imágen de microscopía electrónica de sangre que muestra agregación de glóbulos rojos en “pila de monedas” (izquierda),y la misma muestra después del tratamiento de ozono (derecha).
Figura 2
OZÔNIO
Através de seus subprodutos
LOPs e ROS
Regulação Sistema Antioxidante
Melhora o metabolismo de oxigênio
Modula o sistema imunológico

Regula o metabolismo
e intervém na liberação de autacóides
Amplo espectro germicida

ATIVAÇÃO DE CÉLULAS IMUNOCOMPETENTES
Ativação de células imunocompetentes com indução de citocinas como interferons, interleucinas e fatores de crescimento (moléculas sinalizadoras)

Interferons (IFN- , IFN-, and IFN-)
Interleucinas ( IL-1b, 2, 4, 6, 8, 10)
Fator de necrose tumoral (TNF - )
Fator estimulador da formação de colônias de granulocitos / Macrófagos (GM-CSF)
Fator de crescimento transformador ( TGF-β1)
Leticia Philippi
Cascata Inflamatória
Ativação das células t determina reações intracelulares
Linfócitos e macrófagos secretam citocinas pró-inflamatórias
Citocinas induzem respostas celulares

Adaptado dos slides Prof. Z. Fahmy, Cuba 2010
Rosenberg AE et al. Robbins Pathologic Basis of Disease., 1994:1213-1271 Goronzy JJ et al. Primer on the Rheumatic Diseases, 1997:155-161
Indução de Citocinas pelo O3 (Bocci 1996) :
Hidroxiperóxidos de cadeia curta entram no núcleo das células e ativam o fator nuclear NF-kB (Haddad et al 1996)

Através da ativação do mRNA, transcrição e correspondente síntese proteica, ocorre liberação de citocinas (Paulesu et al 1991, Dee Forge et al 1992, Andreson et al 1994, Schenk et al 1996, Sen and Packer 1996, Bocci 1996, Flohe et al 1997, Ginn-Pease and Whisler 1998, Hack et al 1998, Arrigo 1999, Tatla et al 1999, Allen & Tresini 2000, Larini et al 2001)
OZÔNIO: IL-4
OZÔNIO: IL-6
Bocci V et al. Toxicol, 2005;19:55-61
Bocci V et al. Toxicol, 2005;19:55-61
OZÔNIO: IL-10
Bocci V et al. Toxicol, 2005;19:55-61
TNF-α
OZÔNIO: INIBE LIBERAÇÃO DE TNF-α
Menendez S et al. Mediators Inflamm 2005; 2005(1):16-22
OZÔNIO
Através de seus subprodutos
LOPs e ROS
Regulação Sistema Antioxidante
Melhora o metabolismo de oxigênio
Modula o sistema imunológico

Regula o metabolismo
e intervém na liberação de autacóides
Amplo espectro germicida

Ação Germicida
Substância oxidante: elevado poder germicida
Propriedade que permite utilizar para desinfecção de águas


Germicida de amplo espectro:
Bactericida
Virucida / virustático
Fungicida


Age sobre bactérias aeróbicas e anaeróbicas
Não existe o fenômeno de resistência bacteriana
Neimark AI et al. Urologiia. 2008(3):31-6
Emer Z et al. J Food Prot. 2008;71(5):914-7
Madej P et al. Inflammation, 2007
Sunnen GV. Ozone in medicine, 1994
Kekez MM et al. Phys Med Biol 1997; 42:2027-39
Bassi P et al. Riv Neurobiol 1982; 28(3-4): 328-333
Peritonitis Model in Rats. Survival Rate in %Treatment: III Claforan. IV Tavanic. V Tazobac.
Schulz, Menendez et cols Shock, jan 2006; 25: 23-26
Ozônio a 5 mcg/ml Ozônio a 2,5 mcg/ml Ozônio a 1,2 mcg/ml
OXIGÊNIO - 30 MINUTOS
OZÔNIO
Através de seus subprodutos
LOPs e ROS
Regulação Sistema Antioxidante
Melhora o metabolismo de oxigênio
Modula o sistema imunológico

Regula o metabolismo
e intervém na liberação de autacóides
Amplo espectro germicida

Regulador do metabolismo
Observações pré-clínicas e clínicas realizadas
Modulação de indicadores, inicialmente patológicos a valores normais
Indicadores: glicose, creatinina, hemoglobina, hematócrito, proteínas totais, colesterol, treglicerídios, lipoproteínas, enzimas hepáticas, bilirrubina, ácido úrico, ác. Lático, entre outras (León, OS 1998; Al-Dalain, SM 2005; Hernandez F., 1995; Baeuerle, PA 1994; Borrego, A 2004; Gonzaléz, R 2004; Martinéz, G 2005; Al-Dalain, SM, 2005; Candelário, J2001; Peralta, C 2000; Hernandez F, 2005)
1. Como o ozônio reage com o organismo?

