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Untitled Prezi

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by

Bia Pannek

on 24 May 2013

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Transcript of Untitled Prezi

COERÇÃO E SUAS IMPLICAÇÕES
Cap. III e IV Capítulo III: Laboratório de marfim ou estufa de vidro?
Capítulo IV: A Punição funciona? Infligimos dor uns aos outros diariamente com nossas práticas coercitivas e estamos prestes a infligir a dor final a nós mesmos no futuro próximo. Análise do comportamento lida com o manejo de nosso próprio comportamento e do comportamento dos outros.Analisar comportamento é simplesmente estudar esses ajustamentos. Analistas do comportamento tentam descobrir como estabelecer, facilitar, impedir ou evitar esse controle.
A análise do comportamento não defende, mas simplesmente investiga controle o comportamental. A conduta pode ser analisada?
Práticas pessoais e culturais confirmam que o comportamento pode ser analisado e modelado.
Educação
Pais
Leis
Controlamos a nós mesmos
O controle tem que ser coercitivo? A importância da ciência do comportamento para a sobrevivência.
Os desastres que o mundo está sofrendo por causa do nosso fracasso em conduzir a nós mesmos e os outros efetivamente, é mais do que razoável afirmar que não podemos sobreviver sem uma tal ciência. As leis do comportamento apontam para o nosso desaparecimento como espécie inevitável.
Poluição do ambiente.
Lixo radiativo.
Crescimento da população e as condições de vida.Esgotamento das reserva de energia. Característica fundamental de experimentos :
Produção de dados e técnicas de coletas de dados acessíveis a avaliação pública.
Na análise do comportamento deve-se:
Identificar o comportamento
Especificar os possíveis elementos que podem influenciar o comportamento.
Descrever os passos para ter certeza de que as medidas foram consistentes, acurados e fidedignos.
Descrever outros aspectos do estudo que poderiam ter influenciado os resultados Laboratório.
Acompanhar todas as mudanças nas condições experimentais relevantes para a pergunta.
Sujeito do laboratório cria-se uma amostra de comportamento a ser analisado.
Permite alterar o ambiente de um sujeito e então retorná-lo ao seu estado original.
Possibilidade de estabelecer relações causais.
Conforme a investigação procede, testa-se o conhecimento obtido em laboratório aplicando fora do laboratório Do rato à Humanidade

"Examinemos o ambiente e a conduta do rato de laboratório para descobrir o que podemos aprender sobre nós mesmos”

Princípio Geral: Consequências determinam comportamento. Aplicabilidade do princípio a seres humanos.
Crianças institucionalizadas consideradas incapazes de aprender.
Crianças normais também são sensíveis as consequências de seus comportamentos.
Reforçamento : maneira poderosa para gerar novos comportamentos. A punição funciona?
Por que punimos?
O que queremos obter?
Principal razão: controlar outras pessoas.
Crença: o outro agirá diferente Punição:
Remoção de reforçadores positivos
Aplicando reforçadores negativos Administramos todos os tipos de punição de forma a controlar outras pessoas a fim de parar ou impedir quaisquer de suas ações que nos machucam, privam, insultam ou desagradam e os outros usam a punição para nos controlar pelos mesmos motivos. A punição é trivial em nosso mundo.
Ela funciona?
Ela atinge seus propósitos?
É efetiva para impedir ou nos livrar de comportamento? Sua resolução requer algo mais do que mera especulação, viés filosófico ou emocional, preceitos religiosos ou posturas morais.
Dados de laboratório: A punição é efetiva no controle do comportamento, mas tem sérias desvantagens Choques usados como punidores no laboratório.
Atravessa dois pontos da superfície da pele do sujeito.Suficientemente forte para ser doloroso.Não causa reação física.Retraimento reflexo.
Amplamente geniralizável entre espécies, tipos de comportamento e situações.No laboratório são liberados exatamente quando o experimento exige.
Importância dos padrões científicos O que realmente acontece?
Rato de laboratório.
Pressiona a barra para obter alimento.
Muda-se as regras do seu mundo.
Junto com o alimento o animal recebe um choque em seus pés.
O animal pára de pressionar a barra.
Após um período de supressão a atividade gradualmente se recupera O choque em competição com o reforçamento positivo perde sua efetividade como um agente coercitivo, a não ser que seja extremamente intenso. Supressão temporária – ensinar algo novo- reforçamento positivo Transformação da dor e sofrimento em reforçadores positivos.
Quando acredita-se que a punição é inerente aos eventos.
Laboratório: o choque tornou-se pré-condição para comer.
Resultado em seres humanos: uma pessoa que busca a punição As pessoas frequentemente trabalham por choques?
Conduta patológica: tendências autodestrutivas.
Crianças com “deficiência mental” e autistas: buscam atenção administrando dor a si mesmas.
Nos lares: a criança aprende que para conseguir afeto precisam fazer algo ruim. As outras mudanças que ocorrem nas pessoas que são punidas e , o que é às vezes ainda mais importante, as mudanças que ocorrem naqueles executam a punição, levam inevitavelmente à conclusão de que a punição é o método mais sem sentido, indesejável e fundamentalmente destrutivo de controle de conduta. SIDMAN, M.. Coerção e suas Implicações. Livro Pleno, 2009 (Sidman, Murray Coercion and its falout, 1989)
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