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Psicologia da educação

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Susana Santos

on 17 June 2015

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Código Deontológico dos Psicólogos Portugueses

Aprovado a 25 de Março de 2011

“Manual de Boas Práticas”

Pretende regular e defender a qualidade da prática profissional da psicologia em Portugal.

Cumpre a sua missão através de Princípios gerais e específicos.

Princípios Gerais
Principio A – Respeito pela dignidade e direitos da pessoa
Principio B – Competência
Principio C – Responsabilidade
Principio D – Integridade
Principio E – Beneficência e Não-Maleficência
Princípios Específicos
1. Consentimento Informado
2. Privacidade e Confidencialidade
3. Relações Profissionais
4. Avaliação Psicológica
5. Prática e Intervenção Psicológicas
6. Ensino, Formação e Supervisão Psicológicas
7. Investigação
8. Declarações Públicas
Recursos e Suporte Legal
“A Lei n.º 57/2008, de 4 de Setembro, criou a Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) e aprovou o seu Estatuto. Com a criação da Ordem dos Psicólogos Portugueses como organismo regulador da profissão do psicólogo em Portugal, impunha-se instituir um código deontológico que, de modo sistemático, ordenasse o pensamento sobre as questões éticas e deontológicas essenciais ao exercício da profissão de psicólogo."
Ordem dos Psicólogos – código deontológico
VII Revisão Constitucional [2005]
Constituição da República Portuguesa
Princípios Fundamentais
Artigo 9.º
Tarefas Fundamentais do Estado
São tarefas fundamentais do Estado:

f) Assegurar o ensino e a valorização permanente, defender o uso e promover a difusão internacional da língua portuguesa;
TÍTULO II
Direitos, liberdades e garantias
CAPÍTULO I
Direitos, liberdades e garantias pessoais
Artigo 43.º
(Liberdade de aprender e ensinar
2. O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas.
Constituição da República Portuguesa
VII Revisão Constitucional [2005]
CAPÍTULO II
Direitos e deveres sociais
Artigo 64.º
(Saúde)
2. O direito à protecção da saúde é realizado:
b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.
CAPÍTULO III
Direitos e deveres culturais
Constituição da República Portuguesa
Artigo 73.º
(Educação, cultura e ciência)
1. Todos têm direito à educação e à cultura.
2. O Estado promove a democratização da educação e as demais condições para que a educação, realizada através da escola e de outros meios formativos, contribua para a igualdade de oportunidades, a superação das desigualdades económicas, sociais e culturais, o desenvolvimento da personalidade e do espírito de tolerância, de compreensão mútua, de solidariedade e de responsabilidade, para o progresso social e para a participação democrática na vida colectiva.
Artigo 74.º
(Ensino)
Constituição da República Portuguesa
1. Todos têm direito ao ensino com garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar.
2. Na realização da política de ensino incumbe ao Estado:
a) Assegurar o ensino básico universal, obrigatório e gratuito;
b) Criar um sistema público e desenvolver o sistema geral de educação pré-escolar;
c) Garantir a educação permanente e eliminar o analfabetismo;
d) Garantir a todos os cidadãos, segundo as suas capacidades, o acesso aos graus mais elevados do ensino, da investigação científica e da criação artística;
e) Estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino;
f) Inserir as escolas nas comunidades que servem e estabelecer a interligação do ensino e das actividades económicas, sociais e culturais;
g) Promover e apoiar o acesso dos cidadãos portadores de deficiência ao ensino e apoiar o ensino especial, quando necessário;
h) Proteger e valorizar a língua gestual portuguesa, enquanto expressão cultural e instrumento de acesso à educação e da igualdade de oportunidades;
i) Assegurar aos filhos dos emigrantes o ensino da língua portuguesa e o acesso à cultura portuguesa;
j) Assegurar aos filhos dos imigrantes apoio adequado para efectivação do direito ao ensino.
Governo de Marcelo Caetano – Ministro da Educação Veiga Simão
Julho de 1973

Educação Básica - 8 anos de escolariade obrigatória:
Ciclo Primário (4 anos)
Ciclo Preparatório (4 anos)

Ensino secundário – 2 ciclos de 2 anos cada
Reformas na Educação
Julho de 1964 – Reforma do ensino primário: passagem de 4 para 6 anos de escolaridade obrigatória

1967 – Criação do 1.º ciclo de ensino secundário e do ciclo preparatório de ensino técnico.

