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Pensamento e linguagem

completo
by

Ana Carolina Giglio

on 20 August 2012

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Transcript of Pensamento e linguagem

PENSAMENTO E LINGUAGEM
Myers, D.G. Cap10, p.281
Pensamento [ou cognição] refere-se a todas as atividades que estão associadas a PROCESSAMENTO, COMPREENSÃO, RECORDAÇÃO e COMUNICAÇÃO.
Para pensar sobre os eventos, objetos e pessoas do mundo, nós formamos CONCEITOS.
Agrupamentos mentais de coisas semelhantes!
Para simplificar ainda mais as coisas nós organizamos os conceitos em HIERARQUIAS.
Mas, como formamos os conceitos?
Desenvolvendo PROTÓTIPOS: uma imagem mental ou um exemplo mais refinado que incorpora todos os aspectos que relacionamos a uma categoria!
Quanto mais algo se assemelha ao nosso protótipo de um conceito, mais rapidamente o enquadramos nesse conceito.
Se algo não se enquadra em nossos protótipos ou se enquadra em mais de um, podemos ter dificuldade para classificar!
resolução de problemas
Método de TENTATIVA E ERRO;
como fez Thomas Edison até conseguir que seu invento funcionasse!
Método do ALGORÍTMO;
procedimento passo a passo que garante a resolução de um problema
Os algorítmos passo a passo podem ser laboriosos, portanto, nós quase sempre utilizamos o método de resolução com estratégias simples: a HEURÍSTICA.
Na heurística, em vez de utilizarmos todas as possibilidades, excluímos as que obviamente não são verdadeiras. É o uso de atalhos mentais que nos ajudam a tomar decisões razoáveis com base na própria experiência.
Às vezes ocorre de pensarmos sobre a resolução de um problema durante algum tempo e, de repente, ocorre um lampejo súbito de informação: um INSIGHT.
Obstáculos na resolução de problemas
VIÉS DA CONFIRMAÇÃO:
é a ânsia em buscar informações que confirmem nossas ideias
FIXAÇÃO:
incapacidade de ver um problema a partir de uma perspectiva nova.
Mas a fixação pode auxiliar a resolução de problemas. Os sucessos do passado podem de fato resolver os problemas do presente e interferir em novas descobertas de novas soluções.
Essa tendência de repetir as soluções que funcionaram no passado é denominado CONJUNTO MENTAL.
Outro tipo de fixação é a FIXAÇÃO FUNCIONAL: tendência para perceber as funções dos objetos como fixadas e imutáveis.
Tomada de decisão e Formação de julgamento
Heurística da REPRESENTATIVIDADE:
Para julgar a probabilidade de algo em termos de como ele representa bem determinado protótiopo. Permite que façamos julgamentos rápidos, mas também nos leva a ignorar outras informações relevantes.
Heurística da DINPONIBILIDADE:
Opera quando baseamos nossos julgamentos na disponibilidade de informações em nossa memória.
Quanto mais rápido uma pessoa puder lembrar um exemplo de algum evento mais ela julga que ele possa voltar a ocorrer, pois, se tais exemplos estiverem facilmente disponíveis, presume-se que seja um evento comum.
Os erros de julgemento influenciados pela heurística da disponibilidade nem sempre são inofensivos.
Algumas decisões envolvem julgamento de RISCO.
!
A heurística da disponibilidade também afeta nosso julgamento social; às vezes, uma imagem memorável supera todas as estatísticas!
Excesso de confiança na tomada de decisão
PERCEBEMOS MENOS INJUSTIÇA QUANDO CONFIAMOS EM QUEM NOS FAZ UMA PROPOSTA!
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Em estudo clássico sobre excesso de confiança pediram para as pessoas responderem a uma pergunta do tipo "Eu tenho 98% de certeza de que a população da Nova Zelândia é mais de _____ e menos de _____."
Em cerca de 1/3 das vezes, as estimativas das pessoas, FEITAS COM 98% DE CERTEZA, não foram corretas
MAS, PESQUISAS MOSTRAM QUE O EXCESSO DE CONFIANÇA TEM VALOR ADAPTATIVO.
As pessoas que erram por excesso de confiança vivem mais felizes, acham mais tranquilo tomar decisões difíceis e parecem mais dignas de crédito!
Ainda, o modo como apresentamos uma questão tem grande influência sobre a tomada de decisão, e é denominado ENQUADRAMENTO [HAMING].
Ex: um cirurgião diz a um paciente que ele tem 90% de chance de SOBREVIVER;
o outro diz que ele tem 10 % de chance de MORRER.
A INFORMAÇÃO é a mesma mas o EFEITO não é!
Conhecendo esse fenômeno, as informações são passadas de acordo com o interesse:

"75% de carne magra; não 25% de gordura;
Um método anticoncepcional parece mais eficiente quando é apresentado com uma taxa de 95% de eficácia do que 5% de fracasso;
As lojas aumentam os preços regulares nas etiquetas em épocas de liquidação, de maneira que os novos preços pareçam mais vantajosos."
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o Viés da crença
Nós temos a tendência em demonstrar o viés da crença em nosso raciocínio aceitando como mais lógicas as conclusões que estão de acordo com nossas crenças.
Ou seja, vemos mais facilmente as conclusões ilógicas que estão contra as nossas crenças do que as que estão de acordo com elas!
A PERSEVERANÇA DA CRENÇA é outra fonte de irracionalidade; é a tendência de persistirmos em nossas crenças mesmo diante de evidência contrária.
Esse fenômeno não exclui a possibilidade de mudarmos nossas crenças. Porém, uma vez que as crenças são formadas e justificadas, é preciso uma evidência mais forte para modificá-la, do que aquela que a criou.
Inteligência Artificial [IA]
Ciência que projeta sistemas de computadores para desempenhar operações que simulem o PENSAMENTO humano e façam coisas "inteligentes".
É um híbrido de psicologia e ciência computacional, e possui duas facetas: a PRÁTICA e a TEÓRICA.
Criação de robôs, sistemas peritos, programas de xadrez, softwares de reconhecimento de voz;
Investigação sobre o modo como os seres humanos pensam e a criação de sistemas computacionais que imitem ou rivalizem com o funcionamento do pensamento humano.
A capacidade do CÉREBRO de processamento paralelo excede o tradicional computador serial;
O processamento do COMPUTADOR excede nosso pensamento em tarefas que usam seu poder peculiar.
x
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Uma CARACTERÍSTICA INTERESSANTE sobre as REDES NEURAIS ARTIFICI-AIS é a capacidade que possuem de APRENDER com a EXPERIÊNCIA, à medida que algumas interconexões se FORTELECEM e outras se ENFRA-QUECEM.
Redes neurais computacionais
São sistemas computacionais projetados para imitar as unidades neurais interconectadas do cérebro. Cada computador é conectado com muitos outros
Crescem as esperanças de que uma nova geração de redes neurais computacionais produzam capacidades mais similares às dos humanos.

1. FONEMAS: são as menores unidades da língua [/a/; /b/; /c/; /ch/; etc]

2. MORFEMAS: é a menor unidade linguística com significado. Na maior parte das vezes é constituído pela combinação de dois ou mais fonemas.

3. GRAMÁTICA: conjunto de regras que possibilite a comunicação.
LINGUAGEM
É A INDICAÇÃO MAIS TANGÍVEL DO PODER DO NOSSO PENSAMENTO!
Pensamento
PARA UMA LÍNGUA FALADA, NÓS PRECISAMOS DE TRÊS BLOCOS DE CONSTRUÇÃO:
A GRAMÁTICA POSSUI REGRAS SEMÂNTICAS E SINTÁTICAS:
SEMÂNTICA: conjunto de regras usadas para extrair significado dos fonemas, palavrase sentenças.
SINTAXE: regras usadas para ordenar as palavras no interior das sentenças.
*
Desenvolvimento da linguagem
O desenvolvimento da linguagem nas crianças parte do simples para o complexo, refletindo a estrutura da linguagem.
Bebês nascem sem linguagem e em torno dos 4 meses já podem ler lábios e discriminar sons da fala [preferem olhar para um rosto que corresponda a um som e, desse modo, sabemos que podem reconhecer que a letra 'a' vem de lábios bem abertos e a letra 'i', de uma boca com o canto dos lábios puxados para trás].
Nessa idade os bebês entram no ESTÁGIO DO BALBUCIO [emitem espontaneamente uma variedade de sons].
Aos poucos os bebês passam a discriminar entonações. Com cerca de 10 meses, os balbucios se modificam; já conseguem identificar o idioma que o cerca.

Com cerca de 1 ano de idade, as crianças entram no ESTÁGIO DE UMA SÓ PALAVRA.

