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O elemento CHUMBO - 73 EQ UFU

CHUMBO - Seminário de Química Inorgânica GEQ004
by

Ghabrielle Albarotti Campos

on 24 January 2013

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Transcript of O elemento CHUMBO - 73 EQ UFU

Símbolo: Pb
Número atômico: 82
Massa atômica: 207,2 g/mol
Grupo: IVA Potente neuroxina Bastante utilizado
por suas propriedades
(dúctil, maleável,
mal condutor, baixo PF) Introdução Antes de 1650 poucos elementos tinham sido descobertos, dentre eles a Prata (Ag), o Carbono (C), o Mercúrio (Hg) e o Chumbo (Pb).

O chumbo foi um dos primeiros metais a ser trabalhado pelo Homem, sendo conhecido desde 3500 a.C..A peça de chumbo mais antiga que se conhece está no Museu Britânico e data de 3800 a.C..

Existem vestígios de fornalhas muito rudimentares onde se supõe que os povos antigos aqueciam os minérios de chumbo, com fogueiras que queimavam madeira e carvão, para extrair o elemento.

3000 a.C. - evidências de que os Chineses produziam chumbo metálico;

2000 a.C. - os Fenícios exploravam perto de depósitos na Espanha;

século V a.C - exploração extensiva dos depósitos de chumbo na Península Ibérica feita pelos Romanos;

700 a.C. a 1000 d.C. - destaca-se a importância das minas alemãs de chumbo e prata no vale do Reno e nas montanhas de Hartz;

século XVII - as fundições de chumbo florescem na Grã-Bretanha, realçando as de Gales e Derbyshire. História da descoberta Ocorrência na Natureza O mineral de chumbo mais comum é o sulfeto denominado galena (com 86,6% de chumbo) Outros minerais de importância comercial são o carbonato (cerussite) e o sulfato (anglesite), que são mais raros. Ainda existem outros minerais que contêm chumbo, tais como a linarite, a piromorfite, a mimetite, a vanadinite, a crocosoite e a wulfenite. Geralmente o chumbo é encontrado com minerais de zinco (Zn), prata (Ag) e, em maior abundância, de cobre (Cu). Os minerais são concentrados até alcançarem um conteúdo de 40% ou mais de chumbo antes de serem fundidos. Principais depósitos de minérios de chumbo: EUA, Austrália, Canadá, Peru, México, Bolívia, Argentina, África do Sul, Zâmbia, Espanha, Suécia, Alemanha, Itália e Sérvia.

Principais produtores:
Estados Unidos, Austrália, Canadá, Peru e México. - Galena
- Anglesita
- Cerussita PROCESSOS DE PRODUCAO INDUSTRIAL - Aquecimento na presença de ar para formar PbO, seguido da redução com coque ou CO num alto-forno: O PbS é parcialmente oxidado pela passagem de ar através do material aquecido. Depois de um tempo o fornecimento de ar é interrompido mantendo-se o aquecimento. Nessas condições ocorre uma reação de auto-redução da mistura: Usos/ Aplicações A produção de chumbo acentuou-se no século XIX, quando aumentaram suas aplicações industriais.

*Fabricação de acumuladores;

*Fabricação de forros para cabos, soldas suaves e munições;

*Fabricação do Chumbo Tetra-Etílico (TEL);

*Desenvolvimento de compostos organoplúmbicos;

*Aplicações na indústria de construção (principalmente indústria
química - ex.: manejo de ácido sufúrico);

*Empregado como manta protetora para aparelhos de Raio-X;

*Uso em pigmentos (Branco de Chumbo - 2PbCO3 .Pb(OH)2);

*Aplicações dos compostos de Chumbo; Relação com o Brasil .Minas Gerais possui 42,30% das reservas nacionais.

.O chumbo extraído é subproduto do zinco

(Usina Morro Agudo, Paracatu - MG).

.O país está desprovido de jazimento com teor, qualidade e quantidade.

.Importa o metal semimanulfaturado.

.Contém 0,7% da reserva mundial. Produção


.Apresenta uma involução, tendo a menor produção da história de 1992-94.

.A Produção está restrita a Mina do Morro Agudo, em Paracatu - MG.

.É operada com o método de lavra em câmara e pilares. .A tecnologia usada segue a orientação: britagem primária (britadores, peneiras, correias, transpotadoras e silos) .Substituição na gasolina.

.Crescimento da indústria de eletroeletônicos.

.Dependencia do chumbo na indútria de cerâmica e tintas.

.Má qualidade do minério.

.Para cada autômóvel no Brasil registra-se um consumo de 10,6 kg se chumbo na bateria. - Preços
.Redução contínua.
.Desestímulo na pesquisa. Propriedades Físico-Químicas O chumbo, símbolo Pb, é um metal cinzento, azulado brilhante, não elástico, mole, dúctil, maleável, trabalhável a frio, razoável condutor de calor e eletricidade, possui condutibilidade térmica, coeficiente de expansão térmica linear de 29x10-6/1°C, e aumento em volume (20°C ao ponto de fusão) de 6,1%.