Reformas na Educação
Vigência de Lei
Soberania do Povo
Pluralidade da Expressão Democrática
Respeito pelos Direitos e Liberdades Fundamentais dos Cidadãos

25 de Abril de 1974
Constituição da República Portuguesa de 1976 – estabelecimento de um Estado Democrático:
• Igualdade no direito de acesso à educação
• Promover a liberdade de escolha pessoal
• Minimizar diferenças económicas, sociais e culturais
• Estimular participação democrática numa sociedade livre
• Promover o entendimento mútuo, tolerância e espírito de comunidade
• Educação gratuita e obrigatória para todos
• Erradicação da iliteracia
• Instalação da rede em conjugação com a comunidade
• Educação especial e apoio a indivíduos com deficiências
• Garantia de condições de aprendizagem a emigrantes e imigrantes
Após o 25 de Abril
Estabelece o quadro geral do sistema educativo
Lei de Bases do Sistema Educativo
Lei n.º 46/86, de 14 de Outubro
Lei n.º 115/97, de 19 de Setembro
Lei n.º 49/2005, de 31 de Agosto
Lei n.º 85/2009, de 27 de Agosto
Lei n.º 46/86, de 14 de Outubro
Artigo 26.º – Apoio psicológico e orientação escolar e profissional
Lei n.º 115/97, de 19 de Setembro
Alteração à Lei n.º 46/86.
Destaque para o aumento de autonomia e competências conferidas às Instituições de Ensino Superior
Lei n.º 49/2005, de 31 de Agosto
Segunda alteração à Lei de Bases do Sistema Educativo e primeira alteração à Lei de Bases do Financiamento do Ensino Superior. Adaptação ao novo sistema europeu baseado na implementação do Processo de Bolonha
Artigo 29.º
– Apoio psicológico e orientação escolar e profissional - «O apoio no desenvolvimento psicológico dos alunos e à sua orientação escolar e profissional, bem como o apoio psicopedagógico às actividades educativas e ao sistema de relações da comunidade escolar, são realizados por serviços de psicologia e orientação escolar profissional inseridos em estruturas regionais escolares»
Lei n.º 85/2009, de 27 de Agosto
Estabelece o regime da escolaridade obrigatória para as crianças e jovens que se encontram em idade escolar e consagra a universalidade da educação pré-escolar para as crianças a partir dos 5 anos de idade. Aumento da extensão do ensino universal e obrigatório
Lei nº 49/2005 de 30 de Agosto
Lei de Bases do Sistema Educativo
Estabelece o quadro geral do sistema educativo.
Capítulo I - Âmbito e princípios
Capítulo II - Organização do sistema educativo
Secção I - Educação pré-escolar
Secção II - Educação escolar
Subsecção I - Ensino básico
Subsecção II - Ensino secundário
Subsecção III - Ensino superior
Subsecção IV - Modalidades especiais de educação escolar
Secção III - Educação extra-escolar
Capítulo III - Apoios e complementos educativos
Capítulo IV - Recursos humanos
Capítulo V - Recursos materiais
Capítulo VI - Administração do sistema educativo
Capítulo VII - Desenvolvimento e avaliação do sistema educativo
Capítulo VIII - Ensino particular e cooperativo
Capítulo IX - Disposições finais e transitórias
Decretos - Lei
Decreto-Lei n.º 190/91, de 17 de Maio - Criação nos estabelecimentos de educação e ensino públicos dos Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)
Decreto-Lei n.º 300/97, de 31 de Outubro - Criação da carreira de psicólogo dos serviços de psicologia e orientação
Decreto-Lei n.º 57/2008, de 4 de Setembro (Criação da Ordem dos Psicólogos Portugueses)
Decreto Regulamentar n.º 10/99 de 21 de Julho (Gestão e administração optimal da escola)
Decreto de Lei n.º 241/2001, de 30 de Agosto (Perfil profissional)
Decreto de Lei n.º 35/90, de 25 de Janeiro (baseado na lei de bases do sistema educativo)
Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro - Estatuto do aluno.
Decreto-Lei n.º 227/2005, de 25 de Dezembro - Estabelecimento de equivalências de habilitações estrangeiras de ensino básico e secundário
Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril - Estabelecimento dos princípios de autonomia de administração e gestão dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar, básica e secundária
Lei n.º 51/2012, de 5 de Setembro – (Retificação n.º 46/2012, de 17/09) - Quarta alteração ao Estatuto do Aluno do Ensino Básico e Secundário, de 2002.
Legislação relativa a Educação Especial
Decreto-Lei n.º 319 de 1991 - Criação do Plano Educativo Individual
Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro - Define os apoios especializados a prestar na educação aos alunos com necessidades educativas especiais
Lei n.º 21/2008 – Primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 3/2008, com algumas alterações nos cuidados especializados a prestar
Protecção de Crianças e Jovens
Avaliação