No segundo ano de vida as crianças passam a usar cada vez mais palavras isoladas.
Antes de completarem 2 anos entram na FASE TELEGRÁFICA DE DUAS PALAVRAS, período em que uma frase é composta, em geral, por um verbo e um substantivo em ordem sensata. Ex: "quero suco".
Geralmente após a fase de duas palavras a fala se desenvolve rapidamente para frases completas.
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Para o Behaviorista Skinner, o desenvolvimento da linguagem se dá por princípios familiares de aprendizagem, como ASSOCIAÇÃO, IMITAÇÃO e REFORÇO.
Para o linguísta Noam Chomsky as crianças adquirem palavras e gramáticas não ensinadas em uma velocidade extraordinária para serem explicados apenas por princípios de aprendizagem. Encara o desenvolvimento da linguagem de maneira semelhante à maturação sexual: a partir de uma educação adequada, isso simplesmente "acontece a uma criança".
QUANTO DA NOSSA CAPACIDADE LINGUÍSTICA É INATA?
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Com a experiência [sem regras linguísticas inatas] redes neurais computacionais podem aprender a formar de modo apropriado o tempo do pretérito!
Para alguns neurocientistas isso sugere que o cérebro poderia ser uma folha mais em branco do que Chomsky imaginava.
Essa aprendizagem em rede envolve mudanças graduais nas conexões da rede com base na experiência. Com treinamento por meio de muitos exemplos linguísticos, uma rede semelhante a neurônios pode aprender uma estrutura estatística de linguagem.
Antes de completarmos 1 ano de idade nosso cérebro já está discernindo a segmentação das palavras e analisando estatisticamente quais as sílabas que se reúnem com mais frequência.
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Essas evidências desafiam a ideia relativa à gramática universal inata de Chomsky.
Mas, a perspectiva de que nosso cérebro restringe o modo como aprendemos a linguagem persiste. [Chomsky teorizou que o cérebro pode vir pré-equipado para detectar regras gramaticais]
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Estudos revelam que nossa aprendizagem até os 7 anos de idade é crítica e que quanto mais cedo aprendermos uma língua nova, melhor.
A janela para aprendizagem se fecha gradualmente após os 7 anos de idade
Os genes das crianças formam REDES CEREBRAIS COMPLEXAS que as preparam para aprender uma língua enquanto interagem com aqueles que lhes dispensam cuidados.
PENSAMENTO e LINGUAGEM:
SE ENTRELAÇAM INTRINCADAMENTE.
MAS O QUE VEM PRIMEIRO?
Grande parte do procesamento da informação ocorre fora da consciência e, portanto, além da linguagem.
Muitas correntes de atividade fluem em paralelo no cérebro, e funcionam de maneira AUTOMÁTICA; são lembradas IMPLICITAMENTE e por vezes emergem como palavras conscientes.
ESSE PROCESSAMENTO INCONSCIENTE É DENOMINADO 'thinking lite'.
PORTANTO, CERTAMENTE EXISTE COGNIÇÃO SEM LINGUAGEM.
A linguagem influencia o pensamento, mas o pensamento também afeta a linguagem, caso contrário, não existiriam novas palavras ou novas combinações de velhas palavras expressando ideias.
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O pensamento e a linguagem nos animais
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Será que os animais pensam?
Será que apresentam linguagem?
Como podemos descobrir até que ponto os animais compartilham nossa capacidade de pensamento e linguagem?
Em experimento com macacos, eles aprenderam a tocar conjuntos de objetos em ordem crescente de quantidade quando recebiam comida como recompensa.
O PSICÓLOGO ALEMÃO Wolfgan Köhler, EM UM EXPERIMENTO COM UM CHIMPANZÉ ENJAULADO COLOCOU UM PEDAÇO DE FRUTA E UMA VARA LONGA LONGE DO ALCANCE DO ANIMAL E UMA VARA CURTA DENTRO DA JAULA.
APÓS INÚMERAS TENTATIVAS DE PEGAR A FRUTA COM A VARA CURTA, O CHIMPANZÉ A UTILIZOU PARA PEGAR A VARA LONGA QUE ENTÃO, USOU PARA PEGAR A FRUTA.
Outro experimento escondia objetos atrás de uma tela e, às vezes, secretamente, retirava-se ou acrescentava-se um objeto. Quando a tela era retirada, os macacos mostravam surpresa, olhando por mais tempo para os objetos quando o número era alterado.
Pesquisadores encontraram pelo menos 39 costumes locais relacionados ao uso de ferramentas por chimpanzés.
Tais diferenças entre grupos ocorrem dentro das SUBESPÉCIES e portanto, não parecem ser genéticas; elas equivalem à DIVERSIDADE CULTURAL dos chimpanzés.
Os primatas podem exibir insights, podem contar, usar ferramentas, transmitir inovações culturais . . .
mas e quanto à TEORIA DA MENTE?
Será que eles podem INFERIR ESTADOS MENTAIS sobre SI PRÓPRIOS e SEUS PARES?
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Os chimpanzés e babuínos já foram observados ENGANANDO: filhotes de babuíno, por exemplo, fingem ter sido atacados como uma tática aparente para suas mães afastarem outro babuíno de sua comida!
Chimpanzés e orangotangos já foram observados utilizando espelhos para inspecionarem a sí mesmos e tocarem uma mancha colorida que os pesquisadores pintaram em seus rostos.
Muitos pesquisadores pensam que tais observações indicam que os primatas são capazes de auto-reconhecimento e de compreensão das percepções do outro.
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MAS, OS ANIMAIS EXIBEM LINGUAGEM?
MACACOS:
OS PESQUISADORES Allen Gardner e Beatrix Gardner [1969] ENSINARAM PALAVRAS NA LÍNGUA DE SINAIS A UM CHIMPANZÉ COMO SE ELE FOSSE UMA CRIANÇA HUMANA SURDA.