2. Quais os efeitos do ozônio no organismo?

3. O ozônio é tóxico?
Leticia Philippi
Fisiológico ou Farmacológico?
Do ponto de vista puramente farmacológico, o ozônio não pode ser considerado uma droga.

Entretanto, tendo em vista os múltiplos mensageiros e cascatas que o ozônio ativa, pode ser considerado um agente “fisio-farmacológico” .
Alguns mecanismos fisiológicos estão envolvidos como uma resposta adaptativa do meio biológico, mas não como uma resposta direta de uma ligação.
Isto torna mais difícil os esforços dos cientistas na avaliação dos eventos moleculares em relação a sua eficácia clínica
A formação fisiológica de um mediador de ozono-semelhante durante a inflamação é indicativo do potencial notável de ozônio como uma nova bio-molécula.
O fato impõe árduos esforços para esclarecer o mecanismo de hipótese, seguindo novas estratégias com novos ensaios clínicos randomizados e padronizados
Os mecanismos de ação do ozônio sobre as biomoléculas do sangue com a geração de diversos mensageiros responsáveis ​​pelos seus efeitos biológicos, têm sido bem esclarecidos desde 2003.
Re, Lamberto. Physiological Action of Ozone, 2011.
Antibody-catalyzed ozone generation by human neutrophils, 2003.
O3 está presente na fisiologia humana!!!
Os autores demonstraram presença de um mediador ozônio-similar durante a inflamação, indicando o O3 como uma nova biomoléucula,.
Bernard M. Babior et al. PNAS March 18, 2003 100(6): 3031–3034
1. Como o ozônio reage com o organismo?

2. Quais os efeitos do ozônio no organismo?

3. O ozônio é tóxico?


Leticia Philippi
Ozônio “Bom”
Efeito protetor sobre o planeta
Absorção da maior parte dos raios ultravioletas tipo B e C
Responsãvel pelo azul do céu
Estima-se que a diminuição de 10% nos niveis de ozônio na extratosfera, aumente em 25% a incidência de carcinomas e melanomas.
Reconhecido pelo FDA como o “GRAS” (Generally Recognized As Safety) para tratamento e conservação de água e alimentos.
Devido suas propriedades oxidantes e alto poder de desinfecção, é largamente utilizado em tratamento de água e efluentes.
Ozônio “Bom”
Ozônio Medicinal
Em doses adequadas, é um agente terapêutico.
Ozônio “Mau”
Poluente secundário: Outros gases tóxicos presentes nas reações.
Tóxico para o trato respiratório, irritante da mucosa dos olhos e do nariz, e com alguma toxicidade para a pele (oxidante).
É utilizado como parâmetro de medição da poluição.
Toxicidade no ar
Toxicidade Do Ozônio
Células alveolares: recobertas por película composta de água, sais, biomoléculas, fosfolipídios surfactantes e pequenas quantidades de proteínas, lipofílicas e hidrofílicas antioxidantes

Qualquer gás inspirado deve primeiro se dissolver no camada aquosa antes de chegar a microcirculação alveolar e aos eritrócitos.

Por outro lado, é sabido que O3, em contato com a água biológica, porque reage imediatamente com o biomoléculas presente no fluido epitelial (FEB)


Toxicidade do Ozônio
Deve ficar claro que ozônio é um gás tóxico via respiratória, mas uma dose de ozônio medida com precisão no sangue (ou outras vias) não é.
O sucesso da ozonioterapia depende do uso de doses pequenas e seguras, um pouco acima do nível-limite, capaz de estimular um número de caminhos bioquímicos, finalmente, responsável pela ativação da capacidade de cura natural.
Isto reflete um conceito antigo descrito por Paracelso (1493-1541), que escreveu que: "o corpo possui a grande arte de destruir, mas também a restauração da saúde ".
Para Pensar
A medicina convencional , embora tarde demais, relatou que o Vioxx provocou a morte de cerca de 50.000 americanos (Beardsley, 2005)

Até 1987,ninguém acreditava que o NO, um gás tóxico, poderia ser produzido pelas células e desempenhar uma função crucial.
Toxina botulínica - botox
Qualquer droga, dependendo de sua concentração e dose, pode ser terapêutica ou tóxica.