O psicologo educacional deve:

“… deve saber observar(diagnostico ), interpretar (prognostico) e intervir no ato educativo, aos mais diversos níveis de aprendizagem. Compete-lhe não apenas prevenir e remediar, sendo caso , uma má aprendizagem e educação, mas principalmente promover o educando (promovendo-se também como educador) … deve ainda investigar possibilitando assim uma maior compreensão e eficácia do processo ensino-aprendizagem.”

(Oliveira, 1996)


Psicologia da
Educação

Ana Sofia Oliveira Santos nº 2010138445
Catarina Quadros Gonçalves nº2012142110
Inês Santos Ferreira nº2012148272
Mónica Sofia Pires Morais nº2012151053
Susana Loureiro dos Santos nº2012142376

Aspetos Conceptuais
Perpetiva Histórica
Psicologia da Educação enquanto
Ciência
Alvos e Contextos
Alvos de intervenção
Origem da Psicologia da Educação
Crença que o ensino e a aprendizagem pode melhorar sensivelmente com a utilização de conhecimentos psicológicos.
Coll, 2004
Perspetiva
Histórica
Psicologia da Educação
enquanto
Ciência
Thorndike (1874-1949)
"Educational Psychology" (1903)
Pai da Psicologia da Educação
Conhecimento da Psicologia quantificado
Goulart, 2000
Contributos para a
Cientificidade
- Eduar Claparéde
- Charles H. Hudd
- J. Mckeen Cattel
- William James
- Stanley Hall
- John Dewey
- Alfred Binet
- Maxine Greene
Bebés
Crianças / Adolescentes
Adultos
Idosos
Intervenção
Tipos de intervenção:

• Individual ou em grupo
• Contextos formais ou informais
• Aspectos estruturais ou Relacionais
• Diversas faixas etárias
• Primária ou Remediativa/recuperativa
• Diferentes aspectos do desenvolvimento


(Almeida, 1997)

Os objectivos de intervenção do Psicólogo são:
• Acompanhar e optimizar o percurso escolar dos jovens desde o Jardim-de-infância até ao ingresso no Ensino Superior ou no mercado de trabalho;

• Facilitar o desenvolvimento da identidade pessoal dos indivíduos e ajudá-los na construção do seu projecto de vida;

• Ajudar e acompanhar todos os cidadãos que por este ou aquele motivo necessitem de apoio psicológico;

• Contribuir para a melhoria das condições sociais e educacionais de todos os agregados familiares;

(Almeida, 1997)

Intervenção no contexto escolar:
Segundo Planchard ( 1973), o psicologo escolar deve ocuopar-se:

dos problemas de inadaptação individual, também chamados casos problemas
da orientação escola e profissional, atingindo a totalidade dos alunos
da investigação sobre metodos, ensaio de novos metodos, elaboração cientifica dos programas e dos manuais, verificação do rendiemnto escolar, inqueritos e estatisticas, etc., o que se pode designa de "pedagogia experimental"

Barros de Oliveira, José H. (2005)

Intervenção e orientação psicológica na escola

• Questões de aprendizagem;
• Auto-Conceito;
• Estilos Cognitivos;
• Ansiedade;
• Motivação;
• Personalidade;
• O que ensinar e aprender em cada área
• Como aprender:
• Identificação dos problemas educativos e as suas circunstâncias;
• Desenvolvimento de estratégias de estudo e de aprendizagem;
• Avaliação de aprendizagem e do comportamento;
• Características do aluno
• Características dos professores
• Processo Educativo
• Sistema Educativo


Juif e Dovero (1975)

O psicólogo da educação atua de forma preventiva nas escolas ao nível :

Psicologico:
Psicologia individual ( diferencial e evolutiva)
Grupal ( interacção dos alunos entre si e com o professor na turma )
Casos normais e anormais (crianças inadaptadas)

Psicopedagógico (e didatico):
Orientação escolar e profissional, ajuda à aos professores. ajuda aos professores sobre novos metodos e programas, luta contra o insucesso, ajuda à familia dos alunos, ect.