DEPIOS DE 4 ANOS O CHIMPANZÉ PODIA USAR 132 SINAIS E AOS 39 ANOS IDADE, 181 !
A LINGUAGEM HUMANA PODE TER SE DESENVOLVIDO À PARTIR DA COMUNICAÇÃO GESTUAL.
Se isso for verdade, não é de admirar que:
Os macacos tenham produzido muitas palavras gesticuladas, mas poucas falas;
a linguagem gestual tenha se desenvolvido entre as pessoas surdas como alternativa para a fala;
pessoas com cegueira congênita produzam gestos semelhantes aos das pessoas que enxergam, mesmo quando acreditam que a pessoa com quem estão falando também seja cega;
a gesticulação esclareça a carga cognitiva transmitida pela fala.
Steven Pinker [1995] concluiu após experimentos, que:
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REALMENTE, A CAPACIDADE DE LINGUAGEM DOS MACACOS TREINADOS É MODESTA SE COMPARADA AOS PADRÕES HUMANOS, PORÉM O PODER COGNITIVO DELES É IMPRESSIONANTE.

PERCEBENDO ISSO, NÓS VEMOS COMO A PESQUISA COM ANIMAIS PODE AUMENTAR NOSSO RESPEITO POR ELES!
"os chimpanzés não desenvolvem linguagem. Mas eles não têm do que se envergonhar; os humanos não se sairiam melhor se fossem treinados para berrar e grunhir como os chimpanzés, para executar a dança das abelhas ou qualquer outro aspecto maravilhoso do talentoso espetáculo da natureza".
DETERMINISMO LINGUÍSTICO:
Criado pelo linguista Benjamin Lee Whorf, teoriza que a língua determina o modo como pensamos. "A língua em si molda as ideias básicas de um homem".
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PORÉM, A HIPÓTESE DE WHORF PROVAVELMENTE NÃO OCORRERIA A UMA PESSOA QUE FALASSE APENAS UMA LÍNGUA E A VISSE COMO SIMPLES VEÍCULO DE PENSAMENTO.
DIFERENTEMENTE DO INGLÊS, CUJO VOCABULÁRIO EXPRESSA EMOÇÕES AUTOCONCENTRADAS COMO ÓDIO, O JAPONÊS TEM MUITAS PALAVRAS PARA RELAÇÕES INTERPESSOAIS COMO SIMPATIA...
PESQUISAS RELATAM QUE BILÍNGUES PODEM ATÉ REVELAR RESULTADOS DIFERENTES EM TESTES DE PERSONALIDADE QUANDO FAZEM O MESMO TESTE EM LÍNGUAS DIFERENTES.
A linguagem INFLUENCIA o pensamento.
O poder da língua para influenciar o pensamento torna a construção do vocabulário CRUCIAL para a EDUCAÇÃO. Expandir a linguagem é expandir a habilidade de pensar!
Aumentar o poder sobre a palavra ajuda a explicar o que o pesquisador Wallace Lambert denominou de 'VANTAGEM BILÍNGUE': as crianças bilíngues que aprendem a inibir suas línguas não faladas, podem inibir melhor a prória ATENÇÃO a qualquer informação IRRELEVANTE.
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Pensamento sem linguagem
pensar é apenas falar consigo mesmo?
as ideias não podem preceder as palavras?
Muitas vezes recorremos a eventos passados por meio de QUADROS MENTAIS.
Esse mecanismo é chamado de MEMÓRIA PROCEDURAL
Um ano depois de ficar em segundo lugar na competição Tchaikovsky de piano (1958), o pianista Liu Chi Kung foi preso em uma revolução cultural chinesa. Permaneceu preso e, portanto, sem tocar piano, por 7 anos. Após sua libertação ele voltou a tocar melhor do que antes.

Como ele continuou a se desenvolver sem prática?

"Mas eu pratiquei", disse Liu, "todos os dias. Eu ensaiei cada peça musical que já havia tocado, nota por nota, em minha mente".
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