Paracelso (1493-1541) escreveu:Nada é veneno tudo é veneno. A dosagem torna tanto um veneno ou um remédio.
Ozonioterapia no tratamento de feridas
O tratamento das feridas ainda é um desafio.
O número de pacientes que se encontram nessa condição vem crescendo, devido ao aumento da expectativa de vida.

A amputação de membros inferiores (ami) constitui uma das mais devastadoras complicações do diabetes mellitus (dm), associada à significativa morbidade, incapacidade e mortalidade.

As amputações representam um relevante impacto sócio-econômico, com perda da capacidade laborativa, de socialização e, consequentemente, da qualidade de vida.

Esta complicação protagoniza 85% das amputações não traumáticas, além de contribuir desfavoravelmente para internações prolongadas e recorrente.

Tipos de feridas
Ulcera varicosa
Ulcera por pressão-escara
Queimadura
Ferida traumática
Deiscencia cirúrgica
Pé diabético
Ozonioterapia no Tratamento de Feridas
Existem diversas causas de úlcera de membros inferiores, dentre elas, a úlcera venosa é a mais frequente, representando setenta por cento de todas as ulceras dos membros inferiores entre pacientes adultos, sendo causada pelo aumento da pressão venosa. Pode acontecer como consequencia de uma sindrome pós trombótica.
A ozonioterapia pode promover:
Redução do custo do tratamento de várias patologias crônicas
Reabilitação precoce do profissional com diminuição do tempo de recuperação
Diminuição da morbidade de diversas patologias, com ganho na qualidade de vida.
Redução de até 80% da taxa de amputação de membros de pacientes com gangrena diabética.

Ozonioterapia no tratamento de feridas-vias de administração
Autohemoterapia Maior
Autohemoterapia Menor
Ozonioterapia Retal
Ozonioterapia Subcutanea
Agua Ozonizada,Hidroozonioterapia
Oleo Ozonizado
Bolsa de Ozonio
Ozonioterapia no tratamento das feridas
A ozonioterapia tópica inclui:

Aplicação de óleos vegetais ozonizados
A aplicação direta da mistura gasosa oxigênio/ozônio às lesões (por meio de um saco plástico) bag
Aplicação de água ozonizada-
Hidroozonioterapia
Ativador da microcirculação local
Acelerador do metabolismo do oxigênio celular
Estimulador dos sistemas enzimáticos de defesa anti-oxidantes
Estimulador da granulação e da epitelização.
A atividade antiséptica dos óleos ozonizados foi demonstrada inicialmente por cronhein (1947). Porém outros efeitos vem sendo atribuídos a estes, tais como:
Ozonioterapia no tratamento das feridas
Ozonioterapia no tratamento das feridas
Hidroozonioterapia no Tratamento das Feridas
Hidro-ozonioterapia
Vantagens da hidro-ozonioterapia
Peeling suave, debridamento não cruento e gradativo em não cruentos
Retira o odor fétido das feridas abertas e do pé diabético
Alivia a dor do local e mantem a melhora a longo prazo.
Diminui o edema extravascular
Redifusão capilar
Higienização ampliadas
Possibilidade de uso de essencias vibracionais
Oxigenioterapia por difusão
Bactérias no ar antes e depoisdo uso de hidro-ozonioterapia
Hidroozonioterapia no tratamento das feridas
Hidroozonioterapia no tratamento das feridas
Lesão traumática em criança de 13 meses
Traumatismo em região glútea esquerda com grande area celulítica e piora em 24 hrs para necrose progressiva se extendendo até a raiz da perna com choque séptico.
Cultura: staphylococcus aureus
Tratamento: antibioticoterapia+ 10 sessões ozonio bag + ozonio retal
Lesão infectada em membro inferior direito de menino de 13 anos
Lesão infectada que evoluiu com piora do quadro clinico, choque e sindrome compartimental
Cultura: staphylococcus aureus
Tratamento: antibioticoterapia+ hidroozonioterapia e ozonioterapia retal (12 sessões)
ÚLCERA VASCULAR VENOSA
ÚLCERA VASCULAR VENOSA
Após 37 dias
Após 30 dias
Após 25 dias
ÚLCERA VASCULAR VENOSA
ÚLCERA VASCULAR VENOSA
Após 25 dias
ÚLCERA VASCULAR VENOSA
ÚLCERA VASCULAR VENOSA
Ulcera Venosa
ULCERA VENOSA HIDRO + BAG 4 MESES
LESÃO ULCERA VENOSA TRATAMENTO HIDRO+ OLEO OZONIZADO-07 MESES
LESÃO VENOSA PÓS 6 MESES DE HIDRO + BAG
INFECÇÃO PÓS OPERATÓRIO
PRÉ - TRATAMENTO | PÓS 15 SESSÕES DE HIDRO-OZONIOTERAPIA
ULCERA VENOSA
PRÉ- TRATAMENTO
PÓS 10 SESSÕES DE HIDRO-OZONIOTERAPIA
ULCERA VENOSA
PRÉ- TRATAMENTO
PÓS 15 SESSÕES DE HIDRO-OZONIOTERAPIA
PRÉ- TRATAMENTO
PÓS 20 SESSÕES DE HIDRO-OZONIOTERAPIA
ULCERA VENOSA
PÓS 40 SESSÕES
HIDRO-OZONIOTERAPIA
PRÉ- TRATAMENTO
ULCERA VENOSA
DOENÇA VASCULAR VENOSA PERIFÉRICA
TRATAMENTO HIDRO +BAG
PÓS 07 MESES
ANTES
LESÃO PÓS BY PASS ARTERIALINFECÇÃO PSEUDOMONAS+ STAPHYLOTRATAMENTO COM HIDRO
PÓS 07 MESES
ANTES
Lesão arterial infectada por pseudomonas e staphylo tratamento com bag -05 meses
Lesão pós amputação de 2 dedostratamento com bag
ANTES PÓS 20 DIAS
LESÃO ARTERIAL DEDO PÉTRATAMENTO COM BAG -18 DIAS
(agente Álcool) Face interna de Coxa esquerda
Queimadura de 1º, 2º e 3º graus
Queimadura de 1º, 2º e 3º graus
(agente Álcool) Após 07 dias de Implante de MRD + HIDRO
Queimadura de 1º, 2º e 3º graus
(agente Álcool) Após 21 dias HIDRO
ULCERA VENOSA
ULCERA VENOSA
PÓS 6 SESSÕES DE HIDRO-OZONIOTERAPIA
PÓS 18 SESSÕES DE HIDRO-OZONIOTERAPIA
PÓS 18 SESSÕES DE HIDRO-OZONIOTERAPIA
PÓS 18 SESSÕES DE HIDRO-OZONIOTERAPIA
FERIDA PÓS OPERATÓRIOTRATAMENTO BAG + ÓLEO- 1 MES
FERIDA INFECTADA PÓS OPERATÓRIO ORTOPÉDICO 3 MESES BAG+ÓLEO
FERIDA INFECTADA PÓS OPERATÓRIO ORTOPÉDICOPÓS TRATAMENTO
2 MESES BAG + ÓLEO
FERIDA INFECTADA PÓS OPERATÓRIO 10 DIAS DE TRATAMENTO BAG+ OLEO
FERIDA INFECTADA1 MES TRATAMENTO
( 4 SESSÕES DE BAG + OLEO)
FERIMENTO INFECTADO – GRANDE EXTENSÃORETAGUARDA P.S. CIRÚRGICO HCFMUSP
16 JUNHO 2005
FERIMENTO TRAUMÁTICO INFECTADO
CULTURA:

PSEUDOMONAS AER.
ACINETOBACTER HOMM
BACTERIOIDES FRAG
E. COLI
MULTIRESISTENTES
“FERIMENTO INCOMPATIVEL COM A VIDA”DR.CORNELIUS MITTELDORF – INF.CIR.TRA

