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Manipulação Genética

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by

Pedro Martins

on 4 June 2013

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Transcript of Manipulação Genética

Trabalho Elaborado Por:
- Bruno Pereira n2 11C
-Pedro Martins n8 11C
-Ana Ferreira n2 11C1 Manipulação Genética A manipulação genética consiste em manipular a sequência genética dos seres vivos. Em Que Consiste Os OGM ( Organismos Genéticamente Modificados) são as aplicações mais conhecidas da engenharia genética. Aplicações Possibilidade de os pais escolherem o sexo do filho;
Conhecer minuciosamente os embriões;
A terapia genética, na linha germinativa;
Formação de diversas armas;
Problemas ambientais;
Redução da Biodiversidade;
Sofrimento. Desvantagens da Manipulação Genética Argumentos: a) Consequências imprevisíveis;
b) Integridade biológica;
c) Redução da Biodiversidade;
d) Novas formas de domínio;
e)Sofrimento. Contudo, continua a deixar
uma profunda inquietação,
devido a: Dificuldades em
manipular os genes AGRUPAMENTO DE
ESCOLAS DE PORTO DE MÓS O objetivo desta técnica é introduzir novas características no ser para aumentar a sua utilidade e a melhoria das suas capacidades. A manipulação genética é realizada em: Animais, plantas e seres humanos Vantagens da Manipulação Genética Produção de medicamentos (as bactérias modificadas produzem substancias com composição idêntica à humana);
Reconstituição dos tecidos e dos órgãos humanos com base em células embrionárias;
Planeamento familiar através da fecundação in- vitro;
Colheitas mais abundantes;
Melhoria da qualidade dos alimentos. Plantas Há muito que se produz e se consome alimentos geneticamente modificados, os transgénicos (milho, arroz, soja, morangos, etc). Um dos exemplos mais antigos desta manipulação é o Tricale, um cereal que foi criado pelo homem através do cruzamento do trigo e do centeio. Animais Os laboratórios em todo o mundo manipulam as células de animais, modificando desta forma as suas características genéticas, criando também novos seres. Os que defendem estas práticas afirmam que os métodos são novos mas a realidade é antiga. A mula é, por exemplo, o fruto do cruzamento entre o cavalo e a burra. Ser Humano A descodificação do código genético humano em curso irá num futuro próximo possibilitar a manipulação de forma precisa os genes dos seres humanos, de modo a realizar algo semelhante ao que se faz com as plantas e os animais. •Emulação da pesquisa nos laboratórios, que pode levar a fazer ensaios extravagantes e arriscados;
•Desejo de lucro económico, numa sociedade competitiva onde o produto médico se deve vender; Manipulação genética no contexto da filosofia Consideramos que a ciência deve servir o Homem e orientar-se para fins que coloquem como objetivos últimos a liberdade e a dignidade humana. O princípio da responsabilidade deve orientar todas as ações dos cientistas. Há também limites éticos, pois o investigador é responsável pelo que faz e pelas consequências do seu trabalho. Na natureza nada é estático, assim não faz sentido falar da integridade de uma coisa que não existe.
Por último, os engenheiros genéticos quando manipulam geneticamente os organismos não manifestam falta de respeito pelos mesmos. A sua perspetiva é outra. A vida para eles não passa de um conjunto de reações químicas, um gene fora do seu contexto não é mais do que uma molécula. O seu trabalho consiste em operar laboratorialmente com estes elementos. Este argumento, baseado na suposta neutralidade da catividade científica, foi há muito refutado pela evidência dos factos. A partir do século XX, muitos cientistas passaram a colaborar ativamente na produção de armas de destruição maciça. Nem sempre os cientistas procuram o bem da Humanidade, frequentemente também se envolvem na procura dos meios de a destruir. Num caso e outro utilizam os mesmos métodos e o rigor científico. Princípios fundamentais
da bioética:
Princípio da autonomia – uma pessoa deve ser livre para tomar decisões e atuar sem constrangimentos impostos. Este princípio é o mais discutido de todos e o menos aceite, pois entra em conflito com o principio que confere ao doente o direito de participar nas decisões clínicas em conjunto com o seu médico. Considera que o médico não deve impor os seus princípios nem o seu conceito de qualidade de vida aos doentes. Princípio da beneficência – Presente no Juramento de Hipócrates, define que o médico deve atuar no melhor interesse do doente, promover a saúde ou o bem. Assim, a tecnologia só deve ser utilizada quando se espera obter resultados com benefícios para o doente, de acordo com a autonomia, a dignidade da morte e o grau de sofrimento.

Princípio da Justiça – Situações iguais têm de ser tratadas de forma igual. O princípio da justiça obriga que dois casos para terem um tratamento diferente terão de ser relevantemente diferentes. Principio da não maleficência - Obrigação de não fazer ou promover o mal a um ser humano ‘’não matar’’. Evolução da engenharia genética em Portugal Tal como foi referido por Luís Archer, padre jesuíta e cientista português, ‘’Portugal apanhou o comboio com 15 anos de atraso. Ao longo dos últimos 20 anos foi recuperando o tempo perdido. E está agora em condições de entrar na grande aventura do próximo milénio.’’

Em 1968, teve lugar o primeiro curso subordinado a este tema. Era a primeira vez que se falava abertamente sobre este tema.

Já é possível diagnosticar doenças muito antes de os sintomas se manifestarem, recorrendo à análise dos genes por meio do diagnóstico pré-natal.

No nosso país, efetua-se também o mapeamento ou sequenciação de genes, o que, não pode ser considerado manipulação, mas poderá permiti-la num futuro próximo, uma vez que se localiza os genes no organismo humano. Manipulação genética no contexto na filosofia O Papa João Paulo II declarou à Unesco: “O futuro do Homem e da Humanidade está radicalmente ameaçado, apesar das nobres intenções dos homens da ciência… as suas descobertas têm sido e continuam a ser exploradas – com prejuízo dos imperativos éticos – para fins… de destruição e morte, com uma intensidade nunca antes atingida, causando efeitos destruidores inimagináveis. (...)". Conclui-se que a Igreja opõe-se às práticas de manipulação genética porém, não proíbe diretamente a experimentação com embriões.

Opondo-se quando se trata de práticas que atentem contra a dignidade humana (técnicas de clonagem, produção de seres selecionados e investigações com fins comerciais). Por isso mesmo, a Igreja tem sido acusada pelos cientistas de ser demasiado severa e levantar obstáculos ao progresso da ciência. Conclusão Introdução Com o desenvolvimento das novas tecnologias têm aparecido inúmeras potencialidades e, com elas, problemas. Assim, surge a manipulação genética cujo objetivo é alterar o código genético dos seres vivos, para aumentar a sua utilidade, introduzindo novas características.

Esta descoberta trouxe inúmeras possibilidades para o desenvolvimento da medicina, porque permitiu descobrir a cura para inúmeras doenças, dando a oportunidade de salvar inúmeros doentes e a outros, a possibilidade de dar qualidade de vida.



Com este trabalho, concluimos que a manipulação genética só pode ser um processo eticamente correcto quando os benefícios forem superiores aos riscos.

E, apesar do aumento do conhecimento do genoma dos seres vivos ter inúmeras vantagens no que toca à felicidade das pessoas, este processo tem diversos efeitos nefastos na sociedade (preconceito, eugenia, problemas ambientais, desrespeito à dignidade humana).

Concordamos também que a ciência está em constante transformação, o que tem levado a bioética a alertar para os seus perigos, que podem ser usados contra o Homem e contra a Natureza.

Por fim, a ciência apesar de ser útil e necessária, acima dela está a Felicidade Humana.
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