Experimental ou de investigação:
Influencia do ensino no comportamneto, diferenças sexuais na aprendizagem

Barros de Oliveira, José H. (2005)

Modelos de Intervenção:


O modelo de intervenção na escola pode se nominar de clínico, médico ou assistencial, remediativo, causal, centrado no aluno, para depois o contrapor a um modelo que podemos chamar:
Preventivo
Educacional
Institucional
Comunitário
Sisémico
Interativo
Ecologico
Centrado no sistema escolar, que não é um sistema fechado mas aberto a toda a comunidade, embora o psicologo escolar nao possa ser o "faz-tudo".

Barros de Oliveira, José H. (2005)



“… deve saber observar(diagnostico ), interpretar (prognostico) e intervir no ato educativo, aos mais diversos níveis de aprendizagem. Compete-lhe não apenas prevenir e remediar, sendo caso , uma má aprendizagem e educação, mas principalmente promover o educando (promovendo-se também como educador) … deve ainda investigar possibilitando assim uma maior compreensão e eficácia do processo ensino-aprendizagem.” (Oliveira, 1996,p.27)
Avaliação Educativa


“A avaliação educativa é mais ampla do que a avaliação dos alunos, que também não se deve limitar ao rendimento escolar. A verdadeira avaliação educativa implica a ponderação de todos os elementos implicados no processo educativo: eficácia dos professores e dos programas e currículos, estratégias e métodos de ensino, organização da classe, rendimento escolar, etc.” Barros de Oliveira, J. H.(2005)
Definição
Auto-avaliação
O aluno faz a avaliação do seu desempenho.
Hetero-avaliação
Avaliação feita por outra pessoa.
Tipos de Avaliação
Avaliação de despistagem ou de triagem
Avaliação formativa
Avaliação sumativa
Avaliação diagnóstica
Avaliação Psicopedagógica
Pretende examinar qual o processo de aprendizagem do individuo para perceber as origens da dificuldade ou do distúrbio apresentado. Possibilitando delinear um plano de intervenção com o objectivo de promover a aquisição e o treino de competências básicas para um bom sucesso escolar.
Avaliação Psicológica
Definição
Fases da Avaliação Psicológica
Instrumentos da Avaliação Psicológica
Intervenção precoce
Portugal foi pioneiro a legislar sobre os direitos das crianças

• Lei de 27/05/1911 - Lei de Protecção à Infância
• Lei n.º 147/99, de 1 de Setembro - Lei de protecção de crianças e jovens em perigo.
• Lei 31/2003, de 22 de Agosto - Acrescenta algumas alterações à Lei nº 147/99.
Legislação
APA
www.apa.org
Introdução
A American Psychological Association é uma organização científica e profissional que representa os psicólogos dos Estado Unidos da América.
Apresenta 54 divisões que estão centradas em subdisciplinas da psicologia.
A sua missão é promover a criação, comunicação e aplicação do conhecimento psicológico tendo em vista o beneficio da sociedade e a melhoria da vida dos indivíduos.
SPO's
Decreto-Lei n.º 190/91, de 17 de Maio - Criação nos estabelecimentos de educação e ensino públicos dos Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)
Diploma Europeu de Psicologia
Estabelece um conjunto de directivas que regulam a tipologia do ensino de Psicologia entre as instituições membros da EFPA (European Federation of Psychologists' Associations).
"... é a promoção de uma escola democrática e inclusiva, orientada para o sucesso educativo de todas as crianças e jovens. ... importa planear um sistema de educação flexivel... que permita responder à diversidade de características e necessidades ... que implicam a inclusão das crianças e jovens... "