2 DIAS –O3 S/FEBRE
6 DIAS – SUSPENSO ANTIBIÓTICO
2 MESES SEM ANTIBIÓTICOTERAPIA
FERIMENTO INFECTADO – GRANDE EXTENSÃORETAGUARDA P.S. CIRÚRGICO HCFMUSP
MENINO 8 ANOS ATROPELAMENTO POR ÔNIBUS
MENINO 8 ANOS ATROPELAMENTO POR ÔNIBUS – 10 SEMANAS DE TRATAMENTOAGUA OZONIZADA + BAG
SINDROME DE FOURNIER
Paciente A.O., masculino, 46 anos, diabetes melittus. Entrou na emergência com celulite e abscesso na região perineal.O hemograma foi condizente com infecção grave (19500 leucócitos, 40 bastonetes), anemia discreta (10,1 Hb) e diabete descompensada (glicemia 294mg/dl). Os medicamentos utilizados foram: gentamicina (240 mg/dia), cefalotina (4g/dia), metronidazol (1,5g/dia), insulina humana NPH 50 U de 12 em 12 horas. ). A ferida teve sua progressão interrompida após atingir 80% da bolsa escrotal, 100% do períneo e 40% da nádega esquerda. Sem melhora satisfatória após a medicação e duas intervenções cirúrgicas de debridamento.

O paciente foi submetido a quatro procedimentos cirúrgicos de debridamento amplo, com aplicação exaustiva de solução fisiológica ozonizada, seguida da aplicação de óleo ozonizado puro (primeiros cinco dias uma vez/dia) creme a 50% (uma semana, em dias alternados) e creme a 10% (duas semanas, duas vezes/semana). Após a aplicação do creme a ferida era coberta com gaze vaselinada.
SINDROME DE FOURNIER
A associação da terapia convencional com ozonioterapia tópica resultou rápida formação de rede neovascular, a interrupção do processo infeccioso (odor fétido da secreção purulenta) e diminuição rápida e progressiva da área lesada. O paciente teve alta 25 dias após internação com índices normais de glicemia de jejum e leucograma, sem queixas e 80% da área acometida cicatrizada por segundaªintenção.
SINDROME DE FOURNIER
Após ter sido submetido à uma cirurgia plástica reparadora o paciente encontra-se totalmente curado.
SINDROME DE FOURNIER –M -63
SINDROME DE FOURNIER –M -63
4 MESES DE TRATAMENTO BAG+HIDRO
LESÃO INFECTADA PÓS 8 MESES DE CIR PLÁSTICA
APÓS 2 SESSÕES DE HIDROOZONIO E OZONIO BAG
APÓS 30 DIAS DE TRATAMENTO COM OZONIO , LASER DE BAIXA FREQUENCIA E CRÈME CICATRIZANTE/HIDRATANTE
FERIDA EM MAMATRATAMENTO PRÉ E PÓS COM 30 DIAS
FERIDA EM MAMA TRATAMENTO PRÉ E PÓS COM 30 DIAS
FIGURA 1: ASPECTO INICIAL DA ÚLCERA COM PRESENÇA DE CIANOSE E TECIDO NECRÓTICO.
FIGURA 2: CICATRIZAÇÃO TOTAL DA FERIDA AOS 30 DIAS DE TRATAMENTO COM OZONOTERAPIA TÓPICA COM REABILITAÇÃO PLENA.
HERPES ZOSTERINICIAL COM MUITA DOR
HERPES ZOSTER
2 SESSÕES DE HIDRO + OZONIO VENOSOSEM DOR
OZONIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES VASCULARES
Estudos prospectivos e retrospectivos sobre pé diabético encontramos dados alarmantes, tais como:

O diabetes mellitus (dm) ocupava em 2000 o nono lugar em casos de internação e o 12º lugar. Em gastos anuais por internações (r$ 2.782.013,98), no estado de São Paulo.
50% Das amputações de causa não traumática nos estados unidos devem-se às complicações em pés de pacientes diabéticos. Existem evidências que em nosso país este índice possa ser ainda maior.
30% Dos pacientes portadores de dm desenvolvem úlceras nos pés, sendo que 80% são de causa neuropática
50% Dos pacientes diabéticos após 20 anos de doença desenvolvem neuropatia diabética
Atualmente existem 360 milhões de diabéticos no mundo e 15% tem úlcera de pé( 56 milhões)
DEFINIÇÃO DE PÉ DIABÉTICO
Nos membros inferiores, o pé diabético se caracteriza pela presença de infecção e/ou ulceração levando à destruição de tecidos associada a anormalidades neurológicas e a diferentes níveis de acometimento vascular periférico (OMS, 1998).