Baixo ponto de fusão (327°C), peso atômico 207,2 e ponto de ebulição a 1.717°C, emitindo, antes desta temperatura, vapores tóxicos. Exibe retração linear na solidificação de 1 a 2,5% e alongamento de 31%. PROCESSOS BIOLOGICOS

- Baixos níveis de cálcio, ferro, cobre, zinco e fósforo ou altos níveis de gordura na dieta podem aumentar a absorção do chumbo.

- O chumbo compete com o cálcio para o mesmo mecanismo de transporte através da mucosa digestiva.

- A sua deposição é semelhante à do cálcio e, como tal, afetada pela absorção de fosfato: uma maior absorção de fosfato favorece a distribuição do chumbo nos ossos, enquanto uma menor absorção promove a sua redistribuição dos ossos para os tecidos moles. - O chumbo existe nas formas orgânica e inorgânica, ambas tóxicas:

Chumbo orgânico – estava presente na gasolina; atualmente só constitui um risco em determinados contextos ocupacionais.

Chumbo inorgânico – está presente em tintas, canos, munições, cerâmica e jóias, entre outros. Chumbo: uma ameaça silenciosa


-SATURNISMO
Entrada no organismo pode-se dar via:

-> penetração digestiva de poeiras grossas, imputável à falta de higiene, a bebidas (água, vinho, whisky) ou alimentos contaminados;
-> absorção cutânea que é mínima, mas possível em casos de lesões;
-> penetração respiratória de poeiras muito finas e sobre tudo de vapores, pó de tintas que possuem chumbo em sua composição; CURIOSIDADE A História revela que o metal foi um dos causadores da queda do Império Romano. ACIDENTES ENVOLVENDO O CHUMBO 1975 2003 1980 - 1990 Bahia 1977 Taubaté-SP Sul do Brasil 1992 Rio
Preto Minas
Gerais Tratamento e reciclagem: desafios futuros Atualmente são comuns ações que previnam e reparem contaminações ambientais causadas pela elevada toxidade do chumbo e dos seus compostos.
Os materiais e dispositivos que contém Chumbo devem ser reciclados (nunca descartados ao ambiente!). Porém, a reciclagem é um processo que tem desafios a serem enfrentados devido ao resíduo gerado.No caso da reciclagem das baterias automotivas, por exemplo, primeiro os componentes das baterias sao separados hidraulicamente, depois o metal é fundido. Durante esse trabalho ocorrem emissões de gases e efluentes contaminados com chumbo.
Muito tem-se desenvolvido para reduzir ao máximo essas contaminações e minimizar o impacto desse processo. Com base no que foi exposto nesse trabalho, vimos que o chumbo é um metal de grande importância e aplicabilidade para a humanidade. Do Latim Plumbum que significa Chumbo, ele é conhecido desde os primórdios da civilização e seu uso vem sido aprimorado desde então.

Destacamos ainda seus aspectos físico-químicos de maior relevância e verificamos que esse metal apresenta coloração cinza azulado, tem baixo ponto de fusão, é altamente maleável e resistente à corrosão, o que permite que tenha muitas aplicações na indústria de construção e, principalmente, na indústria química.

Apesar de sua importância, o chumbo não apresenta nenhuma função essencial conhecida no corpo humano. É extremamente danoso quando absorvido pelo organismo através dos alimentos, ar ou água. Devido à elevada toxicidade do chumbo e dos seus compostos, ações para prevenir e reparar contaminações ambientais são comuns nos tempos atuais.

A reciclagem por sua vez, trata-se de um processo com desafios muito grandes a serem enfrentados diante dos resíduos gerados durante o processo de reciclagem, e para isso, estudos estão sendo realizados para avaliar a maneira menos prejudicial ao meio ambiente para execução desse processo. CONCLUSÃO EQUIPE Amanda Rocha
Ana Paula Caixeta
Ghabrielle Albarotti
Hemely Gonçalves 1º Seminário de Química Inorgânica
73ª Engenharia Química UFU LEE, J. D. – “Química Inorgânica não tão Concisa” – Tradução da 5ª Edição Inglesa
GERLACH, RAQUEL F. – “Simpósio: Chumbo e a saúde humana”

http://www.fmrp.usp.br/revista/2009/vol42n3/Simp1_chumbo_introducao.pdf

WIKIPÉDIA – Chumbo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Chumbo

INSTITUTO DE METAIS NÃO FERROSOS (ICZ) – “O chumbo e o meio ambiente”
http://www.icz.org.br/chumbo-meio-ambiente.php

SILVA, BENEDITO CÉLIO EUGÊNIO – “Chumbo”
http://www.dnpm.gov.br/assets/galeriadocumento/balancomineral2001/chumbo.pdf

CLÍNICA FARES – “Chumbo”
http://clinicafares.com.br/artigo.php?noticia=11563 REFERÊNCIAS ANGLESITA GALENA
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