Decreto-Lei n.º 3/2008
Segundo Planchard ( 1973), o psicologo escolar deve ocuopar-se:



dos problemas de inadaptação individual, também chamados casos problemas
da orientação escola e profissional, atingindo a totalidade dos alunos
da investigação sobre metodos, ensaio de novos metodos, elaboração cientifica dos programas e dos manuais, verificação do rendiemnto escolar, inqueritos e estatisticas, etc., o que se pode designa de "pedagogia experimental


Niveis de prevenção
ANIP
Contexto escolar
Ação preventiva:
Educação para a saúde
Educação afectivo-sexual
Prevenção de toxicodependência
Prevenção primária
Fortalecer o processo evolutivo infantil, normal, evitando a incidência dos factores de risco e os seus efeitos
Prevenção secundária
Controlo das condições de susceptibilidade, orgânica ou psicológica, em relação aos distúrbios no desenvolvimento.
Prevenção terciária
Diminuição, ou eliminação dos distúrbios no desenvolvimento
Controlo dos seus efeitos
Modelos de Avaliação

Modelos de consecução de metas
"Concebe a avaliação como determinação do grau em que se alcançam as metas ou objectivos, previamente determinados, de um programa de ensino." Barros de Oliveira, J. H.(2005)

Um dos modelos mais representativos é o de Metfessel e Michael.
Modelos de julgamento assentes em critérios intrínsecos
"A avaliação fundamenta-se em critérios intrínsecos ou internos ao fenómeno que se pretende avaliar." Barros de Oliveira, J. H.(2005)

Modelos de julgamento assentes em critérios extrínsecos
O mais importante para o avaliador são os efeitos ou resultados.


Modelos de facilitação de decisões
"A função do avaliador consiste essencialmente em recolher dados e em apresentar a outra pessoa a informação a fim de que ela tome as decisões pertinentes." Barros de Oliveira, J. H.(2005)

CIPP: modelo de Stufflebeam e col. (1971)
O relatorio da comissão langevin-wallon aponta duas competencias à psicologia escolar :

Auxiliar uma melhor adaptação do aluno a escola
Auxiliar uma melhor adaptação a vida escolar


Barros de oliveira,J.H (2005)
Aprovado a 25 de Março de 2011.
“Manual de Boas Práticas”
Pretende regular e defender a qualidade da prática profissional da psicologia em Portugal.
Cumpre a sua missão através de Princípios gerais e específicos.
Código Deontológico dos Psicólogos Portugueses

Princípios Gerais
Principio A – Respeito pela dignidade e direitos da pessoa
Principio B – Competência
Principio C – Responsabilidade
Principio D – Integridade
Principio E – Beneficência e Não-Maleficência

Princípios Específicos
1. Consentimento Informado
2. Privacidade e Confidencialidade
3. Relações Profissionais
4. Avaliação Psicológica
5. Prática e Intervenção Psicológicas
6. Ensino, Formação e Supervisão Psicológicas
7. Investigação
8. Declarações Públicas

OPP
Outros Instrumentos Legais
CIF
Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e saúde
Descreve o estatuto funcional da pessoa
- Orientação Académica
Valoriza as capacidades
Século XX
- "Parâmetros fundamentais da aprendizagem"
- "Refinamento das suas elaborações técnicas"
(Coll, 2004)
Existem várias definições, como:
“Processo extremamente complexo de resolução de problemas (resposta a questões) que utiliza vários procedimentos de recolha de dados (testes, entrevistas, análise funcional); os dados obtidos a partir destes métodos são integrados na produção e confirmação de hipóteses acerca do sujeito e do seu problema” (Maloney & Ward, 1976, p. 5).

“Procedimento para fazer aprendizagens acerca das pessoas (...), para medir atributos psicológicos (...), ou para obter amostras do comportamento psicológico.” (Kleinmuntz, 1982,p. 6)
Objetivos
Despistagem/rastreio de problemas
Descrição (identificação de atributos)
Compreensão
Verificação de hipóteses
Explicação
Diagnóstico
Prognóstico
Planificação de intervenção
Medida da eficácia da intervenção
Investigação
Contextos de Avaliação
-Escolar (educativo)
-Orientação Vocacional
-Aconselhamento Psicológico
-Clínica/Saúde
-Reabilitação
-Forense/Justiça
-Trabalho/Organizações
-Militar
-Tráfego
-Desporto

Consentimento informado / Entrevista;
Identificação (geral, específica, contextual) da natureza do problema /Entrevista;
Primeira formulação ou conceptualização do caso/Planificação da avaliação;
Aplicação de uma bateria flexível de instrumentos (testes, escalas, ...);
Cotação das provas empregues;
Formulação/conceptualização do caso;
Entrevista de devolução de informação e/ou elaboração de Relatório Psicológico;
Plano de intervenção;
Monitorização/ Avaliação da eficácia da intervenção.