É a infecção, ulceração e/ou destruição dos tecidos profundos associados a anormalidades neurológicas e vários graus de doença arterial periférica nos membros inferiores.

• PÉ – estrutura do tornozelo ou abaixo dele
• LESÃO NO PÉ – bolha, erosão, pequeno corte ou úlcera

EPIDEMIOLOGIA
85 % das amputações de membros inferiores em diabéticos são precedidas de úlceras


A prevalência de úlceras na população diabética varia de 4 a 10 %. No Brasil, atinge 8 % da população

TRATAMENTO LOCAL DAS ÚLCERAS DO PÉ DIABÉTICO
Fatores de crescimento:

derivado de plaquetas (PDGF)
de transformação 1 (TGF-β1)
endotelial vascular (VEGF)
dos fibroblastos (PDGF) -> Éster de ácido hialurônico

Larvas de moscas esterilizadas nas lesões (proteases)

Uso de oxigênio hiperbárico

Uso da Ozonioterapia e Hidroozonioterapia

PROGNÓSTICO DA LESÃO ULCERADA
Depende da:

Profundidade da lesão
Presença de infecção associada
Presença de doença vascular concomitante
PÉ DIABÉTICO
3 MESES DE TRATAMENTO
PÉ DIABÉTICO
10 SEMANAS DE TRATAMENTO
PÉ DIABÉTICO PÓS AMPUTAÇÃO DE DEDOS - 4 MESES DE TRATAMENTO
LESÃO PÉ DIABÉTICO 3 MESES
LESÃO PÉ DIABETICO 30 DIAS TRATAMENTO-HIDRO+BAG 3X/SEMANA
LESÃO PÉ DIABÉTICO
PRÉ- TRATAMENTO PÓS 10 SESSÕES DE HIDRO-OZONIOTERAPIA

LESÃO PÉ DIABÉTICO
PRÉ TRATAMENTO PÓS 20 SESSÕES DE HIDRO-OZONIOTERAPIA


LESÃO PÉ DIABÉTICOTRATAMENTO COM HIDRO + BAG
ANTES PÓS – 3 MESES
LESÃO PÉ DIABÉTICOTRATAMENTO HIDRO +BAG
4 meses
PÉ DIABETICO LESÃO PERNA ESQUERDA SEXO FEMININO 74 ANOS27/06/2012
PÉ DIABETICO PERNA DIREITA E ESQUERDA SEXO FEMININO 74 ANOS27/06/2012
PÉ DIABETICO PERNA DIREITA E ESQUERDA SEXO FEMININO 74 ANOS03/07/2012
( 5 SESSÕES DE HIDRO+ BAG O3)
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PÉ DIABETICO LESÃO PERNA ESQUERDA SEXO FEMININO 74 ANOS11/07/2012
PÉ DIABETICO LESÃO PERNA ESQUERDA SEXO FEMININO 74 ANOS11/07/2012 Pte faleceu embolia dias após
SUBJECTS AND METHODS
RANDOMIZED CONTROLLED CLINICAL TRIAL, N=102 (WITH SIGNED INFORMED CONSENT), >15 YEARS, BOTH SEXES
Ozone local treatment (using plastic bags), during 20 d and then, topical OLEOZON.
Systemic Ozone by rectal applications, 20 sessions (40 mg/L, 200 mL).
Local treatment with antibiotics
Systemic treatment with antibiotics
t=1
t=21d
Glucose concentrations
Measurement of the lesion area
Clinical evaluation and length of hospitalization.
Oxidative stress parameters and NO, AOPP and fructolysine
AMPUTATIONS PRESENT IN BOTH TREATMENTS
PRELIMINARY ECONOMIC EVALUATION
MN, CUBAN PESOS; (*), CALCULATED FOR A MEAN TIME OF HOSPITALIZATION (34 DAYS FOR ANTIBIOTIC, 26 DAYS FOR OZONE).
Beginning of the treatment
A month after finished the ozone treatment. Afterwards, it was only applied topical OLEOZON
Two months after finished the ozone treatment, using only topical OLEOZON
HIPERBÁRICA X OZÔNIO
Secretária : Ana Paula
www.aboz.org.br
OBRIGADA!
CONTATOS: anacristinabarreira@hotmail.com
Tel:(021) 24310920- Consultório
(021) 82822211- Celular
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