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MODA E COMPORTAMENTO_ Aula 1_Linguagem, corpo e arte.

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by

Liliane Abreu

on 3 August 2015

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Transcript of MODA E COMPORTAMENTO_ Aula 1_Linguagem, corpo e arte.

Introdução:
Linguagem, Corpo e Arte

Arte
Corpo
Aula 1
Linguagem
Moda e Comportamento
Alexander McQueen Revolution
As modas: releitura de significados anteriores.
Símbolos são importantes na construção da identidade
Símbolos do cinema
Símbolos da música e esporte
Símbolos nas roupas: elementos militares
Símbolos nas roupas: espartilho - fetiche
Símbolos nas roupas: caveiras
Apesar de algumas roupas comunicarem algo, não se pode dizer que todas possam transmitir um real significado.
Há uma relação entre o número de itens de roupas que uma pessoa usa, com a capacidade de coisas que ela pode expressar?
Roland Barthes:

Roupa real,
Roupa apresentada,
Roupa usada.
A roupa ‘real’ é a peça física que é produzida.
A roupa ‘representada’ é a que está em exibição nas revistas e anúncios de moda.
A roupa ‘usada’ é a comprada e vestida.
O corpo ideal muda constantemente e está impregnado de normas sociais.
O corpo ideal de cada época muda sua 'posição natural'.
Corpo como identidade pessoal = ego na apresentação do corpo.
Identidade no corpo, e roupas como continuação imediata dele.
Séc. 15
Séc. 18
Séc. 19
Anos 20
Anos 60
Anos 40
Anos 80
Cada época tem seu semblante e um será escolhido como sua imagem ideal de beleza.
O espartilho desapareceu? Vejamos...
Antes: As formas duras se destinavam a impedir a gordura de escapar;
Depois: a superfície dura passa a ser apenas uma expressão de um corpo que se torna rígido.
Hoje: Parece que ele interiorizou...
Renoir. Bather with Blonde Hair. 1904.
Mata Hari. 1916.
Rembrandt. Bathsheba with King David's Letter. 1654.
Da Vinci. Leda and Swan, 1510-1515.
Rubens. The Toilet of Venus. 1612-1615.
Renascimento: cintura mais alta.
Barroco: No século 17 a cintura baixou para o que hoje consideramos sua posição natural, mas desde então se deslocou muito para cima e para baixo.
Início do séc. 20: ombros e braços fortes, ao passo que a cintura era delgada (a ampulheta), com os seios projetados para frente e o traseiro para trás.

Beleza é uma norma relativa ao tempo e ao lugar.
Séc. 21 (os 12 primeiros anos...): Cintura muito baixa e apertada. Disseminação da cirurgia plástica e aplicação de silicone nos seios.
Séc. 21 (a partir de 2012):
a cintura sobe novamente.
Anos 80: cintura muito alta e marcada
Anos 60: figura mais andrógina e angular.
Anos 40: seios e quadris cresceram novamente.
Rita Hayworth.
Os ideais para o corpo masculino: Quando os seios são enfatizados na mulher, a tendência tem sido que os ombros dos homens fiquem mais largos.
Stallone e Claudia Shiffer: ícones de beleza dos anos 80.
Capa da revista Manchete.
Por exemplo, corpos amplos tiveram seios pequenos, e corpos delgados tiveram seios relativamente grandes (como hoje).
Peter Paul Rubens. Leda e o cisne. Séc. XVII.
"Turbinadas": Silicone para aumentar os seios.
Antes de 1920, uma pele morena era considerada vulgar por brancos ricos, porque essa cor estava associada a trabalho físico sob o sol. Nos anos 20, americanos ricos começaram a passar férias na Riviera francesa, e logo se tornou moda estar bronzeado.
Mudanças de hábito que mostraram os corpos:
A invenção e a difusão da bicicleta já em 1890, justificou o uso das calças pelas mulheres.
Paul Poiret, em 1913: “Sou um artista, não um costureiro.”
Foi um dos primeiros estilistas a transformar o desfile de moda num evento social impressionante.
As coleções de McQueen: Postura artística e estética de vanguarda.
Pensamento de provocar reação na plateia.
The Golden Shower
Highland Rape
Tudo está em movimento, mas, em diálogo com o passado fazendo parte da mesma simbiose, do mesmo processo de evolução e descobertas como seres sociais, e refletido nos nossos modos e modas.
Moda é
?
Colarinho duplo de Comme des Garçons.
Espartilho de Gaultier
Tecidos de Rey Kawakubo:
Com defeitos e expostos ao tempo.
A partir dos Anos 80: comparação à tendência na arte moderna de acentuar a materialidade da obra.
Moda como capital cultural.
Andy Warhol: vestido de papel reciclando seu próprio motivo da lata de sopa.
1965: Yves saint-Laurent e o vestido inspirando em Mondrian.
Moda como arte e a arte como moda.
O aspecto mais artístico da moda está geralmente associado à sua exibição.
Em Zoolander, o vilão e guru da moda é o personagem que satiriza a declaração de Christian Lacroix a vogue de abril de 94: "É terrível dizer, muitas vezes as roupas mais sugestivas são as das pessoas mais pobres.”
Troca cada vez mais ativa entre a moda e a arte.
"Moda é arte?”
Martin Margiela: "Moda é um ofício, não uma arte".
Anne Hollander: "A roupa é uma forma de arte visual, uma criação de imagens com o eu visível como seu meio".
Kant: Para um objeto ser arte, deve provocar um julgamento puramente estético.
Problema: Na Arte Contemporânea existem vários objetos chamados de arte sem mesmo poderem ser chamados assim.
Moda de vanguarda "fake":
para se vender à massa.
FONTE DE ESTUDO DA AULA DE HOJE:

SVENDSEN, Lars. Moda: Uma Filosofia. Tradução: Maria Luisa X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.


OUTRAS LEITURAS:

CALANCA, Daniela. História Social da Moda. Tradução: Renato Ambrósio. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2008.
FRIEDLANDER, Paul. Rock and Roll, uma história social. Tradução: A. Costa. Rio de Janeiro, Record. 2006.
GODART, Frédéric. Sociologia da Moda. Tradução: Lea P. Zylberlicht. São Paulo: Senac São Paulo, 2010.
Plugados na moda. Org: CASTILHO, Kathia; VILLAÇA, Nízia. São Paulo: Editora Anhembi Morumbi, 2006.
Por dentro da Moda. Org: BENSTOCK, Shari; FERRISS, Suzanne. Tradução: Lúcia Olinto. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.
VINCENT-RICARD, Françoise. As Espirais da Moda. Tradução: Maria Inês Rolim. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.
Lady Gaga - Bad romance
Michael Jackson - Thriller
Botticelli - Vênus
Marcel Duchamp e o mictório.
Lurie diz que sim, mas será?
O Código Da Vince. 2006.
Profª Liliane Abreu
Women in Art, with additional artist information
liaabreu01@yahoo.com.br
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