Idosos
Contextos/locais de intervenção
O que faz um psicólogo da educação?
Escolas/Jardins de Infância
Centros de Saúde e Hospitais
Associações e Colectividades
Centros de Formação de emprego
Áreas de saúde e lazer
Orientação Vocacional;
Orientação nos planos de estudo para os alunos
Formação para pais, professores e funcionários
Prevenção do abandono escolar
Trabalhar e perceber a motivação dos alunos
Intervenção na elaboração dos planos curriculares e métodos de ensino
Elaboração dos planos curriculares específicos para alunos com NEE
Professores
Pais
Funcionários/ Auxiliares
Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde;
Sistema de classificação inserido na Família de Classificações Internacionais da Organização Mundial de Saúde (OMS);
Quadro de referência para descrever, avaliar e medir a saúde e a incapacidade;
O objectivo principal é proporcionar uma linguagem unificada e padronizada.

CIF
Divisões da APA
15ª Divisão Psicologia da Educação
16ª Divisão Psicologia Escolar
Sindicato Nacional dos Psicólogos
Associação sindical representativa dos psicólogos que exercem a sua atividade por conta de outrém, independente da natureza pública ou privada da entidade empregadora.
O Serviço de Psicologia e Orientação (SPO) é um serviço especializado de apoio educativo, que articula com as estruturas de orientação educativa da escola e com outros serviços locais para promover condições que assegurem a integração escolar e social dos alunos e facilitem a sua transição para a vida activa ou continuação de estudos a nível superior.
Maior compreensão do funcionamento cognitivo, afetivo e social do idoso para que se dediquem ás áreas de interesse que os façam sentir bem.
(Agrupados por Popham)
Barros de Oliveira, J. H (2005)
Simões, M., R. (1994)
Simões, M., R. (1994)
Simões, M., R. (1994)
Referênciação
“A avaliação e o recurso a testes e outros instrumentos de medida psicológica constituem um elemento essencial da identidade profissional dos psicólogos e, não menos importante, um aspecto distintivo da especialização em psicologia.” (Simões, 2005)
Análise de referênciação
Avaliação
por referência à CIF
com uma equipa multidisciplinar
Relatório Técnico Pedagógico
Elaboração de PEI
Processo de Avaliação NEE
Entrevistas
Forma de comunicação e de troca verbal; são realizadas face-a-face; e têm o objetivo de obter informação relevante. É quando ocorre o primeiro contato entre o avaliador e o sujeito e quando surgem as primeiras hipóteses para os problemas comunicados e identificados.
Testes
“Continuam a ser um dos melhores meios de aumentar o conhecimento psicológico acerca da estrutura e funcionamento dos seres humanos, proporcionam um microcosmo para a observação das pessoas e constituem um meio de testar hipóteses acerca do comportamento.” (Simões,1983)
Observação Direta
“Método para obter amostras de comportamento e determinar situações que sejam clinicamente relevantes (em relação à avaliação, ao diagnóstico, ao prognóstico e ao planeamento e medida da intervenção), numa situação Natural ou numa situação Análoga.” (Mash & Terdal, 1976)
Relatórios
Têm como finalidade responder às preocupações subjacentes ao pedido de avaliação, explicar a razão e o modo como foi implementada a avaliação e assinalar o termo do processo de avaliação.
Simões, M. R. (1998)
Existem 3 tipos de estrutura:

Estruturada;

Não estruturada;

Semiestruturada.
Tipos de Teste:
Testes de inteligência;

Testes de aptidões;

Testes de hábitos de estudo;

Testes de personalidade;

Testes de personalidade projetivos.
Tipos de Observação
Observação naturalista/em meio natural;

Observação análoga/laboratorial;

Observação do comportamento livre;

Role play.

Técnicas de Registo
Registo Narrativo;

Duração (Latência);

Frequência;

Intervalos;

Classificação.
Tópicos incluidos no relatório
a) Identificação do sujeito;
b) Identificação do Psicólogo;
c) Condições do exame (temporais, instrumentos usados);
d) Resultados;
e) Diagnóstico;
f) Prognóstico;
g) Plano de intervenção;
h) Formulação;
i) Sumário e/ou Conclusões

Referências Bibliográficas
Barros de Oliveira, J. H. (2005). Psicologia da Educação (vol. II). Porto: Livpsic-Psicologia.
Coll , C., Martín, E., Mauri, T., Miras, M., Onrubia, J., Solé, I., Zabala, A. (2001). O construtivismo na sala de aula - Novas perspectivas para a acção pedagógica. Lisboa: Edições ASA.
Mendez, (1999) in Ramalho, J. (2001). Os hábitos de estudo em estudantes do 3º ciclo do ensino básico e do 1º ano do ensino secundário. Porto. (p. 17)
Simões, M. R. (1983). Sobre a utilização de testes psicológicos: Recenseamento de algumas posições. Revista Portuguesa de Pedagogia, 17.
Simões, M. R & Almeida, L. S (2004). A importância da dimensão relacional na Avaliação Psicológica. Psychologica, extra-série. Coimbra: Quarteto.

Simões, M. R. (1998). Avaliação psicológica e diagnóstico na perturbação da hiperactividade com défice de atenção (I): Entrevistas. Psychologica, 19. Coimbra: Quarteto.
Simões, M. R. (1998). A Observação Directa: O caso da Hiperactividade.
Simões, M. R. (1994). Notas em torno da arquitectura da Avaliação Psicológica. Psychologica. Coimbra: Quarteto.
Simões, M. R. et al (Eds.) (2007). Avaliação Psicológica: Instrumentos validados para a população portuguesa (Vol. III). Coimbra: Quarteto.

Referências Bibliográficas
Cruz, J.F.A., Almeida, L. S., Gonçalves, O. F. (1997). Intervenção Psicológica na Educação. Associação Portuguesa de Licenciados em Psicologia.Porto
Barros de Oliveira, José H. (2005). Psicologia da Educação (vol. I e II). Legis Editora. (p.159-162)
Carvalhosa, Susana Fonseca; Domingos, Ana e Sequeira, Cátia. Modelo logico de um programa de intervenção comunitária - GerAcções. (vol28,nº3).
Salvador, C. C.; Mestres, M. M.; Goñi, J. O.; Gallert, I. S. (1999). Psicologia da Educação. Porto Alegre: ArtMed.

Simões, M. R. (2005). Potencialidades e limites do uso de instrumentos no processo de Avaliação Psicológica. Psicologia, Educação e Cultura.
Simões, M. R. (1983). Sobre a utilização de testes psicológicos: Recenseamento de algumas posições. Revista Portuguesa de Pedagogia, 17.
Simões, M. R. (1998). Avaliação psicológica e diagnóstico na perturbação da hiperactividade com défice de atenção (I): Entrevistas. Psychologica, 19. Coimbra: Quarteto.
Sternberg, R. J. & Williams, W. M. (2010). Educational Psychology. Boston: Allyn and Bacon.
Sternberg, R. J., Williams, W. M. (2002). Educational Psychology. Allyn & Bacon.

Referências Bibliográficas

ANIP- Associação Nacional de Intervenção Precoce. Acedido em 15 de Março de 2015 às 21h12, de ANIP: http://www.anip.net/index.php
ANAI- Associação Nacional de Apoio ao Idoso. Acedido a 15 de Março de 2015 às 21h47, de ANAI: http://www.anai.pt
Decreto-Lei n.º 3/2008. D.R I Série. (08-01-07) 154-164.
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Referências Bibliográficas
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Salvador, C. C.; Mestres, M. M.; Goñi, J. O.; Gallert, I. S. (1999). Psicologia da Educação. Porto Alegre: ArtMed.
Referências Bibliográficas
Apa: www.apa.org
Ordem dos Psicólogos: www.ordemdospsicologos.pt
Sindicato nacional dos psicólogos: www.snp.pt
Ministério da educação e ciência:
www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-da-educacao-e-ciencia/
EFPSA: www.efpsa.org/
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